quinta-feira, 27 de julho de 2017

Haim


Haim (pronuncia-se HY-əm, /ˈhaɪ.əm/, Em hebraico: חיים‎ - Vida e estilizado como HAIM) é uma banda de indie rock de Los Angeles, Califórnia. É formado pelas irmãs Este, Alana e Danielle Haim.


As três irmãs cresceram em San Fernando Valley, ouvindo os clássicos do rock dos anos 1970 e músicas do gênero americana influenciadas por seus pais. Enquanto ainda estavam na escola, os pais formaram uma banda em família chamada Rockinhaimpara tocar covers em feiras de caridade locais. A banda tinha o pai delas, o israelense Mordechai ("Moti") na bateria e Donna, a mãe, na guitarra. Danielle e Este foram integrantes da girl band The Valli Girls.

À medida que cresciam, as meninas tornaram-se mais interessadas em incorporar pop e R&B às suas músicas. Em 2006, elas decidiram formar sua própria banda. Nos cinco anos seguintes, a banda Haim tocou em locais de interesse turístico, mas as coisas não foram adiante, pois as três irmãs estavam ocupadas com outros projetos. Este estava estudando na Universidade da Califórnia e graduou-se em 2010 em etnomusicologia.

Ao se formar no ensino médio, Danielle foi convidada a tocar bateria para na abertura em uma das turnês de Jenny Lewis, que levou Lewis a pedir para Danielle ser sua guitarrista na turnê seguinte. O vocalista dos Strokes, Julian Casablancas assistiu um dos shows de Lewis, e, por sua vez, pediu à Danielle para tocar violão e percussão em sua turnê solo. Ela também fez turnê como parte da Scarlet Fever, a banda de vocais de apoio só de mulheres para Cee-Lo Green.

Foi depois que Danielle tinha tocado com outros artistas e Este se formou que as irmãs decidiram que queriam levar sua carreira como Haim mais a sério. Alana, irmã caçula, passou um ano na faculdade, antes de abandonar o curso para se juntar a banda com suas irmãs.

As três irmãs tocam mais de um instrumento: Este desempenha guitarra e baixo, Danielle toca guitarra e bateria, e Alana toca guitarra, teclados e percussão. Nas gravações e ao vivo, Este toca baixo, Danielle desempenha guitarra e canta os vocais, e Alana toca guitarra junto com teclados e percussão.

Em shows, Este desenvolveu uma reputação por suas brincadeiras grosseiras com a plateia, muitas vezes, envergonhando suas irmãs.

Tendo tocado como banda de apoio de artistas como Edward Sharpe e os Magnetic Zeros, The Henry Clay People e Ke$ha, o primeiro lançamento original de Haim foi um EPcom três canções intitulada Forever que foi disponibilizado em 10 de fevereiro de 2012 como um download gratuito em seu site por um breve período. O EP recebeu muita atenção da imprensa musical e o público em geral, e na sequência de um show de sucesso no South by Southwest Festival, em março de 2012.

Haim assinou um contrato com a Polydor Records no Reino Unido em junho de 2012.

No mês de agosto abriu shows de Mumford & Sons em sua turnê Gentlemen of the Road. A banda fez sua turnê de estreia no Reino Unido em novembro de 2012. e, em seguida, fez turnê junto à Florence and the Machine no Reino Unido e Irlanda em dezembro de 2012. Em 16 de outubro de 2012 Zane Lowe da BBC Radio 1 estreou seu single “Don't Save Me” em seu programa de rádio.


O lado B era “Send Me Down”, diferenciando-se de seus lançamentos anteriores por ter uma notável sonoridade mais hip hop, com harmonias vocais brilhantes na parte superior.


Seu álbum de estreia intitulado "Days Are Gone" foi lançando no dia 5 de agosto do ano de 2013.


O grupo foi eleito por especialistas como a principal promessa da música para 2013 e foi anunciado como o dono do primeiro lugar na pesquisa “Sound of 2013” (Som de 2013), da rede britânica BBC. Um guia que é considerado um dos mais respeitados na área musical. Haim também integrava o levantamento “Brand New for 2013” (Novidades para 2013), do canal MTV, que aponta as principais tendências para o ano.


