sábado, 10 de dezembro de 2011

Cristiano Araújo


Cristiano Melo Araújo (Goiás, 24 de janeiro de 1986) cantor, instrumentista e compositor brasileiro de música sertaneja. Em 2011, ficou conhecido por sua voz poderosa e alguns singles bastante veiculados nas rádios como "Efeitos". Vindo de família de cantores, bisavós, avós, pais, tios... a música para Cristiano é uma tradição familiar que já dura quatro gerações. Aos três anos, seu pai percebeu que ele teria um futuro artístico, pois mesmo sem falar direito, já era afinado, e conseguia cantar no compasso da melodia.

Cristiano Araujo - Você Mudou
 
(A versão é da música Making Love Out of Nothing At All,
da banda Air Supply)

Te falei mas você
Não me ouviu
Quis viver da ilusão
O vazio que você
Deixou em mim
Maltratou meu coração
Não ligou pra minha solidão
Tinha que acabar assim
Será triste uma noite sem você
Mas será o melhor pra mim
Não importa o que me faça
Não tem paixão quando me abraça
Sem destino, para longe
Sei que vou
Irei em busca de um novo amor

E quando despertar
Não irá me encontrar
Quem sabe aí meu bem
Talvez você consiga entender
Que a minha vida não pertence a você (2x)

De você só vou lembrar-me
Quando tudo começou...

Você era o homem
Que eu sempre sonhei
Me enganei, pois você, meu bem, mudou...

Acho que você não entendeu
Que quando o amor se acaba
Na verdade nunca se amou
Siga seu caminho que eu vou
Em busca do meu
Acho que você não entendeu
Que se acabou o meu amor
Não terá mais uma vez
Por favor não tente me achar
Você não gostaria do que vai encontrar
Então verás que sou feliz com este amor
Como jamais serei com você

Aos seis anos de idade, Cristiano ganhou seu primeiro violão, no qual fez seus primeiros acordes. Aos nove anos, começou a fazer apresentações em público, participando de festivais, se apresentado em festas e comemorações.

Cristiano começou a compor muito cedo, e aos 10 anos fez sua primeira composição, daí em diante, foi-se aperfeiçoando a cada dia escrevendo músicas; e assim passou a ser procurado por artistas interessados em suas composições.

Aos 13 anos, gravou seu primeiro CD com 5 músicas para participar do “Festival do Faustão”. Cristiano ficou entre os 6 melhores da região centro oeste; e ganhou o direito de gravar uma faixa no CD Jovens Talentos. Isso tudo fez com que as portas se abrissem para uma carreira promissora, fazendo shows em campanhas políticas, se apresentando em programas de televisão e participando de grandes eventos.

É fato, por Cristiano Araújo & Gustavo Lima ♫

Cristiano continuou com sua carreira solo até os 17 anos, quando resolveu cantar em duplas, nesse período, aproximadamente 6 anos, gravou alguns trabalhos em vídeos e CD’s.


Em 2010, resolveu seguir novamente carreira solo com um projeto mais ousado e diversificado, preparando a gravação de um CD e DVD com participações de grandes artistas de renome nacional.

Em janeiro de 2011, o projeto foi concretizado, com participações de grandes cantores e amigos, como Jorge (Jorge e Mateus), Gustavo Lima, e Humberto e Ronaldo, dentre outros. A partir dai, as coisas começaram a acontecer, com a explosão da música EFEITOS, de sua autoria, gravada com o amigo e companheiro de longa data Jorge e ja na primeira semana de divulgação na internet, as visualizações foram incontáveis, totalizando em pouco tempo, mais de 5 milhões de acesso (nos vários vídeos postados). Com isso, a procura de contratantes pelo Brasil aumentou, proporcionando a média de mais de 20 shows por mês em todo território nacional.

Efeitos (Cristiano Araújo, part. Jorge)
Seus efeitos ainda dominam em mim
As lembranças
Só me distanciam do fim da batalha
Cravada em tentar te esquecer

Te vejo nos meus sonhos
Me devolvendo o céu
Então sinto na boca
o gosto do mel que eu sentia
sempre que beijava você

Só sei que esse romance
Ainda vive em mim
O efeito do seu beijo me deixou assim, assim

Preciso de um remédio
Que cure essa saudade
Que diminua a dor que no meu peito invade
Que me cure ou me ajude esquecer

Preciso de um antídoto que salve esse amor
Que tire os sintomas que me causam dor
Eu não sei mais o que vou fazer
Se pra curar o meu remédio é você
Seus efeitos

Agora, o mais novo fruto desse trabalho, foi a participação de Cristiano Araújo no Programa Domingão do Faustão, no qual foi premiado por votação direta do público e garantiu a sua participação em um dos maiores festivais sertanejos do Brasil, o Sertanejo Pop Festival realizado em São Paulo.


A realidade é que o BRASIL tem cantado "Efeitos"; e essa música, juntamente com outras do seu excelente repertório (Nem Pintada de Ouro, É Fato, Simples Assim...) tem conquistado um público cada vez maior e de todas as idades.

A equipe Cristiano Araújo, acredita que o reconhecimento musical se torna visível através da exposição de um dom verdadeiro, do trabalho tecnicamente bem elaborado e executado, do respeito pelo público e da real vontade de fazer da música um instrumento capaz de gerar alegria e explodir paixões nos corações atraídos por ela! Que venham outros grandes efeitos desse trabalho.

Cristiano Araújo, cantor por natureza o causador dos efeitos da música sertaneja brasileira.

Shaman

A banda SHAMAN, um dos principais e mais conhecidos nomes do Heavy Metal do Brasil, estreiou em maio/2011 seu mais novo site oficial. Com quase uma década de existência a banda conta com a atual formação: Thiago Bianchi (voz), Ricardo Confessori (bateria), Leo Mancini (guitarra) e Fernando Quesada (baixo e violão).

Com um som progressivo e melódico inconfundível o quarteto mostra em quatro CDs de estúdio e mais três DVDs ao vivo, incluindo o belíssimo “Shaman & Orchestra”, gravado no Festival Masters of Rock,  a força do metal brasileiro.

Shaman é uma banda brasileira de power metal/heavy metal formada em 2000 por três ex-integrantes do Angra - Andre Matos, Luis Mariutti e Ricardo Confessori. Algum tempo depois, o guitarrista Hugo Mariutti se uniu ao grupo, e completou a formação que durou até 2006. Ainda no fim de 2006, Ricardo Confessori anunciava a volta da banda com uma nova formação que está junta até hoje.



História

A banda foi formada no segundo semestre de 2000, quando os músicos Andre Matos (vocal e teclado, ex-Viper ), Luis Mariutti (baixo, ex-Firebox ) e Ricardo Confessori (bateria, ex-Korzus) deixaram a banda Angra. Na época de sua formação, a nova banda não tinha um guitarrista, sendo então Hugo Mariutti (Henceforth), irmão de Luis, chamado inicialmente apenas para auxiliar nas composições. O resultado obtido foi tão positivo e inesperado que se terminou por incorporá-lo à banda.

O nome escolhido para a nova banda, Shaman, significa "aquele que enxerga no escuro", é representado de maneira geral pelos sacerdotes que curam através dos elementos da natureza. De origem siberiana, os shamans ganharam o mundo e se disseminaram em praticamente todas as culturas. No Brasil, os shamans (também grafado como xamãs) são representados principalmente pelos pajés indígenas.

O Shaman logo começou trabalhando para se tornar conhecido e firmar seu nome dentro do cenário heavy-metal. Iniciou com uma turnê de estréia, que passou pela Europa e América Latina, obtendo grande receptividade da crítica e do público. Para executar os teclados ao vivo a banda contou com o renomado músico Fábio Ribeiro (Blezqi Zatsaz, ex-Angra, A Chave do Sol, Desequilíbrios, III Milênio, Clavion, Anjos da Noite e Overdose).

