quarta-feira, 4 de maio de 2011

Isaias Souza

Para ilustrar a postagem sobre o compositor Isaias Souza
escolhi a obra JANELA INDISCRETA,
do pintor português Abel Manta (Gouveia -12/10/1888 ** Lisboa 09/08/1982).
O compositor Isaias Souza iniciou a carreira artística na década de 1960, e teve sua primeira música gravada em 1963, o bolero "Ainda podemos" pelo cantor Carlos Alberto em LP CBS.

A balada "Que vida levo eu", na interpretação de Roberto Livi, foi incluída no LP "As 14 mais - Vol. XVII", lançado em 1965 pela gravadora CBS.

Em 1966, a balada "Ela tem que ser meu bem" foi gravada por Sérgio Murilo na RCA Victor.

Dois anos depois, teve duas músicas gravadas por Carlos Nobre, no LP "O seresteiro moderno": "Um grande amor no carnaval" e "Impossível me foi".

A partir de 1972, começou a conhecer seu período de maior sucesso, quando teve três composições gravadas pelo cantor Evaldo Braga, no LP "O ídolo negro", da gravadora Polydor: "Vem cá"; "Meu delicado drama" e "A cruz que carrego". Esta última tornou-se o maior sucesso do cantor Evaldo Braga, vendendo milhares de discos e consolidando-se como um dos clássicos da chamada música brega-romântica.


No mesmo ano, no Lp "O ídolo negro - Volume 2", gravado por Evaldo Braga, incluiu as canções "Esse alguém" e "Tudo fizeram pra me derrotar".

Em 1973, o grupo Os Garotos da Praia regravaram as canções "Esse alguém" e "Tudo fizeram pra me derrotar", parcerias com Evaldo Braga, e "Vem ", no LP "Os Garotos da Praia interpretam o inesquecível Evaldo Braga, lançado pela gravadora Som/Copacabana após a morte do cantor naquele ano.

No mesmo ano, as canções "Lenço manchado", "Capricho louco" e "Não volte pra mim" foram gravadas pelo cantor brega-romântico Maurício Reis.

Em 1974, as composições 'Tudo eu perdi por você" e "A cigana me enganou" foram gravadas por Maurício Reis.

Em 1975, o cantor Balthazar gravou as baladas "Mariana" e "Que Será de Mim.


No mesmo ano, o cantor Nino Gatto lançou a balada "Sai do meu caminho".

Em 1976, o samba "Eu e meu pandeiro" foi gravado simultaneamente por Jorginho do Império na Polydor, e por Ely Arcoverde pela Entré/CBS. Nesse ano, o cantor Balthazar gravou mais uma composição sua: "Garoto de rua".

Em 1977, teve várias composições lançadas: "Enquanto o sol não se apagar" e "Extrato de maldade" por João Dias em LP Odeon; "Eu posso não resistir" por Roberto San, na Tapecar; "Eu quero o divórcio Doutor" por Márcio Renée na Continental; "Maria Vai Quem Quer" por Ronaldo Lopes, na Entré/CB;, "Não digas adeus", por Gil Max na RGE; "Seu sistema nervoso", por Luis Geraldo em disco Coronado/EMI-Odeon; "Tempo de primavera", por Nino Gatto na RCA Camden e "Vou guardar minha guitarra" por Waldir Ramos, em disco Entré/CBS.

Em 1978, o cantor brega-romântico Célio Roberto gravou "A mensagem".

Em 1979, "A cruz que carrego" foi relançada pelo cantor Carlos André, ex-integrante do Trio Mossoró, no Lp "O apaixonado", da gravadora Copacabana. No mesmo ano, a canção "Os mandamentos" deu título ao LP lançado pelo cantor Roberto Linhares, pela Sinter/Philips, incluindo, ainda, as músicas "Quando me disseres que sim"; "Conselho de amigo" e "Estou sofrendo só".

Em 1980, os boleros "Voltas" e "Esta noite" foram lançados por Ronaldo Adriano, pela Tapecar/Som Livre. Ainda nesse ano, Roberto Linhares, no LP "Prece de amor", da Polyfar/Philips, gravou "Fica"; "Eu só quero você" e "Teu escravo".

Em 1982, o cantor potiguar Carlos Alexandre lançou, pela RGE, o LP "Revelação de um sonho", uma homenagem a Evaldo Braga, incluindo as composições "Tudo fizeram para me derrotar" e "Meu delicado drama".


Quase sempre compôs sozinho, fazendo letra e música. Com mais de 40 músicas gravadas por renomados cantores bregas-românticos como Evaldo Braga, Carlos Alexandre, Carlos Alberto, Célio Roberto, Carlos André, Waldir Ramos e João Dias, entre outros, Seu maior sucesso foi "A cruz que carrego" música gravada por Evaldo Braga e um ícone da música brega ao longo de décadas.

FONTE

Wikipédia


terça-feira, 3 de maio de 2011

Umberto Silva

Para ilustrar a postagem sobre Umberto Silva escolhi a obra
"Composição VII" (1913) - 140 x 201 cm; óleo sobre tela
de Wassily Kandinsky (1866 - 1944) excelente pintor,
que, por várias vezes, comparou a música à pintura.
Compositor. Cantor de estilo romântico, Umberto Silva compôs principalmente boleros e tangos. Em 1957, teve o samba "Vieram me contar", parceria com Ari Monteiro, gravado por Odete Amaral. No ano seguinte, Linda Batista gravou "Feijoada completa", parceria com Mary Monteiro.

Em 1959 teve o bolero-mambo "Tormento", parceria com Zeca do Pandeiro, gravado na RCA Victor por Fernando Barreto.

No ano seguinte, o bolero "Ninguém é de ninguém", parceria com Toso Gomes e Luis Mergulhão, foi gravado com grande sucesso por Cauby Peixoto na RCA Victor.

Ninguém É de Ninguém
Composição: Umberto Silva, Toso Gomes e Luiz Mergulhão
Ninguém é de ninguém
na vida tudo passa

Ninguém é de ninguém
até quem nos abraça

não há recordação
que não tenha seu fim

Ninguém é de ninguém
o mundo é mesmo assim...

Já tive a sensação
que amava com fervor

Já tive a ilusão
que tinha um grande amor
talvez alguém pensou
no amor que eu sonhei
e que perdi também

e assim vi que na vida
ninguém é de ninguém


No mesmo ano Fernando Barreto gravou o bolero-mambo "Noites de insônia", parceira com Toso Gomes.

Gordurinha gravou em 1961 "Passe ontem" (Umberto Silva / Luis Mergulhão).

Passe ontem

A morte é negra, ninguém escapa
Nem o rei, nem o rico, nem o rapa

Da dona morte eu tenho medo pra chuchu
Quem gosta de caveira é o coveiro do caju
Não me dou com o clima lá do cemitério
Pra me livrar da morte é um caso muito sério
Apanho um vintém, compro uma panela
Fico dentro dela, tampo bem tampado
A morte ali passando, não me vê eu to fechado
A morte passe ontem que hoje tô ocupado


"Brigas"
Composição: Umberto Silva / Toso Gomes

Em 1961 Cauby Peixoto gravou o samba-canção "Brigas", parceria com Toso Gomes.