Em 2015, gravam "Pray to God" do renomado produtor Calvin Harris. Em 2015 gravam "Holes in the Sky" para o filme The Divergent Series:Insurgent.



fonte

https://pt.wikipedia.org/wiki/Haim_(banda)

terça-feira, 18 de julho de 2017

Música e Carro (moto): Uma Viagem a Dois


Como os avanços da indústria automobilística incorporam novas tecnologias para o consumo musical e ajudam a expandir o mercado — e os lucros dos criadores

Ouvir música enquanto se dirige é um hábito quase automático. Espaço que só viu sua importância no consumo de música crescer, o carro sempre acompanhou as mudanças na indústria fonográfica, desde o primeiro aparelho de som (para discos de vinil!) embutido num automóvel, passando pelas fitas cassete, as rádios AM e FM e o bluetooth para audição de músicas a partir de um dispositivo móvel até chegar à incorporação do streaming e à rádio digital via satélite.

Há pelo menos dois anos, os principais modelos lançados nos Estados Unidos já trazem de fábrica um novo sistema de audição de músicas, transmissões esportivas, programas de debates e notícias que promete revolucionar o rádio no carro. No SiriusXM, o usuário compra um pacote de canais, habilita o aparelho do automóvel e pode desfrutar de todo o conteúdo via satélite, mesmo em áreas sem acesso à internet (e, portanto, sem streaming de música por plataformas como Spotify ou Deezer). Nissan, Toyota, GM e Volkswagen são algumas das montadoras que já aderiram ao modelo por lá. Uma alternativa sólida, sem dúvidas, a um avanço tecnológico que começou pela Noruega e que, dizem analistas, não deve demorar muitos anos antes de se consumar em países como o Brasil: o fim da FM.


É boa notícia para os titulares de direitos autorais no Brasil, uma vez que o modelo de cobrança às rádios levado a cabo pelo Ecad e a as associações que o compõem tem regras claras, é mais fiável e garante melhores ganhos do que o streaming, ainda sujeito a pagamentos mais baixos. Na época do anúncio do fim da FM na Noruega, o analista James Cridland afirmou que, “muito provavelmente, os atuais ouvintes de rádio, em vez de migrar para o serviço digital, simplesmente decidirão se conectar ao Spotify e outras plataformas similares” e que o rádio precisaria surpreender para continuar a ter relevância. Agora, ele mesmo diz em seu podcast Future of Radio, no site MediaUK, que sistemas como o SiriusXM podem ser a resposta que se esperava.

O streaming contra-ataca e faz parcerias com grandes montadoras. Spotify e Ford, por exemplo, já chegaram a um acordo por meio do qual os automóveis da fabricante americana saem de fábrica com a plataforma nativa nos aparelhos, dispensando o uso do bluetooth e do celular. O sistema permite controlar o aplicativo com botões no volante.


Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio), Sergio Branco vê um movimento sem volta na direção do consumo sem mídia em carros. “A gente está na evidência da internet das coisas, um conceito que fala sobre objetos do dia a dia estarem conectados à internet”, analisa. “Plataformas de streaming como o Spotify criam playlists a partir da sua experiência como consumidor e da comparação do seu comportamento com outros usuários com gosto semelhante ao seu, então você não precisa sequer selecionar a música que quer ouvir. O carro já vai 'saber' o que você gosta de ouvir”, diz.




Com o ganho de escala, e melhores pagamentos por stream (demanda global que tem mobilizado criadores, artistas e atores da indústria musical em geral), espera-se um salto considerável nos ganhos nos próximos anos. “Os carros com direção autônoma são uma tendência mundial e que só deve aumentar”, diz o especialista Fabio Perrota Júnior, que antevê um grande crescimento concomitante do consumo de conteúdos audiovisuais pelos motoristas desobrigados de dirigir. “Músicas, filmes e outros produtos são formas de ajudar a distrair no trânsito.” Previsivelmente, espera-se um aumento considerável da produção para abastecer esse mercado em expansão.



// Bolachão tocando no carro? Desvia do buraco!

