terça-feira, 5 de novembro de 2013

Denise Dumont


Denise Dumont, nome artístico de Denise Bittencourt Teixeira (Fortaleza, 20 de março de 1955) é uma atriz brasileira. É filha de Humberto Teixeira, principal parceiro de Luiz Gonzaga, inclusive em Asa Branca. Denise participou de diversas novelas e filmes no Brasil, mas, depois de se casar com o produtor Matthew Chapman, passou a morar em Nova Iorque. Denise tem dois filhos: Diogo (com o ator Cláudio Marzo) e Anna Bella (com Matthew Chapman).

Em agosto de 1980 e janeiro de 1981 posou para ensaios da Playboy, e, em outubro de 1981, da revista Status. Voltou recentemente para a televisão, na TV Cultura, onde fez o papel de Katia Forton na série Elas por Elas. Um dos grandes nomes do cinema nacional na primeira metade dos anos 80, Denise Dumont foi uma atriz fetiche e uma verdadeira sex simbol do público masculino de sua época.


Denise Bittencourt Teixeira nasceu em 1955, no Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística na novela “Semideus”, de Janete Clair na Rede Globo. Ela fazia uma ponta, porém já roubava a atenção dos espectadores.


O pai de Denise, o compositor Humberto Teixeira (parceiro de Luiz Gonzaga em canções como “Asa Branca”, “Baião” entre outras) era contrário ao ingresso de sua filha nas artes cênicas. Por isso mesmo, proibiu ela de usar o sobrenome verdadeiro no meio artístico.

Daniel Filho e Walter Avancini foram os responsáveis por elaborar o pseudônimo da musa, dando a ela o pseudônimo de Denise Dumont, por qual ela ficou conhecida. Para conseguir realizar seu sonho de atriz, a moça foi estudar arte dramática na New York University e no Actor´s Studio, se dedicando verdadeiramente a nova profissão.


Voltando ao Brasil, continuou fazendo diversas novelas. Mas foi pela novelinha “Marina” (1980), na qual fez a personagem título que se tornou conhecida nacionalmente.

A estreia no cinema tinha de ser feita logo. Isso aconteceu no filme policial “Terror e Êxtase” de Antônio Calmon pelo qual Denise chegou a ser premiada. Um de seus grandes trabalhos cinematográficos nessa fase foi “Eros, o Deus do Amor” do diretor paulista Walter Hugo Khouri pelo qual interpreta a personagem Ana, fixação amorosa do personagem Marcelo (Roberto Maya). Após a estreia no meio do cinema, a moça foi capa de diversas revistas masculinas mas continuando seu trabalho na Rede Globo, embora o foco de sua carreira tenha sido mesmo o cinema.


Mais uma vez seu porte sensual e de mulher fatal se fez presente em trabalhos como “Filhos e Amantes” e “Rio Babilônia”. Neste último, Denise participa da famosa e polêmica cena da transa na piscina, que ficou marcada em toda sua filmografia.

Também esteve presente em trabalhos mais suaves e mesmo cômicos. São marcas desta faceta da atriz sua presença em produções como “Os Vagabundos Trapalhões” de J.B. Tanko; no comovente “Bar Esperança” de Hugo Carvana ou mesmo em “Jorge, Um Brasileiro” de Paulo Thiago.

Com a grande repercussão internacional de “O Beijo da Mulher Aranha” de Hector Babenco, a musa vai em busca da carreira feita fora do Brasil.

Denise Dumont resgata as raízes - A atriz casou-se com um roteirista inglês, que é bisneto de Charles Darwin, mora em Nova York há 15 anos e atualmente produz documentário sobre seu pai, principal parceiro de Luiz Gonzaga

Há pouco mais de dois meses, a atriz Denise Dumont vasculhava o acervo do museu do Lincoln Center, em Nova York, quando se deparou com a música “Wandering Swallow”, gravada pela cantora americana Peggy Lee, em 1951, e assinada pelos americanos Irvin Taylor e Harold Stevens. O nome e os autores eram novidade para Denise, mas a melodia ela reconheceu de imediato. Trata-se de uma cópia fiel de “Juazeiro”, lançada em 1949 por Luiz Gonzaga e seu principal parceiro, Humberto Teixeira, pai da atriz e tema do documentário O Homem que Engarrafava Nuvens. O Filme, sua primeira investida como produtora, terá a participação de astros da MPB como Caetano Veloso, Chico Buarque e Gal Costa.


Há 15 anos radicada em Nova York, a atriz, que participou de várias novelas da Globo e filmes como Rio Babilônia, de Neville D’Almeida e O Beijo da Mulher Aranha, de Hector Babenco, garante que não abandonou o País, e mantém-se na ponte-aérea Brasil-Estados Unidos. “Venho todo ano e trago meus filhos. Meu lado brasileiro é importantíssimo para eles”, diz a mãe de Diogo, 25 anos, do casamento com o ator Cláudio Marzo, e Anabela, 14, filha do atual marido, o escritor e roteirista inglês Matthew Chapman, bisneto do cientista Charles Darwin.

O vaivém entre Rio e Nova York começou em 1985, quando a atriz levou Diogo para passar o Natal com a avó materna nos Estados Unidos e acabou ficando para a estreia de O Beijo da Mulher Aranha, a convite de Sônia Braga e Hector Babenco. Empolgada com a boa acolhida da crítica, conseguiu um agente e permaneceu no país para estudar teatro na Universidade de Nova York (NYU).


A aposta rendeu frutos. Ela foi convidada para uma entrevista com o diretor Woody Allen: “Ele perguntou se eu sabia cantar e dançar. Disse que faria qualquer coisa e na hora ganhei o papel, que só depois fui saber qual era”, lembra Denise, que fez uma ponta cantando “Tico-Tico no Fubá” em A Era do Rádio.

