segunda-feira, 7 de julho de 2014

Banda Malta


Banda Malta é formada pelos quatro integrantes Adriano Daga (Bateria), Bruno Boncini (Vocal), Diego Lopes (Baixo) e Thor Moraes (Guitarra) - todos de São Paulo. O grupo, formado em setembro de 2013, estreou nos palcos do reality show Superstar, da Rede Globo.


Formado por Diego Lopes no contrabaixo, Thor Moraes na guitarra, Adriano Daga na bateria e Bruno Boncini nos vocais, o quarteto mistura o peso dos riffs de guitarra com letras que falam de amor.



Os quatro se apresentam apenas com músicas de autoria própria, voltadas para o Rock Pop Nacional. Apesar de muitos piercings, tatuagem, roupas pretas e guitarra, a banda prega "o amor" em todas as canções. O quarteto define seu estilo como “bruto romântico” e este contraste tem a intenção de agradar a um público mais maduro.




A noite do domingo, 6 de julho de 2014 vai ficar na história da banda Malta. Com 74% dos votos, o grupo liderado pelo vocalista Bruno Boncine venceu o programa SuperStar e levou o prêmio de R$ 500 mil, quatro carros e um contrato com uma gravadora.




A grande final do programa foi divida em três partes. Na primeira, as bandas finalistas Malta, Jamz, Luan e Forró Estilizado e Suricato atingiram 70%, 61%, 56% e 50% dos votos, respectivamente, o que eliminou as duas últimas. Na segunda, as classificadas fizeram uma apresentação apenas para deleite do público. Malta interpretou "Against All Odds", de Phil Collins, e Jamz deu seu toque na canção "Love Never Felt So Good", de Michael Jackson e Paul Anka.




Já na terceira parte da decisão, a votação voltou a valer e os dois grupos finalistas tocaram músicas autorais. Jamz foi a primeira a se apresentar e conseguiu 47% dos votos, em seguida, Malta atingiu 74% dos votos com a música "Supernova", composta por Bruno, tornando-se, assim, a primeira banda a vencer o programa.


Com um rock 'n' roll romântico, o grupo de São Paulo manteve a mesma média de pontos desde sua primeira apresentação, permanecendo entre os primeiros colocados nas audições, e quase sempre com canções autorais.




"Nosso som é um rock romântico”, explica o vocalista. O batera Adriano ainda completa: “Acho que aquele visual de Don Juan pra falar de romantismo já ficou no século passado", se diverte. Apesar da performance segura, a Malta tem poucos meses de vida. Os integrantes se uniram apenas em setembro de 2013, e praticamente estrearam no palco do reality.

“A música não pode caber numa pessoa só. Ela tem que caber em vários momentos diferentes", comenta o vocalista Bruno.  "Se a gente agradar a uma pessoa só, eu já vou ficar feliz”, afirma Bruno.

FONTE
http://www.maltaoficial.com.br
https://www.facebook.com/bandamaltaofficial
http://atarde.uol.com.br/cultura/televisao/noticias/banda-malta-ganha-superstar-com-74-dos-votos-1604117

ORDINARIUS

Fiquei afastada um pouco dos meus Blogs =( Ainda não me sinto 100% bem, mas decidi RECOMEÇAR e escolhi Ordinarius porque eles tem um estilo assim incrivelmente perfeito! 

O sexteto vocal ORDINARIUS tem um repertório variado, e a voz como instrumento principal. Os arranjos inéditos e exclusivos são do diretor musical Augusto Ordine. O repertório é em alguns momentos executado a cappella (sem a utilização de instrumentos) ou enriquecido com instrumentos como violão, cavaquinho e percussões variadas. Abrange o cancioneiro popular nacional e internacional, desde o pop americano de Stevie Wonder, o rock dos Beatles, até a bossa nova de Johnny Alf, o choro de Ernesto Nazareth e o samba de Gilberto Gil.



Com o repertório do primeiro CD, considerado pelo site “O Embrulhador” como um dos melhores discos de música brasileira do ano de 2012, realizaram shows em diversos espaços no Brasil e na Europa. Os clipes do grupo já somam mais de 300 mil visualizações no Youtube e são responsáveis pelo crescente número de fãs do grupo pelo mundo afora.



O clipe da música “As long as you love me”, famosa nas vozes dos Backstreet Boys, foi recomendado pelo próprio grupo americano em postagens no Twitter e Facebook, ajudando a aumentar a popularidade da versão brasileira, que chegou a ser incluída na trilha sonora internacional da novela Salve Jorge, da Rede Globo.



Nos últimos anos, além dos shows de lançamento do primeiro CD, o grupo estreita sua relação com o público através das redes sociais, tendo como mote os já citados projetos audiovisuais elaborados para circulação na internet. Além de “As long as you love me”, alguns dos outros clipes foram “Ladeira da preguiça”, de Gilberto Gil, “Baião de quatro toques”, música de José Miguel Wisnik e Luiz Tatit, com imagens da viagem do grupo pela Alemanha, “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro, que conta com a participação em vídeo de vários fãs, e diversos clipes de apresentações ao vivo.



O ORDINARIUS tem como proposta difundir um repertório de qualidade, independente do estilo musical, por meio da música vocal. O show do grupo é uma oportunidade de assistir a uma performance musical de excelência, maravilhar-se com as características que só a música vocal tem e, acima de tudo, divertir-se cantando junto com o grupo.