Mesclando heavy metal, música clássica e world music, a banda deu início às gravações de seu primeiro álbum, intitulado Ritual, em janeiro de 2002. O disco foi inteiramente gravado na Alemanha, com exceção de algumas participações especiais que foram registradas no Brasil e EUA. A produção ficou a cargo do renomado produtor e multi-instrumentista Sascha Paeth (Angra, Edguy, Avantasia, Rhapsody, Virgo, Epica).

Ritual foi bem recebido no Brasil e em todo mundo, sendo lançado em mais de 15 países. A turnê World Ritual Tour durou um ano e meio, passando por diversos lugares do Brasil, Ásia, América Latina e Europa. Foram mais de 130 shows neste período, alguns reincidentes.

Durante o ano de 2003, o Shaman esteve nos primeiros lugares das votações da mídia especializada, e a grande surpresa foi ter seu único álbum até então lançado eleito como o melhor disco de 2002 e 2004 pelos leitores da Folha de S. Paulo, veículo o qual abrange uma gama extensa de leitores de diferentes perfis. Ainda em 2004, a banda abriu o show do Iron Maiden no estádio do Pacaembu em São Paulo para aproximadamente 45.000 pessoas.

O primeiro DVD: RituAlive

A banda então aproveitou para lançar o show gravado ao vivo em 2003 na casa de shows paulistana Credicard Hall com a participação de vários convidados especiais (Tobias Sammet, Marcus Viana, Andi Deris, Sascha Paeth, George Mouzayek e Michael Weikath). O novo trabalho, saiu em CD e DVD, intitulado RituAlive, recebeu ótimas críticas e vendeu muito bem. Segundo o diretor da Universal Music do Brasil, RituAlive é o melhor DVD do gênero lançado no país devido à qualidade e conteúdo.

A mudança de nome e o segundo disco: Reason

Em 2005, com o segundo álbum de estúdio praticamente finalizado e pronto para o lançamento e buscando evitar possíveis problemas jurídicos, foi anunciada uma mudança no nome. A banda decide acrescentar um A em seu nome, passando a se chamar Shaaman, porém este ajuste não afetaria na pronúncia do nome. Em 2008, Ricardo Confessori viria a dizer que nunca houvera problemas jurídicos e que mudança ocorreu após uma consulta com um numerólogo, que orientou o acréscimo de um "A" para que a carreira da banda decolasse de vez. Os ex-membros mantém a versão inicial, que já citava a consulta a um xamã verdadeiro após os problemas jurídicos.

Nos meses seguintes chega às lojas o álbum Reason. Com uma "pegada mais direta", o novo álbum mostrou uma banda mais madura e segura, sem medo de quebrar rótulos e inovar. Andre Matos apresenta um vocal mais agressivo, Hugo Mariutti se envereda pelas guitarras densas e pesadas e a dupla Ricardo Confessori e Luis Mariutti se mostra mais coesa.

O resultado de Reason, que dessa vez foi gravado no Brasil pelo mesmo produtor do primeiro disco, Sascha Paeth, é o resgate de todo o peso, feeling e espírito do heavy-metal dos anos 80, incluindo aí a presença de elementos eletrônicos.

Enquanto Ritual privilegiava a inegável virtuose dos músicos, Reason abriu espaço para a alma e o coração da banda. A música ficou mais orgânica, o que ajudou a evidenciar o contraste entre guitarras pesadas, teclados em estilo new age e batidas tribais de world music. Essa mudança desagradou a alguns fãs, mas também atraiu uma nova leva de seguidores que se identificou mais com o novo estilo.

O primeiro álbum single do disco é Innocence. Ela chega às rádios e logo divide o ranking entre as mais pedidas do país. O sucesso se repete na TV com a estréia de um videoclipe. Apesar da boa divulgação, problemas de logística afetaram a distribuição do disco, o mesmo se diz do fator internet que contribuiu para uma baixa vendagem de discos, somada a entrada da banda numa gravadora de porte menor.O segundo single viria a ser "More".

A banda fez uma boa turnê com o Reason, mas problemas entre os integrantes começaram a ocorrer, e a banda resolveu tirar férias do palco.

Depois de seis meses parados o baterista Ricardo Confessori anunciou o fim do Shaman no dia 10 de outubro de 2006 através de um comunicado ao fã clube oficial For Tomorrow. Surgiram boatos dizendo que Hugo Mariutti, Andre Matos e Luís Mariutti iriam expulsar Ricardo Confessori da banda, mas por ter a banda registrada em seu nome, tentou acordo de participação nos lucros e, ao não aceitarem, os antigos membros saíram da banda.

Outros boatos dão conta de que quem sairia era Ricardo Confessori por problemas com bebidas alcoólicas e a banda estava até tocando sem ele já. Por ter a banda registrada em seu nome, ele expulsou os antigos membros e chamou os novos integrantes. Após a reformulação e lancamento da banda, antigos membros entraram com um processo, em 2007 (6 anos após o pedido de registro no nome de Ricardo Confessori), e o caso está sub judice, com pedido de nulidade do registro (Processo INPI nº 822938596).

Os demais se pronunciaram numa carta aos fãs.


Renascendo das cinzas

Conforme entrevista concedida pelo próprio Ricardo Confessori a uma revista especializada sobre bateria e percussão ("BATERA" - dezembro/2006), o Shaaman está de volta com uma nova formação e gravando novas músicas que prometem para o novo álbum, que está previsto para chegar ao mercado no segundo semestre de 2007.

Escolhidos a dedo por Ricardo Confessori, os novos integrantes vêm de bandas um tanto quanto conhecidas no cenário nacional: Karma, de onde veio Thiago e o tecladista convidado Fabrizio; e Tempestt, de Léo; além do novato Fernando Quesada.

Obs.: Agora o nome do "Shaaman" voltou à grafia original, "Shaman", com apenas um 'a'.


O primeiro DVD da nova formação: AnimeAlive

Depois da reestruturação do line up da banda em 2006 e o lançamento do álbum Immortal em 2007, a banda SHAMAN gravou seu novo DVD no último dia 20 de julho no Anime Friends 2008.

Com o time completo em cena, a banda pode mostrar a que veio para um público de mais de 18 mil pessoas, com um set list que contou com músicas antigas e novas.

Com lançamento em 2009, o DVD contém surpresas para os fãs como: histórias da reestruturação da banda, como foi a gravação do CD, cenas de backstage e o dia-a-dia de uma das maiores bandas de Heavy Metal nacional da atualidade.



Integrantes/Atualmente

Thiago Bianchi - Vocal (2006-Presente)
Léo Mancini - Guitarra (2006-Presente)
Fernando Quesada - Baixo (2006-Presente)
Ricardo Confessori - Bateria (2000-Presente)
Fabrizio Di Sarno - Teclado (músico convidado)

Ex-Integrantes

Andre Matos - Vocal (2000-2006)
Hugo Mariutti - Guitarra (2000-2006)
Luís Mariutti - Baixo (2000-2006)
Fábio Ribeiro - Teclado (músico convidado)
Integrantes do Shaman ao longo do tempo
  • Discografia
Demos
Demo (2001)
One Life (2007)

Shaman: banda apresenta novo trabalho na JP Online


Thiago Bianchi e Léo Mancini foram convidados aos estúdios da JP Online para apresentar o novo trabalho da banda de Heavy Metal Melódico Shaman. Integrantes da última formação da banda que, além dos entrevistados, conta com Fernando Quesada no baixo e Ricardo Confessori na bateria, único remanescente da antiga formação, o vocalista e guitarrista da banda conversaram com Rafael Boro e Rodrigo Ramon sobre Origins, último CD, além de falar um pouco sobre o bom e velho metal em uma conversa descontraída.

