domingo, 27 de novembro de 2016

Rafael & Rondinelli


A dupla Rafael & Rondinelli lançou em seu canal oficial no Youtube, o clipe da música “Onde o Amor Tem Preço”. O clipe conta com a direção de Thiago Matarazzo e a produção de Márcio Rodrigues, já a composição da música é de Flavinho Tinto, Nando Marx e Douglas Melo.

A temática da canção ilustra uma história do peão que encontra os patrões indo para a casa onde o amor tem preço e é convidado por eles para ir também. Lá, enquanto a música roda, a história vai mostrando a dupla (patrões) e o peão em momentos de muito prazer com belas mulheres, bebidas finas à vontade e sorte no jogo de cartas. Ao final, a cena volta ao início do clipe, no encontro dos patrões com o peão, que está dormindo no serviço e sonhando com tudo o que foi mostrado no vídeo. De quebra, o peão ainda leva uma bronca para ir trabalhar. São cenas bem dirigidas, enredo bem elaborado e lindas mulheres, além da vibração da música, um rasqueado com boa harmonia e interpretação perfeita de Rafael & Rondinelli.


A dupla é da cidade goiana de Jataí e se tornou coqueluche das baladas goianienses, lotando todas as boates onde canta. O clipe tem direção de Thiago Matarazzo e produção de Márcio Rodrigues. Onde o Amor tem Preço foi composta por Flávio Tinto, Nando Marquez e Douglas Melo.


DADOS PARA CONTATO
Telefone: 61-81444040
Site: http://www.rafaelerondinelli.com.br/
Email: wone@wone.com.br


Dupla Rafael e Rondinelli da cidade de Jataí-GO Contatos pelos fones: 64- 9958-7302 http://www.rafaelerondinelli.com.br 


INFLUÊNCIAS
Peão Carreiro & Zé Paulo, Tião Carrero e Pardinho, Jads e Jadson, Edson e Hudson, Bruno e Marrone, Jads e Jadson, Breno Reis e Marco Viola.





FONTE

http://rafaelerondinelli.com.br/

http://www.garagemmp3.com.br/rafael-e-rondinelli

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Rodrigo Lessa e Miguel


Dupla formada por um médico ortopedista (ainda em atividade) e por um ex-estudante de medicina, que não concluiu a faculdade justamente para cuidar da carreira. Rodrigo Lessa (ortopedista) e Miguel se conheceram e passaram a cantar juntos na antevéspera do Natal de 2013, após serem apresentados por um amigo em comum.


De Minas Gerais, os rapazes já tiveram outros parceiros, mas o gosto pela música e pela medicina os uniu mais do que qualquer outra parceria.

O que um médico e um ex-estudante de medicina têm em comum? Certo, a primeira resposta seria bastante óbvia: A medicina! Mas não é só isso, eles tem a música, a amizade e muitos sonhos a serem realizados! Já conhecidos por compartilharem talento nas festas da faculdade de medicina, hospitais e centros cirúrgicos de São Paulo e Minas Gerais, eles agora apresentam ‘Trato é Trato’, o primeiro single da dupla.

“É um dia feliz! Não temos palavras para descrever o que sentimos neste momento. Quando contávamos aos nossos amigos e parceiros de profissão que gostaríamos de seguir a carreira artística, nos chamavam de doidos! Pois é, agora está aí, é uma realidade!”, diz Rodrigo Lessa.


Dudu Paixão, Felipe Oliveira e Caio Fratucello assinam a composição. Produzida por Allan Arcanjo, ‘Trato é Trato’ conta a história de um fim de um relacionamento em que uma das partes não cumpre o combinado, o que leva o parceiro a dor e ao sofrimento. “Ela tem um papo bem atual, é romântica e dançante. Allan acertou nos arranjos. Ficamos imensamente felizes em trazer ao mercado esta canção que, para nós, significa muito. É o início da realização um sonho”, diz Miguel.