HISTÓRIA
Entre 2010 e 2011, o sexteto realizou uma turnê pelas escolas SESI do estado do Rio de Janeiro, com uma série de concertos didáticos idealizados pelo “Programa Repertórios” de educação musical. Com este espetáculo, que contava com concepção teatral, o sexteto visitou treze cidades.



Em 2012, competindo com novos grupos vocais de todo o Brasil, o grupo foi segundo colocado no Concurso Nacional de Grupos Vocais promovido pelo evento Brasil Vocal, no CCBB-RJ. No mesmo ano, o grupo lançou seu primeiro CD, considerado pelo site Embrulhador como um dos 100 melhores discos brasileiros do ano e pré-selecionado para o Prêmio da Música Brasileira. Os shows de lançamentos aconteceram na Sala Baden Powell e no Centro Cultural Carioca, no Rio de Janeiro.


Em 2013 o sexteto realizou uma turnê pela Alemanha, apresentando-se na Brot Fabrick (Frankfurt) e realizando workshops de música brasileira. No mesmo ano, realizou duas temporadas de shows no Parque das Ruínas, apresentou-se no Centro de Referência da Música Carioca, abriu o show do Quarteto em Si, dentro do Festival Brasil Vocal, no CCBB, cantou no Rock in Rio e participou da webserie “Mais Vinicius, por favor”, produzida pela produtora Coverflow para o Multishow.





ABOUT
The vocal sextet Ordinarius offers a varied repertoire, with the voice as its primary instrument. The group’s original and exclusive arrangements are the work of Augusto Ordine, musical director and founder. The repertoire includes both acapella pieces and songs with guitar, ukulele and percussive instrumental accompaniment. Works are drawn from Brazilian and international sources, from American pop music by Stevie Wonder to the rock music of the Beatles, from Brazilian bossa nova by Johnny Alf to traditional “choro” by Ernesto Nazareth to samba by Gilberto Gil.

With the repertoire of their first CD, considered to be one of the best CDs of Brazilian music in 2012 by the music site “O embrulhador”, they have toured in Brazil and Europe. The group’s music clips have more than 300 thousand visualizations on YouTube and are drawing in fans from all over the world. The Ordinarius version of “As long as you love me”, originally performed by the Backstreet Boys, was recommended by the American group itself on Twitter and Facebook, drawing additional attention to the group’s rendition of the song, which ended up being included in the soundtrack of the popular TV drama Salve Gorge, on Brazil’s Rede Globo.

Over the last few years, besides showcasing their first CD in live performances, Ordinarius has expanded its presence on social networks through music clips that have proven very popular. Besides a number of clips of live performances and the extremely successful “As long as you love me”, they have produced clips of Gilberto Gil’s “Ladeira da preguiça”, “Baião de quatro toques”, a song by José Miguel Wisnik e Luiz Tatit that accompanies images of the group’s trip to Germany, and the classic “Carinhoso” by Pixinguinha and João de Barro, which incorporates voices and images of the group’s fans.



ORDINARIUS goal is to offer quality vocal music that draws on many styles and sources. Their performances offer the audience the opportunity to sit back and enjoy the best that vocal arrangment can offer, as well as a chance to sing along and join the fun!

HISTORY
In 2010 and 2011, Ordinarius toured the SESI training schools in the state of Rio de Janeiro, conducting didactic concerts with a strong theatrical component, as part of the the ‘Repertórios Program’ of musical education. The group performed in thirteen cities on this tour.

In 2012, the group competed with nine other Brazilian vocal groups and was awarded Second Place in the National Vocal Group Competition promoted by “Brasil Vocal”, at the Bank of Brazil Cultural Center (CCBB) in Rio de Janeiro. In this same year, the group released their first CD, which was acclaimed as one of the 100 best of the year, being preselected for the Brazilian Music Awards. The group promoted the release of their CD with special shows at the Sala Baden Powell and Centro Cultural Carioca, in Rio de Janeiro.

In 2013, the sextet was invited to perform in Germany, where they sang at Brot Fabrick (Frankfurt) and conducted Brazilian music workshops. Also that year, they performed a series of concerts at the Parque das Ruínas and at the Centro de Referência da Música Carioca. They were invited to be the opening act for the vocal group ‘Quarteto em Si’ at the Festival Brasil Vocal (CCBB), performed on the main stage of Rock in Rio, and participated in the webseries “Mais Vinicius, por favor”, produced by Coverflow for Multishow.





“Vocal groups are a rarity on the current musical scene and those that do exist generally don’t stand out much. The charming sextet Ordinarius is a welcome exception. With impeccable technique and an irreverent style, they offer new and interesting versions of Brazilian music classics in this, their first CD.” (O Embrulhador)



Leia + aqui sobre o Ordinarius 

FONTE

http://ordinarius.com.br

Naiara Azevedo


Naiara Azevedo é uma cantora brasileira de música sertaneja. Ela nasceu na cidade de Farol, no Paraná e se formou no curso de Estética e Cosmetologia, chegando inclusiva a fazer pós-graduação.


A cantora sertaneja, Naiara Azevedo, começou a sua carreira artística alguns anos atrás. Ela canta desde criança e tem como ídolos principalmente, a dupla Chitãozinho e Xororó.


A carreira profissional da Naiara começou, na verdade, com uma brincadeira. No ano de 2011, diante do grande sucesso da música – Sou Foda, que a bem da verdade passava uma imagem um tanto quanto negativa da mulher, ela resolveu soltar um vídeo de resposta. A música – Coitado, que trazia uma letra inversa à da música – Sou Foda, priorizando e fortalecendo o ponto de vista feminino, abriu as portas para a Naiara.


