sábado, 18 de abril de 2015

Alexia



Il Mondo Non Accetta Le Parole é o novo single de Alexia. A cantora anunciou nesta terça-feira (14) o nome da faixa que apresentará o álbum Tu Puoi Se Vuoi, que será lançado no dia 5 de maio. A música, por sua vez, começar a ser executada pelas rádios italianas a partir do dia 17/04.

Il Mondo Non Accetta Le Parole

As palavras que o mundo não aceita são entendidas como a linguagem das emoções, que hoje são cada vez mais fechadas e não expressas dentro de cada um de nós. A canção fala do desejo de recuperar uma história de amor terminada. Quando uma relação se conclui, a dor é tão grande que gera uma forte vontade de reagir e ao mesmo tempo de recuperar a si mesmo. A canção conta as várias fases atravessadas: primeiro reprimimos o que somos, colocando-nos em segundo plano; depois tentamos ajudar o outro antes de nós mesmos; enfim se chega a uma explosão onde se deixa que o ‘silêncio tome conta’, onde há necessidade de respirar, de uma trégua, onde se tem a coragem de dizer estou mal, de pedir ajuda e estar disposto a recebê-la

Tu Puoi Si Vuoi chegará ao mercado cinco anos após o último álbum de estúdio da cantora, Stars, lançado em 2010.


Alexia fez muito sucesso no Brasil há quase duas décadas com a música Uh La La La, que chegou a ser a mais pedida da rádio Jovem Pan durante toda a temporada de 1997.

Uh La La La

Outros singles com repercussão no país foram Me and You (em parceria com o cantor Dy do Double You) em 1996, Number One (1997), Hold On(1997), Gimme Love (1998). Apesar do reconhecimento, a maior parte do público desconhecia a origem italiana da cantora.

Me and You 

Number One

Gimme Love

A italiana já tem agendada uma turnê europeia para apresentar o novo trabalho. Entre os meses de abril e agosto, a vencedora do Festival de Sanremo de 2003 passará por Bulgária, Estônia, Polônia, República Tcheca e Espanha, além da Itália, com seu show.

Alexia ganhou Sanremo em 2003 com Per Dire Di No. Um ano antes, ela já havia chegado à segunda colocação com Dimme Come. Em 2009, ela participou da disputa no Teatro Ariston pela terceira vez na carreira, interpretando Biancaneve ao lado de Mario Lavezzi.

A italiana já tem agendada uma turnê europeia para apresentar o novo trabalho. Entre os meses de abril e agosto, a vencedora do Festival de Sanremo de 2003 passará por Bulgária, Estônia, Polônia, República Tcheca e Espanha, além da Itália, com seu show.

fonte

http://www.latinpopbrasil.com.br/noticias/alexia-lancara-novo-single-nesta-sexta-feira/

domingo, 5 de abril de 2015

Gabriela Queiroz


Nascida em Cataguases-MG, iniciou seus estudos de violino aos quatro anos em João Pessoa-PB, onde foi aluna de Ademar Rocha e Yerko Pinto. Aos dezessete anos mudou-se para o Rio de Janeiro onde passou a estudar com Daniel Guedes, concluindo seu Bacharelado no Conservatório Brasileiro de Música em 2007. Estudou entre os anos de 2007 e 2008 com o professor Marcello Guerchfeld em Porto Alegre-RS. Também teve aulas com Detlef Hahn em Londres e Patinka Kopec em Nova Iorque. Atualmente recebe orientação do professor Shmuel Ashkenasi, violinista do famoso Quarteto Vermeer.


Obteve primeiro lugar em importantes concursos, entre eles o “Concurso Jovens Instrumentistas” – Piracicaba-SP em 2001, o “Concurso Jovens Solistas da OSBA” em 2003 e 2006 e o “Concurso Furnas Geração Musical” também em 2006.

Vem se apresentando como solista das seguintes orquestras: Sinfônica Brasileira, Sinfônicas da Bahia, da Paraíba, do Rio Grande no Norte, de Piracicaba entre outras. Como recitalista e camerista, vem atuando intensamente em todo o Brasil ao lado de renomados músicos como Shmuel Ashkenasi, Ori Kam, Daniel Guedes e agora também como membro do Quarteto da Guanabara.

Como professora lecionou nos Festivais de Domingos Martins – ES e São Brás – MG, e acaba de assumir o cargo de Professora Auxiliar da UFRJ. Desde 2003 é violinista da Orquestra Sinfônica Brasileira. Gabriela atualmente toca em um violino “Giuseppe Gagliano” que pertenceu à violinista Mariuccia Iacovino, gentilmente cedido por Myriam Dauelsberg.


Gabriela Queiroz, iniciou seus estudos de violino aos quatro anos em João Pessoa (PB) sob orientação do professor Ademar Rocha. Graduou-se no Conservatório Brasileiro de Música em 2007, e teve como professores Marcello Guerschfeld (RS), Patinka Kopec e Shmuel Ashkenasi (ChicagoEUA). Em 2014 obteve o título de Mestre em Música pela Escola de Música da UFRJ, sob orientação do professor André Cardoso.