‘Trato é Trato’ também se transformou em lyric clipe, que pode ser conferido abaixo:

A canção A Culpa é Sua, composição do casal Amanda Borges e Sassinhora Jr. faz parte do CD “Domador de coração”. O clipe de “A culpa é sua” pode ser conferido abaixo.


sábado, 12 de novembro de 2016

Um44k


A dupla Um44k é formada pelo Luan Otten (Marollie), Saulo Poncio.


Em "Nada Mais" a dupla conta com a participação de Jonathan Couto do P9; e de Sarah Poncio.





A música ‘’Melhor Assim’’ foi escrita por eles e gravado pela Ludmilla e Biel, eles também tem uma música com o Ari, da Cone Crew.



FONTE

https://www.facebook.com/luanotten/

https://www.facebook.com/um44k/

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Matheus e Kauan



A história da música na vida da dupla Matheus e Kauan começou oficialmente em 2011, quando foram apresentados no palco principal do Festival Caldas Country tocando músicas autorais e o tema da festa composto pela dupla especialmente para o evento.

Mas os irmãos nascidos na cidade de Itapuranga, interior de Goiás, conheceram o gosto de cantar muito cedo. Kauan o primogênito da família, com apenas cinco anos, chamava a atenção e emocionava a todos na igreja que frequentava, quando cantava junto com seu pai a canção “Soldado Ferido”.


Com esse dom para cantar sua mãe – Sirlene Aleixo- decidiu levá-lo para participar de festivais de música na cidade e na região. Passavam os anos, e o resultado dos festivais sempre era o primeiro lugar para orgulho da família. Matheus era apenas um bebe de três anos, mas já observava o irmão cantando em casa o tempo todo.

Nessa época o pai da dupla veio a falecer, abalando a estrutura familiar, mas os unindo ainda mais para o sonho da música prevalecer. Foi quando a mãe decidiu juntar suas economias para o filho Kauan na época com 10 anos, gravar um CD com quatro faixas só de músicas sertanejas.


Kauan conta que até os 15 anos já havia gravado dois discos solo, mas queria ter uma dupla sertaneja. Tentou algumas parcerias que acabaram não dando certo, foi a partir daí que decidiu aos 18 anos mudar-se para os Estados Unidos, onde morou por um ano. Lá também surgiu a oportunidade de formar mais uma dupla em sua carreira, mas a saudades dos irmãos e da mãe o fez voltar, foi quando ao chegar no Brasil deparou-se com seu irmão de 13 anos, Matheus, cantando e compondo belíssimas canções.

A partir desse momento Kauan começa a perceber o que era obvio e que sempre foi alertado pelo tio Vicente Aleixo: “a dupla está dentro de casa”. Porém com a pouca idade de Matheus, a realização do sonho só aconteceu dois anos depois. Em 2010 a dupla Matheus e Kauan estava oficialmente formada com o apoio familiar gerado pelo elo de amor e a união, entre dois irmãos com a mesma vontade de cantar e encantar superando as dificuldades da vida e decidiram que seguiriam a carreira juntos.


Para colocar o projeto em pratica a mãe vendeu o carro e a dupla grava seu primeiro CD de apresentação que acabou rendendo a eles a contratação pelo escritório AudioMix .

Apesar de muito jovens – Matheus nasceu em 1994 e Kauan em 1988 – a dupla também é conhecida no cenário musical por conta do seu repertório de sucessos que já foram gravados por grandes artistas. A lista inclui Jorge e Mateus, parceiros de escritório que gravaram “Na Hora que Você Chamar”; “Coisas de Quem Ama”e “Vai Entender”. Luan Santana escolheu sete músicas de Matheus para seu repertório inclusive “Tudo que Você Quiser” que o premiou como a música do ano em 2014 no Prêmio Multishow. Michel Teló com “Se Tudo Fosse Fácil” e Bruno e Marrone com “Tiro e Queda”, também estão na lista de artistas que gravaram os hits. Além João Neto e Frederico que gravaram 10 músicas da dupla.


Matheus e Kauan vem conquistando seu espaço no mundo sertanejo com suas canções, vozes e talento, e a cada dia realizando o sonho de fazer parte dessa história.