"Vivemos para amar"
Composição: Luiz Mergulhão, Toso Gomes e Umberto Silva

Edith Veiga gravou o bolero "Vivemos para amar" (Luiz Mergulhão, Toso Gomes e Umberto Silva) em um compacto duplo.

Leila Silva gravou o tango "Desespero", de Umberto Silva, Luiz Mergulhão e Paulo Aguiar.

Em 1962 teve entre outras composições gravadas o bolero "Gota de carinho", parceria com P. Aguiar e A Pessanha, por Carlos José na Continental, "Vendaval", com Luis Mergulhão, por Albertinho Fortuna, "Disfarce", com Toso Gomes e Luis Mergulhão, por Francisco Petrônio na Continental, e a marcha "Brasil bi campeão", parceria com Lewis Jr, pelo Coro do Clube do Guri.



Em 1962, Elis Regina gravou Confissão, de Paulo Aguiar/Umberto Silva/Luiz Mergulhão, no LP Poema de Amor (segundo disco de sua carreira)- relançado em 1982 com o nome de Poema juntamente com seu primeiro disco de carreira: "Viva a Brotolândia".

Em 1989 voltou a ser relançado em LP simples com o título de "A Estrela Brilha", e novamente em 2006 na coleção "Primeiro Discos". No mesmo ano gravou com As Vocalistas os boleros "Onde andará", de William Duba e Paulo Aguiar, e "Vida minha", de Lourival Faissal.

Um de seus mais constantes intérpretes foi Silvio Silva, que gravou entre outras, o tango "Razão de minha dor", parceria com Fausto Guimarães e o samba-canção "Felicidade para dois", parceria Wilson Falcão.

Teve mais de vinte músicas gravadas, entre outros, por Cauby Peixoto, Silvio Silva, Carlos José, Linda Batista, Gordurinha e Odete Amaral.


Ninguém é de ninguém


CURIOSIDADES

Em 1961, Sérgio Reis gravou seu primeiro disco, um 78 rpm com o bolero "Enganadora", de Umberto Silva, Luiz Mergulhão e Souza Lima.


Helenize Teresinha de Lima P. Almeida, conhecida como Ellen de Lima, em 1967, lançou o LP Ellen Canta, com destaque para a canção Na Paz do Seu Olhar, de João Melo, e Você É Todo Mal Que Me Faz Bem, de Umberto Silva e Paulo Aguiar. Nessa época já era contratada pela TV Globo, onde atuou como atriz e cantora.


Trio Ternura

Um dos mais importantes grupos vocais do Brasil, formado pelos irmãos Jurema Lourenço da Silva (07/11/1946), Robson Lourenço da Silva (24/08/1951 – 25/12/2011) e Jussara Lourenço da Silva (17/05/1953). Nascidos no Rio de Janeiro, são filhos do compositor Umberto Silva, autor de clássicos como o bolero “Ninguém é de ninguém”, imortalizado na voz de Cauby Peixoto e a marcha carnavalesca “Até quarta-feira”, entre outros.


FONTE

Música de Graça



Músicas inéditas de diferentes artistas, acessíveis para download gratuito num site em formato de podcast. Esse é o conceito do Música de Graça, que é um portal de recomendações, que produz e divulga música inédita grátis para o público fazer o download e de forma legal, mandar para quem quiser ou mesmo fazer seu próprio remix (desde que não seja para uso comercial), já que as composições serão liberadas sob uma licença Creative Commons – organização sem fins lucrativos que disponibiliza licenças flexíveis para obras intelectuais.

O site não prioriza estilos, músicos novos ou artistas consagrados. Segundo Dani, “o que se pretende é traçar conexões entre músicos totalmente diferentes mostrando que eles são ligados de uma forma ou de outra”. E completa: “como se trata de um projeto eclético e de fácil acesso, espero chegar a um público cada vez maior e dar a oportunidade ao internauta de ouvir outras criações de grandes artistas ou de novos e desconhecidos músicos”.

Músicas inéditas de diferentes artistas, acessíveis para download gratuito num site em formato de podcast. Esse é o conceito do Música de Graça, projeto criado pela produtora Dani Gurgel, lançado em 1º de maio, e que trará artistas em parcerias inusitadas quinzenalmente em áudio e vídeo.

Com o meio digital, as grandes gravadoras que insistirem no modelo de vendas de CDs inevitavelmente terão seu fim decretado mais cedo ou mais tarde. É preciso entender que o consumidor comum não faz questão de obter música com alta qualidade sonora, mas sim poder ouvi-la em qualquer lugar, de preferência pagando pouco ou nenhum dinheiro por isso. Isto explica o porquê do declínio da venda de CDs, enquanto serviços de música digital como a Apple Store obtém cada vez mais lucro, e iniciativas como projeto Música de Graça que traz músicas inéditas em gravações exclusivas para download livre, é uma nova opção de consumir musica, ainda mais que é de graça.

Acesse aqui o Musica de Graça

FONTE

Mundo Conectado

Oscar Bellandi


Dia 26/03/2011 comemorou-se os 100 anos de nascimento de Oscar Bellandi, um baluarte da MPB. Oscar Bellandi (26/3/1911 Salvador - BA) filho da Baiana Maria Pureza e do Italiano Bellando Bellandi, Oscar tornou-se um virtuoso violonista e compositor de grande sucesso nas décadas de 40 a 60, nas Rádios, Cassinos e Clubes do Rio de Janeiro (Capital Federal do Brasil).

Oscar Bellandi surgiu no prelúdio da bossa nova. Pertenceu ao Quarteto Copacabana. Atuou na Rádio Mayrink Veiga como violonista de diversos conjuntos regionais. Compôs em parceria com Aldo Cabral, Ataulpho Alves, Herondino Silva e Vargas Júnior, entre outros. Organizou e dirigiu o conjunto Milionários do Ritmo, atuando durante muitos anos no Hotel Quitandinha, em Petrópolis/RJ.

Foram várias as gravadoras, entre os quais: Continental, Odeon, Victor, Copacabana, Colúmbia, Todamérica, Mocambo e Regency.

Em 1944, o conjunto vocal Milionários do Ritmo gravou o samba "Ela foi embora", parceria com Djalma Ferreira.

No ano seguinte, o mesmo grupo vocal gravou os sambas "Mulher de ninguém" e "Se queres ir embora", e Heleninha Costa o samba "Não posso perdoar", parceria com Dias da Cruz.

Em 1946, a vedete Virgínia Lane gravou a marcha "Maria Rosa", parceria com Dias da Cruz.

Em 1947, Dick Farney lançou o samba "Foi e não voltou", parceria com Chuca-Chuca.

Em 1948, teve o samba "Meu Rio de Janeiro", parceria com Nelson Trigueiro, gravado por Dick Farney na Continental.