Gabriela se apresenta com frequência como solista em todo o Brasil e no exterior, tendo atuado junto à Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo (atual Orquestra Sinfônica), Orquestra Sinfônica de Sergipe, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica Nacional do Paraguai, dentre outras. Como camerista, tem se apresentado ao lado de renomados músicos, dentre eles Shmuel Ashkenasi, Ori Kam, Gilad Karni, Alex Klein, dentre outros.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Forró do Muído


Forró do Muído é uma banda de forró eletrônico, idealizada pela A3 Entretenimento em 2007. No início, a banda foi formada pelas irmãs baianas Simone e Simaria, ex-vocalistas de Frank Aguiar, e por Binha Cardoso.


A banda ficou bastante popular no Nordeste no fim da década de 2000, especialmente nos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte. Em 2012, as irmãs Simone e Simaria saíram da banda Forró do Muído e iniciaram carreira solo.


O primeiro integrante selecionado para a banda foi o vocalista Binha Cardoso. Em 2007, as irmãs Simone e Simaria assumiram, junto com ele, os vocais do grupo, após sete anos como backing vocalists de Frank Aguiar.


Em março de 2011, Binha Cardoso anuncia sua saída da formação, passando a integrar o grupo Forró Boca a Boca, da mesma empresa que havia reunido o Forró do Muído. Para o lugar de Binha, foi escolhido Arnaldo Merlotto, conhecido como "Naldinho", que estreou na banda ainda no mesmo mês.


Seis meses depois a banda sofre uma reviravolta. Em setembro de 2011, Binha Cardoso anunciou a volta para a formação do grupo. Com isso, Naldinho deixou a banda. Mas a maior mudança ocorreu em fevereiro do ano seguinte. Na ocasião, Simone e Simaria anunciaram que não fariam mais parte do grupo após finalizar compromissos assumidos para o Carnaval, seguindo assim, para uma carreira como dupla. A saída das irmãs da banda levou a protestos dos fãs nas redes sociais. No Twitter, foi lançada a hashtag#SimoneeSimariaAsVerdadeirasCOLEGUINHAS, que ficou entre os assuntos mais comentados do microblog.


Pouco depois, Márcia Fellipe, que vinha da banda Banda Garota Safada, foi anunciada como nova vocalista do Forró do Muído. No início de abril, mais uma vocalista foi anunciada como integrante do grupo: Elayne Tyne (ex-Forró da Xeta, Saia Rodada e Garota Safada), assume, junto com Binha e Márcia, os vocais da banda, até que, no início de junho, Binha Cardoso anunciou que seguiria carreira solo e que faria shows com o grupo até o mês de julho. Em resposta, Felipe Lemos, ex-integrante do Forró da Xeta, foi anunciado como o novo cantor da banda.


No início de setembro, cinco meses após a sua estreia na banda, Elayne Tyne deixa a banda Forró do Muído. Segundo alguns, a saída da cantora da banda ocorreu em virtude da escolha de Felipe Lemos como novo vocalista masculino. Ambos já haviam trabalhado juntos na banda Forró da Xeta, e Elayne saiu da mesma após uma briga séria com o cantor antes de um show realizado na Paraíba.


Depois de Elayne Tyne, no início de 2014, foi a vez de Marcia Felipe deixar a banda para ingressar no Forró da Curtição, banda essa que pertence ao seu ex-parceiro de palco Wesley Safadão, com quem Márcia dividiu o palco por dois anos na Banda Garota Safada. Para substituir a vocalista, foi contratada a cantora Nathália Calasans, ex-integrante da banda Saia Rodada mais conhecida como a "Coelhinha".


As mudanças na banda não pararam por aí. Depois de todas essas modificações, a A3 Entretenimento, então dona da banda, resolveu vendê-la e o grupo passou para o casting da TN Produções de Pernambuco, estado esse que passou também a ser sede da banda. Pouco depois, foi a vez de Felipe Lemos sair da banda e partir para carreira solo na Paraíba.


Em 2015, a banda lançou a canção "Acabou", que atingiu o terceiro lugar entre as mais pedidas nas rádios do Nordeste. O clipe da canção foi lançado no dia 2 de janeiro do mesmo ano.

FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Forr%C3%B3_do_Mu%C3%ADdo

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Rodrigo Marim


Com olhos claros e pinta de playboy, o cantor sertanejo Rodrigo Marim saiu de boates do gênero para ser atração de festinhas promovidas por paulistanos descolados, como o estilista Sergio K. e a empresária Georgia Atalla. Ele canta por duas horas clássicos caipiras como Evidências, de Chitãozinho & Xororó. “De tanto falar com o Sergio em redes sociais, ele me chamou para animar uma noite na casa dele e não parei mais”, explica.

Marim é agenciado por Ivan Miyazato, que descobriu a dupla Fernando & Sorocaba, e lança CD no fim de agosto. A primeira música de trabalho é Mexe Tão Gostoso, escrita em parceria com Mariano (que faz dupla com Munhoz, do hit Camaro Amarelo). “Não tenho o requebrado do Mariano, mas as meninas piram quando danço.”