Para saber mais de Matheus & Kauan, acompanhe as redes sociais:
Facebook: http://www.facebook.com/matheusekauan
Twitter: @matheusekauan
Instagram: @matheusekauan_
Youtube: www.youtube.com/mekcanal e www.youtube.com/MatheusKauanVEVO



FONTE

http://matheusekauan.com.br/biografia/

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ana Vilela


Uma música voz e violão está circulando em grupos do WhatsApp e a pergunta “quem canta essa música?” tem sido feita com frequência. A dona da melodia calma e da voz doce é Ana Vilela, jovem de 18 anos, moradora de Londrina, Paraná. “Trem-Bala” foi composta em uma tarde.


“Fiz em um momento caótico da minha vida, há uns dois meses. Desliguei o celular e saiu. Depois acabei mandando para uns amigos, que gostaram e enviaram para outros amigos. Foi então que encontrei um vídeo no Youtube com o título ‘Quem canta essa música?’ e várias visualizações”, conta Ana.


Ela trabalha auxiliando aulas de música em um projeto social de Londrina. A jovem compõe há quase cinco anos, desde os 12 toca violão e com 14 se apresentava em um shopping da cidade. Mas o amor pela música vem de antes, quando ainda era criança.

“Eu amo música e espero continuar fazendo isso. Fazer música sempre foi meu sonho desde muito cedo. Quero levar outras composições para as pessoas”, diz.


Ainda no anonimato, já que a música ganhou as redes, mas não tem o nome da compositora, Ana conversa com o tio músico sobre projetos futuros e quer subir mais músicas para o canal do Youtube. Em seu perfil do Instagram e do Facebook, ela está recebendo muitas mensagens.

Nos comentários dos vídeos, Ana tem recebido elogios e está sendo comparada com Mallu Magalhães.
FONTE

http://www.correiodoestado.com.br/variedades/musica-que-esta-circulando-no-whatsapp-e-de-jovem-de-18-anos/289613/

Lilhan Gonçalves



Um pouco de música com Lilhan Gonçalves.

INTERESSES
Outros artistas que gostamos
Trajeto 2, Bella xu, Junior e Rodrigo, Léo verão & Daniel Freitas


INFORMAÇÕES DE CONTATO
@Lilhaan




MAIS INFORMAÇÕES
Local atual
Dourados


Gênero
Eclético


Cidade natal
Naviraí MS


Sobre
Lilhan Gonçalves, Cantora, casada, mamãe do Theo! 22 anos, Dourados/MS. Apaixonada por musica


Covers semanais!



FONTE

http://fersabo.blogspot.com.br/2013/10/ensaio-fotografico-lilhan-goncalves_2.html

https://www.insgy.com/user/lilhaan/184778739

domingo, 16 de outubro de 2016

Zé Neto & Cristiano


A infância compartilhada e a paixão pela música não podia ser diferente. 
Zé Neto & Cristiano foram criados na zona rural e foi lá que a música começou a fazer história na vida dos artistas. Sob influência Zé Neto desde criança esteve envolvido com a música sertaneja, já Cristiano começou carreira na música gospel.


José Toscano Martins Neto (Zé Neto) sempre esteve envolvido com a música sertaneja raiz, influenciado pela família e tendo como referência duplas como João Paulo & Daniel, Zezé di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo, Zé Neto enxergava em cada canção um estilo de vida a ser seguido.

Irineu Táparo Vaccari (Cristiano) entrou no mundo da música através da igreja, desde criança sempre fez parte corais.


Os dois nasceram em São José do Rio Preto e moram no mesmo bairro desde criança. Em 2011 Zé Neto e Cristiano se juntam na parceria pela busca de um mesmo sonho, cantar.


Dos barzinhos aos grandes palcos, Zé Neto & Cristiano assinaram no início de 2014 com a WorkShow, escritório de agenciamento artístico que tem em seu cast Henrique & Juliano, Marcos & Fernando, Maiara & Maraísa e Marília Mendonça. 