Álbuns de Estúdio
Ritual (2002)
Reason (2005)
Immortal (2007)
Origins (2010)

Álbuns ao Vivo
RituAlive (2003)
Anime Alive (2009)

Singles
Fairy Tale (2003)
Innocence (2005)
In The Dark (2007)
Ego (2010)

Videografia
DVDsRituAlive (2003)
Anime Live 2008 Lançado em junho de 2009 (2009)
Shaman & Orchestra Live At Masters Of Rock Of Prague (2010)

Clipes
Fairy Tale (2003)
For Tomorrow (2004)
Innocence (2005)
More (2005)
In The Dark (2007)
Finally Home (2010)

Shaman - In The Dark (Legendado)

FONTE

WIKIPÉDIA

Maria Odette

A cantora Maria Odete Bianchi, conhecida como Maria Odette, nasceu na cidade de Itapira, SP. Filha de Romualdo Bianchi e de Maria da Conceição Barbosa era uma daquelas meninas irrequietas e inteligentes. Tinha, desde cedo, o talento artístico e musical e passou a ser chamada de “a Cantora Namorada da Cidade”.

Com sete anos de idade, Maria Odette começou a se apresentar no programa artístico-musical que era realizado no Hospital Psiquiátrico Américo Bairral, aos domingos das 9 às 11 horas, acompanhada pelos conjuntos “Melódico” e “Todos os Ritmos”. Esses conjuntos musicais tiveram a colaboração de João Torrecillas Filho, Ailton Riberti e Tocha. Esse programa era transmitido pela rádio Clube local.


Estreou com a música “Não, Nana” e foi um grande sucesso.

Em 1959, Maria Odette se transferiu para São Paulo. Alcançou o primeiro lugar entre os calouros no Programa “Toddy”, de Hebe Camargo, no canal 5, e foi contratada pela emissora. Maria Odette atuou, também, como tele atriz.

Em 1961, Maria Odette conquistou o prêmio “Roquete Pinto” e, em 1966, obteve destaque no cenário artístico ao participar do II Festival Nacional da Música Popular (TV Excelsior) interpretando “Boa Palavra”, de autoria de Caetano Veloso, classificada em quinto lugar no evento.


A canção foi registrada nos LPs “Estas Venceram” e “Viva o Festival da Música Popular Brasileira - II Festival Nacional da Música Popular Brasileira”.

Nesse mesmo ano, atuou no II Festival da Música Popular Brasileira (TV Record), interpretando “Um Dia”, também de Caetano Veloso.


Em 1966, lançou um compacto simples contendo as canções “Boa Palavra” e “É de Manhã”, ambas de Caetano Veloso. Ainda nesse ano, lançou um compacto simples com as músicas “Um Dia” (Caetano Veloso) e “Levante” (Geraldo Vandré).

Em 1967, participou do III Festival da Música Popular Brasileira, cantando “Canção do Cangaceiro que viu a Lua Cor de Sangue” (Chico de Assis e Carlos Castilho), incluída no LP “14 sucessos do III Festival da Música Popular Brasileira”. Também nesse ano, gravou um compacto duplo com “O canto do homem só” (Mirabeau e Livia Medeiros), “Janela” (Arnaldo Fernandes), “Trapiá” (Arnaldo Fernandes) e “Quibungo” (Mirabeau).

Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção Popular, interpretando “Herói de guerra” (Adilson Godoy), registrada no LP “III Festival Internacional da Canção Popular”. Nesse mesmo ano, lançou um compacto simples com as músicas “Ultimatum” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle) e “Janela” (Arnaldo Fernandes).

Em 1969, participou do IV Festival Internacional da Canção Popular (TV Globo), interpretando “Sagarana” (João de Aquino e Paulo César Pinheiro), registrada no LP “IV Festival Internacional da Canção Popular”. Nesse mesmo ano, participou do V Festival da Música Popular Brasileira (TV Record), interpretando “Monjolo” (Dino Galvão Bueno e Milton Eric Nepomuceno), classificada em sexto lugar no evento. A canção foi registrada no LP “Estamos com onze no V Festival da Música Popular Brasileira”.

Em 1970, lançou um compacto simples com “Refém da solidão” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro) e “Mercado Modelo” (Antônio Carlos e Jocafi).

Refém da solidão



Participou da trilha sonora da novela “Semideus” (Rede Globo), em 1973, composta por Baden Powell e Paulo César Pinheiro, registrada em LP homônimo.

Maria Odette fez parte da coletânea “Sambas que Marcaram”, lançada em 1974, com a faixa “Refém da Solidão”, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro.

Em 1975, foi incluída na coletânea “Super Parada Tupi – vol. 2”, com a faixa “Quarto de Despejo” (Isolda e Milton Carlos). Nesse mesmo ano, participou da trilha sonora da novela “Um Dia o Amor” (Rede Tupi), com a faixa “Tanto Amor (Aurora)” (M. Guantini-vrs. Alexandre Cirus), incluída no LP homônimo que registrou a trilha da novela.

Em 1979, participou do “I Festival dos Estudantes Programa Flávio Cavalcanti”, interpretando “Eu demônio eu poeta” (Fátima de Figueiredo, Sarah Benchimol e Ricardo Marques), registrada em LP homônimo.

Em 1980, lançou um compacto simples com “Chora palhaço” (Aloísio e Rony) e “Sex One” (Aloísio, Rosemary e Rony), esta última incluída na trilha sonora da novela “Um homem muito especial” (Rede Bandeirantes) e registrada em LP homônimo.

Maria Odette é mãe de Victor Thiago Bianchi Colunna, vocalista da banda brasileira Shaaman.

Uma das mais consagradas vozes da era dos festivais da música brasileira, Maria Odette se apresentou no dia 25/03/2010 no Memorial da América Latina. No espetáculo, que fez parte da temporada de 2010 do Projeto Adoniran, a cantora foi acompanhada pelo maestro e pianista Adylson Godoy, que também assinou os arranjos e a direção musical do show.

Juntos, eles relembraram pérolas como Arrastão (Vinícius de Moraes e Edu Lobo), Disparada (Geraldo Vandré e Theo de Barros), Domingo no Parque (Gilberto Gil), Heróica (Adylson Godoy) e Ponteio (Edu Lobo e Capinam), assim como Boa Palavra e Um Dia (Caetano Veloso), defendidas por ela no Festival Nacional da MPB da TV Excelsior e no Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, respectivamente.




Houve também um bloco em homenagem a Adoniran Barbosa, composto por canções como Trem das Onze e Bom Dia Tristeza, única parceria do mestre com Vinícius de Moraes.

Maria Odette & Adylson Godoy (feat. Thiago Bianchi)

(Parte do DVD da parceria de Maria Odette & Adylson Godoy com participação de Thiago Biachi (Shaman).

FONTE

POR ONDE CANTA

Nei Lopes


Cantor, compositor, escritor, advogado e historiador, iniciou a carreira musical na década de 70, cantando no LP "Tem Gente Bamba na Roda de Samba" e tendo sua composição "Figa de Guiné" (com Reginaldo Bessa) gravada por Alcione... Além de sua atividade musical, escreve livros e publica artigos sobre a diáspora africana. É também militante do movimento negro.

Nei Braz Lopes (Rio de Janeiro, 9 de maio de 1942), ou simplesmente Nei Lopes, é um compositor, cantor e escritor brasileiro. Notabilizou-se como sambista, principalmente pela parceria com Wilson Moreira.

Nei Lopes & Wilson Moreira ( Fidelidade Partidária)

Sambista, compositor popular e, hoje, cada vez mais escritor, Nei vem, desde pelo menos os anos 80, marcando decisivamente seu espaço, às vezes com guinadas surpreendentes. Ligado às escolas de samba Acadêmicos do Salgueiro (como compositor) e Vila Isabel (como dirigente), hoje mantém com elas ligações puramente afetivas.

Compositor profissional desde 1972, vem, desde os anos 90 esforçando-se pelo rompimento das fronteiras discriminatórias que separam o samba da chamada MPB, em parcerias com músicos como Guinga, Zé Renato, Fátima Guedes, e Moacyr Luz, esforço esse que culminou com sua participação no projeto “Ouro Negro”, em homenagem aos maestro Moacir Santos. O trabalho resultou em cinco elogiadas letras, escritas para canções do homenageado, gravadas em CD por Milton Nascimento, Gilberto Gil, João Bosco, Djavan e Ed Motta.