Com uma quantidade impressionante de 18 a 23 shows por mês, Naiara Azevedo acabou ganhando um slogan, que passou a usar até na divulgação de seu trabalho.


O primeiro DVD da cantora Naiara Azevedo foi gravado no ano de 2013, em Londrina/PR, na casa de shows Santarena, onde contou com participações dos cantores Thiago Brava e, o rei do funk, Mr. Catra.


Graças ao talento, belo repertório e muita força de vontade que a cantora Naiara Azevedo é hoje, uma grande referência no meio musical.



FONTE

http://biografiadosfamosos.com/biografia-naiara-azevedo/

terça-feira, 1 de julho de 2014

Fernando Mendes


**Luiz Fernando Mendes Ferreira (Conselheiro Pena, Minas Gerais - 7 de maio de 1950) mais conhecido como Fernando Mendes é um cantor e compositor brasileiro. O cantor se destacou na década de 1970 com a música Cadeira de Rodas que vendeu mais de um milhão de cópias sendo executada nas rádios de todo o país.**


Biografia

Fernando Mendes nasceu na cidade mineira de Conselheiro Pena em família pobre e desde a infância demonstrava o anseio pela carreira musical. Aos quinze anos de idade ganhou do pai um violão de presente de aniversário. Aos dezessete anos formou com alguns amigos um conjunto musical jovem chamado "Blue Boys", se apresentando em bailes e festas em sua cidade de origem.

Transferindo-se para a cidade do Rio de Janeiro através de um amigo, Fernando conseguiu emprego como crooner na Boate Plaza, onde se apresentava interpretando canções de diversos cantores. Nesta boate Fernando conheceu o chefe de promoção da gravadora Copacabana que então o apresentou a Miguel, integrante da banda The Fevers, e na época um divulgador da gravadora Odeon,de imediato contratou ele após um teste.


Carreira

A carreira de Fernando Mendes começou concomitantemente à de José Augusto, com quem compôs e gravou algumas canções. Fernando Mendes inicia oficialmente sua carreira musical no ano de 1972. A canção A Desconhecida foi seu primeiro sucesso; de sua própria autoria a música foi gravada em 1973 e lançada em compacto simples, subindo rapidamente às paradas de sucesso em várias rádios e emissoras de televisão.


A canção foi posteriormente regravada pelo funkeiro Mister Mu no início da década de 1990 e mais recentemente pelo cantor Leonardo.



Sua primeira apresentação na TV foi no programa do Chacrinha, tornando o cantor conhecido em todo o Brasil. A música "Recordações" foi o segundo sucesso. Faixa de seu primeiro LP, em menos de três meses chegou à casa dos 100 mil discos vendidos.


Em 1974 teve uma música censurada pela ditadura militar chamada "Meu Pequeno Amigo", que fazia referência ao caso Carlinhos, sequestro de grande repercussão na época e não elucidado até hoje. No entanto ele começou a fazer excursões pelo Brasil numa média de 10 a 15 cidades por mês.


Transformado numa espécie de ídolo das massas populares o artista teve seu segundo LP lançado no final de 1974 voltando a repetir o feito dos anteriores com a música Ontem, Hoje, Amanhã.


Fernando chegou ao auge de sua carreira em 1975 quando seu terceiro LP apresentou a faixa Cadeira de Rodas tendo alcançado a vendagem de mais de 250 mil LPs vendidos em poucos meses, rendendo-lhe vários prêmios, inclusive o disco de ouro.


O ano de 1976 trouxe mais dois sucessos à carreira do cantor: A Menina da Calçada e Sorte Tem Quem Acredita Nela, que teve os arranjos de Hugo Bellard e foi tema da novela Duas Vidas exibida pela Rede Globo.


Entre os prêmios que ganhou, está um disco de ouro e o "Prêmio Villa Lobos" de disco mais vendido de 1979 com a música Você Não Me Ensinou a Te Esquecer , canção que também contou com o arranjo de Hugo Bellard.


As canções de Fernando Mendes continuaram desde então a ser lançadas em versões mais atuais. Em 1999 Fernando reuniu seus maiores sucessos em um único CD ao vivo. E para 2007, o músico trouxe uma novidade aos fãs de todo Brasil, um DVD ao vivo que contou com a participação de cantores consagrados pela MPB.

Sucesso com Caetano Veloso


A "volta" de Fernando Mendes ao cenário musical se deu com a regravação de Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, por Caetano Veloso para a trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro . A regravação rendeu uma redescoberta do compositor e cantor mineiro, que teve uma coletânea lançada pela Som Livre.


A mesma música foi regravada também por Bruno e Marrone, Chrystian & Ralf e outros. Devido ao grande sucesso a canção romântica recebeu prêmios da ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Discos) e o "Prêmio Villa Lobos" como o disco mais vendido. A canção também foi indicada ao Grammy Latino 2004.


Atualidade

Ao longo de sua carreira fez diversos shows no Brasil e no exterior e participou de variados programas de rádio e televisão.


Discografia 
1973: Fernando Mendes 
1974: Fernando Mendes 
1975: Fernando Mendes 
1976: Fernando Mendes 
1977: Fernando Mendes 
1978: Fernando Mendes 
1979: Fernando Mendes 
1980: Fernando Mendes 
1981: Fernando Mendes 
1982: Feitiço 
1983: Melhor Morrer 
1984: Loucura Passional 
1985: Tema Para Um Adeus 
1986: Fernando Mendes 
1988: Fernando Mendes 
1989: Fernando Mendes 
1991: Fernando Mendes 
1993: Fernando Mendes 
1994: Fernando Mendes 
1996: Fernando Mendes 
2003: Ao Vivo 



fonte

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Charlie Brown Jr.


