domingo, 7 de abril de 2013

Silvio Brito



Os refrões de suas músicas caíram na boca do povo. Viraram bordões populares, temas de novela, foram citados em programas de TV, e ainda hoje seus ecos são ouvidos por aí. Eu gosto muito deste artista da sua forma de inspirar de interpretar suas composições. Minha infância foi marcada por várias músicas de Silvio Brito e eu me lembro que me divertia bastante cantando "Farofa Fa", "Espelho Meu", e aos oito anos aprendi "Utopia" com a professora da 2ª série e nunca mais esqueci a beleza de toda aquela poesia...

Utopia
Das muitas coisas
Do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança
O aconchego de meu lar
No fim da tarde
Quando tudo se aquietava
A família se ajuntava
Lá no alpendre a conversar...

Meus pais não tinham
Nem escola e nem dinheiro
Todo dia o ano inteiro
Trabalhavam sem parar
Faltava tudo
Mas a gente nem ligava
O importante não faltava
Seu sorriso e seu olhar...

Eu tantas vezes
Vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado
Um por um ele abraçava
E perguntava
Quem fizera estripulia
E mamãe nos defendia
E tudo aos poucos se ajeitava...

O sol se punha
A viola alguém trazia
Todo mundo então pedia
Pro papai cantar pra gente
Desafinado
Meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas
Seu olhar no sol poente...

Correu o tempo
E hoje eu vejo a maravilha
De se ter uma família
Quando tantos não a tem
Agora falam
Do desquite e do divórcio
O amor virou consórcio
Compromisso de ninguém...

Há tantos filhos
Que bem mais do que um palácio
Gostariam do abraço
E do carinho entre seus pais
Se os pais se amassem
Tudo isso não viria
Chamam a isso de utopia
Eu a isso chamo paz...

***

O cantor e compositor Silvio Ferreira de Brito nasceu para a música aos seis anos de idade, cantando na rádio Clube de Varginha (MG). Natural de Três Pontas, também em Minas Gerais, ainda na adolescência passou a compor músicas gravadas por artistas consagrados na época como Ronnie Von, Vanusa e Antônio Marcos.

Nos anos 60 fez parte do grupo Os Apaches, influenciado pelos Beatles. Com Os  Apaches, gravou dois discos. Os Apaches foi uma banda de rock dos anos 60 e começo dos anos 70, que tinha Sílvio Brito como líder. A banda gravou 2 LP’s, hoje cultuados pelos fãs de rock psicodélico brasileiro: “O Décimo Primeiro Mandamento” e “Por Um Amor Maior”. São considerados os pioneiros do rock cristão. Nos anos 70, Sílvio Brito partiu de vez para carreira solo e a banda, que durou 8 anos, acabou se dissolvendo.

Discografia:
1968 - O Décimo Primeiro Mandamento (11º Mandamento)
1971 - Muito Prazer, Jesus Cristo
1972 - Mãe Estou Aqui

1973 - Por Um Amor Maior




Sempre contestador teve músicas censuradas, ganhou cinco Globos de Ouro e o troféu a Buzina do Chacrinha, ele garante que vendeu mais discos que Raul Seixas, principalmente nos idos de 1970.

Trabalhou em televisão, gravou música sertaneja, ficou oito anos na Rede Vida e atualmente está com um novo disco no mercado, o Pretty Woman...

Raio X
Nome: Silvio Ferreira de Brito
Idade: 56 anos
Formação: Cursou o primeiro ano
de direto. É jornalista provisionado.
Discos gravados: 30
Quando começou
a carreira: aos seis anos de idade
Estado civil: casado
Filhos: duas filhas
Naturalidade: Três pontas ?
Minas Gerais
Prêmios: Cinco discos de ouro, quatro como cantor e um como compositor

**entrevista aqui

"DIARINHO: Você chegou a ser convidado para cantar em hospício. Tem a ver com esse seu estilo diferente?
Silvio: Fui em vários. Tem uma história muito interessante que vale a pena contar novamente. Quando "Tá Todo Mundo Louco" fez sucesso, muitas clínicas de recuperação e psiquiatras começaram a me procurar para saber a minha opinião sobre a loucura. O filme "Tá Todo Mundo Louco" que saiu nos Estados Unidos foi 15 ou 20 anos depois. Quando eu falei "Tá Todo Mundo Louco" em Portugal e na Espanha, todo mundo achou um absurdo. Ninguém tinha cantado isso. Foi uma fase muito forte. Na época tinha disk-jockey em São Paulo, o Luís Aguiar, que me pediu pra fazer um show beneficente e não me falou nada. Somente no dia ele disse que o show iria ser no hospício. Ao chegar ao hospício eu falei que não iria cantar "Tá Todo Mundo Louco", porque eles poderiam pensar que eu estaria ridicularizando os internos. A diretora então falou que eles cantavam a música o dia todo e que foi por causa dessa música que ela me convidou pra fazer o show. Quando eu subi ao palco o público começou a cantar "Tá Todo Mundo Louco, Oba". Ficou uma sensação muito forte em mim. Primeiro, porque fiquei três meses pensando que ia ficar louco. Somente ali eu vi como essa música  tinha mexido com todo mundo. Engraçado que a sensação que eu tive é que eles queriam dizer pra nós que estamos aqui do lado de fora que 'nós estamos fugindo de vocês, nós estamos fugindo desse mundo de vocês, cheio de tanta guerra, tanto ódio, violência, discriminação, preconceito'. Aí eu fiz uma música inspirada nessa experiência que é o "Espelho Mágico", que também foi primeiro lugar. É aquela que fala "espelho meu, diga se no mundo existe alguém mais louco do que eu. Salvem os loucos, salvem os loucos, nova dimensão de quem não viu razão pra ser normal, nem débil mental". A letra conta que alguém está louco e explicando porque ele decidiu ficar assim".