Intérprete de suas próprias canções, Nei Lopes tem vários discos gravados, em registros solo ou em conjunto com outros artistas, como o CD “Nei Lopes - De Letra & Música” (Velas, 2000), em que recebe como convidados Alcione, Chico Buarque, Emílio Santiago, Dona Ivone Lara, João Bosco, Martinho da Vila, Dudu Nobre, Dunga, Arlindo Cruz & Sombrinha, Zé Renato, Toque de Prima, Fátima Guedes e Zeca Pagodinho. Em 2004, lança, pela FINA FLOR o CD PARTIDO AO CUBO (release ao final).

Em televisão, Nei Lopes escreveu e apresentou, entre outros musicais, “Pagode” (Rede Globo, 1987); “Dia Nacional do Samba” (Manchete, 1988); “Presença Negra”(TV-E, Rede Brasil, 1995); e “Saravá, Tio Samba”(Idem, 1996).

Em teatro, encenou “Oh, Que Delícia de Negras!”, revista musical, com partitura de Cláudio Jorge (Teatro Rival, 1989); “Clementina” (1999) e “O Rancho da Sereia” (2000) com o elenco de alunos de teatro do Centro Cultural José Bonifácio, da Prefeitura do Rio.

No plano internacional, Nei Lopes apresentou-se em 1997 em Angola, em espetáculos nas cidades de Luanda, Benguela, Lobito e Lubango, nas comemorações do “Festival do Trabalhador”, em 1987; e em Havana, Cuba, no “Festival Internacional da Juventude”, em 1997 e no Cubadisco, em maio de 2001.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil (atual UFRJ), Nei Lopes é autor, também, de vasta obra publicada em livros e assemelhados, na qual se destacam: O samba, na realidade... ; a utopia da ascensão social do sambista. Rio, Codecri, 1981; Islamismo e negritude (c/ João Baptista M. Vargens). Rio, Centro de Estudos Árabes, Faculdade de Letras, UFRJ, 1982; Egungun, ancestralidade africana no Brasil (c/ Juana Elbein dos Santos). Salvador, SECNEB, 1982 [publicado como encarte do disco lp de mesmo nome]; Pagode, o samba guerrilheiro do Rio. In Notas Musicais Cariocas (org. J.B.M. Vargens), Petrópolis, Vozes, 1986; Bantos, Malês e identidade negra , Rio, Forense-Universitária, 1988; Música popular, repressão e resistência - uma cronologia. In Cativeiro & Liberdade, Rio, IFCH-UERJ, 1989; O Negro no Rio de Janeiro e sua tradição musical, Rio, Pallas, 1992; Afro-brazilian music and identity. In Conexões, Michigan State University/African Diaspora Research Project, vol. 5, # 1, april, 1993; Onomástica palmarina. In Carta, nº 13, Brasília, Gabinete do Senador Darcy Ribeiro, 1994; Incursões sobre a pele (poemas). Rio, Artium, 1996; Dicionário Banto do Brasil , Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1996 (a 2ª edição revista e aumentada está no prelo, para ser lançada por Pallas Editora); Rebouças, Teodoro e Juliano, Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio, 1997; As línguas dos povos Bantos e o português do Brasil, idem. Uma breve história do Samba [publicado como encarte da coletânea de Cds “Apoteose ao Samba”] , Rio, EMI, 1997; 171, Lapa-Irajá : Casos e Enredos do Samba. Rio, Folha Seca, 1999 ; Logun-Edé: Santo menino que velho respeita (Pallas Editora, 1999); Zé Kéti, o samba sem senhor (Relume Dumará, 1999); Salve lindo pandeiro, salve salve!. In “Para Entender o Brasil”, 2000. – Artigo sobre a importância da tradição musical negra, e principalmente do samba, na música popular brasileira; A Encantadora Música do Rio. In “Guia Amoroso do Rio”, Riotur, 2000 – Pequeno esboço histórico e estético do samba do choro e da bossa-nova. Rio, Zona Norte. Dá até samba! . In “Zona Norte: território da alma carioca”, (org. Lúcia Rito) Norteshopping, 2001 – Artigo sobre a música no subúrbio carioca; Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana – Inventário, em forma de dicionário, de um conjunto de informações multidisciplinares referentes ao universo das culturas africanas (as atingidas pelo escravismo europeu), afro-americanas e afro-brasileiras, constituindo um corpus de aproximadamente 7 mil entradas, contendo biografias, definições e outras informações de cunho enciclopédico, a partir de um ponto de vista brasileiro (Summus Editorial/Selo Negro, São Paulo, 2004).

Em 2001, Nei Lopes lançou pela Dantes Editora, um livro, encomendado, sobre História e curiosidades bem-humoradas dos subúrbios cariocas. Chama-se “Guimbaustrilho e outros mistérios suburbanos”.

Em fevereiro de 2003, lançou, pela Edições Folha Seca & Casa da Palavra, o livro "Sambeabá, o que não se aprende na Escola".

Em 2004, sua Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana foi lançada pela Editora Summus.

UMA OBRA RESPEITÁVEL

Cantor
Correto intérprete de suas próprias canções, Nei Lopes tem passagem por palcos importantes, como o do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Municipal de Niterói, João Caetano, Dulcina, Rival, Memorial da América Latina e SESC-Pompéia, SP, entre outros. Em Havana, Cuba, apresentou-se no Teatro Nacional, em 1997 e 2001.

Escritor
Pesquisador sistemático das culturas africanas, Nei Lopes é autor, a partir de 1981, de vasta obra publicada em livros e periódicos.

Conferencista
Graças à sua atuação intelectual, Nei Lopes tem sido convidado a participar, como conferencista, painelista e integrante de mesas redondas em eventos realizados em locais como as universidades do Estado do Rio de Janeiro, Federal do Rio de Janeiro, Federal do Maranhão, Federal de Pernambuco, Federal Fluminense etc., sempre discorrendo sobre aspectos das culturas africanas no continente de origem e na diáspora.

  • Discografia
Chutando o Balde (FINA FLOR 2009)
Partido ao Cubo (FINA FLOR 2004) - Melhor Disco de Samba - Prêmio Tim de Música 2005
Celebração: Nei Lopes 60 anos (2003)
De Letra & Música (2000)
Sincopando o Breque (1999)
Zumbi 300 Anos - Canto Banto (1996)
O Partido Muito Alto de Wilson Moreira e Nei Lopes (1985)
Negro Mesmo (1983)
A Arte Negra de Wilson Moreira e Nei Lopes (1980)

O repertório dos Lps “1” e “3” foi, no todo ou em parte, lançado em CDs. E Nei Lopes tem também participações em discos coletivos ou de outros intérpretes, como Ataúlfo Júnior (1979), Alcione (1984), Grupo Fundo de Quintal (1993), Guinga (1999) e Água de Moringa (2000).

Nei Lopes "Morrendo de Saudade"

  
  • Livros
Kitábu, o livro do saber e do espírito negro-africanos (2005) , ISBN 85-87864-79-3
Partido-alto, samba de bamba (2005), ISBN 85-347-0379-5
Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana (2004) - ISBN 85-87478-21-4
Sambeabá: o samba que não se aprende na escola (2003), ISBN 85-87220-65-9
Logunedé: santo menino que velho respeita (2002), ISBN 85-347-0339-6
Guimbaustrilho e outros mistérios suburbanos (2001)
Zé Kéti: o samba sem senhor (2000) - ISBN 85-7316-223-6
Novo Dicionário Banto do Brasil (1999) - ISBN 85-347-0348-5
171-Lapa-Irajá: casos e enredos do samba (1999), ISBN 85-87199-03-X
Incursões sobre a pele: poemas (1996), ISBN 85-86039-02-0
O negro no Rio de Janeiro e sua tradição musical (1992) - ISBN 85-347-0144-X
  • Ligações externas
Meu Lote - blog de Nei Lopes
Nei Lopes na Agenda do Samba & Choro
Nei Lopes no site CliqueMusic
Nei Lopes no site MPBNet
Nei Lopes no site da FINA FLOR
Dicionário Cravo Albin de MPB
A presença africana na música popular brasileira


O cantor, compositor e escritor Nei Lopes, uma das vozes mais sofisticadas do samba, chega agora ao formato DVD. 13º registro musical da coleção Toca Brasil e primeiro do sambista, Nei Lopes foi gravado no palco do Itaú Cultural, em São Paulo, e contou com a direção de arranjos do violonista Ruy Quaresma.

