sexta-feira, 1 de abril de 2022

Mais uma Rodada

 


1. Todo Seu (Eu não Chamo mais o meu amor de seu) - Jorge e Mateus


2. Marcos e Belutti


3. Tanto a agradecer - Augusto e Atilio


4. Caminho da Roça - Augusto e Atilio


5. Conrado e Aleksandro




6. Lance Individual - Jorge e Mateus


7. Baton de cereja - Israel e Rodolfo


8. Ultimo Beijo - Bruno e Marrone




9. Por te amar assim - Luan Santana


10. Minha Estrela Perdida - Luan Santana



domingo, 13 de março de 2022

Alan Jackson


Alan Eugene Jackson (Newnan, 17 de outubro de 1958),[1] é um cantor norte-americano e compositor de música country. Seus vários sucessos o tornaram um dos mais célebres cantores de música country dos anos 1980, tendo sido indicado ao hall da fama da música da Geórgia em 2001.


Jackson é filho de Joseph Eugene Jackson e Ruth Musick; nascido em Newnan, na Georgia, e possui quatro irmãs mais velhas. Jackson é de ascendência inglesa.[2] Quando jovem, Jackson ouvia principalmente música gospel. De outro modo, não era um grande fã de música. No entanto, um amigo seu lhe apresentou a música de Gene Watson, John Anderson e Hank Williams Jr. Jackson formou uma banda após o colegial. Em 1979 se casou, mudou de emprego várias vezes e formou uma banda chamada Dixie Steel.

Depois de um tempo, ele e sua esposa com seis anos de casamento, Denise Jackson, mudaram-se de Newnan para Nashville, onde Jackson esperava prosseguir com a música em tempo integral.[3]

Jackson cantava na igreja quando era criança. Ele, seu pai, mãe e quatro irmãs viviam em uma pequena casa. Em um ponto, sua cama ficava no corredor por falta de dormitório. Sua mãe vive na casa até hoje. Seu primeiro emprego, aos 12 anos, foi em uma loja de sapatos. Ele escreveu sua primeira canção em 1980. E trabalhou como um vendedor de carros aos seus 20 anos.
Carreira

No Tennessee, Alan trabalhou para a The Nashville Network (no serviço postal).[3] Sua esposa, Denise, trabalhava como comissária de bordo e encontrou no aeroporto de Atlanta um dia, Glen Campbell. Ela lhe contou sobre as ambições musicais de seu marido e obteve o endereço e telefone da empresa musical de Campbell. Denise colocou-o, então, em contato com Glen Campbell, que o ajudou a começar sua carreira.[4] Jackson finalmente assinou com a Arista.[3]

Seu primeiro álbum, lançado de forma independente (pela gravadora Americana Records) em 1987, é intitulado "New Traditional".


Sua carreira solo começou em 1989, depois de deixar o grupo "A Strayhorn", que consistia de Monty Allen, Danny Groah, Flint Robbie, McClurg Mark, Rutherford Bruce, Stephens Tony e Roger Wills.

Seu segundo álbum, "Here in the Real World" (1989), lançado pela Arista Records, foi um sucesso; cujo single com o mesmo título do álbum, alcançou o número três na Hot Country Songs no início de 1990.[5] Em cada um dos álbuns subseqüentes Jackson ganhou disco de platina, ou mesmo multi-platina, e quase todos os seus singles atingiram o topo das paradas country.


Seu álbum "A Lot About Livin' (And a Little 'bout Love)" (1992) também foi um grande sucesso, gerando cinco singles principais; "Chattahoochee" (um deles) também lhe rendeu o prêmio Country Music Association (CMA) por "Single e Canção do Ano" em 1994.



Em 1994, Jackson deixou a sua produtora, a Ten Ten Management, que supervisionou a sua carreira até então, e foi para Gary Overton.[6]

Foi então que Jackson começou a ser conhecido por seu talento como compositor. Entre os cantores de música country que co-escreveram canções com Jackson incluem Clay Walker ("If I Could Make a Living"), Chely Wright ("Till I Was Loved By You") [7] e Faith Hill ("I Can't Do That Anymore").


Jackson com sua família em uma cerimônia para receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em abril de 2010

"The Greatest Hits Collection" foi lançado em 24 de outubro de 1995. O álbum continha 17 hits, duas canções recém-gravadas ("I'll Try" and "Tall, Tall Trees"), e a canção "Home" de Here in the Real World" que nunca havia sido lançada como single.[8] Estas duas primeiras músicas fizeram número um.