Charlie Brown Jr. (também abreviada como CBJR) foi uma banda brasileira de rock formada em Santos no ano de 1992. As canções da banda misturavam vários gêneros musicais como o hardcore punk, reggae, rap, funk rock, rock alternativo e skate punk, criando assim um estilo próprio e original. Suas letras faziam diversas críticas à sociedade, além de uma abordagem da perspectiva do universo jovem contemporâneo. Todos os membros da banda eram naturais da cidade de Santos, exceto o vocalista Chorão, que nasceu em São Paulo.


No dia 6 de março de 2013, o membro-fundador Chorão faleceu em seu apartamento em São Paulo devido a uma overdose de cocaína e álcool. Os membros remanescentes da banda decidiram não mais usar o nome Charlie Brown Jr., assim mudando-se para A Banca, na intenção de preservar a memória de Chorão com o antigo nome e homenageá-lo. Porém o novo grupo se extinguiu já em setembro, quando na madrugada do dia 9, após pouco mais de seis meses da morte de Chorão, o baixista-fundador do Charlie Brown Jr. e vocalista d'A Banca, Champignon foi encontrado morto em sua casa, em São Paulo, com grande probabilidade de suicídio.


Em julho de 2015, um levantamento da plataforma de streaming Deezer revelou que o Charlie Brown Jr. é a segunda banda brasileira de rock mais ouvida no exterior, atrás apenas do Sepultura.

Em Setembro de 2015, levantamento similar da Billboard Brasil divulgou uma lista similar com 47 brasileiros, e o CBJr. apareceu na 31ª posição, o quarto grupo (depois do Sepultura, Natiruts e Tribalistas).


Em 1987, o então adolescente paulistano de apenas dezessete anos de idade Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão, ouvia muito a banda Pretensão Salarial e se mudou para Santos, litoral de São Paulo, após uma infância difícil e traumática. Passou a se interessar pela prática do skate e teve uma entrada repentina no cenário musical. Um dia, em um bar local, substituiu o vocalista de uma banda, quando o mesmo precisou se ausentar devido a necessidades fisiológicas. Uma pessoa da plateia, ao vê-lo cantar, convidou-o para ser vocalista em sua banda.

Em 1990, quando o baixista da referida banda saiu, Champignon, então com 12 anos de idade, foi apresentado ao Chorão por músicos conhecidos que frequentavam o mesmo estúdio do cantor, em São Vicente, para fazer um teste para baixista. Os dois formaram então a banda What's Up. Não há registros da What's Up disponíveis na internet, mas a banda, segundo relatos, praticava um som ligado ao thrash metal, hardcore e crossover. As letras eram em inglês e a pegada era semelhante a de bandas como Biohazard e Suicidal Tendencies. Os dois tentaram divulgar a banda ao longo da cidade.

Tempos depois Chorão e Champignon decidiram convidar o baterista Renato Pelado, egresso de bandas da cidade como Ecossistema, Jornal do Brasil, entre outros projetos. Mais tarde, Marcão e Thiago Castanho completaram a primeira formação do grupo, que ainda não tinha um nome.


Eventualmente Chorão escolheu em 1992 o nome Charlie Brown Jr., inspirado em um incidente no qual o cantor atropelou uma barraca de água de coco com o desenho de Charlie Brown, o protagonista da tira Peanuts. O "Júnior" foi acrescido, nas palavras de Chorão, "pelo fato de sermos filhos do rock", inspirado por músicos do rock brasileiro à época como Raimundos, O Rappa, Nação Zumbi, e Planet Hemp.

A sonoridade do grupo tinha influências de grupos como Blink 182, Sublime, Bad Brains, 311, Rage Against The Machine, NOFX e Suicidal Tendencies, misturando hardcore, skate rock, reggae e ska.

O vocalista da banda, Chorão, era skatista, chegando a figurar nas melhores posições do ranking de diversos campeonatos brasileiros, e costumava apresentar-se nos shows em cima de um skate. Por volta de 1993, já com esta formação da banda, começaram a tocar no circuito underground de Santos e São Paulo e a fazer shows em vários eventos de skate. As primeiras apresentações do quinteto aconteceram em Santos e São Paulo, especialmente em campeonatos de skate.


Em 1993, a banda começou a se destacar em Santos. Sempre que a banda se apresentava em casas noturnas Champignon, na época menor de idade tinha que levar uma autorização judicial para acompanhar o grupo. Foi nesta época que Chorão procurou o produtor musical Rick Bonadio, presidente da Virgin Records no Brasil e produtor dos Mamonas Assassinas, e lhe entregou uma fita demo com 3 faixas, que seriam gravadas no primeiro álbum da banda. Esta demo tem uma sonoridade bem pesada.

Bonadiogostou do som da banda e os contratou. Nasce então o álbum Transpiração Contínua Prolongada, produzido por Tadeu Patolla e Rick Bonadio com o selo da Virgin. O título do álbum, segundo a banda, retratava tudo que passaram para chegar onde chegaram. Lançado em 1997, o disco vendeu por volta de 500 mil cópias, e foi bem recebido pelas rádios, que executaram faixas como "O Coro Vai Comê!", "Proibida pra Mim (Grazon)", "Tudo que Ela Gosta de Escutar" e "Quinta-Feira".


Em 1999, após a estreia promissora, o grupo voltou com Preço Curto... Prazo Longo, composto por 25 canções inéditas, entre elas "Confisco", "Zóio de Lula", "O Preço" e "Não Deixe o Mar te Engolir", que sedimentaram a boa recepção da banda e garantiram sua presença nas rádios.


