Ego Kill Talent é uma banda de Rock com pouco tempo de formação que vem crescendo muito ao longo dos últimos meses. A formação conta com nomes conhecidos do Metal nacional, tais como Jean Dolabella (ex-Sepultura) e Jonathan Corrêa (Reação Em Cadeia).
A banda começou a ser formada por Dolabella, pouco depois de sua saída do Sepultura, junto a Estevam Romera (Desalmado), mais tarde juntando Theo Van Der Loo e Raphael Miranda (ambos ex-Sayowa) e o vocalista já citado, Jonathan Corrêa.
O nome da banda surgiu da filosofia de que o ego pode ser um dos grandes responsáveis por atrapalhar a criação artística. Daí surgiu o nome – uma redução da frase popular “too much ego will kill your talent” – Ego Kill Talent.
Uma curiosidade é o revezamento dos integrantes quanto aos instrumentos, com exceção do vocal.
Confira uma entrevista onde é melhor explicada sua origem:
Hoje a banda já conta com dois EPs: um chamado “Sublimated”, que contém quatro músicas, lançado em 2015, e outro chamado “Still Here”, lançado em 2016, que conta com mais três canções. Veja abaixo capas e lista de faixas:
Sublimated (EP) (2015)
Faixas:
01 – Sublimated
02 – Same Old Story
03 – The Searcher
04 – Sublimated (Exposed Version)
Still Here (EP) (2016)
Faixas:
01 – Still Here
02 – We All
03 – Just To Call You Mine
Recentemente a banda foi anunciada com atração do Maximus Music Festival, onde tocarão ao lado de Rammstein, Halestorm e Bullet For My Valentine. Isso só mostra o potencial da banda, não apenas pela experiência de seus integrantes, mas também pela qualidade de seu som.
Pra ter uma ideia de como o som é ao vivo, confira um vídeo da apresentação completa no AudioArena Originals, onde apresentam todas as músicas dos dois EPs, mais a inédita “Try (There Will Be Blood)”:
Premê, anteriormente conhecido como Premeditando o Breque, é um grupo musical paulistano criado em 1976, por estudantes da USP.
O grupo destacou-se desde o início tanto pelas letras irreverentes e bem-humoradas quanto pela qualidade musical, baseada em arranjos sofisticados, fundindo MPB, choro, rock e até mesmo música erudita.
Já em 1979, o samba-de-breque Brigando na Lua era premiado com o segundo lugar no 1º Festival Universitário de Música Popular Brasileira. No ano seguinte, o grupo começaria a se celebrizar em apresentações no Teatro Lira Paulistana - um reduto da música independente paulista de então -, ao lado de nomes igualmente emergentes da cena musical paulista como Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e Grupo Rumo. Concorrendo, um grupo que tinha um jovem estudante de Engenharia Agrícola chamado Marcelo Rubens Paiva.
Em 1981, o grupo lançou seu primeiro disco "Premeditando o Breque", conseguindo notoriedade no meio universitário e intelectual. Neste período, o Premê era formado por Marcelo (Antônio Marcelo Galbetti), Claus (Claus Erik Petersen), Igor (Igor Lintz Maués), Biafra / Mário Manga (Mário Augusto Aydar) e Wandy (Wanderley Doratiotto).
E logo em seguida, em 1982, a banda chegou à etapa final do festival MPB Shell, promovido pela Rede Globo. A canção apresentada no Maracanãzinho lotado foi O Destino Assim o "Quiz" ou simplesmente "Lencinho", como ficou conhecida.
O maior sucesso do repertório, contudo, viria em 1983, no LP "Quase Lindo". Trata-se da canção São Paulo, São Paulo, uma divertida referência a New York, New York, mas adaptada à capital paulista. A canção, incluída na trilha sonora da novela Vereda Tropical, foi sucesso nas rádios, sobretudo em São Paulo, e levou o grupo a se apresentar em diversos programas de televisão.
Outra canção que ficou conhecida do grupo foi Lua de Mel, numa época em que Cubatão era considerada uma das mais poluídas cidades do mundo.
O grupo despertou o interesse de uma multinacional, a EMI, e a partir daí lançou, em 1985 e 1986, dois LPs produzidos por Lulu Santos.
Os discos não tiveram o mesmo sucesso dos anteriores, segundo alguns críticos, justamente pelo fato de terem na produção um carioca, a serviço de uma grande gravadora - dois fatores supostamente contraditórios com a proposta da banda.
Entre 1987 e 1991, o grupo cessou suas atividades, retomadas com o LP de 1991 "Alegria dos Homens" e, em 1996, com o CD "Vivo", agora em nova formação, que se mantém até os dias de hoje.
Em 2000, um novo show, batizado de "Brasil 500 anos", reavivou a atenção do público pelo grupo.