Em 16 de Abril de 2010, Alan Jackson foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood na categoria música.

Jackson vive com sua esposa e três filhas no Tennessee.

Discografia
Ver artigo principal: Discografia de Alan Jackson
Prêmios

American Music Award for Favorite Country Single 1993; "Chattahoochee"


1993 Music Video of the Year – "Chattahoochee"
1994 Song of the Year com Jim McBride – "Chattahoochee"






Referências

«Alan Jackson» (em inglês). Britannica. Consultado em 1 de outubro de 2020
Ir para:a b c Ali, Lorraine (2002-02-18), "Jackson in the Driver's Seat". Newsweek. 139 (7):68
Sanz, C.; Sanderson, J. (September 2, 1991), "Honky-tonk hero". People. 36 (8):76
Whitburn, Joel (2008). Hot Country Songs 1944 to 2008. [S.l.]: Record Research, Inc. pp. 201–202. ISBN 0-89820-177-2
Lichtman, Irv (March 5, 1994), "Alan Jackson switches managers". Billboard. 106 (10):90
Cronin, Peter (November 19, 1994), "Spotlight shines on Jackson's songwriting". Billboard. 106 (47):37
Price, Deborah Evans (September 16, 1995), "20, count `em, 20 Jackson hits". Billboard. 107 (37):32

FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Jackson

terça-feira, 1 de março de 2022

Mais uma Rodada

 


1. Coração de Quatro- Israel e Rodolfo


2. Você Mudou - Cristiano Araujo



3. Tudo que você quiser - Luan Santana


4. TBT - Cleber e Cauan


5. Contramão - Gustavo Mioto


6. Quem Pegou, Pegou - Henrique e Juliano


7. Notificação Preferida - Ze Neto e Cristiano


8. Na Estante - Jads e Jadson


9. Cobaia - Lauana Prado


10. Ela me desfarreou - Henrique e Juliano



sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

My Blueberry Nights (Um Beijo Roubado)



Dia desses, após assistir mais uma vez o longa My Blueberry Nights (Um Beijo Roubado) do cineasta chinês Wong Kar Wai (Amor à Flor da Pele, 2046 e Felizes Juntos) me vi ansiosa para falar sobre sua trilha e aqui estou.


Pra quem não sabe, My Blueberry Nights é o primeiro filme do cineasta em língua inglesa e conta a história de Elizabeth (Norah Jones), uma jovem que descobre que seu namorado a vinha traindo ao procurá-lo no café de Jeremy (Jude Law), um charmoso jovem inglês que também havia sido abandonado anos atrás pela namorada.


Os dois passam então a dividir suas angústias todas as noites, enquanto ela saboreia uma fatia de torta de blueberry com sorvete.


E vale aqui destacar a linda metáfora da torta, sempre descartada praticamente inteira, com a forma como Elizabeth se sente. O casal conversa, come, ri, compartilha histórias e chora junto, sob a luz azulada do café e os olhos atentos da câmera de vigilância.


Não satisfeita, Elizabeth sai pelo país em busca de um sentido para sua vida, conhecendo pessoas diferentes e se auto-descobrindo. Entre essas pessoas estão um policial (David Strathairn) que é obcecado pela ex-mulher (Rachel Weisz), e uma jovem jogadora de pôquer (Natalie Portman).


Mas não irei me estender na história, uma vez que a intenção aqui é falar sobre a trilha sonora que, neste caso, para muitos, é ainda superior ao filme. Na minha opinião, não se trata de ser ou não superior, mas a música não é simplesmente uma trilha sonora pontuando emoções, ela é quase uma atriz coadjuvante.


Aliás, Wong Kar Wai é um diretor que deixa claro em todos os seus filmes a importância que a trilha e a fotografia têm para a sua narrativa. Não é à toa que ele já deu declarações onde afirma que “nenhum idioma pode definir a música.”


Na trilha sonora de Ry Cooder (Paris, Texas e Buena Vista Social Club), recheada de blues, jazz e folks, além da própria Norah Jones temos Amos Lee, Gustavo Santaolalla e Cat Power em um forte clima de melancolia que casa perfeitamente com a leve granulação da imagem, com a câmera rodando em velocidade lenta, com as cores fortes e vibrantes, com os planos e contra planos profundamente marcados pelo foco que nem sempre está onde o espectador imaginaria.


Sempre que ouço a trilha desse filme, por mais que já a conheça, me surpreendo com o seu clima melancólico, intenso, mas ao mesmo tempo sereno. São 14 faixas que falam por si só e que acompanham ou, em alguns casos, dão toque à cena, como no início do filme, quando “The Story” começa a tocar, nos introduzindo aos personagens e tentando nos contar como aquilo começa. Aliás, essa música foi composta por Norah durante as filmagens.