Por conta do casamento com Matthew e dos filhos, a atriz deixou a carreira temporariamente de lado. “Foi legal porque pude curtir meus filhos. Num piscar de olhos eles estão crescidos e somem”, diz ela. Foi exatamente o crescimento dos filhos a senha para que Denise deixasse de ser só dona-de-casa e decidisse pôr a criatividade em prática novamente. Diogo e Anabela também foram a grande motivação para Denise se empenhar em redescobrir e divulgar a obra do pai, conhecido como Doutor Baião. “Percebi que minha filha não tem ideia de quem foi o avô e que o Diogo só sabe um pouco, porque o conheceu. Se meus filhos não conhecem, imagina o resto do País.”


"O Homem que Engarrafava Nuvens"

Em 2010, é lançado o filme "O Homem que Engarrafava Nuvens", que apresenta a história de uma das mais surpreendentes personalidades brasileiras: Humberto Teixeira o “Doutor do Baião”.

Produzido por Denise Dummont, filha de Humberto Teixeira, o filme conta a história do baião, envolvida com a de seu pai.

"O projeto nasceu entre 2000 e 2001, quando fui apresentada em Nova York a Ana, viúva de Tom Jobim, pela Luciana de Moraes, filha de Vinicius. Percebi como elas cuidavam e tinham consciência da obra de seus parentes. Fiquei com vergonha de não ter feito nada pela memória de meu pai. Todo mundo canta Asa Branca, mas nem todos sabem que se trata de uma parceria de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga", disse ela em uma entrevista.

Com fotografia de Walter Carvalho, direção musical de Guto Graça Mello e videografismos de Gringo Cardia e Fabio Arruda, "O Homem Que Engarrafava Nuvens" ganhou os prêmios de melhor roteiro, melhor som e ainda o prêmio Oscarito, da Câmara Municipal de Fortaleza, no 19º Cine Ceará, realizado em julho de 2009.

"A viagem foi uma descoberta de suas origens, do baião e de minha mãe. Meu pai era extremamente prolífico e eclético. Tinha um lado feminino, de fazer tudo ao mesmo tempo: estudou medicina, direito, compôs 400 músicas. Meu pai era doce e salgado, ele era nordestino, rígido e conservador”, disse Denise a respeito do pai e do filme.

Para Denise, o filme incluiu um outro desafio, este de ordem pessoal. Foi a sua produção, afinal, que lhe permitiu superar definitivamente algumas mágoas do passado, marcado por uma relação difícil com o pai e o afastamento, imposto por ele, de sua mãe, a atriz Margot Bittencourt. No filme, Denise tem uma conversa muito franca com a mãe - que morreu em 2007 - em que esclarece definitivamente questões sobre o difícil desquite entre os dois, depois do qual ela foi viver nos EUA com o novo marido, Luiz Jatobá. Advogado, Teixeira não permitiu à mãe levar a filha, que cresceu com ele no Brasil.

"Não sei se foi coragem ou necessidade. Quando se começa uma coisa assim, não dá para ficar no meio do caminho", explica Denise, ao ser perguntada sobre a dificuldade desta exposição de sua história familiar. Por isso, acrescenta, este filme é, para ela, "muito pessoal e intransferível".

Presente no documentário, o cantor Fagner faz coro a Denise. “Humberto Teixeira inventou o baião e descobriu Luiz Gonzaga, que antes de conhecê-lo usava a sanfona para tocar músicas francesas em feiras.” Amigo de longa data da atriz, o cantor lembra de um episódio engraçado dos anos 70. “Não conheci o Humberto direito porque chegava em horas pouco apropriadas na casa da Denise. Ela estava na onda do Rá, do paranormal Thomas Green Morton, e vivia entortando os garfos da casa. Tive que desentortar um para comer”, recorda, citando a prática mais conhecida do paranormal.

Denise tem vontade de voltar a atuar. “O frustrante na vida de atriz é que você depende de alguém te oferecer um papel. Produzindo, você gera o trabalho.” Aliás, é o que não falta na família de Denise. Além de escrever um roteiro para o canal de filmes HBO, Matthew produz o piloto de um seriado para a NBC americana estrelado por seu sócio, o ator David Schwimmer, o Ross do seriado Friends. “Ele foi a uma reunião em Los Angeles e fiquei em Nova York esperando. Ele chegou na sexta à noite e no sábado vim para o Rio. Mas é legal, aumenta a saudade”, brinca a atriz, que, pelo menos por hora, não pensa em mudar de vida.

CURIOSIDADES

Carta de Cazuza para a atriz Denise Dumont.
***Rio, 22/7/86.

a saudade é grande, mulher vermelha tiro no coração. estou escrevendo numa tarde cinzenta e fria daí resolvi bater à maquina elétrica. estou ouvindo o último disco do the smiths e me sentindo meio hemisfério norte. o cara na sala conserta o meu vídeo. estou com um da Billie Holiday lindo, filmados numa boate, ela escarrando antes de cantar com os olhos molhados boca amarga sorriso de criança baby porque nossos corações são tão atormentados? ainda não estive com Rita pra saber novidades, eu sou tão difícil de escrever, mas aqui vão novidades que não dão no telefone. tenho trabalhado bastante, pra espantar a solidão e os maus pensamentos. hoje, pela 456° vez resolvi que preciso fazer análise, porque tenho sentido muito medo. medo de voar, de entrar no palco, de amar, de morrer, de ser feliz. medo de fazer análise e não ter mais problemas e perder a inspiração... eu fiz 28 anos e descobri um cara solitário sem vocação pra solidão. ultimamente eu passo mal quando não tem ninguém perto, chego a ter febre, é uma loucura. o menino sozinho brincando de cidades desertas cresceu e quer amar, mas é tão difícil. eu vou chegar pro analista e vou dizer: eu quero aprender a mar. estou gravando um disco, está quase pronto, e as músicas revelam muito isso que eu tô te contando, só que de um jeito sarcástico, debochado e por isso mesmo profundamente triste. viver é bom nas curvas da estrada, solidão que nada! viver é bom partida e chegada, solidão que nada! esse é o refrão de uma balada blue que talvez seja a música de trabalho, e é a minha vida nesses meses, de aeroporto em aeroporto (cada aeroporto é um nome num papel, um novo rosto atrás do mesmo véu). daqui a pouco eu escrevo a letra toda! tem um blues que fala "ando apaixonado por cachorros e bichas, duques e xerifes, porque eles sabem que amar é abanar o rabo, lamber e dar a pata". forte, né? ah, estou ficando careca, fico passando minoxidil pra fingir que é possível parar o tempo. eu queria parar o tempo e voltar e voltar pra barriga da mamãe, mas ia ficar tudo tão parado você vai continuar gostando de mim se eu ficar careca? eu penso muito em você aí, menina linda tentando o grande sonho americano. eu ando muito cansado pra ir à NY, vou tirar férias depois do disco na chapada dos Guimarães, onde uma amiga minha tem um sítio. às vezes eu fico pensando no porque disso tudo, ganhar dinheiro cantando as minhas aventuras de desventuras. comprar uma fazenda e fazer filhos talvez fosse uma maneira de ficar na terra pra sempre,. porque discos arranham e quebram... mas eu acho que no fundo não passa de uma grande viadagem minha esses papos. Caju.