Nome: Rodrigo Carvalho MarimApelido: DigoCidade aonde Nasceu: Vinhedo - SPData de Nascimento: 27 de Março, 1989Signo: ÁriesHobbie: Cantar e Estar com Minha FamíliaUm Cantor: Roberto Carlos Uma Dupla: Bruno & MarroneFrase: "Em paz com a vida e o que ela me traz na fé que me faz otimista demais"Programa de TV: Altas HorasComida: Arroz e FeijãoPerfume: Egoist Platinum ChanelFilme: Nosso LarSonhos: Que fique tudo bem!Exemplos de Vida: Meus avósFamília: Minha EstruturaCrença: Deus acima de Tudo!


O cantor nasceu na cidade de Vinhedo, interior de São Paulo, e se tornou músico por influência de seu pai, descendentes de família Italiana e Portuguesa sempre muito festeira. Após descobrir seu talento musical, as festas de família mudaram, já não eram mais as mesmas. Para garantir a animação de todos, Rodrigo com cabelos compridos na época, montava um repertório e fazia, com voz e violão, um show particular.

A resposta dos familiares era tão grande, que o cantor passou a se apresentar em bares e restaurantes da cidade de Cajamar inicialmente depois Jundiaí e região. Rodrigo aos 7 anos entrou para o Coral do Colégio Divino Salvador, localizado em Jundiaí - SP onde se destacava fazendo solo nas músicas.


Em 2005, aos 16 anos, o músico conheceu seu primeiro parceiro e formaram a dupla “Rodrigo & Ryan” por apresentação do locutor radialista Guilherme Neto. Após um ano de shows a parceira chegou ao final por conta dos estudos universitários que Rodrigo pretendia seguir.

Com 18 anos, Rodrigo Marim inverteu sua história e deixou a música falar mais alto, trocou o curso universitário pela carreira musical.


Rodrigo Marim participou do projeto Sertanejo Play, onde conheceu hoje seu empresário Ivan Miyazato, lançando agora em 2014 seu novo trabalho que leva o nome #sertanejoromanticosafado com um repertório que vale a pena conferir e que agrada todos os gostos.


No fim de novembro começou a circular na internet e em comunicadores instantâneos de celulares uma imagem e um texto que alertava a mulherada sobre um novo estuprador e sequestrador que estaria rodando por São Paulo. Para espalhar o boato, escolheram uma foto do sertanejo Rodrigo Marim com a disseminação rápida dos meios digitais, logo o cantor tomou conhecimento do fato e tratou de se explicar às fãs nas redes sociais, negando o envolvimento com os supostos casos. O que ele não sabia, é que o falso boato transformaria a carreira dele.


Em pouco tempo, o número de seguidores do músico começou a crescer nas redes sociais e ele virou alvo de tiradas bem humoradas das fãs, que começaram a pedir para serem raptadas por Rodrigo.


Rodrigo Marim tem uma equipe completa formada por de 12 pessoas e se apresenta nas melhores casas de toda São Paulo, interior, conquistando o Brasil.

FONTE

http://www.last.fm/pt/music/Rodrigo+Marim/+wiki

http://rodrigomarim.com.br/

domingo, 25 de janeiro de 2015

Madrugada e Seu Conjunto



Resenha do Álbum: Madrugada e Seu Conjunto – Apaixonadamente (1964)

Apaixonadamente


O misterioso Madrugada está de volta! E cada vez mais bolereiro, para alegria daqueles sempre curtiram o gênero no Brasil. Com as bases feitas pelo organista Lafayette, como ele próprio admitiu em entrevista ao site oficial da Jovem Guarda, esta nova leva de boleraços nos traz poderosíssimos petardos do gênero.


Pra começar, tem “Sabra Diós” (“se tu me quieres o me enganas”…), do mexicano Álvaro Carrillo, morto em 1969, aos 47 anos, num acidente automobilístico (colisão com outro carro) na autoestrada Cidade do México-Puebla, quando viajava com sua família (a esposa e o chofer também faleceram; dois filhos do casal, que iam no banco de trás do veículo, sobreviveram).

Os “hitmakers” brasileiros do gênero, Evaldo Gouveia (Orós, CE, n. 1930) e Jair Amorim (Santa Leopoldina, ES, 1915-São José dos Campos, SP, 1993), comparecem com “Quem tudo quer nada tem”, então hit de Anísio Silva.


A ala brasileira do gênero tem também o carioca Paulo Borges (n. 1916), autor do clássico rasqueado “Cabecinha no ombro”, aqui com “Palavras de amor” e “Nostalgia”, Fernando César (Viseu, Portugal, 1917-Rio de Janeiro, 1983) e Rossini Pinto (Ponte de Itabapoana, ES, 1937-Rio de Janeiro, 1985), este último também integrante da Jovem Guarda, com “Deus é testemunha”, Othon Russo (Rio de Janeiro, n. 1925) e Britinho (João Adelino Leal Brito, Pelotas, RS, 1917-Rio de Janeiro, 1966) com “Riam de mim”.

