quarta-feira, 17 de maio de 2017

Diário da Música ♪♫: Zé Henrique & Gabriel


Diário da Música ♪♫: Zé Henrique & Gabriel: Zé Henrique & Gabriel são uma das mais importantes duplas de cantores de música sertaneja do Brasil. Têm composições gravadas por artistas consagrados, como Milionário & José Rico, Sérgio Reis, Chico Rey & Paraná, Gian e Giovani, Rick & Renner, Daniel, Rionegro & Solimões, Leonardo, Bruno & Marrone, Zezé Di Camargo & Luciano.

Dupla grava DVD ao lado de ídolos

Em 2016, com 20 anos de carreira e vários sucessos gravados, a dupla Zé Henrique & Gabriel está se preparando para um momento especial.

Na próxima quarta-feira, em Itatiba (a 84 km de SP), os sertanejos gravam o seu quarto DVD. Intitulado "Histórico", o trabalho terá a presença de dez convidados, entre eles grandes nomes do gênero, como as duplas Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Daniel e Paula Fernandes.

"Nós temos dez discos gravados e três DVDs, mas há canções que apresentamos em nossos shows porque marcaram a nossa carreira", conta Zé Henrique.

Ele se lembra de "Instinto Animal", "O que Combina Comigo É Você" e "Morro de Saudade".

Instinto Animal

O que Combina Comigo É Você

Morro de Saudade

Em São Paulo, a dupla ficou entre as mais tocadas das rádios com a faixa "Só a Noite Sabe Dizer".

Só a Noite Sabe Dizer

Em 2017...

Zé Henrique & Gabriel – Você Fez Tudo Certo (Part. Henrique & Juliano)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Os Gonzagas


Dois irmãos, um primo e quatro amigos que se juntaram para fazer aquele bom forró que embalou a infância dos garotos, mas de um jeito todo especial. Com uma pegada jovem, mas sem deixar para lá a essência da música nordestina, é assim que os sete músicos dão vida à banda Os Gonzagas.



Os pessoenses têm entre 21 e 31 anos, mas são também filhos de Itaporanga, berço de grandes talentos musicais. Estrearam nos palcos, em 2007 e desde então não pararam mais. A missão? Tocar para o povo, mas especialmente para o público jovem.



No Espírito Santo, Os Gonzagas foram os campeões do 13º Festival Nacional Forró de Itaúnas (Fenfit), onde também conquistaram o troféu de melhor letra, com a música “Ah, Se Eu Fosse Dois”. No festival, que ocorreu em julho, o grupo disputou entre mais de 20 artistas e bandas de todo o país. Com a vitória, Os Gonzagas se apresentaram no Forro Festival London, na Inglaterra, em março de 2014.


13º Festival Nacional Forró de Itaúnas (Fenfit)/2013



OS GONZAGAS - "AH! SE EU FOSSE VOCÊ"


Apesar da recente formação da banda, os integrantes de Os Gonzagas têm uma história antiga entre eles e com a música. O repertório dos shows é composto por músicas de diferentes estilos, versões de rock e de temas de videogame.


Em 2016, depois que o forró da banda Os Gonzagas contagiou o SuperStar, o Brasil inteiro quis sentir o gostinho do ritmo arretado dos paraibanos. Por isso mesmo que eles foram os convidados especiais do Paraná Junino em Foz do Iguaçu, produzido pela RPC, afiliada da Globo no estado, em parceria com o Sesc Paraná.

"Não sabíamos que a cultura nordestina era tão presente nessa região. Nos sentimos em casa" - Felipe Alcântara, vocalista de Os Gonzagas


O vocalista Felipe Alcantâra contou que todos ficaram muito animados com o convite para animar um "arraiá" tão longe do Nordeste: "A gente está muito feliz por saber que o nosso som ultrapassou várias fronteiras e veio parar aqui no Paraná. Receber esse convite é motivo de muita alegria mesmo. Vocês não tem noção!", comemora.




Especialistas em festa junina, Os Gonzagas aprovaram a versão paranaense do evento típico desta época do ano: "Linda, linda, linda demais a festa! A gente teve até um impacto logo que chegamos, porque não sabíamos que a cultura nordestina era tão presente nessa região. Quando vimos as bandeirinhas , os chapéus de palha, já nos sentimos em casa. Tirando o frio...", brinca.

Confira um trechinho do show de Os Gonzagas no Paraná Junino:


A temperatura, que variou entre 6ºC e 18ºC ao longo do dia, estava mesmo baixa para quem está acostumado com o clima quente da Paraíba. "Lá não faz frio assim, não! A gente já chegou ao aeroporto tremendo. Estamos morrendo de frio, mas o jeito é aquecer no palco, quando o forró entra no salão", garante Felipe.