Enquanto buscava inspiração, Wong Kar Wai viajou de Nova York a Santa Mônica três vezes, ouvindo The Greatest, de Cat Power e nada mais justo do que duas canções do disco estarem ali: “Living Proof” e “The Greatest” que, na minha opinião, dá ainda mais beleza para uma das cenas mais lindas do filme.

Living Proof – Cat Power


Já para os temas instrumentais, o primeiro compositor em que ele pensou foi Gustavo Santaolalla (de Babel e O Segredo de Brokeback Mountain), mas como ele estava ocupado na época, Kar Wai acabou convidando o próprio Ry Cooder que assina três faixas – “Ely Nevada”, “Long Ride” e “Bus ride”. E Santaolalla ainda conseguiu um tempinho para contribuir com a bela e triste “Pajaros”.

Ely Nevada – Ry Cooder



Cassandra Wilson, interpretando “Harvest Moon”, do Neil Young merece um parágrafo a parte. Sua versão é tão bela e tocante que segundo o diretor arrancou lágrimas da protagonista sem que fosse preciso nada além disso, num dos momentos mais emocionantes do filme. Quem assistiu, vai saber do que estou falando.


É interessante ver ainda a reinvenção de “Yumeji’s Theme”, feita por Chikara Tsuzuki já utilizada em “Amor à Flor da Pele.” A reutilização de algumas músicas é característica já marcante nos filmes de Kar Wai, o que, de certa maneira, ele explica no encarte do disco da trilha de 2046:

Os trechos musicais obedecem a ciclos, ao sabor das lembranças e dos esquecimentos. Uma partitura pode ressurgir de um filme a outro, mas ela convida à mesma viagem, semelhante a um trem que refaz indefinidamente o mesmo trajeto. Os pedaços se misturam uns aos outros; uma impressão nova se acrescenta à precedente sem chegar a apagá-la inteiramente”.


Por fim, não dá pra deixar de destacar que justamente as cenas dos beijos não possuem nenhuma trilha ou efeito sonoro, apenas o silêncio. Algo que não deixa de ser totalmente poético, bem ao estilo Kar Wai.


Um Beijo Roubado

Título original: My Blueberry Nights
Ano de Lançamento: 2008
Gravadora: EMI

Faixas:
1.The Story – Norah Jones
2. Living Proof – Cat Power
3. Ely Nevada – Ry Cooder
4. Try a Little Tenderness – Otis Redding


5. Looking Back – Ruth Brown


6. Long Ride – Ry Cooder, My Good Eye

7. Eyes on the Prize – Mavis Staples


8. Yumejis Theme (Harmonica Version) – Chikara Tsuzuki, Shigeru Umebayashi


9. Skipping Stone – Amos Lee


10. Bus Ride – Ry Cooder


11. Harvest Moon – Cassandra Wilson


12. Devils Highway – Hello Stranger


13. Pajaros – Gustavo Santaolalla


14. The Greatest – Cat Power


FONTE

domingo, 6 de fevereiro de 2022

I Started A Joke, de Bee Gees



"I Started a Joke" é um single dos Bee Gees lançado em 1968. É uma das canções mais famosas da banda, sendo a segunda a entrar na lista das dez mais da Billboard, e a primeira a chegar em primeiro lugar na parada brasileira. Naquele momento, a música fez parte da telenovela Beto Rockfeller (criação de Bráulio Pedroso), na extinta TV Tupi.


Em I Started A Joke, o sujeito lírico fez piada da máscara formal dos dilemas morais, desnudando-se e descerrando sonhos, pensamentos, ações, omissões inconfessáveis fazendo acordar lembranças em preto e branco.



I started a joke Which started the whole world crying
But I didn't see That the joke was on me.
Eu comecei uma piada a qual fez o mundo inteiro começar a chorar
Mas eu não percebi que a piada era sobre mim.

I started to cry Which started the whole world laughing
Oh if I'd only seen That the joke was on me
E eu comecei a chorar o que fez o mundo inteiro começar a rir.
Se eu somente tivesse percebido que a piada era sobre mim

I looked at the sky Running my hands over my eyes
And I fell out of bed Hurting my head from things that I said
E eu olhei para os céus, passando minhas mãos sobre meus olhos.
E eu caí da cama me machucando pelas coisas que disse..