Rei da irreverência nos anos 70, o cantor Silvio Brito continua ativo, fazendo shows toda semana pelo Brasil e, eventualmente, no exterior. Se antigamente precisava fugir porque as fãs queriam agarrá-lo, hoje, mais de três décadas depois, ele brinca: “Pode agarrar, minha mulher está longe!”.

Com a mesma alegria que marcou suas músicas, este mineiro diz que sente falta do passado, mas não o quer de volta. “Não se vive direito antes dos 30 anos. É muita ansiedade”.

Leia mais aqui


Silvio Brito fala da importância de Chacrinha e Silvio Santos em sua carreira, das músicas de igreja que cantava aqui



Silvio Brito iniciou sua carreira aos 6 anos de idade na rádio clube de varginha cantando sucessos como "Donde estará mi vida", "Retrato de Maria", "sole mio" entre outros.



Seu primeiro Show, também aos 6 anos, foi para um público de 1000 pessoas na cidade de três pontas - MG.

Silvio Brito gravou seu primeiro disco com 10 anos de idade em Belo Horizonte, cantando "Jambalaia", de Brenda Lee.



Silvio participou de dezenas de programas nas TVs do Rio e de SP entre os quais destaca-se a Radio Nacional do Rio de Janeiro nos programas de Cesar de Alencar, Manoel Marcelos e Paulo Gracindo. Programas de TV como Almoço com as estrelas, Julio Rosemberg, Jair de Taumaturgo entre outros.
Viajou por todo o Brasil até que em 1962 foi contratado pela TV nacional de Brasília estreando sua carreira de apresentador com um programa infantil.



Aos 12 anos compôs sua primeira música quando já tocava trombone, saxofone na banda do colégio e logo em seguida começou a tocar violão e piano nas festas do colégio.

Formou sua primeira banda com os 15 anos de idade (os Apaches) gravando sucessos (Sonho de Amor) e Hits da época como "See you in Setember", "E por isso estou aqui" etc.



Depois de 8 anos nos Apaches, veio para São Paulo e iniciou sua carreira solo compondo e fazendo arranjos para músicas religiosas na gravadora Edições Paulinas, em seguida na continental.

No final de 1974 se tornou sucesso como cantor com a música "tá todo mundo louco", antes já teve vários sucessos como compositor ganhando seu primeiro Disco de Ouro.



Em 1977 viajou por várias capitais do pais na campanha publicitária das calças jeans US Stop ao lado de Raul Seixas, As Frenéticas, Simone e Belquior.



Silvio Brito já dividiu o palco com diversos artistas, como Roberto Carlos, Fabio Junior, Raul Seixas, Moacir Franco, Sivuca, Billy Paul, Nico Fidengo, Ector Costita, Milton Nascimento, Wagner Tizzo, Eduardo Araújo, Silvinha, Tonico e Tinoco, Trapalhões, Padre Zezinho, Padre Marcelo entre outros.



Além de Portugal, Silvio Brito já realizou turnês e apresentações nos seguintes países:

• Estados Unidos (New York, Miami, Boston, New Jersey, entre outras cidades menores)
• Espanha
• Itália
• Israel
• Egito
• Alemanha
• Uruguai
• Argentina

Prêmios

Silvio Brito teve: 5 clipes no programa Fantástico premiados no Brasil e no Exterior na década de 70 como melhores clipes (Pare o mundo que eu quero descer, Espelho Mágico, Tá todo mundo louco, Quase 2.000 anos depois e Tristeza de Boi)

1959 - Campeão do primeiro Programa Infantil da Rádio Clube MG

1963 - Troféu Rádio Nacional de Brasília - Revelação Infantil

1967 - Primeiro lugar no Festival de Bandas em Larvas - Minas Gerias

1968 - Troféu Wilson Orsini - Belo Horizonte Minas Gerais

1969 - Disco de Ouro como compositor com a música "O que é meu é Teu"

1971 - Festival Nacional da Canção de Minas Gerais Melhor Interprete

1974 - Como Cantor, primeiro disco de Ouro - "Tá todo mundo Louco"

1975 - Segundo Disco de Ouro -Com a Música "Espelho Mágico"

1975 - Troféu Revelação Buzina do Chacrinha

1975 - Troféu Globo de Ouro

1976 - Terceiro Disco de Ouro com a música "Casinha"