Sob os cuidados do empresário musical Wander de Oliveira, os sertanejos seguem os mesmos passos que a dupla que “arrastam multidões”, padrinhos de Zé Neto & Cristiano. 

Em maio deste ano a dupla gravou o primeiro DVD da carreira, São José do Rio Preto-SP foi palco de um mega show que contou com a participação de Henrique & Juliano, Humberto & Ronaldo e Marília Mendonça.


"Um sonho somente vira realidade se a gente levanta e corre atrás!"
Zé Neto & Cristiano




FONTE

http://www.zenetoecristiano.com.br/

Love Songs: as músicas mais pedidas em diversos momentos do casório


Criar a lista de músicas do casamento é divertido, mas dá um trabalhão. Durante a cerimônia, a trilha permeia todos os momentos marcantes, da entrada da noiva à troca de alianças, e ainda há os hits que animarão a festa. O planejamento requer pesquisa e, muitas vezes, ajuda profissional. Vale também pedir aquela força para os amigos que acompanharam a vida dos pombinhos.

Se os noivos quiserem apostar nas músicas da moda, devem levar em consideração se importa ou não que seu impacto seja passageiro. Buscar "playlists" já prontas em sites especializados, como UOL Música Deezer, Spotify e Kboing, é uma alternativa. Na hora de contratar músicos e DJs, procure os que, além de possuir amplo acervo e boas referências, estejam abertos a ouvir sugestões do casal. Ainda está em dúvida? O UOL traz os "top 10" de cinco momentos do casório. Elas estão em listas no decorrer do texto e podem ser ouvidas.

Lá vem a noiva

Das duas versões instrumentais da "Marcha Nupcial", a preferida é a do compositor alemão Felix Mendelssohn (1809-1847). A segunda foi composta pelo maestro Richard Wagner (1813-1883). Para as cerimônias evangélicas seria possível fazer uma lista só com os louvores do cantor Thalles Roberto, com destaque para "Nada Além de Ti": as canções são românticas e falam da fé nas promessas de Deus.


Hora do "sim"

Para a atual geração de noivos, o tema do filme "A Bela e a Fera" (1991), da Disney, é um dos mais nostálgicos e pedidos. Abordando a redenção do monstro pelo amor, a versão mais tocada é a instrumental. Para os que preferem músicas mais atuais, "Let It Go", da animação "Frozen" está bem cotada desde 2014.


Uma dica: se os noivos optarem por canções em outras línguas é interessante compreender a letra para evitar gafes como, por exemplo, embalar um momento de alegria com uma canção que fale de tristeza e decepção. Ao escolher a igreja, também é bom checar se há restrições quanto à trilha sonora.

Bons momentos do casal

Pense em uma composição apaixonante, que fale da trajetória do casal para os amigos e familiares de maneira alegre e impactante. Quem nunca assistiu ao filme "Shrek - 2", com o casal de ogros fofos correndo por um campo florido ao som de "Accidentally In Love" (Counting Crows)? 


Mas se ela não fez parte da sua vida, que tal escolher uma música mais personalizada? Quer que todo mundo entenda? Aposte em uma bela canção nacional, como "Por Você" (Barão Vermelho).


Tradição: a valsa com o pai

Um dos mais ternos e comoventes momentos da festa de casamento é a clássica valsa da noiva com seu pai. Antigamente, este rito simbolizava os últimos momentos dos dois, antes do pai entregá-la à vida de casada.


No entanto, hoje em dia a dança evoluiu para uma brincadeira com diferentes significados para cada família. Há quem invista em um grande número de performances e outros que não se arriscam além da tradicional repetição "dois pra lá, dois pra cá".


Entre as músicas que exprimem um significado especial para o momento estão: "Daughters" (John Mayer), "My Little Girl" (Tim McGraw), "My Girl" (The Temptations) e uma profusão de baladas de Billy Paul e Stevie Wonder.

É festa!

Com ares praianos e muita energia, os trabalhos de artistas como Kygo, OMI, Klingande têm feito sucesso nas festas de casamento. 