Dick Farney - Meu Rio de Janeiro



Em 1952, Elizeth Cardoso lançou pela Todamérica o samba "Caixa postal zero zero", parceria com Luiz de França. Em 1955, teve gravado por Lana Bittencourt na Columbia o samba "Pobre menino rico", parceria com Vargas Jr.

Em 1958, foi homenageado pelo cantor Carlos Roberto que lançou pelo selo Ritmo o LP "Música de Oscar Bellandi na voz de Carlos Roberto" com suas composições: "Meu Rio de Janeiro"; "Sei que voltarás"; "Caravana azul"; "Baião do cego"; "Sinhá moça"; "Ela foi embora"; "Briguei com Sinhá Moça" e "Uma existência".

Em 1961, Gordurinha gravou "Quando os Baianos se Encontram", de Oscar Bellandi no LP Mamãe! Estou Agradando, pela Continental.



Em 1980, Raul de Barros gravou "Entardecer", com Paulo Gesta no LP "O máximo do trombone", da gravadora Copacabana.

Oscar casou-se em 1941 com a morena Baiana, Nilza e tiveram três filhos: Saul, Jorge(falecidos) e Marco Antonio. Que geraram sete neto(a)s entre eles 2 que seguem a carreira de cantores: Bruno e Marcos Paulo, três bisnetos.

Oscar e Nilza viveram juntos até 1965, ano da morte de Oscar, aos 54 anos.

Autor de mais de 100 músicas, Bellandi deixou um grande legado musical a MPB, nas vozes de Ângela Maria, Elizeth Cardoso, Lana Bitencurt, Núbia Lafaiete, Roberto Faissal, Chico Anísio, Djalma Ferreira, Ataulfo Alves, Paulo Gesta, Dick Farney, Ciro Monteiro, Gordurinha, Odette Amaral, Lana Bittencourt, Nuno Roland, Laila Cury, Gilberto Alves; Carlos Henrique, Luiz Cláudio, Dalva Andrade, Fernando Barreto, Neuza Maria, Darci Rezende, Neila Graça, Maria Lopes, Djalma Ferreira, Augusto Calheiro, entre outros.

Em sua discografia destaques são as composições: Pobre Menino Rico, Caixa Postal 00, com Elizete, Meu Rio de Janeiro e Olhos Tentadores com Dick Farney.

Pobre Menino Rico

Pobre menino rico
Da zona sul da cidade
Embora tenhas de tudo
Não tens a felicidade
Não jogas bola de gude
Não sabes rodar peão
Não podes pisar descalço
A terra seca do chão
Não jogas bola de meia
Não sabes soltar balão
Pareces um passarinho
Dentro de um alçapão
Aquele menino pobre
Sem conforto
Quase nu
Vivendo livre no morro
É mais feliz do que tu

Não jogas bola de meia
Não sabes soltar balão
Pareces um passarinho
Dentro de um alçapão
Aquele menino pobre
Sem conforto
Quase nu
Vivendo livre no morro
É mais feliz do que tu

FONTE

Dicionário MPB

Marco Bellandi

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Músicas pop revelam a vaidade de uma geração



Acredito que três décadas de estudos destes, pesquisas de outros possam validar a minha e a sua opinião sobre a influência da música no comportamento das gerações... É claro que existem músicas pra todos os gostos e todas as horas, mas não se pode negar seu poder de comando em nossas emoções e reações tanto que a música é utilizada por lojistas, em competições, igrejas, escolas, cortejos, clubes, hospitais, academias, festas, em casa e tantos outros lugares e ocasiões.

Basta você analisar como você escolhe seu playlist p'ra hora do churrasco de fim de semana, enquanto lava seu carro, pra fazer uma faxina, pra um encontro romântico, pra viajar, pra extravasar... e a música corresponde positivamente e por vezes além de nossas expectativas a cada uma das formas que nós a empregamos. Som alto ou baixo depende do momento. Seja criança, jovens, adultos, independente da classe social ou lugar que você vive no planeta a música está presente. Bons motivos pra fazermos opções por músicas de qualidade. A pergunta diante do sinal de estranhamento talvez seja:

 Quem cantaria isso em voz alta?

Alguns anos atrás, enquanto seus colegas psicólogos debatiam se o narcisismo estava ou não aumentando, Nathan DeWall ouvia Rivers Cuomo entoar uma melodia familiar de século 19. O líder e guitarrista da banda Weezer chamou aquela canção de “Variations on a Shaker Hymn” (Tradução livre: “Variações de um Hino Shaker”). Enquanto os religiosos shakers do século 19 cantavam “This the gift to be simple, ’this the gift to be free” (“Este é o dom da simplicidade, este é o dom da liberdade”), Cuomo fazia sua versão da letra: “I’m the meanest in the place, step up, I’ll mess with your face” (“Eu sou o mais cruel do pedaço, Eu vou te causar problemas”).

Ao invés da mensagem shaker de amor e humildade, Cuomo repetia sem parar a frase “I’m the greatest man that ever lived” (“Eu sou o homem mais importante que já existiu”).

O refrão deixou DeWall perplexo: “Quem cantaria isso em voz alta?”. Cuomo poderia até estar parodiando a grandiosidade de outros cantores – mas, mais uma vez, por que tanta grandiosidade presente na paródia? Seria a transformação da canção “Simple Gifts” (“Pequenos Dons”) em “Greatest Man That Ever Lived” um exemplo de uma tendência mais ampla?

Depois de uma análise linguística computadorizada de três décadas de canções de sucesso, DeWall e outros psicólogos alegam ter encontrado o que procuravam: uma tendência estatisticamente significativa em direção ao narcisismo e à hostilidade na música popular. Como já supunham os psicólogos, os pronomes “Eu” e “Mim” e termos relacionados à raiva aparecem com mais frequencia, ao mesmo tempo em que existe um declínio dos pronomes “Nós” e “Nos” e de termos que expressam emoções positivas.

Os adolescentes e universitários de hoje amam muito mais a si mesmo”, diz DeWall, psicólogo da Universidade de Kentucky. Seu estudo englobou letras de canções de 1980 a 2007 de diversos gêneros, para evitar que os resultados fossem distorcidos pela popularidade crescente, por exemplo, do rap e do hip-hop.

Definir a personalidade de toda uma geração através de letras de canções pode parecer um pouco limitado, mas DeWall aponta para pesquisas realizadas por seus colegas de estudo que mostram pessoas da mesma faixa etária com pontuação semelhante na avaliação do narcisismo através de testes de personalidade. A extensão e o significado desta tendência despertaram discussões incensadas entre psicólogos. Alguns deles questionam mesmo a utilidade dos testes e dizem que os jovens de hoje não são mais egocêntricos do que as gerações passadas.

Alguém especial

O novo estudo sobre as letras de canções certamente não porá fim ao debate, mas sem dúvidas ele oferece outra forma de graduar o egocentrismo: a lista das 100 músicas mais vendidas da Billboard. Os pesquisadores constataram que as canções de sucesso nos anos 80 tinham maior probabilidade de enfatizar o “final feliz”, como a harmonia racial almejada por Paul McCartney e Stevie Wonder em “Ebony and Ivory”, ou a exuberância em grupo promovida pela banda Kool & the Gang, que cantavam: “Let’s all celebrate and have a good time”. Diana Ross e Lionel Ritchie falaram sobre os dois corações que batem como um só, em “two hearts that beat as one”, e a canção “(Just Like) Starting Over”, de John Lennon, enfatizava a importância da vida a dois (“our life together”).

