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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Diário da Música ♪♫: Miltinho




Diário da Música ♪♫: Miltinho: Milton Santos de Almeida, nome artístico Miltinho nasceu no Rio de Janeiro, em 31 de janeiro de 1928; e faleceu no dia 07/09/2014, aos 86 anos; vítima de uma parada cardíaca no Hospital do Amparo, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio de Janeiro, onde estava internado havia dois meses em tratamento de um problema pulmonar.

Cantor e instrumentista. A carreira de Miltinho não se limitou somente ao Brasil. Gravou 10 discos de músicas brasileiras em espanhol, sendo lançados na América Latina.


Com a música “Mulher de 30”, Miltinho ganhou o reconhecimento do público. Recebeu vários prêmios, participou dos principais programas de televisão da época. O sambista também animou carnavais com marchinhas como "Nós os carecas".


No aniversário de 70 anos, em 1998, lançou o CD "Miltinho Convida", com elenco de alguns de seus aprendizes confessos, como João Nogueira, João Bosco, Luiz Melodia, Chico Buarque, entre outros. Já gravou também com Zeca Pagodinho, Elza Soares, Martinho da Vila, Ed Motta e Mariana Baltar. Como intérprete, lançou João Nogueira e Luiz Ayrão.



'Rei do Ritmo'

"Mulata assanhada", “Palhaçada”, “O conde”, “Laranja madura”, “Volta” e “Menino moça” são outros de seus sucessos, que lhe renderam o apelido de "Rei do Ritmo". "A vida, a meu ver, como ritmista, é um ritmo. Você tem ritmo para andar, para pegar ônibus... Se bobear, tropeça e cai", disse o cantor em entrevista para o documentário "No tempo do Miltinho" (2008), de André Weller. "Eu não sou astro de coisa nenhuma. Sou apenas um mero cantor de samba. O que me honra muito", definiu-se.


Também no filme, vencedor do prêmio de melhor curta brasileiro no festival É Tudo Verdade de 2009, Elza Soares, uma de suas parceiras, elogia: "A divisão de Miltinho, acho que ele tem ritmo até na ponta da orelha (...) Para mim, ele é único."


De acordo com Sandra Vergara, filha de Miltinho, ele havia parado de fazer shows há quatro anos, desde quando foi diagnosticado com princípio do mal de Alzheimer.

FONTE

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/09/cantor-miltinho-morre-no-rio.html

terça-feira, 12 de abril de 2011

Miltinho



Milton Santos de Almeida, nome artístico Miltinho nasceu no Rio de Janeiro,em 31 de janeiro de 1928, cantor e instrumentista. A carreira de Miltinho não se limitou somente ao Brasil. Gravou 10 discos de músicas brasileiras em espanhol, sendo lançados na América Latina.

11º PMB (1997) - Elza Soares e Miltinho cantam "Samba do Ziriguidum", Jackson do Pandeiro


Miltinho 1960 "O Poema do Adeus"

(Miltinho em cena do filme "O Vendedor de Linguiças", de G. M. Laurelli e estrelado pelo comediante Mazzaropi em 1960, cantando "O Poema do Adeus", de Luiz Antônio.)

Na década de 1940 participou como ritmista e vocalista de quatro importantes grupos musicais: Cancioneiros do Luar, Namorados da Lua, Anjos do Inferno que chegou a viajar aos Estados Unidos acompanhando Carmen Miranda e Quatro Ases e Um Coringa.

De 1950 a 1957, foi crooner da Orquestra Tabajara, de Severino Araújo, e do grupo Milionários do Ritmo, de Djalma Ferreira com quem chegou a gravar como crooner.

Meu Nome é Ninguem


Em 1960, passou a seguir carreira solo e lançou o LP "Um Novo Astro", onde gravou as músicas "Ri", de Luiz Antônio; "Idéias erradas", de Ribamar e Dolores Duran; "Teimoso", de Ari Monteiro e Luiz Bandeira e "Mulher de trinta", de Luiz Antônio, que se constituiu no maior sucesso de sua carreira.

Palhaçada - 1961


Em 1965, gravou "Miltinho ao vivo", no qual cantou sucessos como "Eu chorarei amanhã", "Meu nome é ninguém" e "Mulher de trinta".

Em comemoração aos 54 anos de carreira artística, a Sony Music lançou o CD “MILTINHO CONVIDA”, com muitos convidados especiais como: Chico Buarque, Fafá de Belém, Nana Caymmy, Doris Monteiro, Elza Soares, Martinho da Vila, MPB 4, João Bosco, Emílio Santiago, João Nogueira e Tito Madi, que fazem dueto com Miltinho. Entre outras músicas destacam-se: MENINA MOÇA, MEU NOME É NINGUÉM, POEMA DO ADEUS, CANÇÃO DA MANHÃ FELIZ, PALHAÇADA, MULHER DE TRINTA.



ÁLBUM: As Mulheres de Miltinho (1968) ODEON
Madalena


Elza Soares & Miltinho - Elza, Miltinho e Samba (1967), para a Odeon, com arranjos de Maestro Orlando Silveira apoiado pelo Maestro Nelsinho e Lyrio Panicalli. (Músicos nesta sessão não foram creditados pela Odeon, mesmo quando ela foi incluída no conjunto Elza Soares caixa liberada pela EMI Odeon em 2003).



Beijo na Boca - Elza Soares e Miltinho


"Mal De Amor" Elza Soares & Miltinho


Em meados da década de 1970, passou a investir mais em shows pelo interior, ficando afastado dos palcos nas grandes cidades.

Miltinho canta "Laranja Madura" (Ataulfo Alves) 1976


Em 2003, apresentou-se com Dóris Monteiro no Centro Cultural Banco do Brasil no show "Estamos aí".

Ainda faz shows e recentemente lançou um CD com as participações de nomes como Chico Buarque, Elza Soares e Martinho da Vila, entre outros.

Amor de Pobre


Miltinho e ED Motta - Meu nome é ninguém


Coletânea dupla celebra os 80 anos de Miltinho



Com pouco mais de um mês de atraso, a gravadora EMI Music pôs nas lojas a festiva coletânea dupla, Miltinho - Samba e Balanço, criada para celebrar os 80 anos de Milton Santos de Almeida, já completados em 31 de janeiro de 2008. A compilação reúne 28 fonogramas extraídos dos 16 LPs e vários compactos gravados pelo cantor carioca na Odeon, entre 1966 e 1976.

Silvio Santos - Miltinho - Pout Purri - Mulher de Trinta


Zeca Pagodinho e Miltinho - Se Você Visse - DVD 'Acústico MTV 2 Zeca Pagodinho - Gafieira'


Zeca Pagodinho e Miltinho Cantam A Música "Se Você Visse"

Se você visse a boca que me beija todo dia
Se você visse a cor que os olhos dela têm
Se você visse as mãos que me acariciam
Não creio que você
Quisesse amar a mais ninguém
Se você visse todas as manhãs o seu sorriso
Nascido de um amor tão verdadeiro
Que faz pra mim de tudo um paraíso
Eu não a troco pelo mundo inteiro

Se você visse a casa arrumada
Minha roupa engomada
Quando chego do trabalho, que carinho
Além de tudo isso, sem vaidade
Há lá dentro do meu ninho
Fé, esperança e caridade.

FONTE

Anos Dourados

Wikipédia