E a animação do show foi tanta, que Os Gonzagas não veem a hora de repetir a dose: "Queremos que esse seja o primeiro de muitos shows no Paraná. Se Deus quiser, a gente vai começar a vir para cá várias vezes no ano".

A galera do paraná curtiu muito o forró dos paraibanos (Foto: Fernando benega/ RPC)


Ninguém consegue ficar parado com o forró de Os Gonzagas
(Foto: Fernando Benega/RPC)


A banda ficou contente com o convite para o arraiá no Paraná: "Nosso som ultrapassou fronteiras e ultrapassou várias fronteiras e veio parar aqui" (Foto: Fernando Benega/RPC)


Os Gonzagas já querem voltar ao Paraná: "Que seja a primeira de muitas"
(Foto: Fernando Benega/RPC)


Integrantes:
Yuri Gonzaga - Voz e Sanfona
Felipe Alcântara - Voz e Triângulo
Daniel Costa - Voz e Zabumba
Carlos Henrique - Sanfona
Gonzaguinha - Guitarra
Hugo Leonardo - Baixo
Caio Bruno - Bateria

Telefone: (083) 8803 4784
E-mail: contato@osgonzagas.com.br

Origem: João Pessoa/PB (Brasil)



Estilo
Música Nordestina com ênfase no Forró

Resultado de imagem para os gonzagas é um grupo
FONTE


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Vance Joy



Vaance Joy é um australiano boa-praça que há cinco anos cuidava de jardins. Talvez seguisse como jardineiro se não tivesse investido um dinheirinho num ukulele (espécie de cavaquinho havaiano) e no aluguel de estúdio para gravar "Riptide". O folk-pop simples fez dele astro na Austrália e, descoberto por Taylor Swift, revelação pop mundial. Aos 29 anos chega a SP, para o Lollapalooza.

Riptide

O nome Vance Joy é artístico, inspirado em um personagem do livro "Bliss", de Peter Carrey. É que ele acha seu nome real, James Keogh, muito difícil de se pronunciar. Ele foi jogador de futebol australiano, revelação na liga estadual de Victoria. O jovem indeciso também estudou direito e, como contou ao G1, fiz bico de jardineiro antes de virar cantor.

"Riptide" saiu em 2013 e se tornou a música que mais tempo ficou na parada da Austrália: 123 semanas no top 100 até 2016. Está no disco "Dream your life away" (2014). Taylor Swift se encantou pela música e chamou Vance Joy para a turnê "1989". Assim, ele entrou de vez no radar da mídia musical além da Austrália.


G1 - Refletindo sobre os últimos anos, qual foi o impacto de Taylor Swift na sua carreira?

Vance Joy - Sou muito grato a ela, uma pessoa amável. Eu me diverti muito naquela turnê. Ela me deu a chance de tocar para um milhão de pessoas. Abriu as portas para um público enorme, eu tive muita sorte. Impactei pessoas que talvez jamais me veriam, pois o público dela é diferente do meu.

G1 - Você conversava com ela sobre a carreira na música?

Vance Joy - Ela foi muito elogiosa e compreensiva. Mas não eram conselhos, e sim exemplos. Eu ficava observando ela, com tanto sucesso, e mesmo assim tinha todo o tempo para falar comigo e com todo mundo, era generosa. Tomei isso como um exemplo de alguém que trabalha bem, e aprendi com isso.

G1 - Fazendo os shows de abertura, o que aprendeu sobre tocar para um público que não saiu só para ver você? Pretende usar esses truques no Lollapalooza?


Vance Joy - Para tocar para tanta gente, você tem que olhar diretamente para as pessoas e se conectar com elas. Ter uma energia aberta. Quando você toca com paixão de verdade, as pessoas conseguem sentir que você está presente. Elas percebem muito rápido se você canta as músicas com convicção. Só assim você consegue conquistar as pessoas.

G1 - O folk pop que você toca é associado ao “cara legal”? Você se sente preso neste estereótipo?

Vance Joy - Acho que sim. Talvez, se eu estivesse no Metallica, as pessoas não esperariam que eu fosse um cara gentil. Mas eu estava vendo aquele documentário [“Some kind of monster”], e o Kirk Hammett é o cara mais doce do mundo. Então acho que não importa a música que você toca, mas a maneira que você toca as músicas. Dá para ver: uau, esse cara está fazendo o que ele ama.


View image on Twitter
(Vance Joy mostrou foto com Taylor Swift e Shawn Mendes no Twitter em novembro de 2015)


G1 - Você é fã de Metallica?


Vance Joy - Sim, eu cresci amando Metallica. O filme faz um retrato muito bom das personalidades deles, é muito interessante para ver como funciona uma banda. É legal ver o que eles passaram, acho que toda banda no mundo se identifica. A dificuldade no estúdio, sentir que você não está chegando a nenhum lugar e forçando. Eu amei esse filme, ele renovou meu interesse por eles.