Os primeiros rádios de carro surgiram no fim da década de 1920, como explica o jornalista especializado em carros Jason Vogel. “Eram uns trambolhos tão grandes que ficavam embaixo do chassi ou dentro do painel. Funcionavam muito mal, de forma precária”, conta ele. Nos anos 1950, começaram a se popularizar os primeiros aparelhos valvulados, geralmente AM e em ondas curtas. Até então, a música não ocupava o maior espaço na programação das rádios, que privilegiavam notícias, programas de debates e informativos em geral. O salto da música ligada a esses aparelhos móveis começou mesmo nos anos 1960. Consolidada a era do rock, e com o pop despontando como a próxima grande revolução musical do século XX, os rádios passaram a vir embutidos nos painéis dos carros e transistorizados, o que diminuiu seu tamanho.

Foi também nessa época que se lançaram os toca-discos de vinil no painel, que comportavam compactos. “Pulava muito (a agulha), por mais mola que tivesse. Não fez muito sucesso”, diverte-se Vogel. “O usuário só foi começar a controlar as próprias músicas lá para o fim dos anos 60, início dos 70, com o primeiro toca-fitas de cartucho”, diz.



Na década de 1970, com o cassete, o toca-fitas virou uma grande febre. “Começaram a aparecer vários modelos. Teve uma onda de roubos, era perigoso você ter no Brasil, porque o pessoal arrombava o carro para tirar o rádio do painel. As marcas sonho de consumo na época eram TKR e Roadstar. A qualidade de som, que até então não era grande coisa, começou a melhorar com os amplificadores”, lembra o jornalista.


Nos anos 1990, surgem os primeiros CD players de carro. No início, assim como o toca-discos dos anos 60, também pulavam muito. “Era uma coisa pouco prática. Até que inventaram o chamado carrossel, um troço que você botava na mala do carro, comportava seis CDs e tinha comando. Isso foi considerado uma evolução, primeiro em qualidade de som, depois porque você não precisava ficar mudando o disco, podia fazer uma viagem do Rio a São Paulo sem ter que trocar nada.”


A revolução, no entanto, não durou nem 25 anos: logo veio o mp3. Formato que também já foi superado, dando passo às atuais aposta da indústria: o rádio digital e o streaming.






**Não vou deixar de fora a música de viagem dos mochileiros...


FONTE

Por Kamille Viola, do Rio
http://www.ubc.org.br/Publicacoes/Noticias/7942

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Thomas Marco Roth


Thomas Marco Roth é um publicitário, produtor musical, compositor e cantor brasileiro. Trabalhou como jurado nas duas primeiras temporadas do Ídolos, e também no programa Astros, ambos do SBT. começou a carreira na produtora Sonima.

Em 1975, gravou um compacto simples com sua música "Quero", gravada também por Elis Regina no LP "Falso Brilhante" (1976) e incluída no repertório do show homônimo.

Quero



Em 1981, abriu a Lua Nova, produtora de fonogramas publicitários.

De 1980 a 1984, atuou em dupla com Luiz Guedes, com que lançou dois compactos, "Canto matinal" e "Como nunca", canções da parceria de ambos, e também os LPs "Extra" e "Jornal do Planeta".

Canto matinal

Constam do repertório do LP "Extra" (1982) suas composições "Milagre do amor", "Angra", "Estradas (Dentro da cabeça)", "Bons tempos", "Chuva de vento", "São Paulo (Coração do tempo)" e a faixa-título, todas com Luiz Guedes, e "Longe demais" (c/ Luiz Guedes e Paulo Flexa), além de "Clube do coração" (Luiz Guedes e Paulo Flexa).



No LP "Jornal do Planeta" (1983), registrou suas canções "Lunar", "Viagens do coração", "Nova estação" e a faixa-título, todas com Luiz Guedes, "Ela sabe demais" (c/ Luiz Guedes e Paulo Flexa), "No galeio do trem" (c/ Murilo Antunes e Luiz Guedes), "Pátria (c/ Luiz Guedes e Fernando Brant) e "Dois e dois: quatro" (c/ Luiz Guedes e Ferreira Gullar), além de "Amoramar" (Luiz Guedes e Paulo Flexa) e "Minha lua boa" (Luiz Guedes e Paulo Flexa).