Em 1963, Denise gravou um disco pela Philips, do qual consta registro na Discoteca do Centro Cultural a música "Eu Quero te Dizer", de José A. de Oliveira e Gordurinha.

No Cinema
  • 1980 - Terror e Êxtase
  • 1981 - Os Vagabundos Trapalhões
  • 1981 - Eros, O Deus do Amor
  • 1981 - Filhos e Amantes
  • 1982 - Rio Babilônia
  • 1983 - Bar Esperança
  • 1984 - O Beijo da Mulher-Aranha ... Michele
  • 1984 - Amenic - Entre o Discurso e a Prática
  • 1987 - Allnighter
  • 1987 - Radio Days
  • 1988 - Jorge, um Brasileiro
  • 1989 - Minas-Texas
  • 1989 - Heart of Midnight

Na televisão

  • 1973 - O Semideus.... Analu
  • 1978 - Ciranda, Cirandinha.... amiga de Hélio
  • 1978 - Gina.... Elizabeth
  • 1979 - Marron Glacê.... Andréa
  • 1980 - Marina.... Marina
  • 1981 - Baila Comigo.... Xuxa
  • 1982 - Quem Ama Não Mata.... Júlia
  • 1983 - Voltei pra Você.... Maraísa
  • 1987 - Corpo Santo.... Turista
  • 1994 - Confissões de Adolescente… Dra. Sônia
  • 2010 - As Cariocas… Taci (episódio "A Atormentada da Tijuca")
FONTE

http://pt.wikipedia.org/wiki/Denise_Dumont

http://www.terra.com.br/istoegente/169/reportagens/denise_dumont.htm

http://revistazingu.blogspot.com.br/2007/11/musaseternas.html

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

P9


P9 foi uma boy band pop brasileira formada na cidade do Rio de Janeiro em 2012. Com a ajuda de produtores internacionais, Igor de Freitas Von Adamovich, Jonathan Couto de Souza, Guilherme dos Santos e Michael Band Richardson formaram a banda. Após terem assinado contrato com a Sony Music Entertainment, eles lançaram "My Favorite Girl", single estreia da banda e que fez parte da trilha sonora da novela Salve Jorge, da Rede Globo.


O single chegou a alcançar a posição #40 na parada Brasil Hot 100 Airplay.


O álbum de estreia, intitulado P9, foi lançado em 1 de julho de 2013. A canção "Love You in Those Jeans" foi selecionada como segundo single se tornando parte da trilha sonora da novela Amor à Vida.

"Just the Two of Us" foi lançada como terceiro single, e se tornou parte promocional do filme The Amazing Spider-Man 2.

A banda deu suporte na turnê Believe Tour de Justin Bieber em 2013, e logo após, na Where We Are Tour do One Direction em todo o país.


2010-12: Formação
Jason Herbert, produtor internacional que já foi integrante da também boy band Big Fun, decidiu em 2010 desenvolver um projeto para a criação de uma boy band a nível internacional. Um ano após, com a ajuda de Venus Brown, eles chamaram Igor e Michael, que já eram conhecidos do produtor, e que frequentavam a praia de Ipanema a montar uma banda.


O grupo foi formado em 2011. Com a ajuda de Jason, eles se juntaram a Jonathan e Guilherme. Considerado um dos pontos mais frequentados pelos cariocas e turistas da praia, o Posto 9 serviu como nome da banda.

2013-14: P9


O primeiro single da banda, "My Favorite Girl" foi lançado em 11 de março de 2013 e ficou conhecida por fazer parte da trilha sonora da novela Salve Jorge.


O EP homônimo da canção foi lançado na iTunes Store em 27 de maio de 2013 pela Sony Music. Contendo quatro faixas, incluindo "My Favorite Girl", dois remixes da mesma feitas por Deeplick e a canção "Love You in Those Jeans".

O videoclipe de "My Favorite Girl", lançado em 26 de maio de 2013, em 24 horas bateu o recorde de visualizações para uma banda brasileira no Youtube, neste período. A canção alcançou a posição #36 na parada Brasil Hot Pop & Popular e #40 na Brasil Hot 100 Airplay. "Love You in Those Jeans" foi lançado em 18 de junho de 2013 como segundo single do álbum.


O álbum de estreia da banda de nome homônimo à banda foi gravado nos Estados Unidos pelo produtor americano Venus Brown e entrou em pré-venda no iTunes em 18 de junho de 2013, sendo lançado no dia 1 de julho de 2013. Meses após, a canção "Love You in Those Jeans" foi adicionada como parte da trilha sonora da novela Amor à Vida.

Em abril de 2014, a canção "Just the Two of Us" foi lançada como trilha sonora do filme americano The Amazing Spider-Man 2.