O DVD traz sucessos da carreira de Nei Lopes como "Tempo de DonDon" e as parcerias com Wilson Moreira, "Gostoso Veneno, Gotas de Veneno, Senhora Liberdade e Morrendo de Saudade". Há também composições com João Nogueira, caso de "Baile no Elite" e interpretações de Nei Lopes para "Assanhado", de Jacob do Bandolin.


A produção recente fica por conta das parcerias com Zeca Pagodinho, em "Cavaco e Sapato", Dudu Nobre, "Pega Geral" e com a dupla Magnu de Souza e Maurílio de Oliveira, do Quinteto em Braço e Preto, "Divinas Pastoras", "Primo do Jazz" e "Xequerê".

Nos extras do DVD, a tragetória artística do compositor e escritor, autor de o Novo Dicionário Banto do Brasil por exemplo, comentada por Alcione, críticos musicais e familiares.

FONTE

WIKIPÉDIA

MPBNET

Cláudia Savaget



Entrevista com Claudia Savaget...

Em 1978, a cantora Cláudia Savaget e o compositor Carlinhos Vergueiro dividiram o palco com Cartola percorrendo dez cidades, distribuídas por quatro regiões do país: Sudeste (Rio de Janeiro e Vitória), Centro-Oeste (Brasília), Nordeste (Salvador, Recife, Maceió, João Pessoa, Natal e Fortaleza) e Norte (Belém). (Em 1977, Cartola dividiu com João Nogueira um dos espetáculos de abertura do Projeto Pixinguinha).


De maio a julho de 1978, o espetáculo dirigido por Sérgio Cabral contabilizou 24.262 espectadores, que puderam ver de perto o paulistano Carlinhos Vergueiro, projetado nacionalmente a partir da vitória no I Festival Abertura, da Rede Globo, em 1975, com a canção Como um Ladrão, que, aliás, abria o show.


Em seguida, Cartola apresentava seus sucessos românticos (entre eles O Mundo é um Moinho e As Rosas não Falam) e trazia ao palco a carioca Cláudia Savaget, uma de suas cantoras prediletas, que apresentava, entre outros sambas, o inédito Por que Vamos Chorando? (Cartola).

Apresentada por Cartola como “ótima criatura, ótima cantora”, a intérprete cantava ainda Samambaias (Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho) e Trocando em Miúdos (Chico Buarque e Francis Hime), que não estava incluída no programa impresso do espetáculo.


Outras duas músicas que entraram no repertório do show sem estar no programa foram O Inverno do meu Tempo (Cartola e Roberto Nascimento) e Corra e Olhe o Céu (Cartola e Dalmo), sendo que a última está dividida em duas partes na gravação que disponibilizamos na galeria de áudios, devido à troca das fitas de rolo em que o espetáculo foi gravado.


Integrante do grupo Bandola, que acompanhou Cartola e João Nogueira na turnê de 1977, o violonista Cláudio Jorge voltou a viajar com o veterano mangueirense em 1978, para a tristeza de João, seu parceiro, que naquele ano fez o Projeto Pixinguinha ao lado de Sérgio Cabral e Maurício Tapajós. “O João não só teve ciúme, como ficamos alguns anos sem nos falar. Assim como eu, ele tinha a emoção à flor da pele, não guardava nada que o incomodasse”, relembra Cláudio Jorge, com saudade do amigo, falecido no ano 2000. “Graças a Deus, depois fizemos as pazes. Participamos de um show juntos, gravei no último disco dele, tomamos umas e ficou tudo certo.”


Em Belém, onde o Projeto Pixinguinha fez parte das comemorações do centenário do Theatro da Paz, Cartola falou ao jornal O Liberal, que publicou a extensa entrevista no dia 16 de julho de 1978, em página dupla, sob o título “Só acreditaram em mim depois de velho”. No texto, assinado pelo jornalista César Augusto, o sambista de 69 anos informou que preparava um novo disco (“Acabei de assinar contrato com a RCA até 1981”) e fez elogios à cidade de Belém (“Quero voltar aqui como turista”) e ao Projeto Pixinguinha (“A satisfação de todos é ver o cantor de perto, apertar-lhe a mão, falar com ele, convidá-lo para ir em sua casa”). Só reclamou do calor da capital paraense, antes de encerrar o bate-papo para ir às compras com Dona Zica, que o acompanhou na viagem.

A famosa quituteira mangueirense, aliás, nem se importou com um bilhete que o marido recebeu após um dos espetáculos da turnê. Era uma carta de uma jovem fã, que se declarava para o autor de Acontece e enfatizava: não era um amor de filha para pai, mas de mulher por homem. Não só Dona Zica passou o resto da viagem fazendo brincadeiras a respeito do torpedo, como todo o elenco e o próprio Cartola, que “tirou onda”, nas palavras de Cláudio Jorge.

Cláudia lan~çou em 1979 o LP CLAUDIA SAVAGET MORDIDA OU BEIJO: 01. Xará (Cláudio Jorge / Carlinhos Vergueiro / J. Petrolino); 02. Desperdício (Eduardo Gudin / Paulo César Pinheiro); 03. Decepção (Nelson Sargento); 04. Sofro Tanto (Maurício Tapajós / Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro); 05. Tempo à Bessa (João Nogueira); 06. Passos e Assovios (Guinga / Paulo César Pinheiro); 07. Sofrer (Paulinho da Viola / Capinan); 08. Desse Amor Só Resta Mágoa (Monarco); 09. Beija-flor (Nelson Cavaquinho / Noel Silva / Augusto Thomaz Júnior); 10. Bem-te-quero (Luis Otávio Braga); 11. A Vida Não Vale Nada (Grande Otelo); 12. Já Faz Tempo (Cláudio Jorge / Ivor Lancellotti).

Em 1979, Cláudia  participou do aclamado Projeto Pixinguinha, ao lado de Paulo Moura e Célia. O show teve temporadas no Rio (Teatro Dulcina), São Paulo (Teatro Pixinguinha), Curitiba (Teatro Guaíra), Porto Alegre (Teatro da Reitoria), Belo Horizonte (Teatro Francisco Nunes) e Brasília (Teatro Escola Parque).

Em 1991, Cláudia Savaget participou do álbum Encanto de Paisagem, de Nelson Sargento interpretando a música A felicidade se foi(Nelson Sargento).

Em 2004, a obra de Cartola recebeu mais um afago de Nelson Sargento. O sambista se encontrou com a cantora Cláudia Savaget no Songbook Café, onde relembraram histórias e músicas do criador da Mangueira e do Zicartola, dois endereços imprescindíveis na genealogia do samba.

Cláudia Savaget, é uma dessas cantoras raras, que conquista o aplauso de todas as classes de público. Com isso, ela consagrou-se como uma das mais requintadas intérpretes do samba, respeitadíssima entre compositores e músicos por seu rigor técnico e apurado bom gosto.

No CD Cd Caminhando - Cláudia Savaget E Seus Amigos (2004), a artista transita da informalidade à plena sofisticação, interpretando obras de Noel Rosa, Custódio Mesquita, Chico Buarque, Guinga, Nelson Cavaquinho e até uma canção inédita de Cartola, ao lado de convidados ilustres, como Beto Cazes, Bruno Rian, Helvius Vilela, Ruy Quaresma, Luiz Otávio Braga, entre outros.