Atualmente, o Premê continua na ativa, mas com shows esporádicos, quase sempre em São Paulo.
Curiosidades
O vocalista e violonista Wandi Doratiotto é o apresentador do programa Bem Brasil, da TV Cultura. Também atua em diversos comerciais e na peça de teatro Não mexe com quem tá quietinho.
O guitarrista e vocalista Mário Manga é pai da cantora de MPB Mariana Aydar, destaque da música paulista recente.
Mesmo sem lançar disco há 11 anos, o grupo mantém uma legião de fãs e influencia bandas mais novas.
Numa votação popular realizada em São Paulo no ano de 2003 para eleger a música-símbolo da cidade, a canção São Paulo, São Paulo ficou em 2º lugar, atrás de Trem das Onze, de Adoniran Barbosa.
A canção Rubens foi regravada por Cássia Eller em seu primeiro disco, em 1990.
A canção Carrão de Gás foi regravada pela banda Tubaína em seu CD "Polka Vergonha", de 2000.
Um dos maiores sucessos do Premê, a música Pinga com Limão, é na verdade uma antiga canção da dupla caipira Alvarenga e Ranchinho.
Após deixar o Premê, Osvaldo Luiz também foi baixista da banda Ultraje a Rigor por um curto período.
O Premê irá lançar uma caixa com a discografia completa em CD, provavelmente em 2018.
Discografia
Álbuns de estúdio
Premeditando o Breque (1981) - Spalla/Continental
Quase Lindo (1983) - Lira Paulistana/Continental
O Melhor dos Iguais (1985) - EMI-Odeon
Grande Coisa (1986) - EMI-Odeon
Dê Folga ao Seu Programador* (1986) - EMI-Odeon
Alegria dos Homens (1991) - Eldorado
Álbuns ao vivo
Premê Vivo (1996) - Velas
Compactos
Empada Molotov/Frevura (1980) - RGE
Pinga com Limão/O Destino Assim o "Quiz" (1982) - Lira Paulistana/Continental
Balão Trágico* (1985) - EMI-Odeon
Lua de Mel* (1985) - EMI-Odeon
Vida Besta* (1985) - EMI-Odeon
Rubens* (1987) - EMI-Odeon
Aparições em outros discos
1° Festival Universitário da MPB (1979) - Brigando na Lua
MPB Shell 82 (1982) - O Destino Assim o "Quiz"
Trilha sonora da novela Vereda Tropical (1984) - São Paulo, São Paulo
HAIKAISS CONSOLIDA-SE COMO DESTAQUE DA NOVA ESCOLA DO RAP COM ÁLBUM DUPLO “FOTOGRAFIA DE UM INSTANTE” Com 35 faixas autorais, segundo disco do quarteto paulistano de hip hop foi o segundo álbum mais vendido no iTunes por cinco dias consecutivos, na semana de seu lançamento, conquistou a consideração de nomes consolidados como RZO e Talib Kweli rende agenda cheia de shows por todo Brasil.
Um dos grandes destaques da nova escola do rap, o prolífico grupo paulistano Haikaiss comemora o lançamento de seu segundo álbum, “Fotografia de Um Instante” (2015), com agenda repleta de shows lotados por todo Brasil e presença digital robusta. Já na semana de seu lançamento, o disco duplo permaneceu por cinco dias seguidos no segundo lugar no Itunes. Cerca de dez meses depois, as faixas do álbum no canal do grupo no Youtube somam mais de 46 milhões de visualizações. Com um rap objetivo e sincero, o Haikaiss leva ao público um pouco da cultura oriental haikai no nome escolhido e na atitude de transformar pequenas oportunidades em efeitos de amplitude.
Embora seja considerado um dos maiores nomes da novíssima geração do hip hop nacional, o Haikaiss não chegou agora. O grupo, que define seu estilo como New Golden Era, completa dez anos de história em 2016 e tem mais de 70 músicas registradas em estúdio em dois álbuns, sendo um duplo, dois EPs e diversos singles, alguns deles em parceria. Seus integrantes entraram no jogo do rap muito jovens e conquistaram a consideração de nomes já consagrados como RZO, que fez parcerias com o MC do grupo Pedro Qualy, que também participa dos shows do icônico grupo da década de 1980, formado por Helião, Sandrão e DJ Cia, que apresentou nomes como Sabotage e Negra Li.
O Haikaiss também já dividiu o palco com nomes como Racionais Mc’s, Criolo, Marcelo D2, Thaíde e com os principais nomes do rap nacional e também com artistas internacionais como Wiz Khalifa, Soulja Boy e Pac Div. Ao mesmo tempo, participam intensamente, sob a sigla DMC (Da Massa Clan), e fomentam, como selo Esseponto Records, a nova escola, composta por nomes como Costa Gold, Oriente e Zero Real Marginal (ZRM).