1976 - Troféu Cidadão Varginhense

1977 - Quarto disco de ouro - Com a Música "Pare o mundo que eu quero descer"

1977 - Troféu Melhor Interprete Festival Costa a Costa com a música "Companheiro Uruguai"

1977 - Troféu Melhor Interprete Ceiudad vs ceiudad Argentino - Cantando balada para Um louco Astor Piaeezzola

1978 - Troféu Campeão do programa Qual é a Música

1978 - Primeiro lugar no Festival Uruguai com a música "Quando La Manhana Chama"

1979 - Troféu as Mais Mais da Bandeirantes

1980 - Foi homenageado no Show 2000 ao lado de Roberto Carlos, Ronie Von, Benito de Paula, Antônio Marcos, Jane e Erondi e Fernando Mendez. Homenagem pela maior quantidade de shows realizados no norte e nordeste do Brasil.

1982 - Troféu Festival de Gramado

1983/ 84 /85 - Troféu Cacique de Ouro - Artista mais pedido.

1986 - Disco de Ouro - com a música "Cidadão"

1987 - Campeão no Festival Rímula de Música Sertaneja com a música "Trem da Memória".

1990 - Troféu Musica dos Trabalhadores com a musica "Nos Becos da Vida".

1994 - Troféu do primeiro Festival de Mensagens de Juventude de Portugal

1995 - Troféu Finalista no novo festival da Record com a Música "São Tomé da Letras".

1997 - Troféu do Primeiro Encontro Eucarístico De New Jersey

2003 - Troféu Cidadão Varginhense do século

2004 - Troféu Et de Varginha

2007 - Troféu no programa Rei Majestade e Participação no CD do SBT

2008/ 09 - Troféu o Homem do Ano.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Carreira

35 anos de carreira, Mais de 30 discos gravados, 4 discos de Ouro (mais de 3.500.000 cópias),Vencedor de três festivais (no Brasil, Uruguai e Argentina). Viajou, com seu show, por diversos países, sempre com muito sucesso (USA, Canadá, Portugal, França e Itália).
 
 
 
FONTE

http://www.silviobrito.com.br/page/nacional-1






sábado, 6 de abril de 2013

Foreigner no Brasil



A banda de rock Foreigner traz a turnê "Can't Slow Down", baseada no álbum homônimo de 2009, ao HSBC Brasil (zona sul de São Paulo) no sábado (dia 6).



Fundado em 1976, o grupo marcou a história do rock norte-americano com clássicos como "I Want to Know What Love Is", "Waiting for a Girl Like You", "Cold as Ice" e "Juke Box Hero", na voz do vocalista e compositor Lou Gramm. O artista deixou a banda em 1990; deu uma esperança aos fãs quando voltou em 1992, mas partiu novamente em 2003.

Banda de rock Foreigner toca no HSBC Brasil, em São Paulo,
no sábado (dia 6) - Crédito: Divulgação

Agora, quem comanda o Foreigner é Kelly Hansen (ex-Hurricane), e ele trouxe (boas) novidades: trabalhou com Mick Jones (compositor, guitarrista e único membro remanescente da formação original) para criar músicas, colocando um fim ao intervalo de 15 anos sem novas canções para o Foreigner.



Veja abaixo a entrevista com Tom Gimbel, guitarrista e saxofonista da banda desde 1995.

Guia Folha - O Foreigner tocará em apenas uma cidade em cada país da América Latina. Por quê? Vocês consideraram tocar em mais de uma cidade ou visitar outros lugares?
Tom Gimbel - Nós adoraríamos ficar mais tempo em cada lugar e fazer um pouco de turismo, mas... temos shows marcados em vários lugares do mundo então, infelizmente, nosso tempo é curto. E essa viagem é curta demais! Mesmo assim, estamos extremamente felizes porque tivemos tempo suficiente para vir, visitar e tocar.

Como está sendo a turnê "Can't Slow Down" até agora? Vocês foram bem recebidos na América Latina?
Sim, muito. Nós nos sentimos muito bem-vindos em todos os lugares. Somos extremamente gratos por isso.

Tem algum show na história do Foreigner que vocês acham que foi o melhor show? Algum em especial que sempre lembrarão?
Tem dezenas... vejamos... Lembramos dos festivais que fizemos recentemente com o Journey como noites verdadeiramente memoráveis. A lista de shows fenomenais é infinita... Cada noite com o Kelly [Hansen] cantando é simplesmente incrível.

"Can't Slow Down" foi o primeiro album de vocês desde 1994. Como foi o processo de criação do disco?
Foi ótimo criar um novo CD, e nós ficamos emocionados de participarmos das últimas criações de Mick [Jones].

Vocês chegaram a se preocupar com a aceitação do público?
Não, acho que não nos preocupamos muito com isso. Na verdade, estávamos tentando fazer o melhor disco possível e deixamos que o processo ocorresse naturalmente, sem muitas preocupações comerciais.