2015: Possível saída de um integrante e fim do grupo
Em abril de 2015 foi especulado a saída de Jonathan Couto após ele ter citado em seu site oficial momentos que viveu na banda escrito no tempo passado. Em resposta, Jonathan repostou uma foto do grupo em sua conta particular no Instagram, com a hashtag "#vemcoisaboaporai". O grupo chegou ao fim em 2015, sem qualquer comunicado anunciando o fim.


Influências
A banda já declarou que se influencia em boy bands como One Direction e The Wanted e também na banda McFly.



fonte

https://pt.wikipedia.org/wiki/P9

domingo, 3 de novembro de 2013

Renato Barushi


Pode entrar e ficar à vontade!
       É com esse convite que Renato Barushi lança o seu primeiro CD, o "Renato & O Mercado”. O trabalho coloca na prateleira Dela, Onde Quero Chegar, Filme Em Cartaz, Minha Musa, Sem Reparo, O Mar Gelou O Deserto, Malandragem, Meu Lugar e The End, nove faixas que transitam abertamente pelas harmonias da MPB, pelas pegadas do rock e pelo swing da música negra. São produtos que apresentam um cantor e compositor com um acorde de cada estilo e o resultado pode ser rotulado como ''Música Livre Brasileira''.



       O nome “Renato & O Mercado” surgiu em meio à conversas informais com parceiros e amigos e faz uma alusão às muitas vertentes que influenciaram no trabalho do músico. Assim como num mercado, onde cada sessão e cada prateleira expõem produtos e marcas diferentes, o CD de Renato é livre de rótulos e agrega ‘produtos’ dos mais variados ramos. Para trabalhar nesse Mercado idealizado por Barushi, foram adicionados ingredientes fundamentais: profissionais de diversas áreas unidos por um objetivo único. Robson Pitchier é parceiro de composição em seis das nove músicas do CD. Paulo Maitá é produtor e também baixista. O teclado de Daniel Diniz. A bateria de Tininho. As guitarras são de Edgar Sozzi, Luiz Peixoto (Luizinho) e Marcílio Rosa. O violão de Marcelo Sylvah. A percussão de Boca Brown. O backing vocal de Nequinho. A participação especial é do rapper Lil’Dawg.



       Este cd representa a fase mais produtiva de Renato Barushi e a concretização de um desejo antigo. Músico nascido em Cataguases, um dos berços do modernismo literário, arquitetônico e também cinematográficos brasileiro, Renato Barushi vem de uma família apreciadora da boa música brasileira, mas sem artistas, exceto por um tio que tocava violão. Cresceu em um ambiente onde suas aptidões artísticas eram estimuladas e valorizadas, gostava de cantar e, aos 10 anos, já brincava de escrever músicas.


       Barushi ganhou seu primeiro violão aos 11 anos, época em que iniciou sua formação musical estudando no Conservatório de música de sua cidade(Escola de Música Lila Carneiro Gonçalves). Nessa época, a MPB, o rock nacional e a música negra já faziam parte de suas referências musicais e até hoje podem ser observadas em seu trabalho. Com a certeza que a música seria seu caminho profissional, aos 17 anos veio para Belo Horizonte, trazendo na mala suas primeiras composições. Aperfeiçoou sua formação vocal e, sob influência do rock'n'roll, integrou, em 2000, a banda de rock ''Machinari'' como vocalista, instrumentista e compositor.



       A carreira na capital mineira teve início com a união de seu trabalho ao de experientes músicos que contribuíram com excelência para o aprendizado e amadurecimento musical. Ainda como integrante da banda Machinari, começou a dedicar-se à elaboração do seu trabalho autoral e, em parceria com grandes amigos, compôs várias canções, assim como ainda faz atualmente. A banda se dissolveu em 2004 e cada músico trilhou um caminho diferente em busca do que acreditava. O resultado dessa determinação pode ser conferido no primeiro CD solo de Renato Barushi.
       Renato & O Mercado agradecem a preferência! Ouça sempre!
 
 
 


FONTE

http://www.renatobarushi.com.br/bio.html

Swing & Simpatia


Swing & Simpatia é um grupo de pagode formado na cidade de Nova Iguaçu / RJ em 1994 por Luciano Becker (vocal e cavaquinho), Sandro Becker (pandeiro e voz), Paulinho Simpatia (tantã e voz), Alexandre Alvim (violão e voz), Maicon Simpatia (teclado e voz), Dudu Oliveira (bateria), Thigu Danda (surdo e voz), Márcio Lopes (baixo) e Pereira (percussão).



Em 1995 o grupo lançou seu primeiro CD "Razão de viver", que obteve um certo sucesso com as músicas "Tropeço" e "Swing da Neguinha".



Em 2013 estourou a nova música " Se namorar fosse bom " onde ganhou nas mais pedidas das Rádios.



A Madrinha do grupo é a cantora, sambista e compositora Leci Brandão.

O Swing & Simpatia apresenta-se todas as segundas na "Rio Sampa" em Nova Iguaçu, onde também são conhecidos como "Os Pretinhos de Nova".


Integrantes

Formação Atual

  • Luciano Becker - (Vocal)
  • Sandro Becker - (pandeiro e voz)
  • Maicon Simpatia - (teclado e voz)
  • Thigu Danda - (surdo e voz)
  • Dudu Oliveira - (bateria)
  • Anderson Becker - (Vocal e percussão)
  • Jefferson da Silva - (tantã e voz)
  • Fernando Salles - (cavaquinho)
  • Cleyton Rangel - (violão e voz)
  • Renato Freitas - (baixo)
  • Luiz Felipe - (percussão)
  • Nael - (sopro e voz)

Ex-Integrantes

  • Alexandre Alvim (violão e voz)
  • Márcio Lopes (Baixo)
  • Paulinho Simpatia (tantã e voz)
  • Davi Vianna (Backing Vocal)
  • Dinho Daumas (Cavaquinho)
  • Washington Valverde (Violão)
  • Baixinho (bateria)
  • Xandynho Ramos (Backing Vocal)
  • Jurinha (Trombone e voz)
  • Rafael Alves Riquelme (Cavaquinho e voz)
  • Beto Tisk (Percussão)
  • Eduardo Marques (baixo)
  • Léo Bernardo (sopro e voz)
  • Saul (Baixo)