Além desta versatilidade que agrada gerações e universos distintos, o sucesso do Haikaiss se deve à combinação de beats elaborados, letras sagazes e autênticas e estilos espontâneos e complementares de seus quatro integrantes: os MCs Pedro Qualy, Spinardi e SPVic e o DJ Sleep. O resultado, seja em estúdio ou no palco, é explosivo. Além do DJ Sleep, que tem mais de 10 anos de estrada, vários grupos de rap de São José dos Campos e muitos sets em campeonatos de skate no currículo, a essência do Haikaiss é construída com as performances muito bem alinhadas de seus três MCs. O carismático Qualy é MC e produtor e o mais jovem do grupo, com 23 anos. Apreciador de rap latino e hip hop underground, canta e versa com muita musicalidade, assumindo os refrões e a linha de frente em faixas como a suingada “A Prova” e a melódica “Sem Graça”. Um dos maiores sucessos do grupo no Youtube, o áudio de “Sem Graça” soma quase 10 milhões de visualizações com versos romântico-divertidos como "ontem à noite eu bebi e você ficou tão linda/ Mas na hora de acordar você ficou mais ainda/ Isso não é comum, como deixei acontecer?/ O normal é acordar e eu não querer mais te ver" e "E eu que já fui feito de acento, não aceito/ Eu não sou piscina pra tu se jogar de prima”. Spinardi, 24 anos, apresenta composições ácidas e sem censura, em prosa, aliadas a um flow ágil, em que mesmo em seus momentos mais frenéticos é possível identificar claramente cada palavra, como na já emblemática faixa “4 e 21”. “Meu rap se torna meu manto, eu quero que se foda o que pensa o que faz/ E se você não tá me entendendo, mano, eu acelero mais! Já ligo meu bonde na fita, na pista que chega soando eficaz.”, comanda Spinardi em “Matéria Escura”, outro destaque do álbum e de views.
Colecionador de vinis, MC e produtor requisitado e inspirado, SPVic ouve artistas nacionais como Itamar Assumpção além de rap, jazz e soul e imprime seu estilo cool e discurso centrado em faixas como “Mente do Compositor” e “Célula do Monstro”. "No inferno da cidade, com poucos anos de idade, sendo parte da mudança contradigo a sua mensagem”, versa o paulistano de 25 anos, responsável, ao lado de Qualy, pela mixagem do disco “Fotografia de Um Instante".
Além de assinar todas as faixas do álbum duplo “Fotografia de Um Instante", algumas em parceria com outros MCs, o grupo é responsável pela produção executiva e por todo o processo técnico e fonográfico do disco duplo. Fruto de um processo de três anos de trabalho, a obra foi gravada e mixada no estúdio Ésseponto Records. Além de estúdio, o QG do Haikaiss, localizado no bairro de Santana, na zona Norte de São Paulo, também abriga a marca HKSS, que vende de rodinhas de skate a bonés, mochilas e camisetas com a etiqueta do Haikaiss em todo Brasil, e um selo que recebe outros grupos de rap da nova geração como Costa Gold, Guerrilheiros, ZRM, Inglês e Ursso.
Amantes de beats pesados e com uma pegada golden era, o Haikaiss carrega referências de grupos e artistas como A Tribe, Slum Village, Jaylib, Mos Def, Common, Beastie Boys, The Pharcyde e Talib Kweli, que em sua última passagem pelo Brasil pediu para conhecer o Haikaiss e visitou o Esseponto Records, onde gravou cenas para um clipe.
Paula Mattos, faz parte do time de estrelas da “Workshow”, um dos maiores escritórios de gerenciamento artístico do Brasil e integra o time de mulheres que se destacam no mercado sertanejo. Além do seu primeiro álbum, Paula Mattos - Acústico - lançado pela gravadora Warner Music Brasil, a cantora lançou recentemente a música “Chute e Bomba” com a participação especial de Wesley Safadão.
Chute e Bomba
Natural de Campo Grande Paula Mattos (4/09/1988), um nome respeitado no meio sertanejo pela sua brilhante carreira como compositora, desde os 15 anos, autora de centenas de sucessos gravados por grandes nomes dentro da musica sertaneja tais como: Munhoz & Mariano, Marcos & Belutti, Thaeme & Thiago e Gusttavo Lima.
Em 2013, sua composição “Doidaça”, lançada por Gusttavo Lima, foi uma das músicas mais executadas no ano.
Doidaça
Nos anos seguintes conseguiu outros sucessos como compositora como "Separa Namora", "Cara de Rica" e "Coração Apertado".
Separa Namora
"Cara de Rica"
Coração Apertado
Em 2015 iniciou sua carreira também como cantora para dar personalidade as suas composições. Com voz marcante e cheia de estilo ela combina as melodias com letras cheias de sentimento e emoção.