O Kelly Hansen aceitou o desafio de substituir Lou Gramm, que é um ícone dos Estados Unidos. Vocês tiveram uma boa reação dos fãs da banda?
Eu não posso responder pelo Kelly, mas posso dizer que as pessoas o aceitaram instantaneamente, porque ele é muito talentoso. Ser capaz de cantar como ele Simplesmente não há muitas pessoas no planeta que possam fazer o que ele faz.



Como foi a escolha para o novo vocalista?
Bom, a maioria de nós mora em Los Angeles e Kelly Hansen é muito conhecido por lá como um dos melhores vocalistas na área musical. Então, já o conhecíamos. Ele e Jeff [Pilson; baixista] já se conheciam há muitos anos e muita gente nos recomendou o Kelly quando começamos a procurar um vocalista. Assim que o Mick conheceu o Kelly e o ouviu cantar, ele soube que tinha encontrado nosso novo vocalista.



O Foreigner é uma banda muito importante na história do rock norte-americano. Mas aqui no Brasil muita gente não conhece o grupo muito bem, principalmente quem nasceu depois dos anos 1980. Você acha que as pessoas podem conhecer bem a banda por meio da turnê "Can't Slow Down"?
Sim, definitivamente estamos esperando por isso. Fazer alguns amigos novos e dar um oi para amigos antigos.



Você pode nos contar um pouquinho sobre o repertório do show? Podemos esperar as mesmas músicas do CD "Can't Slow Down When It's Live"?
Ah, sim! Esse CD tem as nossas versões ao vivo, músicas que ainda tocamos. Não posso revelar muito, mas posso dizer que as pessoas ouvirão todos os clássicos e hits que esperam escutar do Foreigner. E Kelly cantando agora a banda também é incrível.



Quais são as suas expectativas para o show no Brasil?
Nós esperamos ter uma apresentação fantástica aí. A última vez que tocamos no Brasil, nos divertimos muito! Eu sempre tenho ótimas expectativas em tocar com o Foreigner, especialmente com Jeff Pilson, que já era famoso pela banda Dokken. Ele é pura energia roqueira positiva. E também adoro ver o Kelly Hansen cantar. É pura perfeição vocal e ele também é um ótimo comunicador.



Vocês estão trabalhando em algum CD novo?
Ainda estamos promovendo o "Feels Like the First Time" e nossos CDs acústicos, então ainda não há tempo para um álbum novo, mas sim, estamos fazendo planos.



Ruban


Quem no final da década de 70 não ouviu “Dancing Days”, de Ruban e Nelson Motta, sucesso nas vozes das Frenéticas? Música presente na novela Dancing Days (Rede Globo - 1978), além das meias coloridas de lurex, da água-de-colônia, das sandálias de salto fino, das bonecas Pepa, esta música é tudo que me lembro da novela vista do alto dos meus 7 anos (na época)...
DANCIN' DAYS
Composição: Nelson Motta e Ruban Barra
Interpretação: Grupo Frenéticas
Solte as suas asas
Solte suas feras
Caia na gandaia
Entre nessa festa

Me leve com você
No seu sonho mais louco
Eu quero ver seu corpo
Lindo, leve e solto

A gente, às vezes
Sente, sofre, dança
Sem querer dançar
Na nossa festa vale tudo
Vale ser alguém como eu
Como você

Abra as suas asas
Solte suas feras
Caia na gandaia
Entre nessa festa

Me leve com você
No seu sonho mais louco
Eu quero ver seu corpo
Lindo, leve e solto

A gente, às vezes
Sente, sofre, dança
Sem querer dançar
Na nossa festa vale tudo
Vale ser alguém como eu
Como você

Dance bem, dance mal,
dance sem parar
Dance bem, dance até
sem saber dançar
Dance bem, dance mal,
dance sem parar
Dance bem, dance até
sem saber dançar



Rubens Queiroz Barra, o Rubinho, também conhecido como Ruban Barra, ou apenas Ruban compôs também com a Patrícia Travassos, a música “Eu sou free”, que fez grande sucesso na interpretação do grupo pop Sempre Livre. E a música “Cinderela”.

Cinderela

Estava no mesmo lugar
Quando senti naquele olhar
Foi um caso original
Um encontro quase banal
Sem muita explicação
Sem tino, destino
Desde a primeira vez, foi claro

Como as cartas de um baralho
Que não mentem jamais
E, de repente, um royal street flash
Pagou cash pro meu coração
E claro que eu te tirei pra dançar
No meio da escadaria daquela danceteria
E daí em diante
Eu perdi o tato, o contato com a realidade
Eu só pensava em você
Eu só queria você, Cinderela

(REPETE TUDO)

Eu só pensava em você
Eu só queria você
Eu só pensava em você, Cinderela...


O cantor e compositor Ruban, que integrou o grupo As Frenéticas, também interpretou AGNALDO PEIXOTO (Ruben Barra) – na A Escolinha do Professor Raimundo (quadro comandado por Chico Anysio). Era um aluno metido a cantor, mas sem nenhum talento, e dizia que tinha um sonho: “Ainda vou cantar no rádio!”