G1 - Você sabe que eles também estarão no festival?


Vance Joy - Sim, ótimo, eu quero muito vê-los tocarem. Sei que o público fica maluco.


G1 - Eu estava vendo um site com cifras de ukulele e “Riptide” é a quarta música mais acessada de todas lá. Como foi gravar uma música que virou uma referência tão grande para um instrumento?


Vance Joy - Eu comprei o ukulele um dia antes de gravar “Riptide”. Mas acabou que eu não comprei o melhor possível, o mais caro. Achei um de 300 dólares e levei para o estúdio. Acho que o mais importante é achar o seu jeito de tocar. Não tem que ser melhor que todo mundo. Se tiver seu estilo, as pessoas vão aceitar. Aí você vai aperfeiçoando e vai conseguir causar uma boa impressão.


G1 - Ainda tem este primeiro ukulele? Ele vai estar no Brasil?


Vance Joy - Sim (risos), ele vai viajar. Ainda uso quando vou tocar “Riptide”.


G1 - Essa é a música que mais tempo ficou na história da parada australiana. Você já se cansou de ouvir?


Vance Joy - Eu não ouço muito no rádio, não é que ela toque seguido, o tempo todo. Eu não fiquei cansado de ouvir. Na verdade, eu fico empolgado quando ouço uma música minha no rádio até hoje, parece algo especial. Não é que todas as músicas que tocam na Austrália são minhas.
Vance Joy (Foto: Divulgação / Instagram do cantor)

G1 - Na época, imaginou que essa música chegaria tão longe?

Vance Joy - Não sabia onde iria. Não tinha um limite. Eu marquei o estúdio para tocar por metade de um dia, só queria fazer um bom trabalho. Passei o dia lá e acabei saindo às 22h, sabendo que teria que acordar às 5h para trabalhar. Eu estava tão cansado, que cheguei em casa e capotei. Me lembro de acordar para trabalhar na manhã seguinte, foi difícil. Não sabia o que ia acontecer. Mas eu sabia que se eu gravasse algo bom, alguma coisa diferente poderia acontecer.



G1 - Qual era o seu trabalho?

Vance Joy - Eu estava trabalhando como jardineiro, era subcontratado por uma empresa. Eu estava morto.

G1 - E agora, depois do sucesso, você já pensa em um segundo álbum? Como ele será?

Vance Joy - Sim, estou compondo e gravando coisas. Espero que neste ano ainda eu consiga lançar algo. Acho que será parecido com o primeiro. Podem ter ritmos e instrumentos diferentes, mas a base das composições é a mesma.

G1 - Se em vez de virar músico, você seguisse seu estudo em direito, virasse um advogado e pudesse processar qualquer pessoa, quem seria?

Vance Joy - Se eu fosse realmente rico eu acho que eu pensaria em ir atrás do Donald Trump. Acho que se eu tivesse a chance de ser protegido, para que ele não prejudicasse a mim e minha família, eu acho que tentaria interromper o mal que ele tem feito a outras pessoas.



FONTE

http://g1.globo.com/musica/lollapalooza/2017/noticia/vance-joy-ex-jardineiro-revelado-por-taylor-swift-conta-como-hit-riptide-mudou-sua-vida.ghtml

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Diário da Música ♪♫: João Lucas e Walter Filho



Diário da Música ♪♫: João Lucas e Walter Filho -  Com nova proposta e um repertório mais animado, a dupla sul-mato-grossense João Lucas e Walter Filho volta com tudo para o cenário da música sertaneja. Comemorando 10 anos de carreira, eles acabam de lançar uma música que já está tocando em todas as rádios do País.

"Sofrência que nada" é o novo sucesso, lançado também em todas as plataformas digitais, e já atingiu mais de 200 mil visualizações no Youtube com o clipe gravado em uma casa noturna sertaneja de Campo Grande.

Sofrência que nada

A carreira ganhou força extra com suporte da Artista Web, empresa responsável pela gestão e marketing de cantores e duplas sertanejas.

Dupla tem shows agendados pelo interior e fora do MS. (Foto: Rodrigo Pazinato)

A canção que tem destaque no novo CD "Baqueado" também já conquistou o público nas redes sociais e a dupla promete fazer um show envolvente no estilo bruto e rústico, mas com uma pegada mais animada nesta nova fase. 


"Depois de um tempo fora dos palcos, eles voltam com tudo e com estrutura de shows nacionais, cenário novo e novidade nos arranjos", explica Samuel Moretto, diretor da Artistas Web, já com 10 anos também de atuação no ramo.

Nesta caminhada, a dupla tem suporte do empresário Fábio Juliani.


João Lucas e Walter Filho já tocavam juntos, mas estouraram pela primeira vez em 2010, com canção "Abstrata", carregando na bagagem o reconhecimento pela voz grave de Walter e o agudo de João.