1. Nunca Mais; 2. Meu Barracão; 3. E Por Que Não?; 4. Resta Sobre o Mar; 5. A Mesma História; 6. Adivinhe Coração; 7. Até Pensei; 8. Canção Transparente; 9. A Felicidade Perdeu Seu Endereço; 10. Lamentação; 11. Caminhando; 12. Retrato de Saudade; 13. Consciência; 14. Vem.

No dia 15/03/2006, a cantora Claudia Savaget (Elogiada por Cartola) lançou o disco "Caminhando - Cláudia Savaget e Seus amigos" - em Copacabana, na Sala Baden Powell. O repertório do show e do disco trouxe, além de uma inédita do compositor de "As Rosas Não Falam", músicas de Nelson Cavaquinho, Chico Buarque, Noel Rosa e Custódio Mesquita.

Ela foi acompanhada por Luiz Otávio Braga (violão), Jayme Vignolli (cavaquinho), Alexandre Maionese (flauta) e por Clarice Magalhães (percussão).

A direção, o roteiro e a iluminação foi de Vicente Maiolino, a direção musical e os arranjos de Luiz Otávio Braga e o assistente de direção de Anderson Cunha.


Caminhando é o fantástico trabalho de Cláudia Savaget, a cantora consagrada como uma das mais requintadas intérpretes do samba, respeitadíssima entre compositores e músicos por seu rigor técnico e apurado bom gosto.


Neste CD, a artista transita da informalidade à plena sofisticação, interpretando obras de Noel Rosa, Custódio Mesquita, Chico Buarque, Guinga, Nelson Cavaquinho e até uma canção inédita de Cartola, ao lado de convidados ilustres, como Beto Cazes, Bruno Rian, Helvius Vilela, Ruy Quaresma, Luiz Otávio Braga, entre outros.

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BRASIL MEMÓRIA DAS ARTES

Waldir Silva

A carreira de Waldir Silva é coroada de sucessos. Passou pelas mais famosas gravadoras do país e tocou ao lado dos maiores artistas do nosso cenário. Gravou composições próprias e registrou em disco trabalhos dos maiores compositores do País.

Conforme matéria de capa da revista "Isto É", um dos maiores veículos de comunicação do Brasil, Waldir Silva é um fenômeno na vendagem de discos, tendo atingido a marca de seis milhões de cópias no Brasil e, ainda, em quase todos os países do mundo. Seus discos são vendidos nos cinco continentes, inclusive através da Internet, através das empresas:

- CD NOW Corporation, com sede nos Estados Unidos, vendagem nas três américas, África, Oceania
- Boulevard Co., com sede na Europa, vendagem na Europa, Oceania e Ásia
- Frontstage Store, com sede na Bélgica, vendagem em todo mundo
- CD World Artistic Vision com sede nos Estados Unidos , vendagem em todo o mundo.


Waldir Silva é hoje um dos mais consagrados artistas do país. Com seu cavaquinho de ouro, Waldir Silva já gravou vinte e nove long plays, nove CD-Compact Disc e mais de uma centena de sucessos. Sem qualquer sombra de dúvida é o grupo instrumental, que possui o maior número de trabalhos gravados no Brasil.

Waldir Silva (Belo Horizonte, MG) Músico. Arranjador. Cavaquinista. Por sua virtuose no cavaquinho, ganhou o pesudônimo de "O Cavaquinho de Ouro".

Apresentou-se por todo o país em baile (acompanhado de seu conjunto) e em shows de lançamentos de seus discos.

Sua primeira composição gravada foi "Telegrama musical". Apesar de música eminentemente instrumental, essa composição através das notas musicais soladas, emitia uma mensagem expressa em código morse, que encantou a todos.

"Era noite de festa quando um grupo de músicos se preparava para tocar em Brasília. Entre eles, um tocador de cavaquinho se destacava. Seu nome era Waldir Silva e tinha 30 anos, na época. O músico, também operador de telégrafo, já sabia qual canção iria melodiar em seu instrumento. Não era uma música comum, as notas não eram apenas acordes. Sem cantar uma palavra sequer, ele enviou uma mensagem que ia além do som agradável. Todos gostaram, mas o aniversariante foi tocado de forma especial. Enquanto todos ouviam uma bela serenata, o homenageado decifrava o código morse (alfabeto telegráfico que representa as letras por pontos e traços) contido na composição. Gentilmente pediu o cavaquinho emprestado e, usando apenas uma corda, retornou o recado “Um abraço, JK”. Era Juscelino kubitschek, o então presidente do Brasil" (leia mais aqui)


O sucesso na época foi tanto, que Waldir Silva foi parabenizado pelo Dr. Juscelino Kubstichek de Oliveira, então Presidente da República do Brasil, que entendeu perfeitamente a mensagem e agradeceu respondendo também em código morse.

Compôs parte da trilha sonora da novela Pecado Capital, da Rede Globo de Televisão, maior rede de comunicação do País.

Foi indicado para o Prêmio Sharp de Música Popular Brasileira no ano de 1996.

Waldir Silva fez uma participação especial no grande Show Comemorativo dos Quinhentos Anos do Descobrimento do Brasil, no Parque de Exposições da Gameleira, na cidade de Belo Horizonte, Brasil, no dia vinte e dois de abril de 2000.

No ano 2000 participou das comemorações do 500 anos de Brasil em espetáculo na Europa (Portugal). Entre os dias 25.04.2000 a 12.05.2000, Waldir Silva e seu Conjunto representaram o Brasil, nas comemorações dos Quinhentos Anos do Descobrimento, na Europa, atendendo a um convite oficial. A viagem foi exaltada pelo governo Português e Brasileiro.

Foram visitadas as seguintes cidades: Lisboa, Óbidos, Batalha, Santarém, Fátima, Coimbra, Porto, Santiago de Compostela e Valência ( Espanha), Viana do Castelo, Ponte de Lima, Vila Verde, Braga, Guimarães e Ilha da Madeira.

O Vôo dos 500 anos como foi chamado o Projeto Cultural, levou a Cultura Mineira e Brasileira para a Europa e, na categoria musical, fomos honrados com esse maravilhoso convite.

Foram realizados os espetáculos denominados "Aquarela do Descobrimento", nos seguintes locais e cidades:

27.04.2000 - Biblioteca da Câmara de Lisboa, Palácio da Fulgosa, ocasião em que as autoridades do governo português deram as boas vindas aos visitantes brasileiros do Voô dos Quinhentos Anos do Descobrimento.
28.04.2000 - Grande Teatro do Fórum Lisboa, com patrocínio do Governo Português. O Governo Português distribuiu 1000 convites especiais para esse espetáculo.
29.04.2000 - Tarde de Música Brasileira no Shopping Amoreiras em Lisboa, juntamente com o lançamento do livro "Alegria Alegria", do jornalista e autor brasileiro Carlos Felipe.
01.05.2000 - Auditório Municipal de Vila Nova Gaia, cidade do Porto.
04.05.2000 - Auditório do Forte de Santiago da Barra, cidade de Viana do Castelo.
05.05.2000 - Biblioteca professor Machado Vilela, Vila Verde, cidade de Braga. Durante o espetáculo foi inaugurada a exposição alusiva aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil. Fomos homenageados com o Brasão da Cidade e com apresentação dos alunos de Cavaquinho da Associação Recreativa e Cultural de Vila Verde seguida de uma Tocata do Grupo Folclórico de Vila Verde. Nessa cidade está localizado o Santuário do Bom Despacho. Nossa passagem por Vila Verde integrou o Projeto de Geminação, com a Cidade de Bom Despacho, em Minas Gerais, Brasil, onde nasceu Waldir Silva.
07.05.2000 - Complexo Artístico e Cultural A Parreira , Cidade de Funchall, Ilha da Madeira. Nesse espetáculo atuamos juntamente com um grupo folclórico de danças típicas madeirenses e tivemos a participação especial de um grupo de fados.
08.05.2000 - Espetáculo no Hotel Madeira Carlton, na Ilha da Madeira.