Vitrine

Em 2009, a dupla Zé Henrique e Gabriel gravou a música Vitrine, no DVD ao vivo, na casa de shows Broadway, em São Paulo.


FONTE


http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,GYN0-5273-257953,00.html

http://claudiabarra4.wix.com/ruban

sexta-feira, 15 de março de 2013

Zara Larsson


Zara Maria Larsson (pronúncia sueca: /ˈsɑːra maˈriːa ˈlɑːʂɔn/, Estocolmo, Suécia, 16 de dezembro de 1997) é uma cantora e compositora sueca. Conquistou fama internacional por vencer a temporada de 2008 do talent show Talang, a versão sueca do Got Talent.


Zara assinou com a gravadora TEN Music Group em 2010 e lançou seu primeiro álbum EP Introducing, em janeiro de 2013. O single "Uncover" liderou as paradas na Suécia e na Noruega. Tanto o single "Uncover", bem como o EP Introducing foram disco de platina tripla em julho de 2013 pela Universal Music Sweden.


Uncover

Zara também assinou um contrato de três anos com a Epic Records nos Estados Unidos em abril de 2013.

Também foi destaque em 2016 por cantar a música tema oficial do UEFA Euro 2016 realizado na França, ao lado de David Guetta.



Antes da fama

Zara Larsson estudou na universidade hospitalar de Karolinska em Solna, Estocolmo, sueca filha de a Agnetha e Anders Larsson. Em uma entrevista ao Svenska Dagbladet, ela disse que ela nasceu "morta" devido à falta de oxigênio do cordão nucal. Ela tem uma irmã mais nova, Hanna, que também é cantora e membro da banda Hanna & Andrea. Em uma entrevista em 2015, Larsson disse que foi aceita na Escola de Música de Adolf Fredrik, mas recusou porque não queria cantar em um coro.


Carreira

2008 — 2011: Início da carreira

Zara Larsson ganhou a temporada 2008 de Talang, a versão sueca de Got Talent, com apenas 10, e ganhou o premio de 500,000SEK. "My Heart Will Go On", originalmente cantada por Celine Dion, foi lançada mais tarde como o primeiro single de Larsson.

My Heart Will Go On

2012 — 2014: Ascensão com o Introducing

Larsson no Allsång på Skansen em Junho de 2013


Em 2012, Larsson assinou com TEN Music Group para gravar seu álbum de estreia. O EP de estreia de Larsson, Introducing, foi lançado em 9 de Dezembro de 2012 através de uma prévia de "Uncover" no YouTube.


O álbum de cinco canções foi lançado em 21 de Janeiro de 2013 "Uncover" foi lançado como primeiro single do álbum. Alcançou o primeiro lugar em ambas paradas da Suécia, Sverigetopplistan e DigiListan, além de alcançar o número 1 na Noruega e alcançar o terceiro lugar na parada da Dinamarca, no dia 25 de Fevereiro de 2013 a música foi certificada com disco de Platina na Suécia pela Universal Music Sueca. A canção entrou nas listas de faixas da Svensktoppen, uma parada musical da "Rádio Suécia". Em Julho de 2013, no programa da suécia, Sommarkrysset em Gröna Lund, recebeu o certificado de tripla platina por Introducing.

Em 27 de Março de 2013, o segundo EP de Larsson foi anunciado através de um prévia de "She's Not Me (Pt. 1)". O EP de cinco músicas, Allow Me To Reintroduce Myself, foi lançado em 5 de Julho de 2013. O single "She's Not Me" (que consiste em "She's Not Me (Pt. 1)" e "She's Not Me (Pt. 2)") foi lançado em 25 de Junho de 2013.

"She's Not Me (Pt. 1)"

Em 3 de Abril de 2013, Larsson revelou em seu blog que ela tinha assinado um contrato de três anos com Epic Records, nos Estados Unidos. Em 1 de Outubro de 2014, Larsson lançou seu primeiro álbum de estúdio chamado "1", incluindo as músicas "Uncover", "Bad Boys" e "She's Not Me" (Parte 1 e 2). O álbum foi certificado por platina na Suécia. Zara Larsson fez a abertura para a turnê da cantora britânica Cher Lloyd, a I Wish Tour.

Bad Boys

2015 — presente: So Good e sucesso internacional
Larsson no Stavernfestivalen no Stavern em Julho de 2016

Em 5 de Junho de 2015, lançou seu single de estreia "Lush Life" de seu segundo álbum de estúdio. A música tornou-se seu segundo single número 1 e foi certificado de platina quadrupla na Suécia. A canção chegou ao top 5 nas paradas da Austrália, Dinamarca, Irlanda, Noruega, Holanda, Suíça, Bélgica, Alemanha, Áustria e Reino Unido.

Lush Life

Em 22 de Julho de 2015, Larsson colaborou com o cantor britânico MNEK, nomeado do Grammy, e lançou seu segundo single chamado "Never Forget You". A canção alcançou número 1 na Suécia, número 5 no Reino Unido, número 3 em Austrália, número 1 no top 50 de Suécia, parada musical (baseado na popularidade semanal de YouTube). E também alcançou na parada do Spotify da Suécia. A canção ganhou o disco de platina na Suécia depois de duas semanas de lançada.