De acordo com a análise linguística dos pesquisadores, as canções de hoje costumam ser sobre uma única pessoa muito especial: o cantor. “I’m bringing sexy back”, proclamava Justin Timberlake em 2006. No ano anterior, Beyoncé triunfantemente anunciava seu sex-appeal. E Fergie, que se gabava de seu poder sexual enquanto cantava com o Black Eyed Peas, em seguida lançou um álbum solo no qual dizia a seu amante que precisava de um tempo só para ela.

Narcisismo

W. Campbell e Jean M. Twenge, co-autores ao lado de DeWall, publicaram em 2009 o livro “The Narcissism Epidemic”, no qual argumentam que o narcisismo é cada vez mais predominante entre os jovens – e possivelmente também entre pessoas de meia idade, embora seja difícil afirmar isso porque grande parte dos dados disponíveis são de universitários.

Há várias décadas, estudantes vêm respondendo a um questionário intitulado "Inventário da Personalidade Narcisista", no qual devem optar entre uma das duas afirmações: “Tento não ser um exibicionista” e “Sempre que tenho a oportunidade, tento aparecer”. De acordo com uma análise de dados conduzida por Twenge e Campbell entre universitários, o nível de narcisismo avaliado por estes questionários vem subindo desde o início dos anos 80.

Durante este período, foram também relatados altos índices de solidão e depressão – o que pode não ser uma coincidência, na opinião dos autores do estudo sobre as letras de canções. Tais pesquisadores, dentre eles Richard S. Pond, da Universidade de Kentucky, ressaltam que o narcisismo já foi relacionado à raiva e a problemas em manter um relacionamento. A análise das canções mostra uma queda no número de palavras relacionadas a conexões sociais e emoções positivas (como “amor” e “querido”) e um aumento no número de palavras relacionadas à raiva e a comportamentos antissociais (como “odiar” e “matar”).

Amor

Nas letras do início dos anos 80, o amor era fácil e positivo, e envolvia duas pessoas. As canções mais recentes são sobre o que o indivíduo quer, e como ele ou ela se decepcionou e se enganou”, diz Twente, psicóloga da Universidade Estadual de San Diego.

É claro que, de forma amadorística e não-científica, é possível encontrar de tudo um pouco em letras de canções - de qualquer época. Nunca foi dito que os Rolling Stones eram bonzinhos e fofinhos. Em “Sympathy for the Devil”, o diabo consegue o que merece cantando em primeira pessoa. Em 1989, Bobby Brown se gabava que ninguém podia lhe dizer o que fazer em “My Prerogative”, canção sobre sua magnitude.

Cantores da música country americana sempre tiveram seus momentos de egocentrismo e auto-piedade. Mas, as letras clássicas, que dizem que alguém sempre fez algo de errado ao próximo, não são necessariamente alusivas à raiva. Quando Hank Williams cantava “Your Cheatin’ Heart” ela não estava falando de detonar o carro da amada, como em “Before He Cheats”, de Carrie Underwood.

Alguns psicólogos são céticos sobre traços básicos de personalidade que podem mudar muito de uma geração para outra (ou de uma cultura para outra). Mesmo se os estudantes de hoje apresentam maior pontuação em testes de narcisismo, tais céticos dizem que isto pode acontecer simplesmente porque os estudantes de hoje estão mais abertos para admitir sentimentos que sempre existiram.

Twenge aceita que os estudantes de hoje sentem-se mais confortáveis em admitir que concordam com as afirmações do questionário, como “Eu serei uma pessoa importante” e “Eu gosto de me ver no espelho”. Mas ela diz que distorções sistemáticas de si mesmo provavelmente não são a única razão para as respostas diferentes e, de qualquer forma, esta disposição para gabar-se representa uma importante mudança cultural.

A análise das letras de canções, publicada no periódico Psychology of Aesthetics, Creativity and the Arts, ocorreu até o ano de 2007, o que a torna bastante atual para os padrões científicos. Mas, para os padrões da musica pop, 2007 é uma eternidade. Poderia o narcisismo ter apresentado uma queda desde então?

Para se ter certeza, seria necessária uma análise linguística computadorizada, mas também não existem razões para duvidar disso. Em 2008, mesmo ano do lançamento de “Greatest Man That Ever Lived”, da banda Weezer, Little Jackie teve sucesso com a canção “The World Should Revolve Around Me” ("O mundo deveria girar ao meu redor"). A lista atual da Billboard inclui a ode cômica de Cee-Lo Green à hostilidade com seu refrão impublicável, assim como o hino de Keri Hilson em louvor à sua própria beleza.

Não importa se os cantores realmente queriam expressar o que diziam, mas é óbvio que existe um mercado para sentimentos deste tipo.

A cultura não vai ser mudada por completo da noite para o dia, tampouco as letras das canções”, disse Tweenga. Mas, ela tem um conselho sensato, que vale ser ouvido, para quem busca uma mudança de si mesmo ou de seus relacionamentos: “Sempre que possível, deixe seu ego fora da situação. É muito difícil fazer isso, mas a perspectiva alcançada é surpreendente. Faça a pergunta a si mesmo: ‘Como eu veria esta situação se ela não fosse sobre mim?’. Pare de pensar em vencer o tempo todo. Um sinal certeiro de que algo pode não ser assim, tão importante, é quando Charlie Sheen fala muito sobre isso”.

FONTE

Músicas pop revelam a vaidade de uma geração
NEW YORK TIMES
Correio do Estado

domingo, 1 de maio de 2011

Patrick Reder


Patrick Reder nasceu no dia 30 de junho 1991 em Nova Aurora/PR. Quando ele ainda era pequeno mudou-se com seus pais para Naranjal, cidade colonizada por Brasileiros no Paraguai.


Já na infância Patrick demonstrava certo dom musical. Interessante que mesmo antes de Patrick nascer seu pai, que também é musico e compositor já havia comprado um violão para ele. E deu certo. Patrick começou brincando com as cordas do violão. Glin Glin! E na medida que crescia seu pai foi lhe ensinando as primeiras notas de violão e uma musica para cantar em seu primeiro Festival.


A primeira música foi ELA NÃO ESTA AQUI gravada pelo KLB. Patrick ficou em 2º Lugar. Depois disso, já se apresentou em vários outros Festivais ganhando alguns deles.

Alguns amigos formaram uma Banda e foram para Campo Grande/MS adquirir certa experiência e se profissionalizar. Patrick foi junto e ficou pouco mais de 4 anos como vocalista do grupo 6ed+. Gravou 2 cds com o grupo e por ser fã do Grupo Tradição, Patrick aprendeu tocar a Gaita Ponto.