É proprietário da gravadora independente Lua Discos, pela qual já lançou mais de 60 títulos com vários artistas, como Guilherme de Brito, Jards Macalé, Angela Maria (disco de 50 anos de carreira), Casquinha da Portela, Filó Machado, Rebeca Matta, Virgínia Rosa, Maurício Pereira, Moacyr Luz, Claudio Nucci, Moisés Santana. 


Criou também a LuaWeb, empresa que realiza projetos de áudio para a Internet.


Em 2002, lançou o CD "Luiz Guedes & Thomas Roth", uma compilação das faixas dos compactos e LPs lançados com o parceiro. A renda obtida com a vendagem vem sendo revertida à família de Luiz Guedes, falecido em 1997.

Compôs mais de 200 canções, entre as quais se destacam sucessos de execução em rádio, como "Canção de verão" e "Vôo livre", gravadas pelo grupo Roupa Nova, "Cachoeira", por Ronnie Von, "Chama da paixão", por Jane Duboc, e "Fica Comigo", pelo grupo Placa Luminosa.

Canção de verão

Vôo livre

Cachoeira

Chama da paixão

Fica Comigo

Além dos já citados, constam também da relação dos intérpretes de suas canções Beto Guedes, MPB4, Marcos Sabino, Eliete Negreiros e Simone Guimarães, entre outros.

É considerado um dos principais nomes brasileiros da publicidade.

fonte

http://dicionariompb.com.br/thomas-roth/dados-artisticos

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Manfred Mann


Manfred Mann foi uma banda britânica de R&B, formada por Mike Vickers, guitarra; Dave Richmond, baixo; e Paul Jones, vocal.

Os Manfred Mann originalmente classificam-se como uma banda de rhythm and blues. Foi fundada na Grã-Bretanha, em 1962, pelo próprio Manfred Mann, nascido em 21 de outubro de 1940, em Joanesburgo, África do Sul,. Com Manfred Mann (nas teclas) estava o seu amigo Mike Hugg (na bateria). O vocalista era Paul Jones (que se tornaria mais tarde num ator de sucesso). Os outros membros foram Tom McGuinness (baixo) e Mike Vickers (flauta, sax, guitarra).

O seus primeiros ‘hits’ foram "Do Wah Diddy Diddy" (um original dos Exciters) e "Pretty Flamingo".

Do Wah Diddy Diddy

Pretty Flamingo

Jones saíu em 1966 e foi substituído por Mike D'Abo, mas o grupo manteve a senda de sucessos (caso raro quando ocorre mudança de vocalista) de que se salienta, em 1968 uma versão de "Mighty Quinn" de Bob Dylan.

Mighty Quinn

Outros temas de Dylan gravados pelo grupo foram: "Just Like A Woman" (1966) e "If You Got To Go - Go Now".

Just Like A Woman

If You Got To Go - Go Now

Outro popular tema do grupo foi: "Ha! Ha! Said the clown", de 1967.

Ha! Ha! Said the clown

O nome dos Manfred Mann encontra-se associado a uma das inovações técnicas da música pop-rock: o sintetizador. No Verão de 1968, Mick Vikers (então nos Manfred Mann) estava nos estúdios de Abbey Road quando este fora equipado pela primeira vez com um "moog", e trabalhou na sua afinação para o álbum homônimo dos Beatles. Este grupo esteve no Festival de Vilar de Mouros em 1971. O grupo separou-se em 1969.

Mann e Hugg formaram então um grupo de jazz-rock, o Chapter Three, que não teve grande sucesso. O nome significava que este era o "terceiro capítulo" das formações de Manfred Mann, diferindo as duas primeiras apenas no vocalista. O grupo gravou os álbuns Chapter Three (lançado em Dezembro de 1969) e Chapter Three – volume 2 (lançado em 1970).