'Till I finally died Which started the whole world living
Oh if I'd only seen that the joke was on me
Até que eu finalmente morri, o que fez o mundo inteiro começar a viver.
Se eu apenas tivesse percebido que a piada era sobre mim...

Em 1969, na mesma época do lançamento de I Started a Joke, o cantor Ronnie Von compôs uma versão intitulada Comecei Uma Brincadeira, esta versão está presente no álbum A Misteriosa Luta do Reino de Para Sempre contra O Império de Nunca mais, gravado por Ronnie Von e lançado pela gravadora Polydor em 1969. A letra da canção possui deveras semelhança com a letra original, enquanto, a melodia é igual. É a versão brasileira da música.

Em 1998, a canção foi regravada e lançada como single pelo grupo americano Faith No More, chegando a ser, em 2012, trilha do filme brasileiro Totalmente Inocentes, protagonizado pelo humorista Fábio Porchat.



A canção também foi regravada pela dupla inglesa Pet Shop Boys e lançada como lado B do single Winner em 2012.


A canção foi mixada pelo grupo Confidential MX (uk ​ /ˌkɒn·fɪˈden·ʃəl/ əm / eks), nomeada I started a joke - ConfidentialMX featuring Becky Hanson, feita sobre a versão da cantora Becky Hanson. Também é ouvida no primeiro trailer do filme Esquadrão Suicida, uma referência ao (Coringa) para o universo cinematográfico..



terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Mais uma Rodada

1. Eu Era - Marcos & Belutti


2. Metade da Laranja - Edy Britto e Samuel


3. Supera - Marília Mendonça


4. Três Opções - Zé Neto e Cristiano



5. A dor desse amor - Vitor e Luan



6. Pout Porri - Hugo e Guilherme



7. Ai já era - Jorge e Mateus




8. Pout Porri Clayton e Romário



9. Romântica - Rio Negro e Solimões



10 . Libera Ela - Maiara e Maraisa (Dilsinho)





segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Mais Uma Rodada

 


1. Nechville

















Preciso te encontrar
Pra dizer tudo que sofri
Tantas lágrimas rolaram
no meu rosto nu
Por ti
A mais perfeita sintonia
A mais estranha melodia
Dois lados de uma mesma história
E uma pergunta sem resposta
Será que você me quer?
Será que nossa história tem volta?
E quando o amor vier, por favor
Não feche mais essa porta
Será que você me quer?
Será que nossa história tem volta?
Ah, ah, ah
E quando o amor vier, por favor
Não feche mais...
Não posso mais adormecer
sem teus carinhos agora
Sinto teu cheiro,
roçando meu corpo
Tremendo de frio
São tantas dúvidas para calar
Te olhar é sempre acalanto
Me perco nesse espaço sem pensar
Tudo é você e nada mais
Será que você me quer?
Será que nossa história tem volta?
E quando o amor vier, por favor
Não feche mais essa porta
Será que você me quer?
Será que nossa história tem volta?
Ah, ah, ah
E quando o amor vier, por favor
Não feche mais essa porta
Ah-ah, ah-ah
Ôh, ôh, ôh

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Outra Rodada

 