Equipe técnica

  • André Calazans (técnico de som)
  • Tiago Costa (técnico de som)
  • Kiko Souza (iluminador)
  • Marquinhos (roadie)
  • Guga (roadie)
  • Pereira (Produtor)

Discografia

Álbuns

  • Razão de viver (1995)
  • Swing & Simpatia (1999)
  • Swing & Simpatia (2000)
  • Swing & Simpatia (2002)
  • Retrato de um coração (2004)
  • Toda Noite: Ao Vivo (2006)
  • Irracional (2009)
  • 15 Anos: Samba, Suor, Swing e Simpatia (2010)

Videografia

DVDs

  • Swing & Simpatia - Toda Noite - Ao Vivo (2006)
  • 15 Anos - Samba, Suor, Swing & Simpatia - Ao Vivo (2010)


FONTE

http://pt.wikipedia.org/wiki/Swing_%26_Simpatia

sábado, 2 de novembro de 2013

Lúcia Cecília Kubis


Lúcia Cecília Kubis, cantora lírica que iniciou a sua carreira muito jovem, também teve destaque no elenco da Rádio Clube Paranaense. Ainda menina, Lúcia cantava as músicas românticas interpretadas por Francisco Alves, Orlando Silva, Carlos Galhardo e outros que faziam sucesso na época.


Quando jovem, ela começou a estudar canto e obteve os primeiros ensinamentos com a Professora Ana Clélia Barleta Moritz. Entusiasmada com o talento de sua aluna, a professora Ana Clélia levou-a para se apresentar na Rádio Guairacá, no programa de Nilda Ferreira. Ali, Lúcia Cecília atuou durante quatro meses.

Em seguida, sempre conduzida por sua professora, foi levada à Rádio Clube Paranaense onde participou do programa "HORA DA MULHER", apresentado por Serafina Miranda. Ao chegarem os festejos de aniversário da Bedois, o Diretor Gerente Jacinto Cunha convidou Lúcia para se apresentar na solenidade comemorativa. Ao terminar o espetáculo, Jacinto Cunha foi cumprimentá-la pela excelente apresentação e, dois meses depois, contratou-a para integrar o elenco de cantores da Rádio Clube Paranaense.

A estreia foi no dia 23 de agosto de 1948 e Lúcia permaneceu na Bedois até 21 de janeiro de 1964. Nos anos de 1.948 e 1950 Lúcia Cecília foi eleita "Rainha do Rádio Paranaense", na mesma época em que Dircinha Batista era a "Rainha do Rádio Brasileiro".

Participando do "Grupo Experimental de Operetas do Paraná", sob a direção do Maestro Wolff Schaia, Lúcia Cecília Kubis atuou em diversas operetas e outros espetáculos artísticos de grande relevância. Lúcia foi, com certeza, mais um dos grandes valores da Rádio Clube Paranaense nos anos de ouro da nossa radiofonia.


**RAINHA DO RÁDIO PARANAENSE - A cineasta Ana Johann faz a pré-estreia do filme “Notícias da Rainha”, do qual é roteirista e diretora, hoje, às 20h, no GUAIRINHA. O curta metragem de 20 minutos conta a história de Lucia Cecília Kubis, rainha da era do Rádio em Curitiba. Após a sessão será feito um bate-papo com a diretora, a atriz Rosana Stavis, a própria Lucia Cecília Kubis e um dos mais antigos radialistas do Paraná, Ubiratan Lustosa. O filme terá estreia mundial em novembro, no 54.º Festival Internacional de Dei Popoli, em Florença, Itália. Guairinha (auditório Salvador de Ferrante, Rua XV de Novembro, 971). paranaonline

FONTE

domingo, 27 de outubro de 2013

Estakazero


A Estakazero nunca sai de moda! A frase poderia ter sido dita por qualquer um dos fãs que acompanham os 12 anos de trajetória da Estakazero que toca o ano inteiro em toda a Bahia. Liderada pelo carismático Leo Macedo, a banda se renova sempre e surpreende seus fãs, a cada ano, com um projeto novo que se identifique com seu público. Por isso, em 2013, foi lançado o DVD e o CD “A Festa Começou”, que retrata um pouco da nova fase do grupo. “A decisão de gravar o DVD foi diante o sucesso do Balada, que nos deu uma projeção maior e merecia que fosse feita o registro de um show”, revela Leo.


Este é o terceiro DVD da carreira da banda, sendo o primeiro intitulado “Estakazero Ao Vivo” e lançado em 2006 e o segundo “Dez anos na Estrada”, gravado em 2011. Além destes trabalhos, a banda tem em sua discografia os trabalhos “Botando o Pé na Estrada” (2003), “Lua Minha” (2005), “Arrastapé Pelas Estrelas” (2007) e “Viva Luiz!” (2010)

“Não sou de Ninguém” (Renato Moreno e Jujuba), “Solto na Farra” (Renato Moreno e Zé Maria), “Oh, Delícia” (Renato Moreno e Fábio Garrafinha), “Amor amigo” (Leo Corrêa), “Diz que eu posso ir embora” (Walter Lins) e “A festa começou” (Renato Moreno e Zé Maria), são algumas das canções que serão trabalhadas nesta temporada e que já tem a aceitação do público.



Como já vem sendo visto nos anos anteriores, a banda tem apresentado um trabalho mais versátil que além de forró e xote conta com diferentes ritmos como vaneirão, arrasta-pé, sertanejo e até um pouco de arrocha. “Entendemos que o forró é um som democrático e dentro da interpretação da Estakazero podemos acomodar qualquer ritmo”, revela Leo.

O novo álbum retrata esta fase da carreira da Estakazero que nos seus shows apresenta um trabalho quase todo autoral. “O show é mais espetáculo, atende ao público que gosta de ver e ouvir o nosso trabalho, além de dançar agarradinho”, revela Leo que a partir de abril lidera mais uma edição do Ensaios de São João. “Além de tocar em diversas festas, buscamos também os nossos espaços já que temos a nossa produtora, um exemplo dos Ensaios de São João que adoramos fazer”, completa.