“Meu sonho sempre foi cantar, ser artista e graças a Deus a gente está trabalhando para isso agora. Tenho muita coisa para conquistar. Eu falo que é um novo começo, de compositora e de artista. Lógico que a gente tem barreiras como todo o mercado tem, mas com fé em Deus a gente vai quebrar essas barreiras”, diz a cantora.
CD e DVD
A carreira na música começou com as composições que foram parar nas vozes de sertanejos como Gusttavo Lima, que gravou “Doidaça”, e Thaeme e Thiago, de quem foi backing vocal por dois anos e meio: “Digo que eles me abriram a primeira porta”.
Em 2015 gravou seu primeiro DVD e viu a música “Que sorte a nossa” explodir nas rádios. Escrita por ela com a dupla Luiz Henrique e Fernando, a canção tem história. “O Fernando já lutava contra a leucemia e não conseguiu participar do DVD porque havia morrido dois meses antes. Deixei a voz dele gravada e é o momento mais emocionante dos shows”, explica a cantora, que tem o refrão tatuado no braço.
Paula Mattos lançou, pela Warner Music Brasil, seu primeiro CD e DVD. Um trabalho acústico, intimista e que traduz de forma singular seu romantismo e sua musicalidade. Gravado em São Paulo, no início de 2015, o projeto acústico está disponível em CD com 12 faixas e DVD com 10.
Que Sorte a Nossa
O álbum inclui o hit “Que Sorte a Nossa” em uma versão exclusiva com segunda voz de Fernando Paloni. Este momento, registrado no DVD, é o mais marcante e emocionante da gravação e este vídeo foi o cartão de visitas da Paula Mattos para todo o Brasil.
Eu Já Te Amava
Além do hit, o álbum “Paula Mattos Acústico” tem as modas mais românticas como “Eu Já Te Amava” com participação de Thaeme & Thiago, “Pros Outros”, “Quanto Tempo Falta”, “30 Anos” e “Rosa Amarela” e as dançantes como “O Povo Fala” com Munhoz & Mariano, “Amor É Diferente” com Zé Felipe e, o primeiro single “Quem Vê Cara Não Vê Coração”.
Pros Outros
Quanto Tempo Falta
30 Anos
Quem Vê Cara Não Vê Coração
“Quem Vê Cara Não Vê Coração” conquistou as rádios de todo Brasil com uma temática comum a muitos relacionamentos: o amor não correspondido representado nos versos “Eu pensei que era amor, era só ilusão, quem vê cara, não vê coração”.
Rosa Amarela
O novo single, “Rosa Amarela” é uma música romântica que público tem cantado cada vez mais nos shows e tem um clipe oficial que trata a diversidade das relações amorosas. Com um mote de que “Toda forma de amor é válida, desde que seja amor”, o vídeo em uma semana já tinha ultrapassado a marca de 1 milhão de visualizações e uma ótima aceitação do público.
O cenário do DVD foi assinado por Rogério Fernandez e Camila Boleli, direção de fotografia de Dudu Contreras, produção musical de William Santos e direção de vídeo de Haitham Smaili, mas todo o processo foi feito com direcionamento da própria Paula Mattos.
“Opinei em tudo, desde os arranjos até o figurino, da fotografia até o cenário”. Tem meu dedo em cada detalhe pois queria que tudo saísse do jeitinho que eu sempre sonhei e imaginei. Conseguimos!
“Esse DVD mostra para todo mundo a minha verdade e o meu amor pela música” – Paula Mattos.
Banda do Mar, formada no dia 06 de maio de 2014, é uma banda luso-brasileira composta por Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Fred Ferreira. O álbum de estreia da banda foi lançado em agosto de 2014, seguido de turnê. As carreiras do casal Mallu e Camelo já se encontraram em diversos outros momentos desde o início do relacionamento deles, anunciado em 2008. Tudo começou com uma participação dela no primeiro disco solo de Camelo, Sou, também de 2008.
Naquele disco, a dupla fez uma parceria na faixa "Janta", eleita pela Rolling Stone Brasil como a melhor música nacional do ano.
O mesmo se deu no segundo trabalho solo de Camelo, Toque Dela, de 2011.
Já a participação de Camelo no trabalho de Mallu foi ainda mais latente, principalmente no terceiro álbum dela, Pitanga, produzido pelo músico do Los Hermanos e lançado também em 2011. Já Fred trabalhou no último disco de Wado, Vazio Tropical, cuja produção é de Camelo, sendo um conhecido musico português principalmente por ser integrante de: Orelha Negra, Buraka Som Sistema e 5-30.
No dia 18 de outubro de 2014 foram entrevistados em um programa local do Rio Grande do Sul, o Patrola. Falaram sobre a nova banda, seu estilo de música, costumes, e também sobre o dia-a-dia dos membros da banda em foco o casal Marcelo e Mallu.