Renê Bittencourt (Paquetá, RJ, 1910-Rio de Janeiro, 1979) com “Prece de amor”, verdadeira coqueluche no final da década de 1950 nas vozes de Cauby Peixoto e Dalva de Oliveira.


Murilo Latini e Jacobina com “Juramento” (essa dupla também compôs a toada “Uirapuru”, hit de Nilo Amaro e seus Cantores de Ébano em 1963).


Temos também os mexicanos Teddy Fregoso (Jalisco, n. 1925), com “Sabras que te quiero”, e Agustín Lara (Veracruz, 1897-Cidade do México, 1970) com “Pervertida”, o porto-riquenho Benito de Jesus (Barceloneta, 1912-Hato Re y, 2010) com “De rodillas”, conhecida no Brasil como “De joelhos” e aqui popularizada por Agnaldo Rayol.


E até mesmo os franceses Hubert Giraud (Marselha, n. 1920) e Pierre Dorsey, com “Je te tendrai les bras”, que o misterioso A. Bourget verteu para o português como “O que será de mim agora?”. E aí, dá-me mais uma vez o prazer desta contradança?


SAMUEL MACHADO FILHO

Curiosidades:


Madrugada e Seu Conjunto - Só Sucessos - Volume 11",
editado no Brasil, em 1970, pela gravadora CBS



Fonte

http://baudelongplaying.net/madrugada-e-seu-conjunto-apaixonadamente-1964

http://www.jovemguarda.com.br/entrevista-lafayette.php

domingo, 21 de dezembro de 2014

Dilsinho


Dilson Scher, mais conhecido como Dilsinho (Rio de Janeiro, 26 de junho de 1992), é um cantor e compositor brasileiro, considerado a maior promessa do samba atualmente.



Várias músicas de sua autoria foram gravadas por astros de primeira constelação, como Thiaguinho, Sorriso Maroto e Alexandre Pires, sendo a composição mais famosa o hit “Maluca Pirada”, sucesso na voz de Alexandre Pires ao lado de Mumuzinho.


Com 13 anos, Dilsinho ganhou seu primeiro violão, de seu pai. Aos 14 anos, junto ao seu primo Daniel, se apresentou profissionalmente pela primeira vez em um bar no Village. Em sua longa parceria com o primo, Dilsinho tocou em diversos bares e restaurantes da Ilha do Governador e em 2009 com mais dois amigos, Gabriel e Marcinho, surgiu o "Grupo Para de Kaô". Nas apresentações, uma música inédita de autoria do Dilsinho se tornaria um sucesso: “Maluca Pirada”.



Em novembro de 2012, com o fim do Grupo Para de Kaô, Dilsinho começou a gravação de seu primeiro CD, produzido pela dupla Bruno Cardoso e Lelê, integrantes do grupo Sorriso Maroto.

Em 2013, gravou seu primeiro álbum, homônimo. Seu primeiro single de trabalho, “Já Que Você Não Me Quer Mais” logo estourou nas rádios, aparecendo entre as 10 músicas mais tocadas do país, e segundo a gravadora, chegou a ter mais de 20 mil downloads no iTunes em uma semana.


Composições de sucesso gravadas por outros artistas
  • "Na Beira do Prato" - gravada pelo grupo Bom Gosto com participação de Thiaguinho.
  • "Aí Que Eu Gosto e Vou Pra Cima" e "Pra Você Escutar" - ambas no novo EP do Sorriso Maroto.
  • "Do Outro Lado do Mundo" e "Pensando em Você", interpretadas pelo ator e cantor Thiago Martins.
  • "Maluca Pirada" - gravada por Alexandre Pires ao lado de Mumuzinho.
  • "Brincadeira de fazer neném" - gravada pelo grupo Nosso Sentimento.




FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dilsinho

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Ludmilla


Ludmila Oliveira da Silva (Duque de Caxias ou Rio de Janeiro, 24 de abril de 1995), mais conhecida como Ludmilla e, anteriormente, como MC Beyoncé, é uma cantora e compositora brasileira de dance-pop e música pop que alcançou à fama em 2012 com a canção "Fala Mal de Mim".


Em 2014 assinou contrato com a gravadora Warner Music para lançar seu primeiro álbum de estúdio, Hoje que foi lançado em 26 de agosto de 2014. "Sem Querer", "Hoje", "Te Ensinei Certin", "Não Quero Mais" e "24 Horas por Dia", foram lançados como singles de avanço.

Ludmilla nasceu em 24 de abril de 1995 filha de Silvana Oliveira que é quem atualmente cuida do seu dinheiro. Algumas fontes apontam que ela nasceu em Duque de Caxias e outras na cidade do Rio de Janeiro, mas sabe-se que foi criada no subúrbio de Duque de Caxias. Com oito anos, Ludmilla já soltava a voz cantando nos pagodes da família e parentes, junto com o grupo de pagode do padrasto, foi ali que a família percebeu que a cantora tinha talento. Seu antigo nome artístico era inspirado na cantora estadunidense Beyoncé.