É também da produtora Leke, que administra a Estakazero, outros projetos de sucesso como o Luau Estakazero, que durante cinco anos se consagrou pela inovação de levar o forró às praias em pleno verão soteropolitano, quando geralmente impera o axé music, o forró Encosta N’eu, evento que já entrou no calendário da cidade e que em cada edição enfatiza o sucesso da banda. A viagem à Europa abriu as portas para que o ano de 2011 começasse ainda mais especial.

No São João: Diferente da maioria das atrações de forró, a Estakazero tem agenda o ano todo. Tantos eventos foram refletidos na agenda de São João. Desde maio a banda tem como diria a canção “botando o pé na estrada”. A Estakazero deu a volta pela Bahia e fez show em vários outros estados.



Para a festa junina, Ibipitanga será a primeira cidade a ter a animação de Leo Macedo e sua turma. No dia 16 de junho, o grupo faz show na praça da cidade, no São João Antecipado. No dia 20, os fãs de Petrolina poderão assistir ao show na praça pública. No dia seguinte duas apresentações gratuitas. Santo Estevão e Cruz das Almas assistem ao show “A Festa Começou”. No dia 22, apresentação no Brega Ligth, em Ibicuí. Na noite seguinte, 23, Forró do Namoral, em Jequié, e Piatã, em praça pública. No dia 24, é a vez de Candeias receber o grupo e no dia 25, Cachoeira. Os festejos de São João terminam para a Estakazero no dia 28, quando participam do São João do Pelô, em Salvador. Para os festejos de São Pedro, a banda se apresenta em São Francisco do Conde (dia 29), Muritiba e Iguape (dia 30).

Contando História: Mostrar que a cultura musical da Bahia ia muito além do axé music, foi para o cantor e instrumentista Léo Macedo uma necessidade nos idos de 2001, quando criou a Estakazero. A banda é genuinamente baiana e há doze anos levanta a bandeira do forró na terra do axé. A essência do forró está presente não apenas no som da sanfona e no toque do triângulo, mas na escolha dos cenários e dos figurinos das apresentações.


Depois de despontar no cenário brasileiro com sucessos como “Encosta N’eu” (Cássio Sampaio) e “Sapatilha 37” (Kleofor Nunes), em 2011, ganhou novo destaque nacional com a sua música de trabalho “Balada”.



No inicio de 2012, lançou pelo Som Livre o CD ‘Na Balada - Ao vivo’, trabalho mais dançante que reúne xote e vaneirão e traz ao público um som mais pop. Nesta temporada junina apresenta o DVD “A Festa Começou”.

******Músico Paulo César Perrone Júnior (baterista) foi baleado durante saidinha bancária na capital. No dia 19 de julho de 2011, o baterista da banda Estakazero, sofreu uma “saidinha bancária” e foi baleado na cabeça, no Caminho das Árvores, em Salvador. Aos 34, ele se recupera da lesão neurológica e reage a alguns estímulos. Ele passou 35 dias em coma induzido na UTI do Hospital Geral do Estado (HGE) e dez dias em uma unidade semi-intensiva. O músico teve uma grave lesão neurológica. Ainda não consegue interagir, reage a alguns estímulos com os olhos. Ele melhorou, mas ainda está longe do desejado. O trabalho de reabilitação é lento, mas a chance existe. Perrone já movimenta os braços, as pernas, a cabeça e os olhos. O músico responde a alguns estímulos com o piscar dos olhos. A família tem um custo mensal de R$ 10 mil com o tratamento do músico, com alguns medicamentos, a maior parte é cedida pelo SUS, uma fonoaudióloga, dois fisioterapeutas, um neurocirurgião, uma cuidadora e um advogado, além do custo com alimentação. A Estakazero, banda que o músico integrava, paga outra fonoaudióloga que também cuida dele... leia + aqui

FONTE

http://www.estakazero.com.br/biografia/index.html

sábado, 26 de outubro de 2013

Athos Campos


Athos Campos, nasceu em 14 de julho de 1923 na cidade de Bebedouro, no interior do estado de São Paulo. Compositor, violeiro, folclorista, radialista.


Em 1939, com apenas 16 anos de idade, em parceria com Serrinha, compôs "Chitãozinho e Xororó", sua primeira música que foi justamente o seu maior sucesso, e que foi regravada pelos mais renomados intérpretes da música caipira raiz tais como Tonico e Tinoco, Serrinha e Caboclinho, Serrinha e Zé do Rancho e Pedro Bento e Zé da Estrada, entre outros.


Athos Campos é autor da toada que deu nome a duas duplas sertanejas, uma nos anos 1950 e outra, mais famosa, a partir dos anos 1970, Chitãozinho e Xororó. Foi seu cunhado Geraldo Meirelles quem sugeriu o nome “Chitãozinho e Xororó” a dois jovens cantores paranaenses. A ideia veio da canção justamente com esse nome, composta por Athos Campos.
                    

Além de compositor, também atuou como radialista em várias emissoras de São Paulo, além de produzir programas televisivos para Geraldo Meirelles, um dos pioneiros em mostrar a música sertaneja na TV.

Athos Campos passou a residir em Mairiporã/SP, no final da década de 30, tendo inclusive composto o Hino Municipal da respectiva cidade, a qual se orgulha de ter sido a terra querida e amada pelo compositor.

Além de "Chitãozinho e Xororó", Athos Campos também compôs outras belíssimas obras-primas, entre elas, "Sinhazinha", "Bate na Viola", "Samba de Roda e "Viola Sem Defeito" entre outras.


Athos Campos foi um dos artistas mais importantes do nosso país e sempre defendeu as raízes culturais do povo. Através de seus programas de rádio e TV, costumava sempre denunciar o mercantilismo que já começava a deturpar a música caipira raiz.


Lamentavelmente veio a falecer no dia 01 de novembro de 1992, em Bragança Paulista/SP.