1. Então Fica Assim - Edy Britto e Samuel


2. Para Mudar a Minha Vida - Hugo e Guilherme


3. Supera - Marilia Mendonça


4. Hoje eu Sei - Day e Lara







5. Madri - Fernando e Sorocaba



6. Ai eu bebo - Maraiara e Maraisa


7. Precipicio - Gustavo Toledo e Gabriel



8. Apaixonadinha - Marilia Mendonça


9. Namorada reserva - Hugo e Guilherme



sábado, 6 de novembro de 2021

Músicas mais tocadas nos anos 30

Aquarela do Brasil – Francisco Alves – 1939


O que é que a baiana tem? – Carmen Miranda – 1939

Prà vocè gostar de mim – Carmen Miranda – 1930

As Pastorinhas – Sílvio Caldas – 1938


Cidade maravilhosa – Aurora Miranda e André Filho – 1934

O teu cabelo não nega – Castro Barbosa – 1932

Carinhoso – Orlando Silva – 1937

Tico-Tico no Fubá – Orquestra Colbaz – 1931

Se Você Jurar – Francisco Alves & Mário Reis – 1931

No rancho fundo – Silvio Caldas – 1939

Com Que Roupa? – Noel Rosa – 1931


Touradas em Madri – Almirante – 1938

Mamãe eu quero – Jararaca – 1936

Singin’ In The Rain – Cliff Edwards – 1929

Yes! Nós Temos Bananas – Almirante – 1938

Não tenho lágrimas – Patrício Teixeira – 1937


Rosa – Orlando Silva – 1937


segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Outra Rodada


 1. Duas metades - Jorge e Mateus



2. Na Hora H - Edy Britto e Samuel


3. Ponto G - Edy Britto e Samuel


4. Tudo no Olhar.../ Sem me controlar / Perdoa amor - Marcos e Belutti


5. Aquela Pessoa - Henrique e Juliano


6. Rua recaída - Henrique e Juliano


7. Show completo - Maiara e Maraisa


8. Medo bobo - Maiara e Maraisa


9. Da preferência pra mim - João Fernando e Gabriel



10. Coração de Quatro - Israel e Rodolfo



sábado, 2 de outubro de 2021

João da Praia


João da Praia - (Rio de Janeiro/RJ, 1950 ******** São Paulo/SP, 1/7/1988) --- Antônio Jorge Zacarias, o João da Praia, foi um cantor e compositor popular. Fez sucesso em 1974 com a música "O Boi Vai Atrás" ("Aonde a Vaca Vai"), que vendeu 300 000 discos. Também fez sucesso com "Formiga Cabeçuda".



Analfabeto, trabalhava como motorista, balconista. Usando um violão com apenas uma corda, João da Praia foi descoberto pelo produtor Jacques Ayres, quando vendia sorvete na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.






Segundo matéria publicada na Revista Veja João da Praia faleceu na cidade de Duque de Caxias/RJ devido a um ataque cardíaco. Entretanto, amigos do compositor afirmam que ele faleceu em 1989 na cidade de São Paulo/SP, no Hospital Zona Sul no bairro de Santo Amaro; e, que foi enterrado no cemitério São Luis. Fonte: Revista Veja, 13 de julho, 1988 - Edição n° 1036 - Pág; 83.

Empunhando um violão de uma corda só que achou no lixo, João da Praia conseguiu sucesso logo no primeiro compacto simples, apresentando no lado A uma canção rural com estrofes hilárias, que aproveita como refrão um dito popular: “Aonde a vaca vai, o boi vai atrás”. Um dos maiores sucessos populares de 1974 (servindo até como jingle publicitário de uma marca de inseticida!), “O boi vai atrás” consagrou João da Praia nacionalmente, tornando-o atração em vários programas de televisão da época, e o single vendeu trezentas mil cópias (o lado B, “Meu cajueiro”, é a faixa que encerra o presente compacto duplo).


Meses depois, veio o segundo single, com “Formiga cabeçuda” e “Preta linda”, faixas também aqui constantes.

Em 1975, ele ainda lançaria a música “Poluição”, lado B de outro compacto simples da Beverly/Copacabana, dividido com a dupla Conde e Drácula, que no lado A interpretava “Tá faltando ôme”. 


Seu último disco foi um outro compacto duplo, editado em 1981 pela obscura Nacional Discos, apresentando as músicas “Com minha vaca lavei a égua”, “Mundo enrolado”, “Custo de vida até o ano 2001” e “Rock coceira”.

Com minha vaca lavei a égua

Mundo enrolado

Preta linda

Em 1920, o compositor Eduardo Souto fez sucesso no carnaval com a marchinha Pois não, com João da Praia, uma das composições pioneiras no gênero.


"Pemberê", chula baiana
Com o Grupo do Moringa, gravação feita para a Casa Edison, Rio de Janeiro. "Pemberê", foi um dos destaques do carnaval de 1921, se fixando como peça instrumental de meio-do-ano no repertório de bandas de música. Composição de Eduardo Souto (música) e João da Praia (letra). AUDIO com letra (https://www.discografiabrasileira.art.br/.../14653/pembere)

Pemberê

Pemberê... Pemberá
Pemberê... Pemberá
Menina que namora qué casá
Criança que chora qué mamá
Pemberê... Pemberá
Galinha no ninho que não botá
É logo agarrada pra ir chocá
Pemberê... Pemberá
Pemberê... Pemberá
A noite bonita que é de luá
Foi feita pra gente mais se gostá
Pemberê
Perna de fora é o que mais se vê, meu bem
Pemberá
Guarde essa perna se qué casá, Iaiá
Pemberê... Pemberá
Pemberê... Pemberá
Muié deste tempo véve a mostrá
O que era pecado só maginá

Na minha opinião 93 anos de história separam a música "Pemberê", chula baiana de Eduardo Souto e João da Praia – 1921, da música "Você não vale nada" de Dorgival Dantas - 2014.