Abstrata

"É um momento muito especial na nossa carreira. De lá para cá, a música mudou muito e esse é o momento que a gente quis trabalhar novos instrumentos, mas sem deixar de lado a tradicional viola tocada por Walter", comenta João Lucas.

A dupla se conheceu em Campo Grande quando João viu Walter tocando ao lado de amigos. "Foi em um barzinho da cidade. Ali nasceu uma amizade e parceria para vida toda. Na época, eu era entregador de pizza e no dia da minha folga fui convidado por amigo para ouvir moda de viola. Foi lá que encontrei Walter. Depois de um tempo, nós decidimos começar a tocar juntos graças ao apoio de grandes amigos", recorda João.

João Lucas e Walter Filho reúnem características que remetem a grandes nomes da música sertaneja raiz, como Tião Carreiro e Pardinho, Ronaldo Viola e João Carvalho, Goiano e Paranaense.

O primeiro disco, “Viola Sagrada”, foi lançado em 2007.


Em 2009 veio o projeto “Ao Vivo em Campo Grande”, que emplacou canções como “Abstrata”, “Os dias vão” e “Surreal”.

Os dias vão

Surreal

Em 2012, eles lançaram o disco “Tiro Certo”, que deu à dupla sucessos como “V8 chegou”, “Transa Mágica”, “Isso é paixão” e “Dá pra nóis ninguém qué”. O disco contou com a participação de João Carreiro e Capataz, Henrique e Diego, Guilherme e Santiago. 

V8 chegou

Transa Mágica

Isso é paixão

Dá pra nóis ninguém qué

“Simprão de Tudo”, outro disco dos dois, chegou em 2013.


Em 2017 o lançamento do CD "Baqueado" está previsto para ser ocorrer em Campo Grande no mês que vem. A dupla já está com shows marcados para os dias 05 de Maio em Irapuru/SP, dia 6 em Terenos, dia 8 em Rio Negro e dia 11 em São Gabriel do Oeste.

Quer acompanhar a carreira de João Lucas e Walter Filho? Basta seguir a dupla no Facebook e Instagram, pode acompanhar também no site da dupla www.joaolucasewalterfilho.com.br.


"Prefeitura de Jateí/MS prepara tradicional Festa do Milho"


A Prefeitura de Jateí prepara para o dia 27 de maio,, a partir das 19 horas, a 13ª Festa do Milho. Tradição no município, a Festa oferece variados pratos à base de milho, como pamonha, cural, bolos, canjica, milho cozido e assado, sopa paraguaia; dentre muitos outros pratos regionais. A Festa será realizada no Parque da Fogueira",  e contará com a participação da dupla João Lucas e Walter Filho. entrada é franca.





Cartaz de divulgação — em Jateí

O telefone para shows é (67) 99940-6888 ou 3043-4444.


FONTE

https://www.campograndenews.com.br/lado-b/artes-23-08-2011-08/joao-lucas-e-walter-filho-festejam-10-anos-de-carreira-com-musica-nova

http://joaolucasewalterfilho.com.br/

sábado, 29 de abril de 2017

Yago e Santhiago


Com quase 10 milhões de acessos no Facebook e correndo os grupos de WhatsApp de todo o país o vídeo da dupla Yago e Santhiago virou sucesso. Com imitações perfeitas de cantores renomados como Zezé di Camargo e Luciano, Luan Santana, Leonardo, Eduardo Costa, Cesar Menotti e Fabiano, Jorge e Matheus, Chrystian e Ralf, João Bosco e Vinícius, Milionário e José Rico entre outros nomes da música sertaneja, eles estouraram e hoje alavancam uma carreira promissora. O primeiro CD da carreira da dupla, "Porre da Dor" foi lançado e a agenda de shows dos cantores cresce a cada dia.

CIGANOS YAGO E SANTHIAGO E FAMÍLIA


Mas a história desses irmãos ciganos começou muito antes desse vídeo, eles estão na estrada há 18 anos, e como todo bom cigano já passaram por diversas cidades, sempre em busca do sonho da carreira musical. Ainda crianças começaram a cantar na rua e enfrentaram diversas dificuldades vividas por cantores de rua, porém com preconceito maior por serem ciganos, cultura essa que eles nunca esconderam e de que tem muito orgulho.

Na voz desses cantores ousados e talentosos músicas como "Lepo Lepo" da banda Psirico que foi febre no carnaval de 2014 e "Gordinho Gostoso" da dupla Henrique e Juliano ganham versões de ópera na voz dos tenores Yago e Santhiago.


A música faz parte da vida desses irmãos, que aprenderam a cantar e tocar diversos instrumentos com o pai que também é cantor, e esse legado eles também passam para os filhos, que mesmo com pouca idade fazem participações nos shows cantando e dançando arrocha.