De 1999 a 2006, a canção "Te Levar" foi tema do seriado Malhação, da Rede Globo, fazendo com que a banda expusesse seu trabalho às mais diferentes classes sociais. Com sua propagação na mídia, o grupo ganhou vários prêmios e chegou assim, por várias vezes, ao topo de grandes rádios espalhadas pelo país. Pouco antes de entrar no estúdio para gravar o terceiro álbum, a banda passou por uma forte crise interna, causada pelas brigas entre Chorão e Champignon, que quase encerrou o grupo.


Apesar das dificuldades, a evolução da fórmula hip hop/reggae/hardcore continuou em Nadando com os Tubarões, lançado em 2000, cujos destaques foram as faixas "Rubão - O Dono do Mundo" e "Não é Sério". O disco marcava a entrada de DJ Anderson Faria como acompanhante fixo na turnê deste disco, que também contou com participações especiais, como o rapper Sabotage, a cantora Negra Li(na música "Não é Sério") e seu grupo RZO. Este disco apresentou uma sonoridade mais produzida e carregada se comparado aos dois primeiros álbuns, com algumas letras refletindo o momento delicado pelo qual Chorão estava passando, devido à morte do seu pai.


No fim do ano, o Charlie Brown Jr. foi uma das bandas brasileiras que decidiu não participar do Rock in Rio 3 que ocorreria em janeiro de 2001, por discordar do tratamento dispensado às bandas nacionais. Ao mesmo tempo, o guitarrista Thiago Castanho deixa o grupo alegando divergências pessoais.

Em 2001, a banda vence o Video Music Brasil, levando o prêmio "Escolha da Audiência" pelo clipe de "Rubão". Como um quarteto, o Charlie Brown Jr. lançou seu quarto álbum, 100% Charlie Brown Jr. (Abalando a sua Fábrica). As faixas de maior destaque foram "Hoje eu Acordei Feliz", "Lugar ao Sol", "Sino Dourado" e "Como Tudo Deve Ser". Nesse álbum o grupo focou-se mais no rock e no hardcore, deixando um pouco de lado suas outras influências. Ao contrário do que fizeram nos 3 primeiros discos, optaram por gravar o novo trabalho ao vivo (método em que todos os músicos tocam ao mesmo tempo no estúdio), resultando em uma sonoridade mais crua. Em abril de 2002, uma apresentação da banda no Rio de Janeiro acabou em tumulto generalizado. Devido a uma briga, os integrantes da banda saíram do palco antes do previsto, causando revolta na plateia. Lojas e lanchonetes do parque Terra Encantada foram depredadas, porém não houve feridos graves.

O título do quinto álbum, Bocas Ordinárias, se apropriou de uma expressão lusitana, devido ao sucesso do grupo em apresentações realizadas em Portugal. A fusão de estilos gerou novos hits, como "Papo Reto (Prazer é Sexo, O Resto é Negócio)" e "Só por uma Noite", "Bocas Ordinárias, Guerrilha!" e "Somos Poucos Mas Somos Loucos", além de uma versão de "Baader-Meinhof Blues", da Legião Urbana. Para este disco a banda optou por uma sonoridade mais polida, diferente do disco anterior.


Álbum acústico (2003)
Em 2003, chegou a vez do Charlie Brown Jr. gravar seu Acústico MTV. Entre os convidados, o grupo chamou Negra Li, Marcelo Nova e Marcelo D2, que participaram de versões de "Não é Sério" , "Hoje" (do grupo de Nova, Camisa de Vênus) e de "Samba Makossa" (Nação Zumbi), respectivamente. Entre as regravações, a banda santista optou pelas canções "Proibida pra Mim", "Zóio de Lula", "Tudo que Ela Gosta de Escutar". O primeiro single foi a canção inédita "Vícios e Virtudes". O disco foi marcado pelo grande sucesso de vendas e mídia e, curiosamente, foi gravado enquanto a banda estava no auge da carreira, contrariando a tradição de retomar ao auge carreiras de outros artistas.

Durante a turnê acústica, em 2004, Chorão se desentendeu com Marcelo Camelo, do grupo Los Hermanos, quando as duas bandas se encontraram no aeroporto de Fortalezaantes da apresentação das mesmas no festival Piauí Pop daquele ano. O motivo teria sido uma suposta crítica à participação do Charlie Brown Jr. em um comercial para a Coca-Cola. O vocalista do grupo carioca processou Chorão por danos morais decorrentes da agressão, que acabou por quebrar o nariz de Camelo na sala de desembarque do voo da Tam, sem êxito, visto que foi imputado a este culpa concorrente pelo acontecido.

Após mais de dois milhões de álbuns vendidos, o Charlie Brown Jr. lança em 2004 o sétimo disco da carreira, Tâmo Aí Na Atividade, marcando o retorno do produtor Rick Bonadio após os dois primeiros discos, e algumas inovações na parte sonora, como batidas eletrônicas e teve como músicas de trabalho as faixas "Tamo aí na atividade" e "Champagne e Água Benta".


Nova formação

No início de 2005, o vocalista Chorão foi surpreendido com o anúncio de que todos os outros músicos da banda estavam deixando o grupo, alegando divergências contratuais. Contrariando as expectativas, Chorão apareceu com uma nova formação para o Charlie Brown Jr. O novo núcleo era baseado na cidade de Santos, onde a banda surgiu. Thiago Castanho, guitarrista que fez parte dos três primeiros discos da banda, retornou ao grupo. Dois novos músicos assumiram, respectivamente, a bateria e o baixo; André Luís Ruas, conhecido como Pinguim; e Heitor Gomes, filho do contra-baixista Chico Gomes.