O álbum de estréia da banda, ganhou uma prensagem em vinil azul pela Revista NOIZE (primeiro serviço de assinatura de discos de vinil da América Latina, e segunda fabricante de vinil do Brasil atrás somente da Polysom), junto com o vinil, o cliente recebe uma revista que fala sobre o álbum de estréia da banda
Grupo de choro formado por Isaías Bueno de Almeida (São Paulo, 1937 - bandolim), Israel Bueno de Almeida (São Paulo, 1943 - violão de 7 cordas), Waldomiro Marçola (violão), Dorival Malavasi (São Paulo, 1934 - cavaquinho), Clodoaldo Coelho da Silva (São Paulo, 1936 - pandeiro), Valdir Guidi (reco-reco, cacheta e ganzá), Vicente de Paula Salvia - Viché - piano), Roberto Sion (flauta) e Toninho Carrasqueira (flauta) em São Paulo. Entre os integrantes também faziam parte dois filhos do clarinetista de orquestra Benedito Bueno de Almeida.
Isaías começou a tocar bandolim com 10 anos de idade em 1947 e, logo depois, seu irmão Israel, quatro anos mais novo, iniciou-se no cavaquinho.
Em 1953, começaram a atuar em programas de calouros, chegando a formar um conjunto com o violonista Antonio Edgard Gianor, lendário modernizador de harmonias. Três anos depois, foi apresentado por Jacob do Bandolim na segunda "Noite dos Choristas" e, a partir daí, tornou-se o mais respeitado bandolinista de São Paulo.
Sempre disposto a improvisar, não teve para isso o apoio de Jacob do Bandolim. Ao contrário do irmão, totalmente apegado ao gênero "Choro", Israel passou depois para o violão, tocando bossa-nova, e para a guitarra, integrando conjuntos de iê-iê-iê. Mais tarde, enveredou pelo jazz, estudou violão clássico e assimilou o violão de 7 cordas, fechando um ciclo que o trouxe de volta ao choro. Com o programa "O Choro das sextas-feiras" apresentado na TV Cultura a partir de 1973, no qual atuava ao lado do Conjunto Atlântico, Isaías passou a ser destaque nacional.
Em 1974, recebeu o Prêmio APCA de revelação do ano. O começo dos anos 70 marcou também o nascimento de Isaías e Seus Chorões, que contava, além de Israel, com gente também vinda de famílias de músicos, como o cavaquinista Dorival, filho do saxofonista Ernesto Malavasi, e o pandeirista Clodoaldo Coelho da Silva, cujo pai, Álvaro, chegou a atuar com o Bando da Lua.
O grupo participou de diversos programas sobre choro na TV Cultura de São Paulo, além de ter acompanhado artistas importantes no cenário da MPB: Paulinho da Viola, Arthur Moreira Lima e Altamiro Carrilho, entre outros.
Depois de gravar os discos "O fino do bandolim", com choros clássico e "O regional brasileiro na música dos Beatles", o grupo lançou, na virada dos 80, o LP "Pé na cadeira". O repertório resgatou músicas raras de pioneiros como Joaquim Callado, Carramona (Albertino Pimentel) e Nelson Alves.
Duas personalidades importantes do bandolim tocado em São Paulo figuram entre os autores: Amador Pinho, espécie de professor informal de Isaías, e Mario Moretti, bandolinista virtuoso ainda em atividade. O LP foi remasterizado para CD no ano de 1999 e lançado pela gravadora Kuarup.
A preservação do lirismo, da graça, e da simplicidade modelar e inusitada de executar o “choro” – A mais pura manifestação musical da alma brasileira. Executam os clássicos do choro de compositores como Pixinguinha, Jacob Bittencourt, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Anacleto de Medeiros, entre outros , alem de composições do próprio conjunto. O objetivo é procurar transmitir ao público o choro dos chorões na sua forma mais autêntica.
Izaías, que sempre se espelhou no carioca Jacob do Bandolim, é um digno representante do choro paulista, de forte influência italiana, com um jeito mais sentimental de tocar, originário do bandolim napolitano. Suas frases e improvisos são arrebatadores.
Oriundo do tradicional Conjunto Atlântico de Antônio Dauria, seu grupo é o mais antigo em atividade em São Paulo e é tido como referência por seu refinamento e qualidade musical, acumulando em sua trajetória inúmeras apresentações no Brasil e no exterior. Seus fundadores são os irmãos Izaías (bandolim) e Israel Bueno de Almeida, o Israel 7 Cordas(violão), que o criaram com o objetivo de preservar o gênero, conservando suas raízes. A formação atual conta ainda com Marco Bailão (violão de 6 cordas), Getúlio Ribeiro (cavaquinho) e Tigrão(pandeiro).