Never Forget You

Em fevereiro de 2016, o cantor Tinie Tempah lançou um single intitulado "Girls Like", em parceira com Zara Larsson. Ela também participou da canção oficial do UEFA Euro 2016, "This One's for You" de David Guetta.

Girls Like

Em 1 de Setembro de 2016, lançou seu terceiro single intitulado "Ain't My Fault", que fará parte do seu próximo álbum.

Ain't My Fault

Em 22 de Outubro de 2016, Zara Larsson foi nomeada um dos 30 mais influentes adolescentes da revista Time de 2016.

Em 11 de novembro de 2016, lançou "I Would Like" como um single promocional para seu próximo álbum.

I Would Like

Larsson lançou um novo single intitulado "So Good", que conta com vocais do rapper americano Ty Dolla Sign, como o quarto single de seu segundo álbum, de mesmo título, em 26 de janeiro de 2017. Seu segundo álbum "So Good" foi lançado em 17 de março de 2017.

So Good


FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Zara_Larsson

quarta-feira, 13 de março de 2013

João Lucas e Walter Filho


A dupla João Lucas e Walter Filho, de Campo Grande (MS), iniciou a carreira em 2007; e tem conquistado espaço no cenário nacional com um misto de sertanejo universitário e de raiz. João Lucas começou a carreira tocando em barezinhos quando teve a ideia de criar uma dupla sertaneja. Com um amigo em comum, João Lucas foi apresentado para Walter que resolveram testar uma parceria se apresentando em um bar.

V8 Chegou

A voz grave e marcante de Walter Filho aliado ao seu dom de tocar viola com o agudo e a afinação de João Lucas fez a platéia aplaudir de pé esta união. A partir daí nasceu a dupla sertaneja.


O primeiro CD foi gravado em 2008, mas foi em 2009, com o segundo CD, lançado ao vivo em Campo Grande, que os amigos emplacaram nas baladas sertanejas de todo o país. O repertório da dupla é formado, em grande parte, por composições próprias. Nas letras das músicas, o tema que impera é o amor seguido de desencontros.


A música sertaneja sempre esteve presente na vida de João Lucas e Walter Filho. "Crescemos ouvindo essas músicas. As modas de violão de duplas consagradas como João Carreiro & Capataz e Tião Carreiro & Pardinho foram a nossa inspiração", comenta João Lucas.


O violeiro iniciou a carreira, literalmente, por acaso. Era proprietário de um bar em Campo Grande, e para animar as noites, ele mesmo cantava e tocava violão. "Eu não tinha intenção de virar profissional, apenas gostava de cantar", comenta.


Já o seu parceiro Walter Filho começou a estudar viola aos 16 anos e tocava, informalmente, para família e amigos. E a paixão pela música sertaneja acabou unindo os violeiros.


A dupla tem feito shows em todo o Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul. Bahia... João Lucas e Walter Filho, já dividiram o palco com grandes nomes como Vitor e Léo, Edson e Hudson, Hugo Pena e Gabriel e Tradição.



FONTE

http://www.joaolucasewalterfilho.com.br

https://festaseshows.com.br/artistas/joao-lucas-e-walter-filho

domingo, 3 de março de 2013

Miguel Proença


Miguel Proença é um pianista de música erudita brasileiro. Pianista de renome internacional, Proença está radicado no Rio de Janeiro. Já atuou em todo o Brasil e em todo o mundo, como camerista e solista.


Em sua extensa discografia de música brasileira para piano destacam-se as obras de Villa-Lobos (de cuja obra para piano é considerado um dos maiores intérpretes) e Alberto Nepomuceno. Foi diretor da Sala Cecília Meireles e da Escola de Música Villa-Lobos, e também secretário municipal de cultura do Rio de Janeiro.

Natural de Quaraí, Rio Grande do Sul, e radicado no Rio de Janeiro, Miguel Proença já atuou em todos os Estados brasileiros e diversos países da Europa, Ásia e Américas, como camerista e solista. Como camerista fez duos com Salvatore Accardo, Jean-Pierre Rampal, Leonard Rose, Paul Tortelier, Arto Noras, Janos Starker, entre outros.



Possui mais de 30 gravações de autores eruditos brasileiros, em um trabalho de pesquisa e manutenção de obra artística além de gravações CDs de repertório internacional pelo Selo Vox Classics, Alemanha, com Sonatas de Schubert e Chopin e pelo Selo M.A Music International, o CD Brazilian Impressions.



Exerceu cargos de Diretor da Sala Cecília Meireles, Diretor da Escola de Música Villa-Lobos e Secretário Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.




Recebeu em 1991, a Comenda da Ordem do Rio Branco no grau de Comendador por suas atividades no cenário musical brasileiro.


Em 1989 e 1999, foi escolhido pela APCA (Associação dos Críticos de Arte de São Paulo), como Melhor Pianista do Ano.

No ano de 2001, foi premiado com o 1º Troféu Negrinho do Pastoreio, na categoria Música Erudita, oferecido pela AGM, Associação Municipalista do Rio Grande do Sul.