Mas músicas com ritmos mais carnavalescos, a exemplo de "Taj Mahal" (Jorge Ben) não podem faltar, bem como aquela sessão nostalgia recheada de hits da era Disco – "September" (Earth, Wind & Fire) - e do brega, de Sidney Magal (não negue: todo mundo espera por "Sandra Rosa Madalena"). 


Agora, se a ideia é festejar na fazenda ou em épocas mais frias do ano, os temas que se relacionam com a natureza e estão em alta.


Algumas apostas mais calminhas são "Harvest Moon" (Neil Young) e "Autumn in New York" (Billie Holiday).

SUGESTÕES DIÁRIO DA MÚSICA





E OUTRAS... AQUI






















FONTE

http://estilo.uol.com.br/casamento/noticias/redacao/2016/10/16/love-songs-as-10-musicas-mais-pedidas-em-diversos-momentos-do-casorio.htm

http://mdemulher.abril.com.br/familia/claudia/musicas-mais-pedidas-em-casamentos

sábado, 15 de outubro de 2016

Anavitória



A dupla Anavitória realiza o primeiro show em Araguaína, no norte do Tocantins, cidade onde o duo se conheceu e começou a carreira. As meninas farão duas apresentações no Colégio Santa Cruz, neste sábado (14), com uma sessão às 17h e outra às 20h. Os ingressos já estão esgotados.




A dupla ficou nacionalmente conhecida depois que um vídeo da música "Singular" foi divulgado no Facebook e bombou na web. O duo é formado pela estudante de música, Ana Caetano, de 21 anos e pela estudante de teatro, Vitória Falcão, de 20 anos.

Para Vitória, voltar e cantar no lugar onde tudo começou e onde elas ainda têm amigos e família tem um gosto especial. “É incrível! Toda essa turnê e os encontros que estamos tendo pela estrada, viver isso já é lindo. Voltar para casa e ver isso acontecer aqui é massa! [sic]”.
Dupla faz show em auditório de escola,
onde estudaram em Araguaína
(Foto: Reprodução/Facebook)

A dupla está em turnê para divulgação do álbum. Elas começaram a viajar em setembro deste ano e a proposta é percorrer as cinco regiões do Brasil. Segundo Ana, elas já planejavam incluir Araguaína no roteiro. “O show em Araguaína já estava em mente desde que pensamos em fazer uma turnê. Queríamos muito vir para cá”, afirma.



Para o primeiro show no Tocantins, Vitória afirma que o público pode esperar uma apresentação emocionante, inclusive porque que o local onde elas vão se apresentar faz parte da história musical da dupla.



“Vai ser especial como tudo o que a gente se propõe a viver e talvez mágico porque vamos estar no auditório da escola que a gente cresceu. Inclusive, Ana compôs a primeira música da vida dela para um festival que acontecia lá. Vai ser lindo demais”, conta.

A dupla, que comemora o sucesso e a rapidez com que a carreira deslanchou, afirma que um show em Palmas também está nos planos delas.

“Realmente, tudo tem acontecido muito rápido e tão bonito, estamos aproveitando cada momento”, diz Vitória. “Temos muita vontade de levar nosso show pra Palmas, mas ainda não sabemos quando vai rolar”, completa Ana.




Carreira

Atualmente, Ana e Vitória são empresariadas por Felipe Simas, que também é responsável pela carreira do cantor Tiago Iorc. Aliás, o cantor se tornou uma espécie de padrinho elas. As cantoras já abriram um show dele e vez ou outra Tiago faz a divulgação das jovens através de fotos postadas no Instagram.

"É um bonito ele! Tiago é nosso produtor, painho [sic], amigo fiel, pastor, irmão camarada e conselheiro amoroso", diz Vitória.



Em fevereiro desse ano, a dupla confirmou a gravação do primeiro álbum, após uma campanha de financiamento coletivo online, que superou a meta de R$ 48 mil. Elas conseguiram mais de R$ 60 mil para começar as gravações. O disco foi lançado em agosto desse ano.





