sábado, 23 de julho de 2011

Elizabeth Viana


A Rainha do Samba Rock, Elizabeth Viana, começou sua carreira aos 10 anos de idade na Rádio Difusora de Assis e foi a campeã do concurso “A Grande Chance” que era comandado por Flávio Cavalcanti. A partir desse momento, seu sucesso foi estrondoso, gravando sucessos com Chico Buarque de Holanda, Djavan, Nelson do Cavaquinho entre tantos outros artistas de renome.

A canção “Meu Guarda Chuva”, de composição de Jorge Benjor, é um dos seus grandes sucessos, figurando nas rádios e bailes de todo o Brasil como uma das mais pedidas, e uma das mais ouvidas no Youtube.


Beth Viana, apresenta novo projeto com apoio da EURO SPORTS, que além da canção “Meu Guarda Chuva”, apresente outros sucessos como “Sabada” e “Marinella” que fazem parte do cancioneiro brasileiro e caíram no gosto popular.


Se você quiser ser meu amor
E para sempre me conquistar
Tem que fazer o seguinte, dois pontos
Sem bronquear, viu?
Sem bronquear

Todos os dias sonhar comigo
E de manhã me acordar com beijinhos
Me abraçando sorrindo contente,
Feliz da vida me fazendo carinhos, viu?
Me fazendo carinhos, viu?
Me fazendo carinho

Dizendo que eu sou a coisa que você mais quer
Apoiando e fazendo tudo o que eu disser
Dizendo que a vida só é boa comigo a seu lado
E que eu sou o lado forte e bom do seu viver
Chorando e lamentando não ter lhe conhecido há mais tempo
E dizendo que daria um bilhão por esse momento
Um bilhão por esse momento
Um bilhão por esse momento
Se você quiser ser meu amor...

Elizabeth Viana, inspiradora do clássico de Jorge Ben Jor "Bebete Vãobora".


Em 1970, ela teve o privilégio de ser a primeira a gravar "Dupla Traição", de Djavan. Naquela ano, sua voz marcante e suave já era conhecida do público brasileiro graças ao sucesso que fizera com a música "Meu Guarda-Chuva", composta por Jorge Ben Jor. Foi por essa canção que todo mundo sabe cantarolar até hoje ("Mas quando comecei a gostar de você, você me abandonou...").


Considerada a rainha do samba-rock, Elizabeth Viana também interpretou músicas como "Pisou na Bola", de Benê Alves, entre outras.


Elizabeth Viana coloca fervura novamente na carreira de cantora e sai em turnê por várias cidades acompanhada da banda sorocabana Batucada Groove. A cantora admite que os shows são um "esquenta" para a produção de um CD, ainda sem previsão de data para gravação, mas que já reserva uma música inédita de Jorge Ben Jor, contou em entrevista ao Mais Cruzeiro. 


A cantora descobriu seu talento aos 10 anos e com essa idade já cantava na Rádio Difusora de Assis. Aos 17 anos, a intérprete foi vencedora de um programa comandado por Flávio Cavalcante e chamado "A Grande Chance". "Foi coisa de Deus", ela acredita. "Deus dá os dons às pessoas e me deu o dom de cantar e cozinhar, duas coisas que gosto muito". A conquista nesse programa de televisão permitiu que Elizabeth permanece por cinco na TV Tupi antes de gravar, em 1969, "Meu Guarda-Chuva", canção que a tornou conhecida no estilo que na época era chamado de sambalanço.

Na década de 70, além de "Dupla Traição", de Djavan, gravou várias músicas inéditas, ela conta, entre elas "João e Maria", de Chico Buarque, antes mesmo da música ficar conhecida na voz de Nara Leão. "Gravei João e Maria na gravadora do meu primeiro marido. A Globo nos procurou para colocar a gravação em uma novela, mas meu marido não quis e naquele tempo eu fazia tudo o que ele queria", revelou. Rildo Hora, Nelson Cavaquinho, Sivuca e Originais do Samba são ícones da música a quem ela também deu voz. 

Há alguns anos, Elizabeth Viana saiu da capital para se instalar no interior, mas nunca perdeu o contato com a música. Em Mairinque, onde morou, abriu uma casa chamada Fepema Music Bar, que se tornou referência para cantores locais. Depois de passar os anos se revezando entre São Paulo e o interior, por fim decidiu fincar suas raízes em uma cidade bem mais tranquila que a capital. "Clima fresco, muito mato... Gosto dessa vidinha de interior. Cheguei a ficar 8 meses em Sorocaba quando minha filha morava aqui, mas a cidade é muito quente, então escolhi São Roque para morar", revela.

Foi numa dessas idas e vindas entre capital e interior que a cantora conheceu Jefferson Paes, tecladista da banda Batucada Groove, quando ele ainda integrava um grupo de músicos que tocava forró. Da amizade nascida há alguns anos surgiu a possibilidade de Elizabeth voltar a realizar turnês. "Se eu paro de cantar, fico deprimida. E eu confesso que estava desanimadinha porque queria cantar, mas é tão difícil achar uma banda. Aí eu conversei com Deus e Ele, como sempre, enviou seus anjos, que são esses meninos sorocabanos."

Retomada
A Batucada Groove tem dois anos de vida, mas já conquistou a maturidade para tocar com a rainha do samba-rock. Isso significa que o grupo não teve apenas sorte para acompanhar uma das cantoras mais importantes da música brasileira. Teve também muito talento. É que tocar samba-rock não é apenas ter técnica, avisa Jefferson, é dosar técnica com o que Elizabeth chama de malandragem. "Sem malandragem não é samba-rock", ela diz. 


"Precisa também ter muito entrosamento entre os músicos e a gente conseguiu isso", diz Jefferson que, em nome da banda, ressalta a empolgação de tocar com uma rainha da música. Para chegar no ponto de acompanhar a majestade, foram meses de ensaio sob a atenção da cantora que, apesar de não tocar nenhum instrumento, tem um ouvido apuradíssimo para detectar qualquer nuance que precisa ser modificada. "Ela não deixa passar nada", admira-se o músico. "E sabe explicar muito bem os detalhes que faltam para cada música".


Sobre a banda, Elizabeth comenta: "vai dar muito certo, já está dando porque eles têm muita garra, são maravilhosos". 

FONTE

MYSPACE

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