A dupla Yago e Santhiago se formou oficialmente há nove anos, depois de muitas idas e vindas por todo o Brasil, enfrentando dificuldades e falta de investimentos, mas há três anos a carreira desses ciganos começou a se profissionalizar graças a um empresário do ramo hoteleiro de Campo Largo, Gil Solto, que acreditou no talento dos irmãos. Já as imitações começaram como uma brincadeira em shows no Hotel Campo Largo e hoje já são marca registrada das apresentações.


Biografia:


Os irmãos Yago e Santhiago nasceram em São Paulo –SP, mas foram criados no interior de Minas Gerais, na cidade de Poços de Caldas.


Yago começou a cantar com apenas 6 anos, fez diversas participações no programa Raul Gil e aos 9 anos de idade integrou a segunda formação do Trem da Alegria, que tinha como madrinha a apresentadora Eliana.


Santhiago já foi radialista, locutor e peão de rodeio e domador de cavalos, veio para o Paraná para fazer parte de uma banda de salsa, além de tocar em bares e festas.


A dupla participou do programa Country Star, na Band, deixando para trás sete mil e quinhentos candidatos garantindo o segundo lugar no programa.

FONTE

http://www.yagoesanthiago.com.br/#biografia

domingo, 16 de abril de 2017

Bruno Mars


Peter Gene Hernandez (Honolulu, 8 de outubro de 1985), mais conhecido pelo nome artístico Bruno Mars, é um cantor, compositor, produtor musical, e multi-instrumentista americano, nascido e criado no Havaí. Vindo de uma família com uma grande tradição musical, Mars começou a cantar e a se apresentar como um artista amador durante a infância. Depois de se formar no Ensino Médio, decidiu mudar-se para Los Angeles, na Califórnia, com o objetivo de investir cada vez mais em sua carreira musical. Em Los Angeles, ele formou a equipe de produtores The Smeezingtons, ao lado de Philip Lawrence e Ari Levine, trabalhando para a Motown Records.


Depois do seu fracasso com a gravadora Motown Records, Mars assinou com a Atlantic Records em 2009. Durante os primeiros meses como artista da editora, ele co-escreveu os arranjos e fez participações em músicas como "Nothin' on You" (2010), do rapper B.o.B, e "Billionaire" (2010), do cantor americano Travie McCoy.


Também participou da composição dos êxitos mundiais "Right Round" (2009), do rapper Flo Rida com participação de Kesha, "Wavin' Flag" (2010), do cantor somali K'naan, e "Fuck You!" (2010), de Cee Lo Green.


Em Outubro de 2010, lançou o seu álbum de estúdio de estreia, Doo-Wops & Hooligans. O álbum atingiu o seu pico na terceira colocação da tabela musical Billboard 200 nos EUA, e recebeu o certificado de disco de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) após vender mais de um milhão de cópias no país.


Seu primeiro single como artista principal, "Just The Way You Are" (2010), ocupou a primeira posição da tabela de singles americana Billboard Hot 100 por quatro semanas consecutivas."Grenade" (2010), ocupou a mesma posição por oito semanas não consecutivas.



O sucesso dos dois singles nos Estados Unidos fazem de Mars um dos seis artistas masculinos na história que alcançaram o topo da Billboard com os dois primeiros singles do mesmo álbum, e o primeiro a fazê-lo em treze anos. Inspirado por lendários artistas como Michael Jackson e Elvis Presley, o intérprete é considerado um dos mais "versáteis e completos artistas de música pop da atualidade", segundo um crítico do prestigiado jornal The New York Times.


Seu segundo álbum de estúdio, intitulado Unorthodox Jukebox, foi lançado em 11 de dezembro de 2012, do qual o primeiro single, a música "Locked Out of Heaven", foi lançado em 1 de outubro. No dia 13 de dezembro de 2012, "Locked Out of Heaven" assumiu a 1ª posição da Billboard Hot 100 e da Hot Digital Songs, graças a seu crescimento nas vendas digitais de 46% em relação a semana anterior. "Locked Out of Heaven" tornou Mars o artista masculino com o maior número de singles número um no menor período de tempo na parada desde 1964, quando Bobby Vinton registrou o mesmo recorde.


O segundo single do álbum, a música When I Was Your Man também chegou a primeira posição na Billboard Hot 100 e foi nomeada ao 56º Grammy Awards na categoria de Melhor Performance Pop Solo.


O terceiro single do álbum foi a canção Treasure que chegou ao top 5 da Billboard Hot 100 e o quarto e último single foi Gorilla.


Depois de terminar a Moonshine Jungle Tour, Mars começou a trabalhar em seu terceiro álbum de estúdio, 24K Magic. Ele escreveu em sua página no Facebook: "Agora é hora de começar a escrever o capítulo 3". O artista não tinha chegado a uma data para o lançamento, afirmando: "Até que seja feito ... Tem que ser tão bom, se não melhor."