Lyric Video: por que cada vez mais as bandas aderem?
O videoclipe sempre foi um das maiores cartões de visita e ferramentas de divulgação do trabalho dos artistas da indústria da música. Muitos de nós tivemos o primeiro contato com trabalho de nossos ídolos em seus clássicos clipes transmitidos em programas como os saudosos "Som Pop", "Clip Trip", "Realce", "Super Special" e o "Fúria Metal" da MTV. Normalmente, artistas já consagrados, ou aqueles cujas gravadoras providenciavam tal veiculação, coisas inerentes ao show business. No entanto, com o advento da tecnologia e o surgimento do Youtube, a coisa se tornou um pouco mais democrática, e permitiu que artistas independentes pudessem veicular seus clipes na plataforma de forma gratuita e expor sua arte ao mundo. E assim o Youtube se tornou a "nova TV", que permite que pessoas de todas as partes do planeta possam conhecer e assistir videoclipes de bandas e artistas de todas as partes do mundo, a qualquer momento, e quantas vezes quiser. Desta forma, o clipe se tornou provavelmente o maior veículo de divulgação do trabalho de uma banda, que associado à facilidade do Youtube e a poder das mídias sociais, aproximou o artista do público, quebrando monopólios e fugindo do eterno ciclo vicioso de se pagar “jabá” para rádios e TV aberta, que continua sendo privilégio dos peixes grandes.
Considerando que o videoclipe é um formato audiovisual que deve vender a música e imagem do artista, no que diz respeito ao público de "boa música" (sobretudo Metal), a apresentação é algo que deve ser levado muito em conta. No entanto, produzir um clipe numa qualidade profissional requer equipamento, equipe, locação, roteiro e todo etc. Ou seja, tempo e custos, mesmo que seja tudo na base do "faça você mesmo". Talvez por isso, artistas do mundo todo resolveram apostar num novo formato para apresentar sua música internet afora: o prático e dinâmico "lyric video". Basicamente, um vídeo trazendo uma animação de letra e áudio da música em sincronia.
Os tipos e níveis de "lyric video" são dos mais diversos, desde personalizar "templates" mais sofisticados, animando e distorcendo as letras conforme o ritmo e intensidade da música, até apresentações de forma mais trivial. Por exemplo, com uma imagem congelada ao fundo, imagens aleatórias em movimento, cenas da banda em estúdio e shows, e a letra no rodapé do vídeo no tempo da música, simplesmente, sem grandes animações.
Entre as bandas brasileiras, o "lyric video" também vem se tornando popular, em estilos bem variados também. Conheça abaixo algumas bandas que investiram no formato, e o porquê da escolha ao invés do tradicional formato videoclipe:
“É um formato que me agrada, pois mexe com a imaginação e todos os sentidos de quem acompanha o vídeo pela primeira vez. Os ‘lyric videos’ são uma ferramenta maravilhosa para o público ter uma interação completa com a letra e a composição como um todo. É um modo de ouvir, ler, entender e assistir a música todos ao mesmo tempo. Imagino que muitas vezes em termos de entender a essência do que o artista realmente quis passar pode até ser mais fiel do que um videoclipe comum” (Guilherme de Siervi - Skyrion)
- Skyrion:
"Ao invés de apenas soltar uma prévia do novo álbum, Guadalajara, no Soundcloud nós resolvemos fazer um ‘lyric video’, com a participação de Gisela Bacelar e direção de Priscilla Zamarioni. É curioso por que o vídeo, editado por Ângelo Capozzoli, tem um ar de videoclipe, traz uma filmagem com cara de cinema, mas é um vídeo com a letra da música Shine. A ferramenta é útil, serve para o seu propósito, mas é mais uma. Não descartaria jamais a gravação de um clipe propriamente dito" (Roger Lombardi - Goatlove)
- Goatlove:
“Como diz o ditado ‘uma imagem vale mais do que mil palavras’. Então esta imagem em movimento pode contar histórias, emocionar e engajar pessoas de uma maneira infinitamente mais poderosa do que as palavras e imagens paradas, ou simplesmente a música. Hoje o Youtube é a rede social que mais retém a atenção das pessoas. Sorte nossa pois temos uma ferramenta poderosa para divulgação, e isto faz com que o videoclipe e o ‘lyric video’ sejam tão importantes para o artista quanto a própria música” (Nuno Monteiro – Liar Symphony)
- Liar Symphony:
“Vejo como uma ótima e prática opção para o artista divulgar seu trabalho. Além do baixo custo, os ‘lyric videos’ proporcionam uma interessante interação com os fãs, com imagens da banda ou temáticas e revivendo o bom e velho sing along!!!” (Fabio Schneider – Dreadnox)
- Dreadnox:
“Acredito que tanto o ‘lyric video’ como o videoclipe são essenciais, pois unem música e imagem da banda sendo que a maioria das vezes o ‘lyric video’ tem um custo bem menor para o artista do que um videoclipe, possibilitando-o de ter mais material para o público conhecer ainda mais o seu trabalho” (Tiago Claro – Seventh Seal)
- Seventh Seal:
“Além do custo infinitamente menor do que um videoclipe, o ‘lyric video’ é a forma mais direta e rápida para lançar uma nova música e despertar o interesse das pessoas para o resto do material. E não é uma exclusividade das bandas brasileiras que, obviamente, tem um orçamento muito mais baixo que as grandes bandas estrangeiras e que são suportadas por uma gravadora. Grandes artistas tem usado esse novo formato para divulgar seus singles antes do lançamento dos álbuns. Chegou para ficar!” (Alexandre Grunheidt – Ancesttral)
A dupla de Sertanejo Universitário EVANDRO & HENRIQUE que teve inicio no ano de 2008, vem conquistando centenas de fãs por onde passa e já garante espaço na mídia nacional. A dupla maringaense é formada por Evandro, o segunda voz, que desde pequeno tem a música como parte de sua vida; e por Henrique que desde pequeno teve influência musical por parte de sua família, pois seu avô foi um grande violeiro, e introduziu a musica sertaneja na família.