Ludmilla começou postando vídeos cantando no site YouTube, que não tinham muitas visualizações. Até que um dia ela foi numa festa e uma pessoa que fazia as batidas falou que precisava de alguém que cantasse. Ela era a única da rua que cantava e sabia rimar na hora. Arriscou e todo mundo adorou.


Os organizadores de festas começaram a chama-lá para cantar. O tio de Ludmilla levou-a para um cara que trabalhava com funk, e foi quando, ela gravou a música "Fala Mal de Mim" em maio de 2012, conquistando mais de 15 milhões de visualizações no YouTube. Ficou famosa pela sua voz estridente e marcante, além das letras falando de mulheres invejosas e exaltando sua personalidade. O vídeo-clipe oficial, publicado em outubro do mesmo ano, contabiliza mais de 4 milhões. A faixa produzida por DJ Will 22 tem em sua introdução um sample do clássico gospel "Oh Happy Day", na versão do St. Francis Choir oriunda da trilha sonora do filme Mudança de Hábito 2, e precede o alerta da MC àqueles que a invejam, na letra cujo refrão diz: "Não olha pro lado, quem tá passando é o bonde/Se ficar de caozada, a porrada come".


Desde então, a artista se apresentou como MC Beyoncé em casas de shows por todo o país e participado de programas de televisão, como Legendários da Rede Record, Esquenta! e Encontro com Fátima Bernardes da Rede Globo, The Noite e De Frente com Gabi do SBT.

2013: Troca de nome artístico
Em 2013, Ludmilla disse que foi ameaçada por seu empresário e anunciou o fim da carreira. A cantora gravou um vídeo dizendo: "Oi, gente, eu não estou aqui para dar boas notícias. Meu sonho sempre foi ter uma banda, dançarinos, tudo. Só que eu descobri que estava sendo muito roubada pelo meu empresário. Então eu não queria, na minha vida inteira, ficar naquela mesmice, eu queria banda, dançarinos, ser uma artista mesmo. E ele nunca quis investir em mim. Quando fui tentar andar com minhas próprias pernas, ele começou a ameaçar minha família, minha mãe, e até eu mesma de morte. Acabando com meu sonho. Então eu queria avisar pra vocês que eu não canto mais, que a MC Beyoncé acabou".

Depois, a cantora gravou um segundo vídeo, dizendo que o vídeo anterior foi um mal-entendido e que e iria continuar na carreira. Desde então, ela passou se chamar apenas MC Ludmilla, seu nome de batismo. O anúncio foi feito pela própria funkeira em seu Twitter no dia 6 de julho de 2013.

A funkeira foi obrigada a mudar de nome devido ao rompimento do contrato com o seu empresário, MC Roba Cena, que se diz dono da marca "MC Beyoncé". Também mudou o nome pois o nome da cantora Beyoncé é muito forte no mercado. Ela teve que cumprir a agenda de shows até julho depois, passou a ser mais independente profissionalmente. Segundo seu ex-empresário, o rompimento foi amigável e motivado pelo fato de Ludmilla querer passar a lucrar sozinha com seus shows.


2014-15: Hoje 
Em 2014, alterou seu nome artístico de MC Beyoncé para Ludmilla. No dia 14 de janeiro de 2014, a canção "Sem Querer" foi liberada no iTunes como primeiro single de sua carreira sob seu nome verdadeiro. O videoclipe oficial foi lançado um dia depois.[26] Ao lançar essa canção usou o nome MC Ludmilla.

No início de 2014, após fazer sucesso como MC Beyoncé, Ludmilla recomeça carreira com novo visual e assina contrato com a Warner Music Brasil para lançar o seu primeiro álbum com a gravadora com uma pegada pop e totalmente repaginada, e retirou o "MC" do nome antes de lançar seu primeiro álbum com a gravadora. Em entrevista à Rádio BEAT98, ela explicou que muita gente no mercado musical tem preconceito quando o artista chega com o “MC” no nome, mesmo se a música for boa.


A nova fase incluiu um staff com 16 profissionais, entre banda, bailarinos, DJ, um técnico de som, além de dois personal stylist e duas assessoras, uma de imprensa e a outra da gravadora, além da mãe e do tio empresário. Com o cachê triplicado e um número que chegava a trinta shows por mês.

O primeiro álbum de estúdio de Ludmilla chamado Hoje foi lançado no dia 26 de agosto de 2014 pela gravadora Warner Music e teve as participações dos cantores Belo e Buchecha.


No dia 20 de junho de 2014, Ludmilla lançou a música de mesmo título e seu respectivo clipe. No dia 4 de fevereiro de 2015, Ludmilla anunciou pelas suas redes sociais o lançamento do videoclipe do seu terceiro single "Te Ensinei Certin", composto por Jhama.


O videoclipe teve estreia no dia 10 de fevereiro de 2015 no canal Multishow e logo após no Youtube. O vídeo possui a direção de João Woo e Rabu Gonzales. No dia 1 de junho de 2015 foi liberado o single "Não Quero Mais". O videoclipe dirigido por Rafael Rocha e Lucas Carneiro Neves e foi lançado no dia 13 de julho de 2015.