Agora nesta Nova etapa profissional, em carreira Solo, Patrick vem conquistando fãs por onde passa, com sua voz e seu estilo de dançar a streetnera, uma mistura de Street Dance com vaneira.

Grupo 6éD


FONTE

Blog 6éD+

Site Patrick Reder

Paulo Diniz



O cantor Paulo Diniz (Pesqueira/PE - 24 de janeiro de 1940) já musicou poemas de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada); "Ciranda do Mar" (lançada em 30 países). Musicou, também, trechos do Poema Sujo, de Ferreira Gullar.

Órfão de pai, dos 12 aos 16 anos trabalhou numa fábrica de doces da sua cidade. Depois, mudou-se para o Recife, onde tentou ganhar a vida engraxando sapatos...

Paulo foi para o Recife trabalhar como crooner e baterista em casas noturnas. Foi locutor e ator de rádio e televisão, em Pernambuco e no Ceará. Trabalhou como locutor de casas comerciais e, em seguida, locutor da Rádio Jornal do Commercio, de onde foi demitido por pronunciar um nome errado.

Do Recife, seguiu para Caruaru, e, depois, para Fortaleza, Ceará. Em 1964 foi para o Rio de Janeiro, onde consultou a Rádio Tupi em substituição ao radialista Paulo Porto. Durante algum tempo, foi locutor esportivo. Nesse período, enveredou pela Jovem Guarda, cantando iê-iê-iê.  Passou a compor com mais frequência; é contratado pela Rádio Globo.


No Rio de Janeiro, gravou seu primeiro disco - um compacto simples com as músicas "Quem Desdenha Quer Comprar" e "O Chorão", de Edson Mello e Luís Keller; esta última estourou nas emissoras de rádio de todo o Brasil e ele passou a freqüentar o programa de maior sucesso na televisão à época, o Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos.

Em 1967, foi morar no Solar da Fossa, onde conviveu com Paulinho da Viola, Caetano Veloso e outros artistas. No mesmo ano lançou o LP "Brasil, brasa, brasileiro", pela Copacabana.

Em 1970, lançou o LP "Quero voltar para a Bahia", pela Odeon, onde se destacam "Um chop pra distrair" e a música título, ambas de sua parceriacom Odibar.

No ano seguinte, gravou pela mesma gravadora "Paulo Diniz", no qual fez sucesso com "O meu amor chorou", de Luiz Marçal Neto e "Pingos de amor", em parceria com Odibar, um de seus maiores sucessos e que recebeu inúmeras regravações.

Gravou, também no mesmo ano, "Asa Branca", de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.

Em 1974, fez sucesso com a gravação de "E agora José", poema de Carlos Drummond de Andrade musicado por ele.

Em 1976, fez sucesso com "Vou me embora pra Pasárgada", poema de Manuel Bandeira que ele musicou.

Em 1978 lançou o LP "É marca ferrada", onde fizeram sucesso as composições "Me leva morena", parceria com Marconi Norato e Juhareiz Correya e "Severina cooper (It'S not mole não)", de Accioly Neto.

Em 1984, Paulo Diniz lançou "Canção do exílio".

Foi um dos poucos cantores/compositores que seguiram carreira com sucesso depois de passado o modismo da Jovem Guarda. Entre 1987/1996, não gravou nenhum disco, em decorrência de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico.

Recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife; grava um especial para a TV Educativa da Bahia e prepara-se para lançar novo CD com canções a partir de poemas de grandes poetas brasileiros, como Drummond, Augusto dos Anjos, Gonçalves Dias, Ferreira Gullar, Manuel Bandeira e outros.

Ao longo de sua carreira, musicou diversos poemas de consagrados poetas brasileiros, entre os quais Augusto dos Anjos, "Versos íntimos", e Gregório de Mattos, com "Definição do amor".

Suas composições foram gravadas por diversos intérpretes, entre os quais Fagner, com "Quero voltar pra Bahia", Simone, que gravou "Chega", Emílio Santiago, com "Um chope pra distrair", Clara Nunes, com "Canseira", Elizeth Cardoso, com "Símbolo de paz".

Sua composição "Pingos de amor" conheceu diversas regravações, entre as quais as de Kid Abelha, Neguinho da Beija-Flor, Ricardo Chaves, Sula Miranda, Fernando Mendes e Araketu.

Em 2002, teve relançados os LPs "Brasa, Brasil, braseiro" e "Quero voltar pra Bahia" em CD na série "Dois em um".


Suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros. Entre seus sucessos destacam-se Pingos de Amor, gravado por vários intérpretes, Canoeiro, Um Chopp pra Distrair, I Want to Go Back to Bahia (uma homenagem a Caetano Veloso, então exilado em Londres) e Quem Tem um Olho É Rei, todas em parceria com Odibar.


Atualmente Paulo Diniz continua realizando apresentações, com a mesma voz vibrante de antes, porém numa cadeira de rodas, já que contraiu uma doença em 2005 que paralisou seus membros inferiores.

Discografia

Brasil, Brasa, Braseiro, 1967
Quero Voltar Pra Bahia, 1970
Paulo Diniz (álbum de 1971), 1971
Lugar Comum, 1973
Paulo Diniz (álbum de 1974), 1974
Estradas, 1976
É Marca Ferrada, 1978
Canção do Exílio, 1984


FONTE

Wikipédia

Renata Pizi

No dia 28/04/11, Renata Pizi cantou autores como Chico Buarque, Gonzaguinha, João Bosco entre outros no Farol Madalena/SP.

A cantora paulistana RENATA PIZI tem um dos mais belos timbres da novíssima geração da MPB. Seu registro grave confere ao que canta as doses precisas de emoção, sensualidade e força. Nada no interpretar de Renata é exagerado ou excessivo.



Com repertório rico e diferenciado, que mescla o novo e o eterno, e deslumbrante presença cênica, Renata Pizi hoje não é mais uma promessa. É uma das mais belas e consistentes realidades da música popular brasileira. RENATA PIZI. Uma voz a se ouvir, um nome a se guardar!

(Toninho Spessoto - Jornalista/Radialista/Produtor Musical)

Adriano Gomes


Adriano é a nova revelação da música sertaneja de MS - O cantor, que escolheu Campo Grande para viver, lança o primeiro CD da carreira no dia 27 de maio, num show com convidados.

Adriano Gomes (com 11 anos) no Programa de Rádio faz homenagem ao Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul é hoje referência e celeiro da música pop sertaneja. E a mais nova promessa no gênero é o jovem Adriano, de 19 anos, que no próximo dia 27 de maio fará o show de lançamento do primeiro CD, que leva seu nome. São dez faixas com o melhor do ritmo sertanejo, e destaque para: “Cê tá de cara comigo”, que abre o disco, seguida de “Você pirou”, “Vida malvada”, “Uma noite de amor”, entre outras, de autores de Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

O evento, gratuito, acontecerá às 20h, na Concha Acústica Família Espíndola, na Praça do Rádio Clube, e contará com a participação do Grupo Tradição, Tostão e Guarany e Luiz Fernando & Zé Miguel.