Henrique passou por varias experiencias no mundo da musica, tocou em bares e foi integrante de uma das maiores bandas do sul do pais a BANDA METRÓPOLE By poppy de Propriedade e produção do grande amigo da dupla SERGIO POPPY.
Os paranaenses Evandro & Henrique divulgaram em maio/2015 através das redes sociais da dupla, a moda “Tô merecendo a confiança de ninguém”. De quebra, a dupla aproveitou para anunciar a gravação do primeiro DVD da carreira, no dia 28 de maio de 2016. A música "Tô merecendo a confiança de ninguém", é dos compositores Hugo Del Vecchio, Gabriel Agra, Gregory Castro e Gustavo Marques. e é a primeira deste futuro projeto, intitulado “Evandro & Henrique – 7 anos de História”.
Com seis anos de carreira, Evandro & Henrique já gravaram cinco CD’s e emplacaram canções como “Zuar e Beber”, “Só saio com as top”, “Tô vendendo beijo”, “Uh papai chegou”, “Jéssica tá louca”, e diversos outros sucessos.
Evandro
Nome completo: Evandro Pereira da Silva signo: Gêmeos. Altura: 1,70. Hobi: jogar futebol. Características: guerreiro e persistente. Qualidade: falar sempre a verdade. Defeito: Confiar nas pessoas. Parte do corpo: pernas. Prato perfeito: escondidinho de carne. Cor: rosa. Bebida: suco de laranja. Musica: eu encontrei o amor. Exemplo: mãe. Cantores preferidos: Zezé Di Camargo, Milionário e José Rico, Elton Jhon. Mulher perfeita: Minha futura esposa. Detesto: pessoas que não tem palavra. Animal: Cachorro. Perfume: Booster lacoste. Frase: "Tudo posso naquele que me fortalece".
Evandro cresceu e nasceu na cidade de Perola interior do Paraná onde trabalhava no sitio da família e sempre teve contato com a musica sertaneja e o jeito sertanejo de ser.
Henrique Nome completo: Juliano Cesar Alvarenga. Signo: Leão. Altura: 1,70. Hobi: jogar futebol e música. Caracteristicas: homem de fé. Qualidade: amoroso. Defeito: Confiar nas pessoas. Parte do corpo: olho. Prato perfeito: churrasco. Cor: branco. Bebida: Tereré e coca-cola. Musica: Milagres (André Valadão). Exemplo: pai e mãe. Cantores preferidos: Davi Sacer, Guilherme e Santiago, Milionário e José Rico, Bruno Mars Mulher perfeita: Minha futura esposa. Detesto: Falsidades. Animal: Cachorro. Perfume: Million.
Hoje a dupla vive um grande momento de boas conquistas com seu 4 álbum e sucesso a "Jéssica ta louca" que conta com grandes participações em mais faixas do CD.
A dupla hoje conta com uma grande parceria de produção musical do maestro Jimmy Oliveira que produz desde o primeiro disco. Por onde passam levando alegria Evandro e Henrique agrada sempre seus fãs retribuindo o carinho e atenção.
Em 2013, a dupla foi a pioneira no mercado sertanejo ao gravar a música “Lepo Lepo”, do grupo de pagode baiano Psirico. Seus compositores são Filipe Escandurras e Magno Santana.
A última música trabalhada por eles foi “Farra, pinga e foguete”, gravada em parceria com Bruno & Barreto, com quem eles também haviam dividido os vocais em outra canção, “Planos”, composição dos cantores sul-mato-grossenses, Allan & Kaique, dupla que também tem se destacado no meio sertanejo, principalmente na região de Ivinhema/MS.