A versão do disco conta com a participação do cantor Belo, porém para o lançamento como single uma versão solo foi realizada. A canção "24 Horas por Dia" foi lançada em 15 de outubro de 2015 nas rádios brasileiras como o quinto single do disco. O videoclipe foi liberado no dia 18 de dezembro de 2015 no site YouTube, e foi dirigido por Felipe Sassi.

Ludmilla em abril de 2016 durante um show2016-presente: A Danada Sou Eu e parcerias[editar | editar código-fonte]
A previsão é que o próximo álbum de Ludmilla chegue ao mercado em maio de 2016. Esse será o seu segundo trabalho pela Warner Music Brasil.


No dia 14 de janeiro foi lançanda a música "Não Me Toca" do cantor Zé Felipe com participação de Ludmilla. DJ Tubarão fez uma parceria com Ludmilla para lançar seu primeiro single oficial em todo o Brasil, "Sem Noção". Ludmilla colaborou com o cantor Biel para juntos lançarem a música "Melhor Assim".


Em 17 de junho de 2016 lançou o single "Bom" tornando o primeiro single de seu segundo álbum de estúdio, A Danada Sou Eu.


A cantora Beyoncé foi a maior influência pra Ludmilla.


O gênero musical de Ludmilla é classificado como funk melody. Algumas canções como "Não Quero Mais" apresentam outros gêneros e influências, como o R&B. A voz de Ludmilla é classificada como Meio-Soprano, cuja extensão vocal abrange 2,1 oitavas. Agilidade vocal é o ponto forte de seu canto, mesmo com pouco treinamento aparente, Ludmilla consegue executar melismas de dificuldade considerável em andamentos rápidos, demonstrando o potencial de seu pequeno e delicado instrumento de canto; sua prévia aptidão ao registro misto também não fica de fora.

Ludmilla não demonstra ter um primoroso conhecimento a respeito da conciliação do apoio com a respiração, fazendo com que suas notas agudas em registro misto tornem-se tensas e menos salubres, mesmo tendo facilidade com esta região de sua voz. A forma com que Ludmilla articula também torna o fluxo de ar menos fluido, fazendo com que seu fraseado torne-se menos claro e preciso.


Influências

"Eu vim de onde ela veio, ela também não era ninguém, bateram muito a porta na cara dela, então ela lutou pra caramba e isso me deu muita força e inspiração pra ir atrás dos meu sonhos também".— Ludmilla sobre Beyoncé, sua maior influência.


Ludmilla cita como sua maior influência a cantora, compositora e atriz norte-americana Beyoncé, um dos grandes nomes da música mundial, em uma entrevista para o programa de televisão dominical brasileiro Domingo Espetacular da Rede Record. Ludmilla diz que num certo dia foi a uma feira e enquanto seus pais estavam comendo pasteis ela estava olhando um DVD da cantora e ficou admirada pela coreografia e a bela voz, desde então Beyoncé virou quase uma obsessão na vida da cantora, a fixação pela popstar tirava a mãe Silvana do sério. Ludmilla a homenageou ao escolher seu primeiro nome artístico nomeado MC Beyoncé.


Na tarde de 23 de maio de 2016, a cantora se dirigiu até a Delegacia de Repressão Contra Crimes de Informática (DRCI) para registrar ocorrência contra um homem que teria feito comentários racistas sobre ela em uma rede social. No dia seguinte o suspeito foi convidado a depor e confessou o crime de cometer ofensas raciais na Internet contra a cantora Ludmilla. O delegado titular da DRCI indiciou o autor pelo crime de injúria preconceituosa, com a pena aumentada devido ao crime ser cometido pela internet.

FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludmilla_(cantora)

domingo, 30 de novembro de 2014

The Beach Boys


Em 1961, sob o sol da Califórnia, surgiu uma banda formada pelos três irmãos Wilson, o primo Mike e o amigo Alan. The Beach Boys foram sucesso absoluto nas paradas norte-americanas. Sua "surf music" e seus vocais primorosos embalavam as loucas novidades do pós-guerra. Mas, de repente, veio a invasão britânica, Beatles à frente, e tudo mudou para os rapazes californianos. Competitivos, especialmente o líder Brian Wilson, sempre quiseram estar um passo à frente dos Beatles. Tarefa difícil, que custou a Brian o agravamento de sua esquizofrenia. Mesmo assim compuseram uma obra-prima chamada "Pet Sounds". Vamos à história.


Os Beach Boys em foto de 1964: “surf music” e disputa com os Beatles. No alto, da esquerda para a direita, a formação original, com Mike Love, Brian Wilson e Dennis Wilson. Abaixo deles, da esquerda para a direita, Al Jardine e Carl Wilson.