Em 25 de março de 2015, o cantor e compositor foi entrevistado pela revista that's Shanghai e forneceu alguns detalhes do novo álbum, confirmando Mark Ronson e Jeff Bhasker como produtores. Ele acrescentou: "Eu quero escrever músicas melhores, eu quero fazer shows melhores, quero fazer melhores vídeos musicais, quero que meu próximo álbum seja melhor do que o primeiro e o segundo". No mesmo ano, Mars esteve envolvido na composição de "All I Ask", uma faixa do terceiro álbum de estúdio de Adele, 25.

Em 2 de dezembro de 2015, foi anunciado que o Coldplay seriam os artistas principais no show do intervalo para o Super Bowl 50 em 7 de fevereiro de 2016. Mars e Beyoncé foram os convidados do no show tornando-os os terceiro e quarto artistas a ter aparecido no show do intervalo Super Bowl duas vezes, juntamente com Justin Timberlake e Nelly, e ultrapassado apenas por Gloria Estefan, com três aparições. Nielsen Ratings confirmou que o show foi assistido por 111,9 milhões de telespectadores, tornando-se assim o terceiro show do intervalo mais visto na história após Katy Perry e Mars foram os principais artistas.


O Grammy Awards de 2016 viram o single de Mars com Mark Ronson, "Uptown Funk", ganharem o Grammy Award de Best Pop Solo Collaboration e Record of the Year, trazendo seu total de vitórias para quatro. Mars estrelou na segunda temporada de Jane, a Virgem como um convidado musical. Em 10 de maio de 2016, Billboard informou que Mars e seu gerente, Brendon Creed, se dividiram após nove anos trabalhando juntos.

No início de 2016, a Rolling Stone classificou o terceiro álbum de Mars como um dos 20 mais aguardados de 2016. O cantor esteve no estúdio com o engenheiro Charles Moniz, que o chamou de "o próximo movimento de Bruno" e confirmou que o álbum estava perto de ser concluído em fevereiro de 2016.

Mars também trabalhou com Skrillex, que afirmou: "o que estamos fazendo é tão diferente, impressionante e próximo nível e soa como nada mais que aconteceu antes". Jamareo Artis dos Hooligans, revelou que ele tem trabalhando no álbum há cerca de um ano, "tentando idéias diferentes e experimentando". Ele acrescentou "vai ter um novo som ... o material é muito groove orientado", previsto para ser lançado este ano. O cantor e compositor Andrew Wyatt também tem trabalhado no álbum.

O pai de Mars confirmou que o álbum estava programado para ser lançado em março e sete canções já foram gravadas, mas a aparição de seu filho no show do intervalo do Super Bowl levou à liberação sendo adiada por vários meses. Mars também tocou algumas de suas novas músicas para a artista americana de hip hop Missy Elliot.


"24K Magic" foi lançado como o single principal de 24K Magic em 7 de outubro de 2016. Foi promovido com o seu desempenho no Saturday Night Live e alcançou o número quatro na Billboard Hot 100. Além disso, alcançou o primeiro lugar na Bélgica, França e Nova Zelândia. Mars se apresentou em Las Vegas no MGM's Park Theatre em Monte Carlo nos dias 30 e 31 de dezembro de 2016. 24K Magic foi lançado em 18 de novembro de 2016. Recebeu críticas positivas e estreou em segundo lugar na tabela da Billboard 200.


Quem é Bruno Mars


Ele está dirigindo um Cadillac preto com janelas escurecidas, em direção a um anoitecer que tinge o horizonte de rosa. É um glorioso fim de tarde em West Hollywood, Los Angeles, e por que não seria? Bruno Mars tem mais uma música rumo ao topo das paradas, uma turnê com ingressos esgotados, uma namorada que ele ama e nenhuma preocupação. Exceto a ideia de ficar doente e cancelar um show – nunca suportaria faltar a um. Mars é um astro pop à moda antiga, bem-vestido, sedutor e de voz elástica que teria sido igualmente bem-sucedido em 1960. Ele está usando uma calça marrom elegante e camisa havaiana de manga curta com estampa de flores e aves – como nasceu no Havaí, tudo bem. Nos pés, mocassins de couro de crocodilo (sem meias). Na cabeça, um chapéu marrom. Mars é bonito de uma maneira multiétnica, quase futurista: é como se seu rosto fosse desenhado por um grupo de pesquisas. Filho de pele dourada de um judeu porto-riquenho e uma filipina, nunca pensou muito sobre raça no Havaí: “Todos meio que são mestiços ali, bronzeados de sol”, diz. “Então, para mim foi um choque chegar aqui.” Ele ficou espantado quando executivos de gravadoras tiveram dificuldade em categorizá-lo. “Eles falavam sobre ‘Que rádio tocaria isto?’ e basicamente tudo remete a ‘Quem vai comprar seus álbuns? Brancos ou negros?’”