Participou como jurado em vários concursos internacionais tais como Gina Bachauer em Salt Lake City, Piano Wold Master (Paris), Senigaglia (Itália) , José Iturby (Espanha) , entre outros.
Foi Diretor Artístico do Teatro do SESI-RS.


Exerceu de 1997 a 2002, o cargo de professor convidado da Universidade de Música de Karlsruhe, Alemanha.

Em 1991, recebeu a Comenda da Ordem do Rio Branco, no grau de comendador, por suas atividades no cenário musical brasileiro. Em 1988 e 1989, foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como o melhor pianista do ano.


Em 2003, Miguel Proença fez recitais na França, Itália, Japão, Alemanha, e Eslovênia. Em 2004, integrou o júri do 5th International Tchaikovsky Competition, no Japão, e do Concurso Internacional de Piano Vianna da Motta, em Portugal.

Executou a parte para piano da trilha sonora de Villa-Lobos - uma vida de paixão, filme de 2000, dirigido por Zelito Viana.

É na praia de Geribá, em Búzios, região dos Lagos do estado do Rio que um dos nomes mais importantes do piano do país vem buscar refúgio. Há 20 anos Miguel Proença,gaúcho da pequena Quaraí,RS mantém uma casa construída aos poucos com o dinheiro dos cachês recebidos por apresentações nos principais palcos do Brasil e do mundo.



No jardim, ele ergueu também o charmoso estúdio Chopin, onde recebe amigos para encontros musicais como o de sábado(15/09/2012), quando apresentou em primeira mão o CD triplo, em comemoração aos 50 anos de uma carreira musical recheada de sucessos. Um encontro reservado a parentes e poucos amigos onde foi apresentado seu mais novo trabalho, “Pianíssimo” que reúne os clássicos mais tocados pelo artista nestas cinco décadas de dedicação à música. O álbum independente deve chegar às lojas só em novembro, mas já está disponível para vendas pela internet.


 
As músicas selecionadas foram remasterizadas e fazem parte de momentos marcantes da carreira, como na época em que Miguel viveu na Alemanha, país onde fez doutorado em piano entre 1964 e 1970 e que, na década de 1990, o acolheu novamente por cinco anos como professor na Universidade de Karlsruhe. Como professor convidado na Europa, teve dezenas de alunos. Jovens pianistas de todo o mundo. “Muitos hoje são reconhecidos e fazem sucesso”, conta Miguel que era rigoroso na seleção de seus alunos. "Eram 50 candidatos por vaga na minha classe. O meu trabalho era despertar no aluno um estilo próprio de interpretação. O tocar com emoção”, diz.

Miguel Proença - Capa de seu novo CD Triplo (Foto: Reprodução/ João Alves Veiga)
Capa do CD Triplo (Foto: Reprodução/ João Leal Alves)

O novo álbum é o 25º da carreira e traz três Cds com propostas diferentes. O primeiro reúne apenas músicas de Chopin, compositor pelo qual Miguel nutre enorme admiração e respeito: ”Todo pianista precisa praticar peças de Chopin”. Para ele as obras do compositor exigem muita habilidade do músico que precisa ter muita destreza e técnica para executar aspeças.


O segundo CD traz composições mais curtas, como uma das preferidas de Miguel, “Dança dos Espíritos Abençoados”, de Gluck. “É uma das melodias mais bonitas do mundo”. Há ainda no álbum espaço para obras de Schubert, Mozart, Bach e Rachmaninoff. Um reforço ao lado tradicional clássico do pianista. Mas ao longo de sua carreira, que começou oficialmente num concerto em Porto Alegre, em 1962, Miguel Proença, também prestigiou compositores nacionais. Um bom exemplo foi a Coletânea do Piano Brasileiro, que ganhou o prêmio da Unesco de patrimônio da Música Brasileira. Foram dez CDs que resgataram o trabalho de compositores nacionais. Nomes como Lorenzo Fernandes, Alberto Nepomuceno, Edino Krieger, Camargo Guarnieri, FructuosoVianna, Radamés Gnattali e, claro, Villa Lobos. Premiada também foi a parceria com Bibi Ferreira, num CD de tango que levou o prêmio Tim de música.


Estudo precoce

Ele tinha apenas cinco anos quando começou a estudar piano. E mesmo tão novo, já parecia saber o futuro: “Eu dizia à minha mãe, desde aquela época , que eu iria muito longe, e ela reagia se dirigindo ao meu pai: Mas o que tem esta criança?” As palavras ditas à mãe vieram à lembrança no dia em que o pianista fez uma apresentação, em 2008, num dos palcos mais famosos do mundo, o Carnegie Hall, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. “Eu senti uma emoção fortíssima que somente passou com os aplausos do público”,lembra. Não era para menos. Naquele momento vieram à cabeça também todas as barreiras vencidas ao longo da carreira de pianista. A começar pela resistência inicial da família a que o menino se dedicasse à música. “Carreira artística não era bem vista na época. E os pais influenciavam muito a escolha dos filhos”, lembra.