Foram dois anos de competição palmo a palmo, cabeça a cabeça, desde que, em 1965, a América foi invadida. Uma horda de bandas britânicas aportou nas lojas de discos e rádios norte-americanas, desbancando os ídolos locais. Em meio a ranger de dentes e muita inveja, a british invasion – ou invasão britânica- redefiniu as linhas do rock. Nessa luta criativa e produtiva de acordes de letras, dois grupos podem perfeitamente sintetizar essa disputa. No canto americano, The Beach Boys, meninos dourados pelo sol da Califórnia. No canto inglês, os Beatles, quatro garotos fustigados pelos ventos gelados do norte. Desse embate, a vitória foi da música, mas com algumas baixas. O Oceano Atlântico deixava de ser um obstáculo. Dos Beatles muito se sabe. Fiquemos nos Beach Boys.

Muito surf – O ano de 1961 prometia ser mais agitado no cenário musical. As demandas do pós-guerra forçavam os mercados a se reinventar. De uma hora para outra, inquietos baby boomers passaram a representar mais de 20% da população americana. Em toda parte, novas necessidades. Não foi diferente na pequena Hawthorne, Califórnia, onde os irmãos Brian, Carl e Dennis Wilson, mais o primo Mike Love e o amigo Alan Jardine decidiram deixar de lado os salões de baile, com suas orquestras, para cantar histórias sobre belas garotas, praias e muito surf.


Metamorfose: os Beach Boys em 1963, 1968 e 2012: longa carreira de sucessos.

Nasciam os Beach Boys, que entre 63/64/65 lideraram, absolutos, as paradas de sucessos dos Estados Unidos. Música de consumo rápido, mas muito bem elaborada, com vocais de harmonias inconfundíveis. A ordem era Surfin’ USA.

Sotaque inglês – Tudo ia muito bem, quando, em 1963, do outro lado do oceano, vieram os ecos com sotaque inglês de I Want to Hold Your Hand.

Precedidos de um marketing massivo, os Beatles chegavam para desbancar os jovens yankees. E, pouco a pouco, conseguiram. A beatlemania se instalava nos Estados Unidos e no Canadá.

Confronto – Como combater a onda britânica, a não ser com boa música, com músicas melhores do que as deles?

Do lado de cá do oceano Atlântico era preciso abandonar a ingenuidade e tornar letras e melodias mais elaboradas e introspectivas. O lado de lá, os ingleses teriam de melhorar um pouco mais. Help, em agosto de 1965, foi um bom começo. E não era fazendo surfmusic ou gravando covers dos Beatles, como fizeram no álbum Beach Boys Party, de novembro do mesmo ano, que os meninos californianos iriam conseguir alguma coisa. Foco era a palavra. E, nesse quesito, os ingleses saíram na frente. Em dezembro de 1965, lançaram Rubber Soul e perderam a inocência.

O álbum Pet Sounds, de 1966: resposta dos Beach Boys a Rubber Soul, dos Beatles.

Pet Sounds – Foi nesse momento que Brian Wilson fez os Beach Boys darem o troco, com estilo e refinamento. Perfeccionista, reuniu a banda e criou um dos álbuns mais bonitos do pop e de todos os tempos. Pet Sounds veio a público em maio de 1966 e tornou-se um ícone precioso e cultuado até hoje. Tem músicas lindas, altamente inspiradas, com vocais que emocionam, entre elas Would’nt Be Nice e God Only Knows.
Abaixo, Wouldn’t Be Nice, em clipe original de 1966:

God Only Knows, em clipe original de 1966, também do álbum Pet Sounds:

E quando se imaginou que os garotos americanos haviam despachado os ingleses cabeludos de volta para sua ilha chuvosa, eis que, três meses depois, os Beatles lhes apontavam um Revolver altamente revolucionário. Foi um golpe duro demais para Wilson.
O DVD Endless Harmony, no qual Brian Wilson confessa sua inveja do sucesso dos Beatles.

Confissão – “Morríamos de inveja do sucesso dos Beatles”, disse um sincero e pesaroso Brian. A frase e o sentimento nela embutido podem ser conferidos no DVD Beach Boys, Endless Harmony (US$ 18,59 na Amazon, frete não incluído).

Com o argumento correto de que Pet Sounds era um trabalho primoroso, Paul McCartney chamou Brian Wilson de “Mozart do pop” e disse que se inspiraria no álbum para concluir seu novo trabalho.

Há quem diga que essa frase de Paul foi apenas uma maneira de provocar os outros três beatles a se superarem cada vez mais. A estratégia parece ter funcionado, pois em 1º de junho de 1967, surgiu Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.

Paul, no tempo dos Beatles: uma obsessão.

Obsessão – Um novo e pesado baque para Wilson. O inconformismo com o sucesso dos Beatles nos Estados Unidos e as drogas, principalmente o LSD, agravaram profundamente um quadro já existente de esquizofrenia e Brian surtou.

Infelizmente, a inveja produtiva e criativa do início transformou-se em grave doença mental e em uma obsessão: Paul McCartney, o alvo a ser batido.

O não-álbum – Imediatamente após Pepper ter chegado aos Estados Unidos, Brian Wilson recolheu-se em estúdio. A ideia era criar algo melhor ainda, um álbum chamado Smile. O que deveria ser uma obra-prima transformou-se no canto do cisne dos Beach Boys. Smile foi um não-álbum, um disco abandonado em 1967, ainda em fase de montagem.