Como Bruno Mars, ex-imitador mirim de Elvis Presley, tornou-se o homem de ouro da música pop.

Mars tem 27 anos e está no show business desde quando começou a imitar Elvis Presley com a banda da família, aos 2 anos. Isso dá um quarto de século de carreira, o que significa que ele tem mais experiência de palco do que, digamos, Justin Timberlake. O pai de Mars, Peter “Dr. Doo-Wop” Hernandez, lembra-se de diminuir as luzes na sala de parto enquanto a esposa dava à luz, para que fosse “quase como uma boate”, e de tocar “músicas antigas, mas boas”, em um toca- -fitas para dar as boas-vindas ao filho – nascido Peter G. Hernandez. Aos 4 anos, Mars apareceu como um Elvis minúsculo no filme Lua de Mel em Las Vegas e foi entrevistado pela MTV. Durante o ensino fundamental, ele cantava com a banda da família em um clube lotado, fazendo dois shows por noite. No entanto, aos 11, como explica, isso acabou. Não é difícil dizer que ele passou os últimos 16 anos tentando recuperar tudo.

Ele entra em um estacionamento subterrâneo e somos levados à sala de jantar na cobertura da filial de West Hollywood do clube Soho House, onde o artista tem a melhor mesa do lugar. O sol se pôs e as janelas mostram a maior parte de Los Angeles – incluindo a casa dele, em algum ponto de Hollywood Hills – brilhando sob seus pés.

Bruno Mars nunca teve um período de inatividade: sempre se interessou por mulheres. No jardim de infância, ficava embasbacado pelas lindas cantoras de vestidos brilhantes que via nos bastidores. “Pensava: ‘Estas garotas não se parecem com as da escola’”, relembra, de olhos arregalados. Desde o início, amava se apresentar com a banda da família, a Love Notes. “Esperava a hora de sair da escola”, conta. “Ficava olhando o relógio, esperando dar 14h15.” Ele decorava fitas de vídeo de Elvis, James Brown e Michael Jackson e até hoje assiste à apresentação de Brown no T.A.M.I. Show, ou Hendrix em Woodstock, ou Prince cantando “Purple Rain” antes de subir ao palco. Uma noite, quando tinha 5 anos, ele se esqueceu de ir ao banheiro antes do show e molhou o macacão enquanto cantava “Can’t Help Falling in Love”. O público tentou não rir e a mãe dele chorou – depois, os pais se perguntaram por um momento se estavam cometendo um erro. O próprio Mars nunca hesitou.

A banda Love Notes, especializada em doo-wop e outros ritmos dos anos 50, fazia sucesso tocando covers. Peter, o pai de Bruno, pagava US$ 1.000 por semana aos integrantes no auge do grupo, de acordo com um deles, o amigo da família Bobby Brooks Wilson. Peter também estava se saindo bem como empreendedor, com negócios que iam de um salão de tatuagens temporárias a duas lojas enormes de suvenires. O pai de Mars é bonito e bom de papo – conheceu a mãe do cantor, Bernadette (que morreu depois de sofrer um aneurisma, no início de junho), em uma apresentação polinésia. “Ele era um percussionista latino”, diz Bruno Mars. “Minha mãe era dançarina de hula, e ele a conquistou.” No auge do sucesso, Peter tinha sete Cadillacs e a família morava em uma casa grande em Kahala. “O quarto do Bruno era do tamanho da sala de estar da maioria das pessoas”, lembra Wilson. “E tinha uma minibateria, uma guitarra em miniatura, um minipiano, alguns instrumentos de percussão. Ele me levava para o quarto: ‘Bobby, olha! Consigo tocar esta aqui!’” Wilson lembra que Mars uma vez ficou de mau humor quando tinha 7 ou 8 anos – estava furioso por estar gripado e a mãe lhe proibir de se apresentar naquela noite.

Quando ele tinha 11 anos, a banda se desfez, assim como o casamento dos pais. Por motivos dos quais Mars não fala muito, os muitos negócios do pai também afundaram. Todo o dinheiro acabou e Mars se mudou com Peter para “as favelas do Havaí”. Foi uma adaptação difícil. “Sabe de uma coisa? Percebi que não trocaria aquilo por nada, cara”, diz, tomando uma cerveja no Soho House, “porque acho que consigo aproveitar isto muito mais.”