Em 2015 o empresário Felipe Simas mandou para o site Brasileiríssimos um clipe da Anavitória cantando a música "Singular". Em dois dias o vídeo no Facebook já tinha mais de um milhão de visualizações (hoje já passou de 1,5 milhão) e aí surgiu a pergunta: Quem é essa Anavitória? 

Pois Anavitória se escreve junto assim porque não é uma cantora, mas sim uma dupla formada por Ana e Vitória, duas garotas da cidade de Araguaína, no Tocantins. Ana com 20 anos, Vitória, 19.


Elas se conhecem desde pequenas, da escola. Foram apresentadas por uma amiga em comum e acabaram se aproximando por causa do interesse mútuo pela música. Ana tem um canal no YouTube desde 2012, onde publicava vídeos cantando canções próprias e alguns covers. Um dia as duas se juntaram para gravar uma versão simples, voz e violão, de "Um dia após o outro", de Tiago Iorc. Vitória é fã do cantor brasiliense e ia a todos os shows dele em Goiânia.

Elas então mandaram o vídeo para Tiago, que adorou a versão e entrou em contato com as meninas. Ele estava montando o selo Forasteiro, para lançar artistas independentes. No final de janeiro, gravaram o primeiro EP, com quatro músicas, sendo duas autorais e dois covers. A escolha do repertório foi feita em parceria com Iorc e Simas. 

— Singular já estava escolhida desde o comecinho — explica Ana. — Aí a gente mandou umas três músicas e eles escolheram "Chamego".

As covers são "Cores", de Lorena Chaves, e "Tenteentender", da banda Pouca Vogal, formada por Humberto Gessinger e Duca Leindecker. 

— A da Lorena foi escolhida justamente porque não tinha uma versão em estúdio. Era só uma gravação caseira no YouTube. Era mais uma música nova no EP — continua Ana.
— A da Lorena Chaves ("Cores") tem uma cara jovem e a gente gostou da música, Ana dizia que tinha a minha cara e a gente gravou — completa Vitória.

Agora Vitória já está morando em São Paulo, onde estuda teatro. Ana faz medicina em Araguari, Minas. Ela tem planos de ir para São Paulo também, para ficar perto da Vitória e fazer as coisas acontecerem. Mas ainda não sabe se vai transferir a faculdade ou se vai trancar para se dedicar à música.

Shows? Elas ainda não têm nada marcado. Vitória agora vai pra Araguari em maio encontrar com Ana para fazerem alguns shows em barzinho mesmo. Que venham muitos outros. 


FONTE

http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2016/10/anavitoria-faz-primeiro-show-em-cidade-onde-dupla-comecou.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

http://blogs.oglobo.globo.com/amplificador/post/anavitoria-dupla-de-pop-rural-do-tocantins-564283.html

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Simona Talma


Simona Talma é uma artista, mais precisamente uma cantora potiguar que já faz parte da cena musical há algum tempo, com diversas matérias na mídia sobre os seus trabalhos. Seja no projeto Retrovisor, por volta de 2008, seja pela Moça Mais Vagal que Há, de alguns anos antes, seja pelo Bang, lançado neste ano. Pela música e pela personalidade forte, Simona Talma tem um passado pouquíssimo explorado e, sem dúvidas, curioso.

A música na vida da cantora teve origem familiar, principalmente o jazz que o pai ouvia, o samba que o avô cantava e a Marisa Monte ou Adriana Calcanhotto que a mãe escutava. “Meu pai tocava violão e tinha um cabelo enorme… O apelido dele era Caetano! O irmão dele o chama de Caetano até hoje”. Conta Simona antes de entregar o pai. “Acho que ele tocava só pra pegar mulher”.

Isso é o começo das várias lembranças que Simona viria a contar numa conversa rápida e à vontade na área externa de sua casa. Sentada na rede e com uma xícara de café, a artista conta parte de sua vida que, segundo ela, foi exposta numa retrospectiva jamais feita.