Desde que iniciou a carreira solo, em 2010, Adriano tem cumprido agenda de shows pelo interior de Mato Grosso do Sul e alguns estados do Sul do País. “Desde criança eu sempre sonhei em me apresentar por diversos palcos brasileiros, levando a boa música sertaneja, ficar conhecido pelo meu talento, pela minha música”, diz o cantor, que tem um gosto musical muito eclético. “Eu procuro conhecer o que o Brasil e o exterior estão produzindo nos mais variados ritmos, justamente para ter parâmetros e me aperfeiçoar sempre”.

A trajetória do cantor Adriano, pode-se dizer, é marcada pelo amor à família e à música. Filho de um casal de agricultores, de descendência polonesa e italiana que hoje mora na cidade de Naranjal (Paraguai), Adriano, que nasceu em 30 de março de 1992, em Foz de Iguaçu/PR, sempre foi um filho estudioso, que desde cedo revelou o amor pela música. Nas horas livres, ainda criança, gostava de acompanhar familiares à igreja para cantar e aos bailes, frequentados pelos pais, nos quais conheceu os mais variados ritmos fronteiriços.

Eu ficava maravilhado e atento aos ritmos, principalmente a polca, a guarânia, que fizeram parte de meu crescimento no Paraguai e, paralelamente, a música brasileira, com toda a sua diversidade. Desde criança eu sempre sonhei em me apresentar por diversos palcos brasileiros, levando a boa música sertaneja, ficar conhecido pelo meu talento, pela minha música”, diz o cantor, que tem um gosto musical muito eclético. “Eu procuro conhecer o que o Brasil e o exterior estão produzindo nos mais variados ritmos, justamente para ter parâmetros e me aperfeiçoar sempre”.



Fã da música sertaneja, desde muito novo sonhava em se apresentar em vários palcos e, aos 15 anos, iniciou sua participação profissional no grupo 6éD+, de Campo Grande/MS, a convite do empresário Magron Escobar, no qual foi baixista e vocalista, gravando dois álbuns. Foram 3 anos de convivência com o grupo, mas Adriano desejava novos caminhos musicais, como a carreira solo.

Adriano reside em Campo Grande. “Gosto muito de viver aqui. Preencho meu dia tocando violão, treinando composição e canto, vou à academia e, claro, me preparo para as apresentações que tenho feito não só na Capital, no interior, mas em estados como o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”.

Adriano confessa que a expectativa é grande para o show do dia 27 de maio. “Sempre dá aquele friozinho na barriga, afinal, é o lançamento de meu primeiro CD. Mas selecionamos um repertório muito legal, variado, divertido e emocionante ao mesmo tempo. Tenho certeza que o público irá gostar”.




CONHEÇA O PERFIL DE ADRIANO

Nome: Adriano
Aniversário: 30 de março
Característica: tranquilo até demais.
Medo: Perder as pessoas que amo.
Saudade: da minha família quando estou longe.
Sonho: manter a minha carreira e ser conhecido por meio dela.
Momento inesquecível: gravação do meu primeiro CD
Motivo de orgulho: minha criação.
Qualidade: facilidade em fazer amizades
Defeito: não rir das piadas dos amigos
O que mais admira em uma pessoa: sinceridade
O que mais detesta em uma pessoa: falsidade
Hobby: navegar na internet e jogar futebol.
Para descansar não há nada melhor do que: ir pra casa dos meus pais
Esporte: Futebol
Time de futebol: Internacional
O que faz para ficar em forma: malho e jogo bola.
Parte do corpo que mais gosta: meus olhos
Prato Predileto: churrasco e massas.
Bebida: coca-cola
Sobremesa: pavê
O que veste para ficar à vontade: Shorts, camiseta e chinelo
Ídolo: Meu pai
Banda: Roupa Nova
Cantor: Marco Antônio Sólis (mexicano)
Cantora: Ivete Sangalo
Música: Donde estará mi primavera (M.A.S)
Animal de estimação: Cachorro
Viagem inesquecível: Pantanal Sul- Mato-Grossense
Lugar que gostaria de conhecer: Polônia
Cidade ideal para morar: Campo Grande - MS
Quem levaria para uma ilha deserta? Uma barra de chocolate e uma coca-cola de 2 litros kkk
Quem deixaria em uma ilha deserta? Os gremistas.
Local para namorar: qualquer lugar estando com ela.
Fico feliz por ter comprado: um baixo Factor 4 cordas
Se não fosse cantor: Seria agricultor

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Música: Emoção à flor da pele


"Lembro-me de ouvir o “Bolero”, de Ravel, mal saber do que se tratava, mas sentir os pêlos dos braços completamente arrepiados. Até hoje, esse arrepio nos braços é o que me diz se gosto de uma canção, se ela me faz bem ou emociona. Não importam o estilo, técnica ou forma como a música é produzida, o que importa é que existem melodias que tocam nossos corações, trazem lembranças e criam aspirações. Não é preciso ser músico para saber, a boa música é aquela que faz bem a você, PONTO". Cláudio Paladini

Fiz a postagem anterior e fui pesquisar sobre a influência da Música em nossas emoções... e encontrei conceitos interessantes. Um estudo da Universidade Vita-Salute del San Raffaele, em Milão, verificou que os recém-nascidos são sensíveis às notas musicais e que têm capacidade para reconhecer as dissonâncias e mudanças de tom das melodias logo nos primeiros dias de vida. De acordo com os investigadores, este estudo poderá ser importante na medida em que contribuiu para determinar se a percepção da música é inata ou resultado do ambiente em que um bebê vive.


"Flor da Pele"", composição de Zeca Baleiro.

Ando tão à flor da pele
Que qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo
Do juízo final...(2x)

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!

Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de nem ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo
Do juízo final...(2x)

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!

Oh, sim!
Eu estou tão cansado
Mas não prá dizer
Que não acredito
Mais em você
Eu não preciso
De muito dinheiro
Graças a Deus!
Mas vou tomar
Aquele velho navio
Aquele velho navio!

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicído!

Á Flor da Pele, composição de Maurício Gaetani e Dalmo Medeiros interpretado pelo grupo Roupa Nova!!



Ninguém merece solidão
Fala pro teu coração
Lágrima é chuva de verão
Que vai e vem...(2x)

Eu juro que até pensei
Que o tempo fosse
Acalmar meu coração
Mesmo longe de você
Minha emoção
Fica à flor da pele...

Juro que até chorei
Não sei por quanto tempo
Fiquei sem entender
Essa coisa que dá medo
À paixão
Fica à flor da pele...

Eu não consigo imaginar
Nem me ver
Mais um minuto
Sem você...

Ninguém merece solidão
Fala pro teu coração
Lágrima é chuva de verão
Que vai e vem...(2x)

Eu juro que até pensei
Que o tempo fosse
Acalmar meu coração
Mesmo longe de você
Minha emoção
Fica à flor da pele...

Juro que até chorei
Não sei por quanto tempo
Fiquei sem entender
Essa coisa que dá medo
À paixão
Fica à flor da pele...

Eu não consigo imaginar
Nem me ver
Mais um minuto
Sem você...