Meirecler é o nome artístico da cantora, compositora, poetisa e fotógrafa Mary Cleis. Filha de Augusto Cleis e de Maria Leite Cleis, Meirecler nasceu no dia 13 de dezembro de 1943 em Sorocaba. Iniciou, como cantora, aos 9 anos de idade na Sociedade Recreativa XV de Novembro (Árvore Grande).
Em 1954 estreou no Clube Caciquinho, da Rádio Cacique de Sorocaba. Ali foi eleita rainha no mesmo ano de estréia. Cantou também em anos subsequentes na PRD7, Rádio Clube de Sorocaba e Rádio Vanguarda.
Em 1957, cantou nos nos calouros da Hebe Camargo, na TV Paulista, sendo classificada. Em 1959, estreou na Rádio Gazeta de São Paulo, profissionalmente. Tinha sua audição semanal num programa de auditório da "emissora da elite".
ANTONIO MARCOS - TODO AMOR DO MUNDO
Composição de Meirecler
Em 1961 cantou num programa, tipo festival na TV Tupi, Sumaré. Em 1962 foi contratada pela gravadora Continental onde gravou dois 78 RPM, com as músicas: "Mágoa", "Não devias mais voltar", "Nosso Romance" e "Toada do Burrinho", estas duas últimas, composições de Osvaldo Audi e Atayde Júlio, este, natural e morador de Votorantim.
Carmen Silva - Fotografia
Ano: 1988 Composição: (Meirecler)
Em 1970 foi contratada pela RCA Victor, onde gravou um compacto simples com duas músicas de sua autoria: "Se você veio pra dizer Adeus" e "Chorando solidão".
Carmen Silva - Nunca Mais Solidão
Ano: 1989 Composição: (Meirecler/Rita Carvalho)
Como compositora possui mais de 150 músicas gravadas com cantores como: Vanusa (primeira intérprete a gravar uma música sua); depois, António Marcos, Altemar Dutra, Martha Mendonça, Paulo Sérgio, Carmen Silva, Jerry Adriani, Sérgio Reis e Joanna, além de Chitãozinho e Xororó, Reginaldo Rossi, Ângelo Máximo, Cláudia Barroso, Núbia Laffayete, entre outros.
Chitãozinho & Xororó - O Que Mais Você Quer de Mim (LP/1989)
Autores: Manoel Pinto - Meirecler
Na época dos Festivais, participou do primeiro promovido pelo maestro Nilson Lombardi, ficou em segundo lugar com "Frevo Do Desencanto", defendido por Tito Carlos. Participou, também, de um festival realizado no Cine Santa Rosália, defendendo música de Messias Pereira de Paula. E no Festival da Canção no Sorocaba Clube defendendo a música: "A escola desce o Morro", de Pedro Ângelo Vial, classificando- se em primeiro lugar.
Teve participação no festival de Avaré em 1972. Fez se presente também no programa da Hebe Camargo na TV Bandeirantes ao lado de Luiz Vieira, seu parceiro,na música defendida por ele. Outro festival de qual participou foi na Tv Tupi do Sumaré, onde sua música "Minha Paineira", foi defendida por Aguinaldo Rayol.
Em 1990 cantou no Festival Rímula, do SBT, defendendo a Música "Meu Lugar", parceria de Meirecler com Tony Damito.
Em 2013, Sérgio Reis gravou a canção "Meu Lugar", de Tony Damito e Meirecler, lançada no álbum Questão de Tempo (Radar Records).
Em programas de televisão, participou de: Almoço com as Estrelas, Clube dos Artistas, Programa António Marcos, Programa Hélio Ansaldo.
JERRY ADRIANI-Toque Essa Música Outra Vez
Compositores: Meirecler/Márcia Regina
Além de cantora e compositora, Meirecler é poetisa e fotógrafa, tendo recebido as seguintes premiações:
Medalha de Ouro no XIX Concurso Nacional de Poesias - Revista Brasília - 98.
Menção Honrosa no IX Prêmio Moutonnée de Poesia de Salto - SP em novembro de 98.
Participação no Livro "Antologia Literária", título: "O sonho, com um conto em 1999", da Casa do Novo Autor, editora LITTERIS, cujo título é "Asas de Borboleta".
Participação no livro "Antologia Literária", título: "O amor na literatura", com um conto cujo o nome "O amor maior", editora LITTERIS - 2000.
Primeiro Concurso feminino de poesia - 2003, cujo nome do livro é "Alma de Mulher", realização do Instituto Darcy Ribeiro e Iara Bernardi, deputada federal.
Menção honrosa - Salão de Fotografia de Sorocaba - Cartier Bresson - Agosto/98