O caos mental de Brian, seus delírios sonoros (que desagradaram o resto da banda) e suas letras incompreensíveis fizeram com que os Beach Boys, já com nova formação, só retomassem esse projeto anos depois, em 2004, e lançassem o álbum em 2011, em comemoração aos 50 anos da banda. Ao longo desse caminho, Dennis Wilson, o único surfista da banda, morreu afogado em 28 de dezembro de 1983. Carl Wilson morreu em 6 de fevereiro de 1998, de câncer no pulmão. De Smile, apenas a música Good Vibrations foi finalizada em 1967. Outras, como Cabin Essence, Our Prayer, e Surf’s Up figuraram em álbuns posteriores da banda, entre 1968 e 1971.


Ouça Good Vibrations, ao vivo, em 1976:

Os 50 anos – Em 2011, 50 anos depois do nascimento da banda, os Beach Boys, já setentões, saíram em turnê. Da formação original, Brian Wilson, Mike Love e Alan Jardine. Os vocais e as harmonias continuavam lá, apesar do tempo. Ao todo, a banda gravou 20 álbuns de estúdio, quatro ao vivo, lançaram 12 coletâneas, sem contar inúmeros singles. Um pouco trêmulo, mas recuperado, Brian Wilson fez as pazes consigo mesmo e com Paul McCartney, seu rival imaginário. Ambos tocaram e cantaram juntos em várias oportunidades.

Homenagem – Bem recentemente, um belo clipe de God Only Knows, produzido pela BBC, reuniu nomes da nova e da velha guarda do pop, num arranjo primoroso que contou com o próprio Brian Wilson. Uma merecida homenagem



fonte

http://cultura.estadao.com.br/blogs/sonoridades/beach-boys-uma-banda-movida-a-muito-talento-e-alguma-inveja/

Subsonica



Subsonica é um grupo italiano de synth rock formado em 1996 em Turin unindo alguns dos melhores exponentes da cena musical alternativa Torinense. Max Casacci, guitarrista e operador de som era do grupo reggae Africa Unite. Boosta e Samuel tocavam na banda cover chamada Amici di Roland. Ninja, depois de uma experiência no Karamamma, tocava bateria na turnê de Ornella Vanoni. Pierfunk tinha colaborado em inúmeros álbuns de outros artistas italianos entre os quais Loredana Bertè e Marcella Bella.






Para o nome da Banda, Samuel propôs Sonica, como uma canção de Marlene Kuntz. Max propôs Subacqueo, título de uma canção que tinha escrito como o grupo Africa Unite. Para conciliar os dois, a namorada de Max uniu os nos nomes, criando a palavra Subsonica.




quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Oriente


Formado em 2009 em Niterói (RJ), o grupo lançou seu primeiro álbum em 2011 gerando grande repercussão nacional. O hit “O Vagabundo e a Dama”, um dos singles do disco, já conta com mais de 35 milhões de visualizações no Youtube.


O segundo trabalho, Oriente Acústico mostra toda a consistência de Chino, Nissin, Geninho e Bruno Silva com arranjos caprichados num formato não muito comum aos grupos de RAP. Sucesso instantâneo, o projeto já passa de mais de 60 milhões de views.


Em 2016 a banda se prepara para o lançamento de Yin-Yang, seu segundo trabalho de estúdio e promete uma grande turnê pelo Brasil para divulgação do álbum.


Oriente é um grupo de Rap brasileiro que surgiu em Niterói, no Rio de Janeiro no ano de 2008. O grupo possui quatro integrantes, são eles: Chino, Nissin, Gabriel Silva GeninhoBeatBox. No final de 2011 lançou seu primeiro álbum com 19 faixas, chamado de Desorientado. O CD conta com participações especiais de Black Alien, Rapadura, MC Beleza, dentre outros pesos pesados. Em 2012, lançaram seu primeiro videoclipe com a canção "Mister M".

Em 3 anos o grupo tocou em eventos que teve shows de Racionais MCs, Flora Matos, BNegão, Emicida, Móveis Coloniais de Acaju, ConeCrew Diretoria, tendo fãs no Brasil inteiro e também fora dele, como em Munique (Alemanha), cidade que ocorreu o Campeonato Mundial de Slackline, sendo "Máximo Respeito", música do Oriente, trilha sonora do vídeo oficial.


Além do trabalho com composições próprias, traz a característica fundamental do “freestyle” (rimas de improviso), sendo representantes do cenário carioca. Nissin Instantâneo sempre participava de batalhas de improviso, referência no cenário nacional. Geninho BeatBox iniciou com 15 anos e veio a se destacar em Niterói. Forage The Kid é DJ, beatmaker e produtor, começando as gravações do Oriente no seu home-studio. Bruno Silva, residente da comunidade da Grota, é multi-instrumentista (violino, baixo, flauta transversal e doce, bandolin, violão) desde os 8 anos, tocando em Orquestras até 2009.


Em 2016 - Gravação do clipe da música Linda, Louca e Mimada, com a participação da atriz Agatha Moreira.



FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Oriente_(banda)