Lançou 29 LPs e nove CDS, entre eles "Tangos e Boleros", com o qual recebeu o "Disco de Ouro", da gravadora Movieplay.

Em 2010 lançou o CD "Os mais belos tangos e boleros". Apresentou-se no "Projeto Pizindin - Choro no Palco", no Consevatório UFMG, em Belo Horizonte, em grupo formado por Waldir Silva (cavaquinho), Zé Carlos (cavaquinho), Mozart Secundino (violão 6 cordas), Carlos Boechat (percussão), Agostinho Paolucci (violão 7 cordas) e Lúcia Bosco (voz).


Waldir Silva e seu espetacular Conjunto Musical marcam presença nos principais bailes, serestas, shows, exposições, festas, formaturas e congressos do Brasil e do mundo.

O repertório é variado e agrada pessoas de qualquer idade. Inclui : músicas das grandes orquestras, boleros, chorinho, seresta, valsa, samba, fox, xote, forró e sertaneja, tango, mambo, rumba, chá-chá-chá e um variado número de músicas dos inesquecíveis anos dourados relembrando o Rock and Roll, os Beatles e Rolling Stones.

Foram agraciados pela crítica, com o troféu Pró-Música, melhor conjunto, no ano de 1996.

O conjunto possui aparelhagem importada altamente sofisticada e infra estrutura de transporte para atender a demanda de eventos em todo o País.

Cantores, instrumentistas de sopro, cordas, teclados, percussão e bateria, se revezam durante cinco horas, com o espetáculo de Waldir Silva, agradando em cheio pessoas de qualquer idade.

O Conjunto participa dos Projetos Minas ao Luar e Minas em Serenata, patrocinados pelo SESC - Serviço Social do Comércio, com apresentações em mais de cem cidades do Estado de Minas Gerais, realizadas quinzenalmente. A duração do espetáculo é de quatro horas, onde são apresentadas músicas de todas as épocas. Todas as cidades visitadas ganham de presente uma canção seresteira composta por Waldir Silva e Mauro Silva, que retrata os aspectos culturais, históricos e artísticos da Cidade. Os prefeitos recebem durante o espetáculo, uma cópia emoldurada da letra para exposição na Prefeitura e uma gravação com a música. Várias dessas canções tornaram-se verdadeiros hinos dessas cidades. Visite a seção: "Canções de amor em homenagem às cidades por onde passamos".


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dicionário mpb

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Silvio César


Sílvio Rodrigues Silva (Raul Soares, 14 de agosto de 1939), mais conhecido como Sílvio César, é um cantor e compositor brasileiro. Foi crooner do Conjunto de Ed Lincoln, no início dos anos 1960. Participou, em 1965, do filme Na Onda do Iê-iê-iê, no papel de César Silva, contracenando com Renato Aragão e Dedé Santana.


Cantor e compositor que surgiu nos anos 60 no cenário da música popular no núcleo de renovação do samba sediado na gravadora Musidisc ao lado de Orlandivo, Ed Lincoln e Pedrinho Rodrigues.

Suas composições foram gravadas por diversos artistas da MPB, como Roberto Carlos ("Moço-Velho"), Elizeth Cardoso ("Pra Você"), Elis Regina e muitos outros, incluindo sucessos como "O que Eu Gosto Você" e "Cantiga Antiga".

MOÇO VELHO - Silvio César

ROBERTO CARLOS - MOÇO VELHO 1974

Silvio César participou de musicais, como "O Teu Cabelo Não Nega" e fez trilhas para cinema e temas de novelas.

Em 1992 gravou o disco "Aos Mestres com Carinho", em que interpreta clássicos da MPB, como Tom Jobim, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Nelson Cavaquinho e outros.

O mineiro Silvio César veio tentar a sorte no Rio de Janeiro e mudou o seu destino. Seu sonho de menino pobre era, como todo mundo, ser jogador de futebol, ou cantor, mas para "garantir o futuro", estudava na Faculdade Nacional de Direito onde se formou em 1964, justamente num momento em que todas as leis do país foram atingidas pela ditadura militar. A música que aprendera a amar desde cedo com a família, abriu-lhe um novo caminho profissional.

Em 1959/60 já cantava na noite carioca. Em 1961/2 nos bailes da vida, com a orquestra de Waldemar Spilman e, depois, no conjunto de Ed Lincoln, com quem inicia uma brilhante trajetória de compositor em músicas como: "Nunca mais", "Olhou pra mim", "É o Cide", por exemplo.

No mesmo ano, Ed Lincoln produz o primeiro disco de Silvio: "AMOR DEMAIS", na Musidisc, onde aparecem os sucessos: "O que eu gosto de você", "Conselho a quem quiser voltar", "Preciso dar um jeito", "Eu te agradeço", entre outros.

Depois de dois LPs na Musidisc, vai para a Odeon onde fica por 12 anos, lançando, entre muitas, a canção "Pra você", de sua autoria, gravada em 1965 e que permanece até hoje como um hino ao amor e à esperança.


A televisão, em ascenção no Brasil, nos anos 60, teve grande influência na carreira de Silvio, incentivando-o a tomar aulas de dança e expressão corporal, para poder participar da programação musical das emissoras, influenciadas, na época, pelos musicais de Hollywood.

Na TV Tupi, Silvio, entre outras coisas, comandou o programa "A Grande Parada". Da televisão ao teatro foi um pulo. Convidado por Abraham Medina e Carlos Machado faz, no Teatro República - no Rio, os musicais "Arco-Iris" e, logo após, "O teu cabelo não nega", no qual tem a honra de dividir o palco com Grande Otelo.

Do Teatro ao Cinema, outro pulo. Produzido por Jarbas Barbosa e dirigido por Aurélio Teixeira, faz o filme "Na onda do Yê-Yê-Yê" ao lado de Renato Aragão e Dedé Santana. Além de fazer o papel principal, Silvio compôs, com Ed Lincoln, a trilha sonora do filme e o tema central "Mônica" , que logo se tornou um sucesso nacional.

Silvio escreveu, ainda, as trilhas sonoras dos filmes "Essa gatinha é minha", de Jece Valadão e "Mineirinho- vivo ou morto", de Aurélio Teixeira. Neste último surgiu uma das nossas maiores atrizes de cinema: Leila Diniz.

Entre 1968 e 1973 - São Paulo, TV Record. Era a época áurea dos musicais: "O Fino da Bossa", "Esta noite se Improvisa", "Show do dia 7", "Jovem guarda", etc.

A vida torna-se uma verdadeira roda-viva, com as aparições constantes na programação da Record e a participação fixa no seriado "Quartel do Barulho", com Renato Aragão e Dedé Santana e que seria o embrião do mais tarde famoso "Os Trapalhões". As viagens tornam-se frequentes. Numa dessas, Silvio vai a Acapulco representar o Brasil com a canção "Porque?"- cantada por Agnaldo Rayol - no Festival do "Ano Internacional da Comunicação", onde Pelé foi a figura central.

Com tudo isso, Silvio Cesar ainda encontra tempo e inspiração para criar algumas jóias da nossa música: "Cantiga antiga" (com Sylvan Paezzo), "Eu quero que você morra", " A minha prece de amor", "Vamos dar as mãos", "Você não "tá" com nada", " O Moço-Velho", "Maria, Maria, Maria", "O machão", "Verde e Rosa" (em homenagem à Mangueira), "Levante os olhos", "Agarre seu homem" (com Ronaldo Bôscoli)," A mais antiga profissão", e várias outras. Muitas delas foram aproveitadas em novelas de televisão, como: "Simplesmente Maria", " Bandeira 2", "Duas vidas", "Te contei?"," O Jogo da vida", "Tudo ou Nada", para citar algumas.