“ "O lance da banda foi um desentendimento com o empresário Pipo e o Chorão comprou a dele. Então eu, o Marcão e o Pelado fomos cada um para um lado. Tem coisas aí que não podem ser abertas porque são particulares e prefiro nem falar. Neguinho aí até parou de tocar porque ficou abalado com a situação, não acreditou. Na boa, eu não quero ficar falando mal do (Chorão), jogando bomba, quero mais que ele fique bem rico, bem milionário e me esqueça. Esqueça a gente. Tem uma parte que não pode ser falada. Todo mundo gostaria de saber, mas a gente tem um acordo." ”

O álbum Imunidade Musical é lançado em 2005 com destaque para o primeiro single "Lutar pelo que É Meu", além de "Cada Cabeça Falante tem sua Tromba de Elefante", com as participações de Rappin Hood e Parteum, do Mzuri Sana. Ainda neste ano, o Charlie Brown lança o DVD Skate Vibration, que mostra imagens da banda se apresentando em disputas de skate e imagens nos estúdios Digital Grooves e Midas Studios, onde gravaram o disco.


No DVD, além de uma apresentação ao vivo, estão os videoclipes que misturam imagens da banda Charlie Brown Jr. nos shows realizados em 2005, nas viagens e durante as gravações de seu oitavo álbum. Imunidade Musical, no qual a sonoridade do Charlie Brown Jr. foi restabelecida através de 23 faixas, se tornou um álbum emblemático na trajetória da banda. A canção "Lutar pelo que É Meu" substituiu "Te Levar" na abertura do seriado Malhação, de abril de 2006 até outubro de 2007.

Ritmo, Ritual e Responsa (2007)

O nono álbum da carreira lançado pelo Charlie Brown Jr. foi intitulado de Ritmo, Ritual e Responsa. Trouxe 22 faixas inéditas e uma faixa bônus, e chegou às lojas no final de setembro de 2007. Produzido por Chorão e Thiago Castanho, possui letras com forte apelo urbano e que vão de encontros aos anseios da juventude, com direito a toques eletrônicos e a presença do rap. No dia 9 de abril de 2007 chegou às rádios do Brasil "Não Viva Em Vão", canção de Chorão e Thiago Castanho que foi escolhida como primeira música de trabalho. Logo em seguida é lançado o segundo, "Pontes Indestrutíveis", e posterIormente outra, a canção "Be Myself", que foi escolhida para fazer parte da trilha sonora da telenovela Duas Caras, exibida pela Rede Globo. Destaque também para o quarto single do álbum, "Uma Criança com Seu Olhar".


Saída de Pinguim e Camisa 10 (Joga Bola até na Chuva)

No dia 23 de abril de 2008, foi divulgado no site oficial que o baterista André Ruas, o Pinguim, não fazia mais parte da banda. O motivo seria o fim do contrato que já estava se aproximando, sem que houvesse interesse de ambas as partes em renová-lo.

“ "Eu gostaria de comunicar aos fãs e a quem mais possa interessar que o meu contrato com a banda CBJr. acabou, e não houve interesse de ambas as partes em renovar o contrato. Boa sorte a todos nós!!!”

Depois de sete anos na EMI, a banda muda para a gravadora Sony Music. Novamente produzida por Rick Bonadio, a banda lança o álbum Camisa 10 (Joga Bola até na Chuva). O nome "Camisa 10", é um trocadilho por este ser o décimo álbum da banda. É o primeiro com o baterista Bruno Graveto. O disco possui a canção "O Dom, a Inteligência e a Voz" feita a pedido da cantora Cassia Eller, que Chorão fez para entrar no disco que a cantora iria fazer em 2002. Mas, 15 dias após a criação da música, Cássia faleceu. A canção "Me Encontra", foi lançada como primeiro single do álbum no final de julho de 2009.

Rompimento com a Sony, a volta de Marcão e Champignon e a saída de Heitor Gomes.


No início de 2011, a banda gravou um CD e DVD ao vivo em São Paulo. Problemas na organização do evento levaram a um rompimento com a gravadora Sony Music, e a banda passou a trabalhar de forma independente.

Após esse acontecimento, na edição 2011 do Viradão Carioca, no Rio de Janeiro, Chorão disse que tinha uma surpresa para o público, e que a banda não era mais formada por 4 integrantes, mas sim 5. Logo após isso, chamou Marcão para o palco, selando oficialmente sua volta ao grupo. Em julho daquele ano, o contrato com o baixista Heitor Gomes foi encerrado e saiu da banda de forma amigável, alegando buscar o sucesso independente, mais tarde se juntando à banda CPM 22. Com isso, Champignon voltava ao grupo, surpreendendo os fãs com um vídeo postado no YouTube onde dizia: "Voltei pra ficar! Aqui é minha casa!". Após isso a banda passa a contar quase com sua formação original. Em entrevista dada no dia da morte de Chorão, Champignon afirmou que ele e Chorão brigaram algumas vezes na vida, mas felizmente puderam refazer a amizade.” "A gente tinha uma relação profissional. Apesar das muitas brigas, éramos amigos há mais de 20 anos"


Eventualmente decidiram refazer o show, batizado Música Popular Caiçara, em setembro de 2011, dessa vez, gravado em Curitiba e na cidade natal da banda. Com a produção de Liminha, o show conta com as participações especiais de Marcelo Falcão, vocalista d'O Rappa, Zeca Baleiro, e dos compositores baianos Marcelo Nova e Márcio Mello. Gravado de maneira independente, o DVD demorou cerca de 7 meses para ser lançado. Em maio de 2012, Música Popular Caiçara foi lançado com a distribuição do selo Radar Records, em comemoração aos vinte anos de carreira do grupo. Nova briga com Champignon

Charlie Brown Jr. em apresentação no Pepsi on Stage em Porto Alegre.