Manfred Mann's Earth Band

Em 1971, juntamente com Mick Rogers (guitarras e vocais) Chris Slade (bateria) e Colin Pattenden (baixo) Mann formou a Manfred Mann's Earth Band. A nova banda iniciou a sua atividade com uma versão de "Please Mrs Henry", mais um original de Bob Dylan, mas sem grande sucesso; seguiu-se "Living without you" (escrita por Randy Newman).

Please Mrs Henry

Living without you

O primeiro LP, com a mesma designação da banda, incluindo as duas referidas canções, só surgiu em 1972. Também de 1972 é o álbum "Glorified Magnified", que incluía nova versão de um outro êxito de Dylan: "It's All Over Now Baby Blue".

It's All Over Now Baby Blue

No entanto, só em 1973, com o álbum "Messin’", é que a banda voltou novamente a retomar o caminho do sucesso.


Existe uma biografia muito completa das formações de Manfred Mann, "Mannerisms: The Five Phases of Manfred Mann", de Greg Russo. Os Manfred Mann's Earth Band continuam atualmente em atividade, com espetáculos ao vivo, mas nos últimos anos apenas têm sido lançadas compilações das suas gravações.

Vilar de Mouros, 1971
Os Manfred Mann constituíram uma das atrações do festival de Vilar de Mouros de 1971, tendo atuado na noite de 7 de Agosto. Tocaram os seguintes Temas: Dealer, Ashes To The Wind, Happy Being Me, Captain Bobby Stout e Mighty Quinn.

Dealer


Ashes To The Wind

Happy Being Me

Captain Bobby Stout

Mighty Quinn




FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Manfred_Mann

sábado, 8 de julho de 2017

Bia Macedo



Nascida em Ribeirão Preto, a jovem cantora Bia Macedo fez sucesso por mais de seis anos como Beatriz, em dupla com Gabriel. Agora, em 2017, lança sua carreira solo.



Já no lançamento, chegou grande. Com músicas inéditas, Bia Macedo gravou em Goiânia (GO) o CD/DVD “Essência”. Contou com a participação especial de importantes nomes da música sertaneja atual, como: Fred e Gustavo; e May e Karen.



“A gravação do meu DVD foi, sem dúvida nenhuma, o melhor dia da minha vida. Foi muito mais do que a realização de um sonho. Foi uma realização pessoal e profissional. Minha família e amigos estavam comigo nesse momento tão importante da minha vida e da minha carreira. É um dia que vai ficar marcado para sempre na minha história. Só preciso agradecer a Deus por ter providenciado tudo”, conta Bia.



“Para a gravação, foram dias intensos de preparação. Fiquei em Goiânia 25 dias, fazendo preparação vocal, de repertório, enfim, mas valeu muito a pena”, completa.



Bia se diz realizada com a nova fase da carreira. “Essa é a melhor fase da minha vida. Além de estar feliz e realizada comigo mesma, as coisas estão dando certo”.



O lançamento oficial da turnê Essência acontece nesta sexta-feira, 10 de março, na Água Doce Cachaçaria, em Ribeirão Preto.




FONTE

http://emribeirao.com/diversos/bia-macedo-lanca-carreira-solo-com-gravacao-de-cddvd-em-goiania-12396

domingo, 2 de julho de 2017

Il Volo


Il Volo é um trio pop operático italiano, formado pelos tenores Piero Barone, Ignazio Boschetto, e pelo barítono Gianluca Ginoble. Il Volo, (cuja tradução em português seria O Vôo/Voo), foi formado em 2009, tendo sido influenciado pelo estilo crossover do também italiano Andrea Bocelli.


Gianluca Ginoble nasceu em 11 de fevereiro de 1995 em Roseto degli Abruzzi (província de Teramo), na região central da Itália, e cresceu perto de Montepagano. Piero Barone nasceu em 24 de junho de 1993, em Naro, perto de Agrigento (Sicilia). E Ignazio Boschetto nasceu em Bologna, Emilia Romagna, em 4 de outubro de 1994, mas cresceu em Marsala, Sicília.

Mesmo antes de se conhecerem, os três viveram suas vidas de modo parecido, quando, devido às suas vozes maravilhosas mesmo quando crianças, geralmente dirigiam os musicais de suas escolas.