E talvez por pressão, ele acabou cursando uma faculdade de Odontologia, em Porto Alegre, mas abandou a profissão de dentista para se dedicar integralmente à música. Mas coleciona boas histórias do tempo de estudante, quando chegou a se apresentar num famoso bordel da capital do RS. Do "infeninho" para os palcos mais famosos do mundo foi um longo caminho, de muita dedicação e paixão pela música. Aos 73 anos, Miguel olha para trás com admiração"Foi tudo muito intenso e passou muito rapido", concluiu com energia de quem ainda está disposto a enfrentar muitos outros desafios.


Serviço
O Cd triplo de Miguel Proença já pode ser adquirido pelo email delphos@delphosproducoes.com ou pelo site www.delphosproducoes.com

Projeto Piano Brasil

O Projeto Piano Brasil, realizado pela Sesi Nacional e CEEE (Companhia de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul) com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, traz a Campo Grande, nesta terça, o pianista Miguel Proença. Com entrada franca, a apresentação única será às 20h30 no Teatro Glauce Rocha, no campus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Iniciado em 2005, o Projeto Piano Brasil percorreu 13 cidades brasileiras com Miguel Proença fazendo os recitais de lançamento da coletânea Piano Brasileiro, editada pela Gravadora Biscoito Fino. O grande sucesso da tournée levou a confirmação de mais concertos para os anos subseqüentes e o projeto chega agora ao seu sexto ano, atingindo a marca de mais de 100 apresentações em cerca de 70 cidades.

Ainda pelo sucesso da tournée, Miguel Proença recebeu o Prêmio Destaque Empresarial do Sul 2006, concedido pela Revista Destaque Gaúcho, o Prêmio Líderes e Vencedores, concedido pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Prêmio Cidadão Integração em 2008, concedido pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre e o Prêmio Joaquim Felizardo em 2009 concedido pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre.

Pelo conjunto da obra, ele também foi recentemente indicado para fazer parte da “Wall of Fame”, da Steinway&Sons, a mais importante fábrica de pianos do mundo. Hoje, o Projeto Piano Brasil constitui-se em uma das mais bem sucedidas e longevas programações da música erudita brasileira em todos os tempos e, para este ano, serão mais 20 cidades, de Norte a Sul do País, atingindo altos índices de aceitação por parte do público e da crítica, levando as obras do repertório erudito brasileiro e internacional a cidades que dificilmente recebem concertos deste nível.

Além disso, Miguel Proença vem realizando workshops em algumas cidades, revelando jovens talentos, sendo que antes da Capital ele já esteve em Aracaju (SE), Belém (PA) e Brasília (DF) e depois de Campo Grande irá para Cordeiro (RJ), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Jundiaí (SP), Juiz de Fora (MG), Manaus (AM), Maringá (PR), Natal (RN), Nova Friburgo (RJ), Recife (PE), Salto (SP), Santos (SP), Tatuí (SP), Teresópolis (RJ), Uberaba (MG) e Uberlândia (MG).




FONTE

http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Proen%C3%A7a

http://www.miguelproenca.com.br

http://g1.globo.com/rj/serra-lagos-norte/noticia/2012/09/pianista-miguel-proenca-apresenta-em-armacao-de-buzios-rj-cd-triplo.html

http://www.douradosagora.com.br/noticias/entretenimento/piano-brasil-apresenta-miguel-proenca

sábado, 2 de março de 2013

Doce Encontro


O grupo ‘Doce Encontro’ nasceu no ano de 1998. O nome foi inspirado em um bar onde o grupo tocava em Taipas, bairro de São Paulo, ainda com a primeira formação.


Em 2003 o ‘Doce Encontro’, passou por uma reestruturação e se mantém até hoje com a mesma formação. Eder, Tiago Alexandre, Cauê, e Thiagão, são os integrantes do grupo. Esta formação dá um novo impulso ao grupo com a gravação de quatro faixas ao vivo como material de trabalho.

O primeiro grande sucesso do grupo ‘Segue Sua Vida’ composta por Tiago Alexandre, Marcio Rizzo e Kikinha, faz o grupo reconhecer a qualidade do grupo já nos primeiros acordes.


No ano de 2004, o grupo passa a ser empresariado pelos irmãos Assuero e Davi Caetano, que foram responsáveis por desenvolver um trabalho de reconhecimento do grupo nas principais casas noturnas e rádios do segmento musical em São Paulo, como 105, Fm, Transcontinental, Band, Nativa entre outras.



Este trabalho garantiu a manutenção do nome do grupo junto ao público e o lançamento em 2005 do CD ‘Segue Sua Vida’, com doze faixas, produzidas por Eder, Tiago Alexandre e Lua Lafaiete.


No ano de 2006 o ‘Doce Encontro’ teve o orgulho e a realização com a faixa ‘Sem Razão’, (composta por Eder e Tiago Alexandre) ser um dos grupos mais solicitados pelo público nas rádios, consolidando seu nome e sua qualidade musical no cenário artístico.

FONTE

http://www.letras.com.br/#!biografia/grupo-doce-encontro