Ninguém merece solidão
Fala pro teu coração
Lágrima é chuva de verão
Que vai e vem...(2x)

Oh oh oh oh oh oh oh!
Oh oh oh oh oh oh oh!
Oh oh oh oh oh oh oh!
Oh oh oh oh oh oh oh!

Ninguém merece solidão
Fala pro teu coração
Lágrima é chuva de verão
Que vai e vem...(2x)

Algumas músicas nos afetam a ponto de provocar arrepios. O que faz com que essas obras tenham efeito sobre o sistema nervoso autônomo e desencadeiem excitação sensorial?

Sexta-feira da Paixão, concerto com coral no mosteiro de Freiburger, Alemanha. No programa, a Paixão segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach (1685-1750). Em um momento pungente, logo após o interrogatório do sumo sacerdote, Pilatos conduz Jesus para diante da multidão e pergunta: “Quem quereis vós que eu liberte? A Barrabás ou a Jesus, de quem se diz ser o Cristo?”. “Barrabás!” – o brado da multidão faz o coração bater mais forte e as pernas fraquejarem.


Nesse momento Bach emprega um acorde inesperadamente dissonante, de coro e orquestra – o equivalente musical de um soco na cara. Os ouvintes, mesmo os que conhecem a obra, sentem um “frio na espinha”.

Pesquisas revelam que fazer e ouvir música estão entre as principais opções de lazer. De onde vem esse prazer é objeto até agora pouco estudado, mas alguns psicólogos supõem que o estímulo peculiar de melodias e harmonias reside, sobretudo, em uma capacidade de desencadear emoções intensas – um sentimento à flor da pele, como no caso da Paixão segundo São Mateus.


Mas do que exatamente falamos ao nos referir a emoções? Pesquisadores do comportamento as tomam por estímulos aos quais reagimos. No caso da Paixão, resposta a um sinal acústico, reação de involuntário arrepio dos pêlos do corpo – um reflexo desencadeado pelo sistema nervoso autônomo, que se manifesta como que à flor da pele. A avaliação do estímulo poderia ser um susto provocado por uma intensidade sonora repentina, mas também por uma atitude de compadecimento, ao se pensar que um inocente será condenado à morte.

É claro que tudo depende do contexto: ante uma interpretação fraca ou entediante da mesma obra, um ouvinte sonolento – ou até frustrado – dificilmente poderá sentir aquela forma de emoção; o máximo que lhe acorrerá será um inquieto cruzar e descruzar de pernas. Em contrapartida, um ouvinte experiente, que conhece a obra, já fica na expectativa do momento em que a música lhe causará arrepios. E apenas imaginar tal passagem pode despertar as sensações.



A psicologia comportamental chama essa possibilidade de “esquema de estímulo-resposta condicionados”. Esse fenômeno pode ajudar a compreender vivências subjetivas que se manifestam por meio da audição musical. A experiência­ intensa, que desencadeia reações do sistema nervoso autônomo, foi apreendida pelo conceito que, em inglês, se convencionou chamar chill.

SINALIZADOR EVOLUTIVO

Nos últimos anos, no Instituto de Fisiologia da Música e Medicina da Música de Hannover, estivemos pesquisando quais peças musicais provocam chills em que indivíduos e as condições em que essa reação se dá. O ponto de partida foi um projeto do pesquisador Jaak Panksepp, da Universidade Estadual Bowling Green, dos Estados Unidos. Segundo ele, tais estremecimentos remeteriam a um sistema sinalizador biológico primitivo, inerente à evolução de alguns primatas: se mãe e filho estão próximos, mas perdem o contato visual por causa da escuridão, por exemplo, o grito da mãe provoca uma reação característica. A pelagem se põe de pé, o que por sua vez mantém aquecida a pele do bebê.

Transpondo o fenômeno para os seres humanos, determinados padrões acústicos desencadeiam tais reações – independentemente do contexto cultural. Em outras palavras: buscamos aquela “música chill” de caráter universal.

Desde os anos 50 os psicólogos reconhecem sobressaltos musicais que intercalam estados de tensão e relaxamento como componentes essenciais da vivência emocional dos ouvintes. Mas para rastrear o que se poderia ter como “qualidades chill” fundamentais das composições seria preciso acompanhar as reações no curso do tempo.

Indivíduos submetidos ao experimento durante a audição registraram o seu estado emocional de maneira contínua: diante da tela de um computador e fazendo uso de um sistema de dados coordenados, eles indicavam de que modo a música era sentida a cada instante e se a passagem imprimia sensações de calma ou estímulo.

As incidências do chill deveriam ser sinalizadas com um clique no mouse. Diversos indicadores fisiológicos foram identificados: o nível de condutância da pele da mão, a atividade dos músculos da face – importantes para a expressão da mímica dos sentimentos, a freqüência respiratória, a temperatura e a pulsação.

Em palestra aberta ao público, escolhemos 38 pessoas entre 11 e 72 anos, de diferentes classes sociais, com variado gosto musical. A relação de gênero era de 29 mulheres para nove homens. Entre eles, 25 tocavam ou já haviam tocado algum instrumento e 13 eram músicos amadores.

Os indivíduos em teste ouviram sete obras previamente selecionadas, além das músicas que haviam trazido – justamente as que lhes provocavam reações emocionais. Acompanharam a reprodução de 415 trechos musicais e vários deles foram repetidos por até sete vezes. Os chills ocorreram em 136 ocasiões – cerca de um terço dos casos. Reações emocionais intensas foram mais freqüentes com as músicas que eles próprios haviam trazido. No decorrer do experimento, a “tecla-chill” foi pressionada 686 vezes; logo, as obras que mais emocionavam geralmente provocavam arrepios em diferentes momentos.

Em sete dos 38 indivíduos selecionados para a apresentação, não foi notada nenhuma reação específica durante o experimento. Nem sempre emoções e reações corporais andam de mãos dadas: em 20% dos casos a experiência não se enquadra nos parâmetros psicofisiológicos e, durante suas ocorrências, igualmente sobrevém um aumento dos níveis de condutância da pele ou da freqüência cardíaca, sem que o indivíduo pressione a tecla chill.

CENTROS VEGETATIVOS

Para a maioria dos voluntários, entretanto, as emoções e a fisiologia revelaram uma estreita conexão: os batimentos cardíacos aumentaram, em média, quatro segundos antes do chill e cerca de dois segundos tão logo foi acusada alteração na condutância da pele. Essa diferença corresponde aproximadamente ao tempo necessário para a inervação do sistema nervoso autônomo enviar sinais para os centros vegetativos do tronco cerebral, tomando como ponto de partida as glândulas sudoríferas e os vasos sangüíneos da mão.

Reações emocionais importantes se avolumavam quando a intensidade sonora chegava a uma faixa mais alta de freqüência entre 1.000 Hz e 3.000 Hz – a mais perceptível aos ouvidos humanos. Acontecimentos musicais bem específicos, entretanto, também podem produzir a reação à flor da pele: o início de uma nova seção da composição ouvida, a primeira nota de um solo, a entrada de um coro.