Bem, esse foi o começo. A continuação, todos já sabem. Mas qual seria o saldo de uma carreira tão intensa e diversificada? Seria a chance histórica de ter atuado, ao lado de Darlene Glória, no musical "Alô Dolly"- de Miéle & Bôscoli, na estréia da Rede Globo? Ter participado da inauguração da TV Continental - Canal 9? Seria a emoção do Festival de Acapulco? Ou, talvez, as experiências em cinema e teatro?

Nada disso. Para Silvio Cesar o saldo de sua carreira são suas canções. E seu maior orgulho, seus intérpretes. Só para citar alguns: Angela Maria, Alcione, Agnaldo Timóteo, Agnaldo Rayol, Altemar Dutra, Ana Rosa, Antonio Marcos, Claudete Soares, Claudia Barroso, Os Cariocas, Caçulinha, Cauby Peixoto, Doris Monteiro, Dudu França, Ed Lincoln, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Emilio Santiago, Elza Soares, Ellen de Lima, Francisco Cuoco, As Frenéticas, Fábio, Francisco Egidio, Gal Costa, Hebe Camargo, Isaura Garcia, João Nogueira, Jane Duboc, José Vasconcelos, João Donato, Hermeto Paschoal, Leda Barbosa, Leny Andrade, Jair Rodrigues, Marcia, Marcos Valle, Martinho da Vila, Marlene, Martinha, Marta Mendonça, Maysa, Miltinho, Nelson Gonçalves, Negritude Jr., Netinho, Noite Ilustrada, Nana Caymi, Orlando Silveira, Os Originais do Samba, Paulo Figueiredo, Peri Ribeiro, Pedrinho Rodrigues, Priscila Camargo, Roberto Carlos, Rosana, Sandra de Sá, Sérgio Mendes, Silvio Brito, Simonal, Taiguara, Tim Maia, Tito Madi, Vanusa, Waleska, Wanderley Cardoso...

E tantos outros que, por um motivo ou por outro, não foram lembrados, mas nunca serão esquecidos.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Daniella Alcarpe


Cantora desde sempre, formada em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado, Daniella Alcarpe vem se apresentando em diversas casas de espetáculo, bares, espaços culturais e teatros de São Paulo. Descubra quando é o próximo show! É só abrir a página da Daniella Alcarpe no Facebook ou no Twitter!

Vestidim - Daniella Alcarpe

Você vai ver que a busca por beleza e qualidade levou Daniella a interpretar os antigos clássicos da MPB e também canções inéditas, feitas por compositores contemporâneos ainda desconhecidos do grande público. Depois de uma breve temporada na Itália e na Holanda, Daniella voltou ao Brasil mais disposta do que nunca a divulgar a música popular brasileira no que ela tem de melhor.

Além da carreira como cantora, Daniella desenvolve um trabalho como atriz e apresentou-se nos espetáculos “O Santo Inquérito” de Dias Gomes, com direção de Silvio Tadeu e “As Bacantes” de Eurípedes, com direção de Jorge Oliva. Fez parte do Grupo de Teatro "Transver", dirigido por Jolanda Gentileza e estudou interpretação com Isabel Setti.


Daniella Alcarpe Engelberg Cukier (São Paulo, 2 de julho de 1981) é uma cantora e atriz brasileira. Em 2009 publicou um álbum intitulado Qué que cê qué? produzido por João Marcondes, no qual incluíram-se as faixas: "Qué que cê qué?" (Carlos Careqa), "Vestidim" (Zé de Riba), "Não tenho culpa se você não sabe sambar" (Zé de Riba), "Meu querido Santo Antônio" (Carlos Careqa), "Cantiga Antiga" (Dimitri Bentok), "Outro tempo" (Joca Freire e João Marcondes), "Mais um conselho" (Zé de Riba), "Canção do colo" (Lucy Casas), "Cara dum cara do outro" (Zé de Riba), "Somos todos irmãos" (Lucy Casas).


Atuou como atriz nas peças As Bacantes de Eurípedes dirigido por Jorge Oliva, O Santo Inquérito de Dias Gomes dirigido por Silvio Tadeu além de atuar no grupo de teatro Transver.

A cantora iniciou seus estudos musicais na infância e aperfeiçoou-se nos principais conservatórios de São Paulo, incluindo o Conservatório Musical Souza Lima.

Desde 1997 estuda técnica vocal com o cantor lírico Jeller Filipe, com o objetivo de aprimorar seu canto, voltado à música popular. Formada em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FMU/FAAM).
  • Discografia
Qué que cê qué (2009), Voltada quase que exclusivamente ao estudo e interpretação da música popular brasileira, Daniella tem como principais referências o trabalho de Carmen Miranda, Elis Regina, Isaura Garcia e Maria Betânia, além de Cartola, Assis Valente, Adoniran Barbosa, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes e Tom Jobim.

Sob estas influências, em seu primeiro disco solo, "Qué que cê qué?", Daniella interpreta composições inéditas em ritmos de samba, baião, frevo e choro.

A escolha do repertório teve como critérios a qualidade poética das letras, a riqueza melódica de cada obra e claro, sua identificação pessoal, adicionando a cada peça uma interpretação plena de cuidados e talento.

As canções assinadas por Carlos Careqa, uma das quais dá nome ao CD, Dimitri Bentok, João Marcondes, Joca Freire, Lucy Casas e Zé de Riba, têm arranjos e produção musical de João Marcondes.

A estética musical do CD busca uma sonoridade original, trazendo novos elementos musicais aos já consagrados ritmos brasileiros, em arranjos que utilizam violão de 7 cordas, violão de corda de aço, violão de corda de nylon, guitarra fretless, guitarra semi-acústica, bandolim, cavaquinho, percussões, flauta transversal, trombone, saxofone, teclado e baixo.



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sábado, 3 de dezembro de 2011

Ed Sheeran



Edward Christopher Sheeran, (Halifax, 17 de fevereiro de 1991) é um cantor e compositor britânico. No início de 2011, Sheeran lançou um extended play independente, que chamou a atenção de ambos Elton John e Jamie Foxx. Em seguida, assinou contrato com a Asylum Records. Seu álbum de estréia, + (plus) (2011), contendo os singles "The A Team", "You Need Me, I Don't Need You", "Lego House" e "Drunk" foi disco de platina quíntuplo no Reino Unido.

The A Team

You Need Me, I Don't Need You

Lego House

Drunk

Em 2012, ganhou dois Brit Awards para Melhor Artista Solo Britânico Masculino e Breakthrough Act britânico. "The A Team" ganhou o prêmio Ivor Novello de Melhor Canção Musicalmente e liricamente.


A popularidade de Ed Sheeran no exterior se expandiu em 2012, nos EUA, ele fez uma aparição no quarto álbum de estúdio de Taylor Swift, e escreveu canções para o grupo britânico One Direction.

Passou grande parte de 2013 em turnê na América do Norte, como o ato de abertura para a Red Tour de Taylor Swift. No outono de 2013, Sheeran realizou três shows esgotados no Madison Square Garden, em Nova York (com Swift fazendo uma aparição na segunda noite).

Thinking Out Loud

Seu segundo álbum de estúdio intitulado X (multiply) (2014), chegando ao número um na UK Albums Chart e na Billboard US 200. Em 2014 foi nomeado para Best New Artist na 56ª Annual Grammy Awards. Foi nomeado para Álbum do Ano na 57ª Annual Grammy Awards. Como parte de sua turnê mundial X, Sheeran realizou três concertos no Estádio de Wembley, em Londres, em Julho de 2015, o seu maior show solo até a data.


Em 2017, Sheeran lança o seu terceiro álbum de estúdio, ÷ (lê-se "divide"), alcançando um estrondoso comercial, principalmente no seu país natal, com o LP e com um dos singles de avanço, "Shape of You", que se manteve no primeiro lugar das tabelas de singles do Reino Unido e dos EUA, entre vários outros países. Com isto, Sheeran se tornou no artista mais bem-sucedido comercialmente no chamado "Ocidente" durante o primeiro trimestre de 2017.

Shape of You


FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ed_Sheeran