Simona lembra do avô, que não gostava de falar e por isso cantava, assim como de quando o pai ouvia um jazz “muito louco” e a “chatíssima” música clássica. Para ela, estar imersa nesse mundo musical era inevitável. Ainda mais lembrando do rádio, que permitiu contato com a música de Chico Buarque, Maria Bethânia e Gal Costa (artistas que admira até hoje) quando criança, por volta dos 5 anos.


Além do rádio, na antiga casa que morou, também em Ponta Negra, Simona ganhou uma vitrola da mãe, aos 7 anos. Mas não era o que esperava. Aqueles discos do Balão Mágico, da Xuxa, ela achava muito infantis. Ainda mais depois de ter escutado “músicas de adulto” na rádio, anos antes.

Não muito satisfeita com o presente que ganhara, a única saída que restava era aproveitar os momentos em que o pai e a mãe não estavam no quarto para Simona poder ir escondida e ouvir rádio, ou até mesmo os discos dos pais.

Pouco tempo depois começou a fazer as primeiras composições, num piano amarelo que ganhou da mãe. “Era tudo muito infantil, as borboletas, as árvores”, diz, lembrando que costumava tocar no jardim da casa onde estávamos conversando.

Os anos passaram e ela conheceu Luiz Gadelha num centro espírita que frequentavam. As aulas de canto que costumavam ter no centro estimularam o lado que viria a desenvolver ao longo dos anos. Recordando as primeiras apresentações, Simona lembra que o gosto peculiar, vindo dos artistas pesquisados e dos ritmos estudados, formaram os primeiros repertórios, vistos com maus olhos pelo público conservador e “certinho demais”. “Aquelas pessoas costumavam nos olhar e pensar: O que é isso que eles estão cantando?!”.


Aquelas lembranças que Simona Talma começou a tecer, deitada na rede de sua varanda, chegaram à adolescência, quando a menina era “do rock” e, segundo ela mesma, ignorou toda a bagagem musical formada nos anos anteriores. “Quando estava na fase do rock, que era moda, ignorei o samba, o jazz e a MPB que meus pais me mostraram”. “Eu gostava era de Nirvana e Aerosmith. Adorava o Guns [‘n Roses], que tinha aquela cara mais romântica”. A verdade é que ela sempre preferiu o romântico. Seja nos sambas antigos, seja no jazz que fortemente influenciaram o gosto musical, digamos que definitivo, dela.

Entrou na universidade, em 1999. Frequentou o curso de Música na UFRN, um ano depois de fazer as provas para tentar entrar no curso de Psicologia da universidade. “Graças a Deus”, não passou. No curso de Música descobriu um colega que seria parceiro por vários anos à frente. Tiago Andrade foi essencial na consolidação musical de Simona Talma.

Os estudos
Na faculdade, conheceu diversas pessoas muito boas no que faziam, “que tocavam ou estudavam há dez anos”. Sérgio Farias, “um músico bem foda, que tocava pra caralho, já tinha tocado na Europa”, foi uma das pessoas que disse que “ela era uma cantora e que talvez tivesse a chance de ser uma das maiores desse país”, após ouvi-la cantar uma música de Edu Lobo. “E eu fiquei tipo: Oh, meu Deus, porque esse homem tá dizendo isso pra mim?!”.

Aos 18 anos, quando teve autorização dos pais, começou a se inscrever em cursos de música, dormindo nas filas e, ainda assim teve algumas inscrições negadas. “Fui a todas as escolas da cidade, dormia pra conseguir uma vaga. Eu não tinha estudado nada. Eu só escutava música, cantava e queria fazer aquilo”.

Simona conseguiu entrar no curso de Teoria Musical, no Solar Bela Vista, fez aulas de piano no Instituto de Música Waldemar de Almeida, aulas de canto no Conservatório de Música Fréderic Chopin, e, paralelamente, a graduação.