Evidencia-se que reagimos de modo especialmente sensível ao novo – e à voz humana. Por isso o clamor por Barrabás na Paixão segundo São Mateus produz um efeito tão contundente. Em ouvintes com mais conhecimentos sobre música acontece ainda outra coisa: no reconhecimento de estruturas – motivos ou tonalidades retomados no decorrer de uma peça musical – experimentam fortes emoções, por exemplo, na passagem, usada em nosso estudo, da Toccata para órgão BWV 540 de Johann Sebastian Bach.

Tocar e ouvir música com freqüência libera endorfinas e desencadeia sensação de prazer; a causa dessa reação pode estar no processo evolutivo dos primatas

Também nos questionávamos se, de fato, existe uma personalidade auditiva típica. Na pesquisa realizada, solicitamos às pessoas que respondessem a um questionário com perguntas-padrão relativas à personalidade. Em duas outras séries, perguntamos, sempre em relação a cada uma das músicas, se já conheciam, como tinham se sentido e quais foram as lembranças e reações físicas. Ao final da pesquisa fizemos perguntas pessoais sobre conhecimento musical e acontecimentos de ordem emocional recentes.

SISTEMA DE GRATIFICAÇÃO

Uma constatação importante foi a tendência a chills naqueles que revelaram limiares de estimulação de caráter reduzido na vida emocional, e por isso, de modo geral, demonstravam leve comoção. Além do mais, manifestaram timidez ou dependência de gratificações; identificaram-se especialmente com as músicas que haviam escolhido, por serem dotadas de algum significado especial para eles. Em resumo: as características de personalidade influenciam de maneira notável no modo como se reage ao ouvir uma música.

Os resultados obtidos fazem atentar para a quase inexistência do que se poderia ter como “música chill” em âmbito universal. Assim, uma emoção não pode ser desencadeada por um único esquema estímulo-resposta. Por outro lado, algumas regras gerais para o prazer à audição musical se deixam cristalizar: devem coincidir características da música – como a voz humana ou uma “novidade” – e a personalidade do ouvinte com suas experiências musicais. No entanto, o caminho das “notas até o arrepio” também pode se dar de maneira retilínea e quase maciça, como no súbito aumento da intensidade sonora, por ocasião do clamor por Barrabás.

Nesse caso, tudo se reduz a uma suposta reação semelhante à do medo, que seria desencadeada por algo como um tiro de pistola. O efeito “bang” é encontrado em muitas outras composições, como nas sinfonias de Gustav Mahler ou no bailado A sagração da primavera, de Igor Stravinsky – provocando emoções fortes na maioria das pessoas. As reações musicais do chill talvez não resultem, portanto, apenas dos gritos de separação dos primatas.

Pode-se presumir que o significado do chill transcende em muito o âmbito da comunicação social: segundo estudos da neuropsicóloga canadense Anne Blood e de Robert Zatorre, da Universidade McGill em Montreal, feitos em 2001, esse tipo de vivência depende muito mais da ativação do sistema de gratificação cerebral do que da mediação da sensação de felicidade que se pode ter, por exemplo, com o sexo ou com algum alimento apetitoso.

Evidencia-se que a liberação condicionada de endorfina – o opióide do próprio corpo – estimula também a memória. O cérebro indica, sempre que possível, os momentos de origem das alterações acústicas importantes no meio, as quais produzem uma emoção à flor da pele e ao mesmo tempo ficam gravadas na memória –, por exemplo, o ruído característico de um predador se aproximando. Foi nesse cenário que mais tarde o ser humano começou a transformar os estímulos chill em música.

Ainda hoje, quando deparamos com algo novo, o nosso sistema de gratificação está aberto para alguma regulamentação ou para ser surpreendido. Todos esses processos mentais pressupõem um mínimo de experiência. Isso serve para as relações com a música, validando a divisa: quanto mais eu compreendo, melhor consigo sentir a mim mesmo. Bom argumento para o ensino de música nas escolas.

MÚSICA PARA QUÊ?
BERNARD BRETON/DREAMSTIME

A dança também favorece a liberação do hormônio oxitocina pela hipófise, o que ajuda a consolidar memórias sociais

Em seu sentido mais amplo a música pode ser descrita como um padrão sonoro que se desenvolve e se estrutura no tempo. Vem daí a sua função comunicativa. Além disso, ela tem sua importância no processo de busca por um parceiro sexual. Aqui se manifestam características um tanto ocultas, como no caso em que um jovem canta a plenos pulmões e com isso dá informações sobre sua saúde: há cem anos, a informação de que ele não portava tuberculose era muito importante, pois o alçava à condição de bom partido para um possível casamento. O forte efeito emocional das vozes masculinas potentes poderia ser uma demonstração de boa forma.

Mesmo um sinal acústico direto, no entanto, pode originar efeitos bastante intensos. Sabe-se hoje que o fazer e ouvir música com muita freqüência libera endorfina, o que desencadeia sentimentos de felicidade, que por sua vez fortalecem os laços de união entre os ouvintes.

Outro papel importante é o que a música desempenha quando convida à dança, que em muitas sociedades está atrelada a festas religiosas e ritos sociais. A dança é um elemento de incentivo às relações sociais e, ao que tudo indica, ajuda na liberação pela hipófise do hormônio oxitocina, que ajuda a consolidar as memórias da vivência em grupo.

A identidade coletiva também é fomentada quando são entoados hinos nacionais, de times de futebol ou cânticos populares de minorias étnicas. No exercício militar, ou para exaltar sentimentos de uma comunidade, é freqüente o uso da música na sincronização de procedimentos.

CHILLS PARA INICIANTES
Richard Strauss
Also sprach Zarathustra
Sinfonia alpina

Maurice Ravel
Bolero

Gustav Mahler
Sinfonia no 2, “Ressurreição”
1o e 5o movimentos

Ludwig van Beethoven
Sinfonia no 9,
1o, 2o e 4o movimentos

Joseph Haydn
A Criação, introdução de (“Caos”):

Igor Strawinsky:
A sagração da primavera

**Alguns Exemplos:

Because I am a girl - Kiss

The Postal Servic - Against All Odds

PARA CONHECER MAIS
Intensely pleasurable responses to music correlate with activity in brain regions implicated in reward and emotion. A. Blood e R. Zatorre, em Proceedings of the National Academy of Science 98, págs. 118818-11823, 2001.

The emotional sources of “chills” induced by music. J. Panksepp, em Music Perception 13, págs. 171-207, 1995.

Emotional sounds and the brain: the neuro-affective foundations of musical appreciation. J. Panksepp e G. Bernatzki, em Behavioural Processes 60, págs. 133-155, 2002.
Eckart Altenmüller, Oliver Grewe, Frederik Nagel e Reinhard Kopiez Eckart Altenmüller dirige o Instituto de Fisiologia Musical e Medicina da Música da Escola Superior de Música e Teatro de Hannover, onde Oliver Grewe e Frederik Nagel são doutorandos. Reinhard Kopiez é professor de psicologia da música na Escola Superior de Hannover.

FONTE

UOL