Durante um show da turnê em Apucarana, no Paraná, Chorão criticou o baixista, afirmando que ele deveria ser muito grato por ter sido aceito de volta ao grupo "depois de tudo que fez". Após quase cinco minutos, Champignon deixou o palco quando Chorão disse que ia tocar a canção "O preço". O show continuou sem o baixista, e com a plateia gritando "arregou, arregou". A briga virou notícia após um fã, que gravou todo o discurso de Chorão, divulgar o vídeo com a discussão no YouTube. Com a repercussão negativa da briga, Chorão e Champignon divulgaram um vídeo no Youtube pedindo desculpas aos fãs, e reafirmando suas amizades.


Morte de Chorão
Na madrugada do dia 6 de março de 2013, o vocalista do Charlie Brown Jr., Chorão, foi encontrado morto em seu apartamento, localizado na zona oeste da cidade de São Paulo. A banda estava de férias, com seu último show tendo sido em janeiro em Camboriú, e o próximo show programado marcado para o dia 22 de março, em Campo Grande, no Rio de Janeiro. "Íamos voltar a tocar no dia 22, mas isso não vai mais acontecer". Champignon declarou que o futuro da banda era incerto.

Poucos dias antes de morrer, o cantor Chorão divulgou o novo single do Charlie Brown Jr., intitulado "Meu Novo Mundo", que seria lançada no próximo álbum da banda. A canção foi apresentada no dia 28 de fevereiro de 2013, em visita ao estúdio da rádio 89FM, em São Paulo.

Na semana da morte do Chorão, o Charlie Brown Jr. dominou a lista de compras eletrônicas no Brasil. No top 10 das músicas mais compradas da semana, a banda apareceu em nove das 10 posições. O único single da lista que não era do grupo correspondia à 5ª posição. Além disso, no dia 14 de março, havia sete discos da banda entre os 200 mais vendidos em uma loja virtual no Brasil. A coletânea Charlie Brown Jr: de 1997 a 2007, figurou na segunda posição dos álbuns mais vendidos deste dia.


Fim do Charlie Brown Jr. e A Banca

Em março Champignon já declarara que não havia como o Charlie Brown Jr. continuar em atividade com a ausência de Chorão, e em abril o baixista confirmou que os integrantes sobreviventes iriam formar uma nova banda, A Banca, onde Champignon assumiria os vocais, com a entrada da baixista Lena Papini. O nome vinha da conclusão de Chorão que "a gente não era o Charlie Brown, nós éramos a banca do Charlie Brown.", enquanto seu papel como vocalista vinha de uma sugestão do próprio Chorão, que no começo de 2013 manifestou exaustão à Champignon, declarando que gostaria de ver o baixista assumindo os vocais do Charlie Brown Jr. durante suas férias para que pudesse descansar.

A primeira apresentação da banda foi no programa de TV Altas Horas gravado no dia 11 de abril de 2013, e A Banca foi confirmada como uma das atrações do festival João Rock 2013. No dia 9 de setembro de 2013, o líder da banda, Champignon, foi encontrado morto em seu "estúdio" na sua residência em São Paulo, após ter efetuado dois tiros, um para teste em direção ao chão acertando em um de seus instrumento musicais e outro na região de sua boca resultando em seu falecimento, câmeras de seguranças flagraram Champignon realizando dois gestos o primeiro de "paz e amor" em direção ao chão e o segundo realizando o gesto de "degola" com dois dedos sendo uma prévia de seu suicídio, sua mulher grávida de cinco meses estava na residência e foi levada em estado de choque ao hospital.

Os músicos remanescentes seguiram seus próprios rumos, com Marcão, Papini e Graveto se reunindo no grupo D'Chapas, e todos mais o predecessor de Graveto no Charlie Brown, Pinguim, na banda Bula.


Álbum Póstumo "La Família 013" (2013)

La Família 013 foi o 10° álbum de estúdio, e o 12° álbum da banda, lançado em 8 de outubro de 2013 pela Som Livre, após seu lançamento inicial em setembro ser adiado pela morte de Champignon. O disco vazou antes do lançamento no site de streaming Deezer. Segundo comunicado da banda, o nome do álbum tem a ver com o DDD da cidade de Santos, que é 013. Com as mortes de Chorão e Champignon o álbum ganhou bastante notoriedade no cenário nacional, o álbum conta com os singles intitulados "Meu Novo Mundo" e "Um Dia a Gente Se Encontra".

Em 2014, o videoclipe da canção “Rock Star” foi lançado. Estrelado pelo filho de Chorão, Alexandre, o vídeo mostra a vida de um filho de roqueiro que entra em turnê com a banda do pai, as mordomias e as farras. O clipe tem a participação dos integrantes sobreviventes da última formação (Marcão, Bruno Graveto e Thiago Castanho), além de Luciano Amaral (ex-Castelo Rá-Tim-Bum), Clara Aguilar (ex-Big Brother Brasil) e a modelo e apresentadora Fiorella Mattheis.