Os três cantores de ópera pop começaram suas carreiras no ano de 2009, quando se conheceram na segunda edição da competição musical Ti Lascio Una Canzone, da TV italiana RAI, em Sanremo. Em maio de 2009, Gianluca Ginoble venceu a competição cantando "Il mare calmo della sera".

Durante a competição, os três foram escolhidos para interpretar como trio o clássico napolitano "'O Sole Mio". Depois da competição, eles continuaram a se apresentar juntos, sob os nomes de The Tryo, Il Trio e finalmente, Il Volo.

Em 2010, eles participaram do especial para caridade "We Are the World 25 for Haiti", um "remake" do sucesso de 1989 "We Are The World". Em fevereiro de 2010, eles interpretaram as musicas Granada e Un Amore Così Grande no 60º Sanremo Festival. No mesmo festival, o trio se apresentou para a Rainha Rania, da Jordânia.

Os Il Volo a actuar no Festival Eurovisão da Canção 2015.

O nome do trio foi mudado para Il Volo no outono de 2010.

Seu primeiro álbum, intitulado Il Volo, foi gravado em 2010 pelo Abbey Road Studio em Londres e produzido por Tony Renis e Humberto Gatica. Foi lançado em novembro de 2010, e alcançou a 6º posição no ranking italiano, recebendo o Disco de Ouro pela Federação Italiana da Indústria Musical.

A edição internacional do álbum foi lançada em abril de 2011 e foi promovido nos Estados Unidos durante a final da 10ª temporada da competição musical American Idol. O grupo cantou 'O Sole Mio, que foi lançado nos Estados Unidos como single no início de 2011. O álbum estreou na Billboard 200 na 10ª posição, e na primeira posição no ranking de álbuns clássicos, vendendo 23.000 álbuns na sua primeira semana. O álbum também entrou para o Top 10 em outros países, como Bélgica, França e Holanda, ficou em primeiro lugar na Áustria.


Uma versão em espanhol do álbum foi lançada e alcançou a 6ª posição no México, a terceira posição no ranking de álbuns clássicos, a 4ª posição no Top Álbuns Latinos e o topo no Top Álbuns Pop Latinos. Essa versão recebeu o Disco de Ouro pela AMPROFON por vender 30.000 cópias e ganhou um RIAA Latin Gold Award por vender 50.000 nos Estados Unidos.

Il Volo foi indicado para o Grammy Latino nas categorias de Melhor Álbum Latino por Dueto ou Grupo com o álbum Il Volo (Edicion En Español) e como Melhor Artista Revelação.

Em novembro de 2011, Il Volo lançou o álbum "Christmas Favorites", que contém um dueto com Pia Toscano. Na mesma época, seu primeiro álbum foi relançado numa edição especial adicionando as músicas de "Christmas Favorites".

Um ano depois, em novembro de 2012, o grupo lançou seu terceiro album, "We Are Love", e em abril de 2013 foi lançada a versão em espanhol, "Más Que Amor". Em novembro de 2014, após saírem da gravadora Universal Music e assinarem contrato com a Sony Music/Columbia, foi anunciada a participação do trio no Festival de Sanremo.

Em 14 de fevereiro de 2015, Il Volo, com a canção Grande amore venceu o Festival de Sanremo, obtendo assim a oportunidade de participar do Festival Eurovisão da Canção 2015 para representar a Itália. Logo após o Festival, no dia 20 de fevereiro é lançado o EP "Sanremo grande amore".


Apesar de não terem ganho o Festival Eurovisão da Canção 2015, ganharam os votos telefônicos do público europeu, algo bem mais importante do que qualquer troféu, uma vez que ganharam os corações do povo.

Mesmo sendo chamados de "três jovens tenores", o grupo é formado por dois tenores (Ignazio Boschetto e Piero Barone) e um barítono (Gianluca Ginoble), como informado em entrevistas. Piero Barone é considerado um tenor spinto (facilmente alcança notas do tenor lírico), Ignazio Boschetto é um tenor lírico, e Gianluca Ginoble, que é tecnicamente considerado um barítono, pode também ser classificado como heldentenor (barítono com registro agudo forte, muito comum nas óperas de Wagner).





FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Il_Volo