Em 2002, teve as composições "Não sei o que é que eu tenho", parceria com Aleixinho, e "Viola sem defeito" gravadas pelas Irmãs Galvão pelo selo Chantecler.


Algumas composições de Athos Campos:
- A Saudade Continua (Athos Campos e Índio Vago)
- Bate na Viola (Athos Campos)
- Boiada Saudosa (Athos Campos e Serrinha)
- Chitãozinho e Xororó (Athos Campos e Serrinha)
- Divertimento de Violeiro (Serrinha e Athos Campos)
- Não Sei o que é que Eu Tenho (Athos Campos e Aleixinho)
 - Onde Canta O Chororó (Athos Campos)
- Samba de Roda (Athos Campos e Geraldo Meireles)
- Sinhazinha (Athos Campos e Índio Vago)
- Viola Sem Defeito (Athos Campos)



FONTE

http://www.recantocaipira.com.br/athos_campos.html

Pedro e Paulo


Os irmãos Jorge Alves Monteiro (Pedro) e Antonio Alves Monteiro (Paulo) são filhos de família humilde, naturais do estado do Ceará, descendentes de mineiros, foram criados em Jateí, pequena cidade do interior de Mato Grosso do Sul.

Posteriormente, foram para a fronteira com o Paraguai, indo trabalhar na lavoura da erva-mate. Formaram uma dupla e começaram a se apresentar em feiras agropecuárias. Tocaram em cinemas e clubes.



Em 1975, saíram de Jatei (MS) indo a Presidente Prudente (SP), onde ficaram conhecendo os irmãos Capuá. Certo dia, num programa de rádio, a dupla Rock e Ringo ouviu a dupla cantar e imediatamente deu-lhes o nome de PEDRO E PAULO.

Em São Paulo no mês de novembro de 1977, a dupla Pedro e Paulo foi levada pela primeira vez à televisão no Programa Canta Viola, produzido e apresentado por Geraldo Meirelles (o “Marechal da Música Sertaneja") e Athos Campos (compositor, violeiro, folclorista, radialista), na TV Record.

A história do Programa Canta Viola começou em 1960 tendo como seu criador e idealizador o Sr. Geraldo Meirelles, na extinta TV Associadas, hoje TV Cultura. O primeiro programa de musica sertaneja lutou contra preconceitos dos mais diversos, passou por outras emissoras como Tupi, Bandeirantes e chegando a TV Record, ficando assim mais de 25 anos nesta mesma emissora.

O Programa Canta Viola foi celeiro dos grandes cantores, duplas e trios sertanejos da atualidade como Chitãozinho e Xororó, Cristian e Ralf, João Paulo e Daniel, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo Luciano, Sérgio Reis, Irmãs Galvão, João Mineiro e Marciano, Marcelo Costa e muitos outros. Por isso foi e continua sendo a única porta para as duplas e trios iniciantes e por este motivo possui o respeito de todos os artistas do gênero.

A primeira grande vitória a dupla Pedro e Paulo foi com "Transnoronha" de autoria de Capuá, que preencheu todos os requisitos dos jurados e telespectadores, do Programa Canta Viola, mas para a dupla ainda faltava o mais importante... a gravadora... o disco... o sonho que mais tarde tornou-se realidade. Ringo levou a dupla até Raimundo Carlos, um conhecedor por excelência da música sertaneja, que ouviu, e não mediu sacrifícios para encaminhá-los.



Numa reunião familiar sertaneja da qual participavam Ringo, Tony Damito, Carlos Cézar e outros, tiveram a ideia de telefonar para Horácio Faustino da gravadora CBS, onde produzia para o selo sertanejo UIRAPURU.

Horácio pediu que colocassem a dupla no aparelho telefônico, e os ouviu cantar "Transnoronha". Ele teve a certeza que conseguiria um repertório bom pelo estilo da dupla, bem a gosto do público. Foi então que em 1978 lançaram seu primeiro LP, destacando-se neste disco as músicas "Transnoronha" "Calvário da Vida" e "Tropas e Boiadas".

Em 1979 lançam o segundo LP, o disco levava o nome da dupla: PEDRO E PAULO - 1979 - Uirapuru/CBS 350049. Destacando-se a música "Eu Amo Demais a Vida".

01 Mais Uma Noite Que Passa Sem Você Dormir Comigo (Marciano-Darci Rossi)
02 Saudade Danada (Ringo)
03 Mulher Meio-termo (Compadre Lima-Mabel)
04 Amor Por Piedade (Praense-Raimundo Prates)
05 A Carta Que Musiquei (Praense-Jardel)
06 Mãe É Uma Só (Noel Fernandes-Sabino)
07 Eu Amo Demais a Vida (Jorge Silva-Pedro)
08 Maria (Marciano-Darci Rossi)
09 Quatro Paredes (Paulo-Waldemar de Freitas Assunção)
10 As Flores Que Não Colhi (Itapuã)
11 Passageiro da Terra (Compadre Lima-Mabel)
12 Provas de Deus (Capuá-Pedro-Paulo)

Ouça aqui Pedro & Paulo - Mãe é Uma Só

No início dos anos 1980, apresentaram-se no programa "Viola minha viola", na TV Record. Gravaram o primeiro disco pela CBS.  Passaram a se apresentar semanalmente no famoso programa "Linha Sertaneja Classe A" da Rádio Record.

O Linha Sertaneja Classe A apresentado de segunda a sexta pelo comunicador José Russo era dividido em blocos de 15 e 30 minutos e cada bloco dedicado a uma dupla ou cantor sertanejo. Lourenço e Lourival, Milionário e José Rico, Matogrosso e Mathias, Pedro Bento e Zé da Estrada, Roberto e Meirinho, Léo Canhoto e Robertinho e muitas outras duplas mostravam suas músicas atendendo os fãs por carta. José Russo chamava Zé Bettio que durante os intervalos, fazia propaganda dos mais variados produtos, e no fim, quando devolvia o comando o chamava carinhosamente com um “Fala Zé” e Russo respondia com um “falo, falo sim”.