Festival “Tâmo Aí Na Atividade”

Em 2014, o filho de Chorão, Alexandre Abrão, organizou o Festival “Tâmo Aí Na Atividade” (batizado em homenagem ao nome de um dos discos da banda), realizado na cidade de São Bernardo do Campo, no Estância Alto da Serra, para homenagear o legado do Charlie Brown Jr.[41]. O evento, que recebeu uma atração internacional, além de atividades como grafite e uma pista de skate, foi realizado em 13 de abril, 4 dias depois do que seria o 44° aniversário de Chorão, e o 22° aniversário da primeira apresentação do Charlie Brown.[42] A atração principal foi o show CBJr. e Convidados que reúniu no palco, pela primeira vez após a morte de Chorão e Champignon, ex-membros do CBJr. (guitarristas Marcão e Thiago Castanho, o baterista Bruno Graveto, e o baixista Heitor), além da baixista d'A Banca, Lena Papini, e diversos músicos convidados.[43] Apesar de Alexandre querer lançar o show em DVD, razões burocráticas impediram as filmagens.

Musical "Dias de Luta, Dias de Glória"
O musical Dias de Luta, Dias de Glória, de montagem do diretor Bruno Sorrentino e escrito por Well Rianc, narra a saga da banda através da ótica de Chorão. São 25 atores, 26 canções e dez coreografias, desenvolvidas pelo coreógrafo Guto Muniz. A estreia está agendada para 13 de março de 2015, no Teatro Gamaro, de São Paulo.


Atualmente

Os integrantes remanescentes da então formação do Charlie Brown Jr. têm investido na carreira solo e em projetos paralelos na música como forma de seguir em frente suas carreiras musicais.

No final de outubro de 2014, Bruno Graveto passou a ser baterista oficial da banda Strike. Além disso, ele trabalha no projeto D'Chapas. Ele revelou ao site G1 que os integrantes do grupo poderiam se reunir em um novo projeto, para formar o D'Chapas, uma banda que toca rock clássico.

“ “Temos um projeto junto, que ainda é embrionário, no qual tocamos clássicos do rock." ”

Em novembro de 2014, Marcão Britto e André Pinguim Ruas, se uniram a Lena Papini (ex-integrante de A Banca) para formar a banda Bula (banda).


Em novembro de 2014, Thiago Castanho anuncia sua nova banda, intitulada de "O Legado", com duas músicas já lançadas, "Mais um dia sem você" e "Paraíso de Ilusão".

Em maio de 2015, em entrevista ao site UOL, Alexandre Abrão disse que algumas músicas inéditas da banda devem ser lançadas em breve. Ele afirmou, no entanto, que não há data certa para lançar as canções.

“ "Tem algumas músicas que vão sair futuramente, mas nada para esse ano, nem para o ano que vem, mas quando eu achar que está na hora de mostrar. É possivelmente um novo CD, mas eu não posso falar. É segredo de estado.”

No dia 21 de Agosto de 2015, em entrevista ao programa Boa da Pan, da Jovem Pan Curitiba, Alexandre Magno Abrão, informou que a música "Fina Arte", presente no álbum La Família 013 será liberada, em breve, pela primeira vez em sua versão acústica – original. Além disso, ele contou que um documentário em livro da banda será lançado até o fim de 2015. Outra novidade revelada por ele foi que o Charlie Brown Jr. será “namingbrand” em breve, emprestando seu nome para uma marca de cerveja.


Estilo Musical e Legados
Segundo a revista Super Interessante, "o Charlie Brown Jr. foi a primeira e a maior entre as bandas brasileiras do chamado “novo rock”." Para ela "com seu vocalista carismático e uma banda com impressionante domínio de palco, entre 1997 e 2002, o Charlie Brown Jr. foi colecionando hits em rádios roqueiras e mantendo sua reputação extreme com faixas mais pesadas e discurso repleto de menções a esportes e à vida familiar conturbada de Chorão."

Em 2014, o jornalista André Forastieri publicou o livro "O Dia Em Que O Rock Morreu". Nele, há uma passagem que diz:

“ "O Charlie Brown não foi sempre essa auto-parodia de hoje. Quando a banda apareceu, era única. Ninguém mais no Brasil captou essa vibração californiana, praiana-urbana, surf e também skate, relax e tensão, vida boa e vida lôca. Fora tínhamos Sublime, Red Hot Chili Peppers, Urban Dance Squad. Aqui, ninguém, e ninguém seguiu o Charlie Brown. Eles descobriram um mundo lá fora, recriaram esse mundo aqui dentro, e ali reinaram sem rivais." ”

Mauro Ferreira, crítico musical carioca, afirma que "ao tocar rap, rock e reggae com a linguagem e os códigos do hardcore, a banda santista estabeleceu empatia quase imediata com a parcela (imensa) da juventude que se sentia à margem da sociedade, excluída dos círculos da elite burguesa."


Para Marcelo Moreira, do site Combate Rock, "o Charlie Brown Jr., faz falta ao cenário do pop rock nacional, ainda que, em termos de qualidade, estivesse longe das grandes bandas nacionais do gênero. Mesmo em processo de decadência, com alta rotatividade na formação e nos constantes barracos e polêmicas que envolviam a banda, Chorão conseguia manter a cabeça acima da água no pântano lamacento que se tornou o pop rock nacional". Bruno Saruê complementa afirmando que "O Charlie Brown Jr. mudou completamente o cenário decadente do rock nacional, trazendo o rock de volta ao mainstream e angariando fãs de outros segmentos musicais, em razão da sua mistura de ritmos e letras que representavam o sentimento dos jovens na época"



FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Brown_Jr.