O pai o ensinou músicas do The Ventures e Chuck Berry na guitarra, mesmo quando Mars estava se interessando por músicas mais modernas, atraído pela produção dos Neptunes e de Timbaland. Peter montou uma nova banda; Mars subia ao palco, cantava faixas como “My Girl” e também abria com sua própria boy band no estilo do ’NSync, a School Boys. Mars se viu de volta ao mundo do entretenimento havaiano, ganhando US$ 75 por show enquanto ainda estava no ensino médio, como número de abertura para uma apresentação de mágica e interpretando Michael Jackson em um show de imitadores de celebridades. Era assustadoramente bom, como imagens disponíveis no YouTube demonstram – era um dançarino muito melhor do que demonstra ser agora. “Só porque consigo fazer o moonwalk não significa que eu deva fazer”, afirma. Também estava em posição de realizar suas fantasias de bastidores: de acordo com Wilson, quando tinha 16 anos, Mars começou a namorar uma cantora de pouco mais de 20, escondendo a relação da mãe. Bruno é mais comedido sobre o sucesso com as mulheres. “Meus pais me ensinaram que um cavalheiro nunca sai por aí contando”, diz.


No canto da sala de estar de Mars, perto de uma lareira acesa, há um piano. O astro está sentado às teclas, demonstrando como compôs seu quinto single número 1, “When I Was Your Man”, aqui mesmo. Está orgulhoso do fato de que a gravação tem apenas piano e voz. Também é a música mais pessoal já lançada por ele, que tem medo de ficar confessional demais. “Não sou fã de sentir dó de si mesmo”, diz. “Para mim, a música é: ‘Quero me sentir bem’ ou ‘Quero dançar’, e não cantar sobre crescer no Havaí e ‘minha luta para me relacionar’.” Com extrema relutância, Mars revela que compôs “When I Was Your Man” sobre a atual namorada, a modelo Jessica Caban – achava que estava prestes a perdê-la. A música começa com acordes simples e um verso que refletia o arrependimento: “Deveria ter comprado flores”. Só que ele fica tão desconfortável em falar disso, que em um momento enterra a cabeça nos braços sobre a mesa. “Não vou responder a nenhuma pergunta sobre essa música”, protesta. “É pessoal demais.” A narrativa da faixa é exagerada: Caban nunca realmente o abandonou. Na vida real, ele diz, “foi um final feliz”, mas ele acha difícil cantar a música. “Você está dando tudo de si e a grava, fica orgulhoso, mas, quando a apresenta, está trazendo essas emoções à tona. É como sangrar!”


Mars começou tarde a compor. Foi embora do Havaí depois de se formar no ensino médio. Assinou um contrato com a Motown, que não tinha ideia do que fazer com ele e, quando isso ruiu, Mars percebeu que teria de começar a compor e se uniu a Philip Lawrence – mais tarde e com a adição de Ari Levine, eles formariam o The Smeezingtons, grupo de produção e composição que fez faixas para Sugababes e Sean Kingston. Duas das melhores produções – “Nothin’ on You” e “Billionaire” – estouraram, com Mars cantando o refrão. Eles correram para gravar o primeiro álbum do cantor enquanto as músicas ainda estavam nas paradas. Agora, Mars praticamente parou de escrever para outros artistas. “Essa parte de mim meio que morreu”, afirma. “Porque, sabe, não é um esporte.” Ele está tentando puxar as rédeas de sua ambição. “Já estou doido para entrar em estúdio”, diz, dando um suspiro. “Só que estou tentando curtir o momento – ficava muito preso em visualizar minha vida lá atrás, para onde quero levar a música.” Ele acende um cigarro – espera abandonar logo, embora não esteja tão preocupado com o efeito em sua voz .


Ultimamente, tem sentido falta do Havaí. “Todo mundo é muito contente lá”, diz. “Você está aqui para ser alguém, ninguém está simplesmente vivendo. No Havaí, a mentalidade é mais: ‘Bom, estamos no paraíso e estamos, sabe, vivendo’.” Ele recuperou tudo o que tinha perdido – e mais. A verdade é que não planejou muito além deste ponto. “Não sei onde vou parar”, conta, “mas quero continuar compondo músicas. Escrever uma boa música dá uma sensação que não se consegue de nenhum outro lugar. Você sempre quer essa sensação, do mesmo jeito que sempre quer comer bem, sempre quer estar apaixonado.” Mars nunca imaginou a vida longe das multidões e dos aplausos. “Isso está comigo há tanto tempo”, diz. “Sabe, sempre foi: ‘Tudo bem, vejo vocês mais tarde, vou fazer o show’.” Só que não há nenhum show hoje, nenhum ensaio à tarde – para variar, nenhum lugar em que precise estar. Ele se recosta em uma cadeira, tocando o violão aos pés das palmeiras enfileiradas sob o vasto céu sem nuvens do quintal da casa dele. Tudo está perfeito e, por um momento, ele está simplesmente vivendo.




FONTE

http://rollingstone.uol.com.br/edicao/edicao-82/construcao-de-bruno-mars-artista-que-ja-nasceu-astro-pop#imagem0

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bruno_Mars