Outros discos de Pedro e Paulo vieram, e depois se afastaram por um tempo da carreira artística.

Pedro e Paulo gravaram a música Poeira do Norte, de Gordurinha (Esta música - composição de Florentino Coelho e Eloide Warthon - foi gravada por Gordurinha com o nome de "Poeira de Morte".)

 
Tá vendo essa roupa cáqui
Ela é branca meu patrão
Acontece que eu vim de longe
Em cima de um caminhão
E a poeira é de morte
Naquela estrada do Norte
Tem dó de mim meu patrão
E vê se ajuda o teu irmão

Eu quero trabalhar o dia inteiro,
Nem que seja pra ganhar um tostão
Eu já não posso mais
E voltar para trás
Eu não quero não

Chega de viver torrado
pelo sol malvado
Que só quer matar
Chega de saber que a fome
É direito do homem
Que não quer roubar

Doutor o que me traz aqui
Não é me divertir
Nem ver o carnaval
Apesar do que sofri no Norte
Sou caboclo forte
Quero trabalhar



Gravação: Gordurinha
Disco: Mamãe! Estou Agradando
Gravadora: Continental
Ano: 196101. Bossa quase nova (Gordurinha)
02. Súplica cearense (Gordurinha / Nelinho)
03. Tô doido pra ficar maluco (Rodrigues da Silva / Ataide Pereira)
04. Poeira de morte (Florentino Coelho / Eloide Warthon)
05. Na marca do penalty (Erasmo Silva)
06. Não sou de nada (Gordurinha / Valter Silva)
07. Passe ontem (Umberto Silva / Luis Mergulhão)
08. Eu preciso namorar (Gordurinha)
09. Meio termo (Gordurinha)
10. Calouro teimoso (Gordurinha / Nelinho)
11. Quando os baianos se encontram (Oscar Bellandi)
12. O marido da vedete (Gordurinha)
 





 
Pedro & Paulo (2008) As 20 Mais
Pedro & Paulo
(2008) As 20 Mais

01 Casa dos Prazeres (Praense-Alcino Alves)
02 Eu Amo Demais a Vida (Jorge Silva-Pedro)
03 Tropas e Boiadas (Tony Damito-Carlos Cesar)
04 Poeira do Norte (Gordurinha)
05 Morrerei de Saudade (Jorge Silva-Manoel)
06 Perdido Na Noite (Caiobá)
07 O Sem Vergonha Aqui Sou Eu (Nonô Basilio-Wanderley Basilio)
08 Alô Motorista (Manoelito-Marazul)
09 Quatro Paredes (Paulo-Waldemar de Freitas Assunção)
10 Ultimo Trago (Marciano-Darci Rossi)
11 Ela Voltou a Dormir Comigo (Marciano-Darci Rossi)
12 Transpantaneira (Capuá-Ringo)
13 Saudade Danada (Ringo)
14 Bandeira dos Paulistas (Capuá-Pedro)
15 Ânsia Louca (Morandi-Nelson Gomes)
16 Maria (Marciano-Darci Rossi)
17 Transnoronha (Capuá-Pedro)
18 Calvário da Vida (Compadre Lima-Praense)
19 Amor Por Piedade (Praense-Raimundo Prates)
20 História de Um Índio Civilizado (Goiá-Mizael)
 
Em 2009 retomaram a carreira e lançam o CD "A Volta".
 
FONTE
 
 
 
 
 

Juanita Cavalcanti


Em pleno auge da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, foi uma das cantoras mais requisitadas para interpretar boleros e música latina em geral, então em grande moda e quase constantemente nas paradas de sucesso. Chegou a ser uma das cantoras preferidas pelos grandes maestros nos programas noturnos da emissora.

Em 1952, gravou pela Continental o baião "Meu limão, meu limoeiro", do folclore brasileiro, com arranjos de Carolina Pereira e o samba "Lamento de uma raça", de Manuel Coelho e Alfredo Godinho.
Sh-Boom (Sh-Boom)
Versão de Juvenal Fernandes, lançada na Sinter pelos Trigêmeos Vocalistas em em dezembro de 1954 (78 rpm 376-A, matriz S-816). Em janeiro de 55 saiu a gravação de Juanita Cavalcanti, pela Continental.


No mesmo ano, gravou de Mário Albuquerque o samba "Noite de carnaval", e de Mário Vieira e Guilherme Leite, a toada-baião "Oi-lê, oi-lá".


Em 1953, gravou a buleria "A lua enamorada", de Villajos, Durango e Bolaños, com versão de Juracy Rago, e o samba "Tortura sem par", de Ricardo Rangel e Lupicínio Martins. No mesmo ano, gravou o samba "João Valentão", do compositor baiano Dorival Caymmi, e o baião "Vaidoso", de Poli e Juracy Rago.


São de 1954 as gravações do baião "Acordei cansado", de Euclides da Cunha e Arlindo Pinto, e do samba "Esta indecisão", de Cláudio Passos e Juracy Rago.


Em 1955, gravou as marchas "Tanaka", de Beduíno e Moacir Braga, "Pombinha branca", de J. M. Alves e Reinaldo Santos, e o bolero "Confesso", de Scorza Neto, e pela Todamérica, a marcha "Pau d'água", de Juracy Rago, e o samba "O samba não pode parar", de João de Barro e Alcir Pires Vermelho.


Em 1956, gravou o rojão "Chapa 13", de Rubem Melo, e o samba-choro "Não convém", de Antônio Rago e João Pacífico.

Em 1957, lançou a marcha "A taça é nossa", de Antônio Sergi e José Luiz da Silveira. No outro lado do disco, apresentou com Otávio Muniz o trio Cláudio, Brandão e Goiano gravando a marcha "Os jogadores falam", de José Luiz da Silveira. Gravou, ainda na Copacabana, com a cantora Maristela o chimbole "Venho de longe", de Scorza Neto e a guarânia "Sozinha e descrente", de Zé Cavalcanti.



FONTE