Teatro, poesia e blues
Após espetáculos como o Escândalo, no qual faziam uma apresentação digna do nome, e musicar alguns poemas de autores locais e nacionais, Simona Talma e Luiz Gadelha gravaram fitas demo e foram a Salvador em busca de palco. “Deu tudo errado, a gente passou fome, sofreu. E lá eu compus o primeiro disco”, lembra ao mesmo tempo em que evita dar maiores detalhes do amor que a levou a escrever aquelas composições.

Cantando predominantemente blues e samba entre outros ritmos mais sofridos, Simona assume que cantar sobre o amor é mais fácil. Após alguns conselhos de amigos, Simona garantiu que faria um CD só de blues. “Pensávamos numa gaita, aquela formação clássica do jazz, mas também ficava: ‘quem vai tocar essas coisas em Natal?’”.

Primeiro disco

Ainda na época dos shows da Moça Mais Vagal que Há, onde se mostrava
uma mulher mais sofrida, nas apresentações cheias de sentimentos (Foto: Divulgação)

Participando de um grupo de teatro com Luiz Gadelha e outros amigos artistas, depois de voltar de Salvador, os professores Marco França e Fernando Yamamoto sugeriram que os alunos inscrevessem projetos num edital. Simona decidiu que seu CD de blues sairia com a participação de Marco na direção musical e Yamamoto na direção artística.

Parte da banda natalense Mad Dogs entrou no disco dela, além de Willames Costa, tocando contra-baixo acústico, Marco França no piano, que depois foi substituído por PC, Paulo César, o “Véio”, e Tiago Andrade. Nervosos por trabalhar com uma galera já experiente, bacharéis em Música, Tiago e Simona toparam esse projeto. “Não vou ficar sozinha aqui nesse rolé”, disse ela pra ele, formando assim a banda que veio a gravar A Moça Mais Vagal que Há.


A música de Simona
Desde o primeiro CD, Simona criou um misturado de tudo que lhe agrada. Não escapam o samba, o blues, o jazz, o rock, a música negra, nem soul music. Atualmente, Bang é o álbum mais recente da cantora, gravado neste ano, expondo fusões musicais, que ela considera importante para o desenvolvimento da música contemporânea. “Ouço umas bandas pra fazer exercícios, uma banda daqui [de Natal], uma de rock, uma de blues… e assim vai me influenciando nessas fusões”.


Após participar de alguns festivais de blues e rock com o show do primeiro CD, Simona participou ainda do Projeto Retrovisor, aproximadamente em 2008, com Ângela Castro, Luiz Gadelha, Tiquinha Rodrigues e Valéria Oliveira; e montou a atual banda, Talma & Gadelha, com Luiz, Henrique Rocha, Emmily Barreto e Cris Botarelli em 2011.


[Relato do repórter] Por que falar de Simona?
Entrevistar Simona Talma foi um prazer. Conheço ela há algum tempo e sempre admirei, seja pelo trabalho, seja pela personalidade forte. Quem conhece sabe que ela não é uma pessoa fácil de lidar, assim como as músicas que faz.

Porém, o que me chamou atenção e me levou perfilar Simona foi notar que a maioria das matérias e reportagens que são feitas com artistas locais se restringem apenas ao atual, deixando de fora fatos e momentos da vida da pessoa até aquele momento que a levou a ser notícia. Por isso, escolhi falar do passado de Simona, o que ela fez, sua formação, de onde saíram suas influências, que foram as pessoas que a acompanharam, até o momento do seu primeiro disco, momento mais antigo que observo na maioria das retrospectivas feitas a respeito da vida dela.


Como tive a oportunidade de conversar de forma mais informal com ela em outras ocasiões, sabia, pelo que ela contava, que aquilo que ela passou na família, entre amigos ou entre amores, era peça fundamental daquela mulher extremamente sentimental em suas músicas.

Entrevistar Simona Talma foi uma chance que tive de conhecer mais uma pessoa que admiro pessoalmente e profissionalmente. Simona é, sim, uma das grandes cantoras desse país.



FONTE

https://ensinofotecufrn.wordpress.com/2012/12/16/de-onde-veio-simona-talma/

http://talmaegadelha.blogspot.com.br/